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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Transporte aéreo

Transporte aéreo de órgãos para transplante cresceu 18% no 1º semestre
No primeiro semestre de 2014, o transporte de órgãos para transplantes no Brasil feito por companhias aéreas cresceu 18% na comparação com o mesmo período de 2013. Nos seis meses, 1,7 mil tecidos e outras 1,7 mil partes do corpo humano foram transportadas por meio de voos comerciais, o que representa mais de um terço dos 11,9 mil transplantes realizados no país. O resultado foi possível após um acordo firmado, no final do ano passado, entre empresas aéreas, SAC (Secretaria de Aviação Civil), Ministério da Saúde e agentes do setor para agilizar o embarque do material. A medida foi adotada para reduzir o tempo entra a captação e a realização do transplante no receptor, a fim de evitar a falência e inutilização dos órgãos. Pelo acordo, as aeronaves que transportam órgãos têm prioridade em pousos e decolagens. Além disso, as equipes que são responsáveis pela captação e condução dos órgãos têm prioridade nos procedimentos de segurança dos aeroportos, no embarque e no desembarque. A organização da logística é feita por uma equipe do SNT (Sistema Nacional de Transplante), do Ministério da Saúde, que permanece 24 horas por dia no CGNA (Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea), no Rio de Janeiro. Isso possibilita a tomada de decisões com mais rapidez. A solicitação de voos é feita diretamente às companhias aéreas, que verificam o horário mais próximo em que é possível atender à demanda.