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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Tráfego Aéreo

O legado das Olimpíadas para o controle de tráfego aéreo
O modelo brasileiro de integração nas áreas de defesa aérea e controle de tráfego aéreo foi salientado durante as Olimpíadas Rio 2016. Segundo o comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, a interação e os treinamentos no Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), em São José dos Campos (SP), trouxeram um resultado positivo. "O legado é indiscutível, uma melhoria da qualidade do nosso controle do espaço aéreo e também da defesa do nosso território", comemora. O Brigadeiro Rossato também comentou sobre o índice de pontualidade dos voos - em torno de 95%, mesmo com as áreas de exclusão ativadas, fechamento do Aeroporto Santos Dumont durante algumas provas e com aumento do volume de tráfego. "Isso é uma das grandes satisfações que nós temos, que os estudos que foram feitos, que os planejamentos se confirmaram na prática. Então, é a demonstração da evolução dos nossos equipamentos e dos nossos militares que trabalham nessa área", acrescenta. Para os Jogos Paralímpicos, o comandante da Aeronáutica assegura que o trabalho continua. "A conduta da FAB será a mesma que vem sendo mantida desde o início dos Jogos Olímpicos. Só termina essa missão no dia que o último atleta paralímpico estrangeiro tiver saído do Brasil", finaliza.