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Voar é um desejo que começa em criança!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

SGDC

Testes com o satélite brasileiro começam em julho de 2017
O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) começou a ser testado para verificação de funcionamento. O equipamento brasileiro foi lançado no dia 4 de maio de 2017, do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa. No dia 13, chegou à sua posição final, após setes volta ao redor da Terra para chegar ao local correto, onde ficará nos próximos 18 anos, e começou a ser testado. Os procedimentos são feitos a partir da órbita geoestacionária, a 36 mil quilômetros de altitude em relação à superfície terrestre, na longitude 75º oeste. Com 5,8 toneladas e 5 metros de altura, o satélite ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico. A previsão é que em 1º de julho, a Telebrás comece a fazer os primeiros testes para medir a potência do satélite para transmissão de dados em todas as regiões do Brasil. Nessa fase, começam as verificações do funcionamento de todos os sistemas, medidas de carga útil e a constatação de que o satélite está totalmente apto para entrar em operação comercial. Os dados emitidos e recebidos pelo SGDC serão acompanhados pelo Comando de Operações Aeroespaciais (Comae), em Brasília, e pela Estação de Rádio da Marinha, no Rio de Janeiro. Essas duas unidades serão responsáveis por controlar o satélite após o processo de calibragem, previsto para se encerrar em meados de junho. Parte da capacidade do satélite será alugada para empresas privadas para oferta de banda larga, especialmente em regiões remotas. A Telebras ficará com a capacidade necessária para oferecer serviços nos setores de saúde e educação e comercializar outra parte para gerar concorrência na oferta de internet. A Força Aérea Brasileira (FAB) é a responsável pela operação e monitoramento do satélite, direto do Centro de Operações Espaciais Principal (Cope-P), em Brasília (DF), onde cerca de cem profissionais se revezam em três turnos para dar suporte ao funcionamento do satélite, 24 horas por dia.