Voar é um desejo que começa em criança!

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Mercado de Aviões

Ucrânia pode comprar Super Tucano e KC-390
O presidente da República, Jair Bolsonaro, participou de uma reunião com Volodymyr Zelenski, presidente da Ucrânia. Durante o encontro realizado em Tóquio (22/10/19), capital do Japão, o chefe do executivo ucraniano manifestou interesse em comprar aviões Super Tucano, da Embraer, de emprego em missões de ataque.

O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou que Zelensky ainda avaliou a possibilidade de também adquirir a aeronave KC-390, o maior cargueiro militar fabricado no Brasil.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Azul / Embraer

A Azul e o contrato com a Embraer para gerenciamento de manutenção
A Embraer anunciou no mês passado (24/10/2019), a assinatura com a Azul Linhas Aéreas de um contrato de longo prazo, para Gerenciamento de Manutenção de Componentes da frota da companhia aérea de aviões E190 e E195, modelos da primeira geração de jatos comerciais da família de E-Jets da Embraer. Por meio do portfólio de soluções TechCare, a Embraer cobre mais de 300 componentes reparáveis ​​e também fornece suporte de engenharia a partir do seu centro de distribuição de peças em Fort. Lauderdale, na Flórida, Estados Unidos. Com esse contrato, a Azul garante o suporte da última geração do fabricante para todos os aviões da Embraer que opera, incluindo uma nova frota de jatos E2, o que já está coberto pelo programa de manutenção. A Azul aderiu ao Programa de Pool de serviços da Embraer em dezembro de 2008, quando começou a operar os E-Jets da primeira geração, e mais recentemente ao Programa de Gerenciamento de Manutenção de Componentes. “Estamos muito orgulhosos de que a Azul tenha depositado ainda mais confiança na Embraer para que continuem atendendo e economizando sua taxa de soluções com eficiência, eficiência e competitividade, ou fortalecendo nossa parceria estratégica de dados longos”, disse Johann Bordais, Presidente e CEO da Embraer Serviços & Suporte.

Fonte: Renova Mídia

domingo, 10 de novembro de 2019

Especial de Domingo

Selecionamos publicação sobre as recentes ações da FAB na Amazônia. Confira a complexidade destas tarefas atribuídas à Força Aérea Brasileira.
Boa leitura.
Bom domingo!

Amazônia Brasileira
FAB voou 900 horas para combater focos de incêndio na Amazônia
A Força Aérea Brasileira (FAB) participou da Operação Verde Brasil para combater os focos de incêndio na região da Floresta Amazônica desde o dia 24 de agosto de 2019. Com o envolvimento de 15 Unidades Aéreas, a FAB realizou missões de Combate a Incêndio em Voo e Transporte Aéreo Logístico, dentre outras, somando 875 horas de voo. Na Ala 6, Organização da FAB em Porto Velho (RO), o Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT) - Esquadrão Gordo - empregou duas aeronaves C-130 Hércules no combate às chamas. Em mais de dois meses de operação, 147 militares foram envolvidos nas missões do C-130, que conta com o sistema MAFFS (do inglês Modular Airborne Fire Fighting System), capaz de despejar água sobre áreas atingidas por incêndios. A cada voo, o Hércules lança 12 mil litros sobre o terreno, de modo que foram contabilizados mais de 600 mil litros lançados. O Esquadrão Gordo somou mais de 140 horas de voo, empregadas para mobilização, transporte aéreo logístico e atuação direta contra o fogo.

Cooperação
As áreas nas quais os militares das Forças Armadas atuaram foram indicadas pelo Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), pertencente à estrutura do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). “A aeronave do IBAMA realiza sobrevoo de reconhecimento das áreas com focos de incêndio e repassa as coordenadas para os aviões da FAB que executam o lançamento de água. Essa cooperação é muito importante para que possamos combater os focos de incêndio”, explicou a Coordenadora do Núcleo de Operações e Combate do Prevfogo, Ana Canuto, durante as operações. O Segundo Esquadrão do Sexto Grupo de Aviação (2º/6º GAV) - Esquadrão Guardião, sediado em Anápolis (GO), atuou no reconhecimento aéreo para identificar áreas atingidas por incêndios. Uma tripulação de 33 militares cumpriu cinco missões, somando 20h35 de voo.

Transporte logístico
A Força Aérea participou, ainda, do transporte aéreo logístico da operação. O Primeiro Esquadrão do Nono Grupo de Aviação (1º/9º GAv) - Esquadrão Arara - transportou, em agosto, 30 bombeiros da Força Nacional do Distrito Federal para Rondônia, para serem incorporados ao grupo de militares da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, do Exército Brasileiro, com o objetivo de realizar os trabalhos de combate às chamas no solo. A bordo do C-105A Amazonas, a equipe foi formada por cinco tripulantes, que cumpriram 12h35 de voo (2h30 para mobilização e 10h05 efetivamente transportando pessoal). O Esquadrão cumpriu mais duas missões de transporte, somando, no total, 71 passageiros e mais de quatro toneladas de carga transportados em 27h55 de voo. Também com o C-105A Amazonas, o Primeiro Esquadrão do Décimo Quinto Grupo de Aviação (1º/15º GAV) - Esquadrão Onça - transportou 104 passageiros, entre militares e civis para atuar no combate às chamas em 20 horas de voo. Já o Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (2º/10º GAV) - Esquadrão Pelicano - cumpriu 17h25 de voo para transporte de carga em apoio à Operação.

Transporte de bombeiros
No Estado do Pará, o Primeiro Esquadrão de Transporte Aéreo (1º ETA) - Esquadrão Tracajá - sediado na Ala 9, em Belém, realizou diversas missões desde o dia 27 de agosto. Somente no dia 28 de agosto, realizou o transporte de 16 bombeiros militares para regiões afetadas pelo fogo. A aeronave C-97 Brasília se deslocou da capital paraense para as cidades de Altamira e Itaituba, a cerca de 500 km e 900 km de distância do ponto de origem, respectivamente. No mesmo dia, com o C-98A Grand Caravan, a Unidade Aérea realizou duas missões com o objetivo de realizar reconhecimento de Área Operacional (AOP) nas regiões de Novo Progresso, Castelo dos Sonhos e Itaituba, cidades do Estado do Pará. A terceira aeronave empregada pelo Esquadrão foi o C-95 Bandeirante, que realizou missões de transporte das equipes especializadas para reconhecimento das áreas. Foram 27 missões realizadas pelo Esquadrão Tracajá, completando quase 190 horas de voo e mais de 200 passageiros transportados.

Bombeiros israelenses
O Sexto Esquadrão de Transporte Aéreo (6º ETA) - Esquadrão Guará -, sediado em Brasília (DF), também participou da Operação. Engajado desde o dia 01/09, voou 80h50 com o C-98 Caravan, o C-97 Brasília e o U-35 Learjet para o transporte de agentes de órgãos federais. Já o Segundo Esquadrão de Transporte Aéreo (2º ETA) - Esquadrão Pastor -, sediado em Natal (RN), transportou 33 passageiros, incluindo 11 bombeiros israelenses e dois tradutores até a Região Norte, acumulando 24h50 de voo e 11 militares envolvidos. Sediado em Manaus (AM), o Sétimo Esquadrão de Transporte Aéreo (7º ETA) - Esquadrão Cobra - transportou 84 passageiros em dez missões cumpridas, somando 61h30 de voo. O Terceiro Esquadrão de Transporte Aéreo (3º ETA) - Esquadrão Pioneiro somou 16h10 de voo e 14 passageiros transportados. E o Primeiro Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte (1º/2º GT) - Esquadrão Condor -, sediado no Rio de Janeiro (RJ), cumpriu cinco missões com suas aeronaves C-99 e C-97 Brasília, engajando 21 militares e somando 240 pessoas transportadas, a maioria bombeiros, em 38 horas de voo.

Asas Rotativas
O Primeiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (1°/8° GAV) – Esquadrão Falcão - também foi engajado nas ações de combate aos focos de incêndio na região da Floresta Amazônica. No total, foram 70h15 de voo com a aeronave H-36 Caracal, com envolvimento de 110 tripulantes e 243 passageiros transportados, em sua maioria bombeiros militares. O Esquadrão Falcão realiza missões de transporte aéreo logístico, infiltração e exfiltração, em apoio às equipes envolvida com a preparação e organização da operação. O Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (7°/8° GAV) – Esquadrão Harpia –, sediado em Manaus, chegou a Porto Velho ainda em agosto para somar os esforços de combate aos focos de incêndio e ao Campo de Provas Brigadeiro Velloso (CPBV), localizado na Serra do Cachimbo, no Pará. Pela capacidade de atuar em áreas de difícil acesso, as duas aeronaves H-60L Black Hawk transportaram militares e civis para focos de incêndio, totalizando 97 horas de voo e mais de 900 passageiros transportados.

Emprego operacional
A Área de Exercícios do Campo de Provas Brigadeiro Velloso ( CPBV), na Serra do Cachimbo, Sul do Pará, serviu de base de desdobramento na Operação Verde Brasil. Militares da FAB e do Exército e agentes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do IBAMA atuaram a partir do CPBV. Além disso, aeronaves AT 802, do acervo da Corporação Nacional Florestal do Chile e militares do Corpo de Bombeiros de diversos Estados brasileiros integraram o esforço conjunto coordenado pelo Ministério da Defesa no combate aos incêndios que atingiram a região Amazônica. As atividades aéreas são coordenadas pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), a partir de Brasília (DF), de onde é conduzido o emprego operacional das aeronaves, seja no transporte de pessoal ou na ação de Combate a Incêndio em Voo.

Operação Verde Brasil
Em 23 de agosto de 2019, o Presidente da República assinou o Decreto Nº 9.985, autorizando o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem e para ações subsidiárias, no período de 24 de agosto a 24 de setembro de 2019, nas áreas de fronteira, nas terras indígenas, nas unidades federais de conservação ambiental e em outras áreas dos Estados da Amazônia Legal que requererem ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais; e levantamento e combate a focos de incêndio. Em 20 de setembro, foi editado o Decreto 10.022, que autorizou o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem Ambiental (GLOA) e para ações subsidiárias, no período de 24 de agosto a 24 de outubro de 2019.

Fonte: FAB

sábado, 9 de novembro de 2019

Concurso para Enfermeiros na FAB

FAB faz concurso para incorporar bacharéis em Enfermagem
Inscrições de 11 a 18/11/2019

A Força Aérea Brasileira (FAB) abrirá Processo Seletivo para cadastramento em banco de dados, convocação e incorporação de profissionais de nível superior, para a especialidade de Enfermagem, com vistas à prestação do Serviço Militar Voluntário, de caráter Temporário, para o Ano de 2020. Todo o processo para o QOCON TEC ENF será específico para a localidade do Rio de Janeiro. As Inscrições Eletrônicas ocorrerão entre 10h do dia 11/11/2019 e 15h do dia 18/11/2019. Todas as informações relativas ao certame estarão disponíveis no site de Convicação. Os Requisitos Obrigatórios e as Condições para a Participação no Processo Seletivo estão no Aviso de Convocação.

Requisitos
Os voluntários deverão dar especial atenção aos documentos necessários à comprovação dos Requisitos Obrigatórios e dos Parâmetros de Qualificação, visando à comprovação das exigências e à pontuação a serem confirmadas na Validação Documental e Avaliação Curricular. Haverá, ainda, a necessidade de apresentação de Exames Médicos, conforme previsto no Aviso de Convocação.

Site de Convocação: Clique aqui  

Aviso de Convocação: Clique aqui 

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Aviação Naval

Marinha ativa esquadrão de helicópteros em Belém (PA)
A Marinha do Brasil ativou no dia 29 de outubro de 2019, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (HU-41), em Belém (PA). Subordinado ao Comando do 4º Distrito Naval, o Esquadrão HU-41 tem como missão realizar as ações de busca e salvamento (SAR), inspeção naval nos rios e mares do Pará, Amapá, Maranhão e Piauí, apoio à Capitania dos Portos, aos Navios do Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte e ao 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas.

Cooperação FAB
O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (HU-41) está instalado no Hangar de Val de Cães, na ALA 9, fruto de um Acordo de Cooperação assinado entre a MB e a FAB, em novembro de 2018. O Esquadrão HU-41 conta com três helicópteros UH-15 Super Cougar (H225M), com as matrículas N-7103, N-7104 e o N-7105. O seu primeiro Comandante é o Capitão de Fragata Wesley Gonçalves da Cruz.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

RPA / Drone

Drone gigante promete transportar até 200 Kg

A RPA (Aeronave Remotamente Pilotada) VoloDrone foi criada para atender a vários segmentos da indústria, 
em aplicações gerais e específicas.

Pioneira em mobilidade aérea urbana, a empresa Volocopter apresentou seu mais novo produto para o mercado de drones: o VoloDrone. O veículo aéreo foi desenvolvido por especialistas do aeródromo especial de Oberpfaffenhofen, na Alemanha. O drone é capaz de transportar cargas de até 200 quilos por uma distância máxima de 40 quilômetros, e seu rotor possui diâmetro e altura de 9,2 e 2,3 metros, respectivamente, informa o site "Tecmundo". No vídeo divulgado pela empresa, ficam explícitas algumas possibilidades de uso do equipamento, que, devido à padronização do sistema de fixação de trilhos utilizado na indústria aeroespacial e logística, pode alojar diversos tipos de cargas em seu trem de pouso.

Fonte: www.renovamidia.com.br em 04/11/2019

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Heróis Brasileiros

Cidade italiana homenageia piloto e herói brasileiro na Segunda Guerra
A Prefeitura de Rodano, cidade localizada a 15 quilômetros de Milão, realizou, no dia 3 de novembro de 2019, cerimônia para relembrar um herói brasileiro: o Tenente Aviador Aurélio Vieira Sampaio, abatido pela antiaérea inimiga durante a Segunda Guerra Mundial, no céu de Rodano. A cerimônia contou com a presença da Adidância de Defesa e Aeronáutica do Brasil na Itália e foi marcada, ainda, por homenagens a outros mortos em combate. Em homenagem ao aviador, foi celebrada uma missa na catedral da cidade e realizado um desfile cívico-militar pelas principais ruas do centro de Rodano. Participaram civis e representantes de associações de ex-combatentes com suas tradicionais bandeiras.

Altruísmo do povo brasileiro
O Adido de Defesa e Aeronáutica do Brasil na Itália, Coronel Aviador Reginaldo Pontirolli, e a Prefeita de Rodano, Roberta Maietti, colocaram uma coroa de flores ao pé do monumento erguido em homenagem ao herói brasileiro. Em seu discurso, a Prefeita disse que a morte do Tenente Aurélio é muito significativa para a população de Rodano. "Simboliza o altruísmo do povo brasileiro, representado pelo jovem piloto militar que atravessou o Oceano Atlântico e veio lutar pela libertação de um povo que não era o seu, e doou sua vida em prol de pessoas que ele nem conhecia", disse. O Coronel Aviador Francisco José Azevedo de Morais, aluno do Curso de Altos Estudos de Defesa na Itália, prestigiou a cerimônia juntamente com sua família. "O sacrifício do Tenente Aurélio é um legado de coragem e honra", declarou.

Saga de heróis
O Suboficial da Reserva Wagner Célio Maia programou as férias de sua família para poder prestigiar o evento em Rodano. "Participar dessa cerimônia é como voltar no tempo e reviver a saga daqueles heróis que honraram o nome do Brasil e da Força Aérea Brasileira aqui na Itália, além de prestar uma justa homenagem ao Tenente Aurélio e a todos que lutaram pelo nosso país", ressaltou. A Adidância retribuiu as homenagens prestadas à coragem e ao sacrifício do piloto com uma placa de agradecimento.

Jovem aviador
Nascido em 31 de maio de 1923, em Aracaju (SE), o Tenente Aurélio Vieira Sampaio foi abatido, aos 21 anos, na sua 16ª missão de combate sobre a Itália. Após atacar locomotivas ao norte da cidade de Milão, seu caça P-47 Thunderbolt foi atingido por disparos da artilharia antiaérea. O local exato da queda foi determinado graças à pesquisa realizada por Diego Vezzoli, da Associação Air Crash Po, e por Rafaelle Serio, da empresa Alenia. Entre outras condecorações, o militar recebeu as medalhas da Campanha de Itália e a Cruz de Bravura. Seus restos mortais estão sepultados no mausoléu do Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro.

Fonte: FAB

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Tecnologia

Astronautas da ISS reciclarão plástico com tecnologia brasileira
Quando o assunto é exploração espacial, os cientistas se esforçam para lidar com os resíduos produzidos pelos astronautas. Com o auxílio de uma tecnologia de reciclagem do Brasil, os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês) receberão uma ajuda na forma de lidar com os detritos plásticos. Deverá chegar na ISS um “pacote” contendo uma máquina recicladora de plásticos, que foi desenvolvida pela empresa brasileira Braskem em parceria com a norte-americana Made in Space.

Reciclagem
Os astronautas poderão reaproveitar embalagens e ferramentas plásticas que já tenham cumprido sua função na ISS. A máquina reutiliza esses resíduos para a produção de novos filamentos plásticos, de forma automática e com mínima intervenção da tripulação. Mais tarde, esses filamentos poderão ser reutilizados na impressora 3D existente na estação espacial desde 2016, produzindo novos objetos com novas utilidades. Com o tamanho de um microondas grande, a recicladora é capaz de transformar restos de plástico em filamentos em menos de dez horas, informa a revista "Galileu".

Fonte: www.renovamidia.com.br em 04/11/2019

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Aeronaves

Helvetic recebe seu primeiro Embraer 190-E2
A Helvetic Airways recebeu oficialmente seu primeiro avião E190-E2 da Embraer, dia 31 de outubro de 2019, em Zurique, na Suíça. A companhia tem pedido para 12 jatos desse modelo e direitos de compra para mais 12 E190-E2, com possibilidade de transferência para o E195-E2.

110 assentos
A Helvetic opera o E190-E2 na configuração de classe única, com 110 assentos, em várias rotas domésticas e internacionais. O E190-E2 é o primeiro avião da nova geração de três aeronaves que compõem a família Embraer E2, desenvolvido para substituir a primeira geração de E-Jets. Comparado à primeira geração de E190, o E190-E2 consome 17,3% menos combustível e quase 10% menos do que seu concorrente direto. Isso torna a aeronave de corredor único mais eficiente no mercado. O E190-E2 oferece mais flexibilidade com um alcance máximo de 5.300 km (3.293 milhas), ou aproximadamente 1.000 km (621 milhas) a mais que a primeira geração E190. O E190-E2 também apresenta uma redução significativa nos custos de manutenção. Uma aeronave terá intervalos de manutenção mais longos, com 10 mil horas de voo para atividades básicas de manutenção e sem limite de calendário para utilizações típicas do E-Jet. Isso significa 15 dias a mais para o uso da aeronave em um período de dez anos, comparado à geração atual de E-Jets.

domingo, 3 de novembro de 2019

Especial de Domingo

Hoje o destaque é para a Esquadrilha da Fumaça.
Boa leitura.
Bom domingo!

Há 13 anos era estabelecido o recorde com 12 aeronaves em formação em voo de dorso
“O que mais me chamou a atenção foi o fato de ser um dia de outubro atipicamente Cavok”. Com essas palavras, o Coronel Aviador Marcelo Gobett Cardoso nos conta um pouco da experiência em ser um dos doze pilotos da Esquadrilha da Fumaça a participar da quebra do recorde mundial, utilizando um termo da aviação para se referir a um céu com boas condições de visibilidade e teto das nuvens.

29 Out 2006
Há trezes anos, no dia 29 de outubro de 2006, a Esquadrilha da Fumaça quebrou pela terceira vez o recorde mundial de número de aeronaves voando, simultaneamente, em formação e no dorso (de cabeça para baixo). O feito foi assistido por cerca de 60.000 pessoas na Academia da Força Aérea e homologado pelo Guinness World Record. Os dois recordes anteriores também pertencem a Esquadrilha da Fumaça, sendo que o primeiro feito ocorreu com 10 aeronaves em 1996 e o segundo em 2002, com 11 aeronaves durante as comemorações de 50 anos do Esquadrão. A data escolhida para o terceiro recorde não foi por acaso: naquela mesma semana a Força Aérea Brasileira comemorava o centenário do primeiro voo com o 14-Bis realizado pelo brasileiro Alberto Santos Dumont, em 1906, na capital francesa, Paris. Apesar do aumento de apenas uma aeronave na formação, a manobra exigiu muito mais do time, pois foi formada mais uma linha de aeronaves (em relação ao recorde anterior) T-27 Tucano. Conforme explica o Coronel Gobett, que voou na posição #7 durante a manobra, a técnica foi a mesma empregada no recorde anterior, “mas os parâmetros foram diferentes para que os aviões da última linha tivessem energia e manobrabilidade suficientes para manterem a velocidade e posição”. Explica que um dos pontos críticos da manobra foi a transição do voo normal para o voo invertido por meio de um “meio-looping” para chegarem à posição para o recorde. “A margem de erro era menor e era necessário um trabalho mais preciso nos comandos e motor, por isso, a maior exigência nos treinamentos”, completa o Coronel. Curiosamente, ele havia saído três anos antes do efetivo da Esquadrilha da Fumaça, que possuía 11 pilotos, e foi convidado para ser o 12º exclusivamente para a nova marca.

Mais um
Quem estava na última linha de aeronaves era o Coronel Aviador Ricardo Beltran Crespo, na posição #12, fechando o grupo de aeronaves para o recorde mundial. Conta-nos que apesar de todo o profissionalismo, técnica treinada e doutrina durante o voo, após o pouso, foi tomado pela emoção. “Confesso que, após o corte do motor e ao abrir o canopy do Tucano, toda a alegria e vibração daquele imenso público me contagiaram. O ser humano em mim, enfim, simplesmente chorou de gratidão e emoção”. Apesar das suas 276 demonstrações realizadas durante os anos de 2003 e 2006, esse voo, em particular, marcou a sua vida. “Por aquele momento eternizado, agradeço aos meus 11 amigos que dividiram comigo aquele espaço aéreo durante os 30 segundos daquele voo. Muito obrigado aos pilotos Fumaceiros, Anjos da Guarda e equipes de solo que viabilizaram esse recorde com muito carinho, hoje eternizado em nossas vidas”. Apesar da homologação no mesmo dia, apenas em 2017 é que a Esquadrilha da Fumaça recebeu o certificado pelas mãos do diretor do Guinness na América Latina, Carlos Martínez. Na ocasião, relatou a sua felicidade de poder conhecer de perto a equipe e parabenizar pelo recorde. “É impressionante e espetacular o que a equipe fez em 2006 de voar, simultaneamente, com doze aviões em voo invertido”. Passados 13 anos após o recorde com as doze aeronaves, nenhum outro Esquadrão no mundo bateu tal marca.

A ESQUADRILHA DA FUMAÇA
A Esquadrilha da Fumaça é o nome popular do time de acrobacia que representa a Força Aérea Brasileira, cuja denominação oficial é EDA – Esquadrão de Demonstração Aérea, baseado na Academia da Força Aérea – AFA, na cidade de Pirassununga, no interior de São Paulo.

A Fumaça nasceu em 1952. Sua primeira demonstração foi no dia 14 de maio daquele ano. De maneira informal, o então tenente Mário Sobrinho Domenech, instrutor da Escola de Aeronáutica dos Afonsos, e mais três tenentes aviadores, passaram a ocupar as horas livres do horário de almoço para treinarem as manobras executadas na aviação de caça, sobre a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Empregavam os aviões NA-T6 para a realização de “loopings” e “tounneaux”, inicialmente com duas aeronaves e depois aperfeiçoaram as manobras com quatro aeronaves numa formação denominada de diamante.

O primeiro apelido da esquadrilha foi “Cambalhoteiros”, quando empregavam os aviões de treinamento dos cadetes. Nesta época ainda não havia a famosa fumaça, que mais tarde daria a tradicional identificação do time. Tornando-se assunto entre as rodas de conversa da Escola de Aviação, a equipe se fez conhecida por intervenção do então tenente coronel Délio Jardim de Mattos, futuro ministro da Aeronáutica, que os apoiou nos primeiros passos. Fascinado por acrobacias, Délio comentou com o comandante da Escola de Aviação, que autorizou a primeira demonstração sobre o Campo dos Afonsos.

A Esquadrilha da Fumaça conquistou seu nome por uma idéia que o tenente Domenech aprimorou e é a base técnica até os dias de hoje. A técnica que faz os aviões expelirem fumaça consiste no seguinte: um tanque armazenando óleo fino está ligado por uma mangueira ao escapamento do avião. Acionado pelo piloto, o óleo é injetado no escapamento direito, que é o mais quente. No ar, o óleo se vaporiza e condensa, transformando em fumaça. Outros modos para se produzir fumaça foram utilizados ao longo da história da Esquadrilha até se chegar ao sistema atual, desenvolvido pelos Anjos da Guarda, como são denominados os mecânicos e pessoal de apoio, melhorando sensivelmente o rendimento das aeronaves.

Em 1963, a esquadrilha, depois de conquistado o prestígio do público por suas manobras, foi nomeada Unidade Oficial de Demonstrações Acrobáticas da Força Aérea Brasileira, sendo a única no mundo a utilizar, até 1969, aviões convencionais. Desde 1960, o então tenente Antônio Artur Braga liderou a equipe, permanecendo a partir daí, durante 17 anos, como componente ativo na Esquadrilha. Braga, que chegou à patente de Coronel, nasceu em Cruzeiro, SP, em 1932, e faleceu em 2003. Foi recordista mundial de tempo de voo em aeronaves T-6.

A Esquadrilha foi desativada temporariamente em 1977, após uma demonstração com os T-6 na cidade de Piquete, SP, já que aquele modelo de avião estava sendo desativado na frota da FAB. No ano de 1980, no dia 10 de julho, com o nome de Cometa Branco, na AFA em Pirassununga, a Esquadrilha da Fumaça voltou à ativa. Com aviões T-25, o Cometa Branco fazia voos para comemorar a entrega dos espadins aos cadetes da Academia naquele ano.

Em dezembro de 1983, já com a denominação de Esquadrão de Demonstração Aérea –EDA, a Fumaça iniciou seus voos acrobáticos pelo Brasil. Desde então, utilizando aviões Tucano T-27, com o propósito de manter o espírito da primeira Esquadrilha da Fumaça, criada em 1952.

Cada um dos pilotos também têm atividades "fora do ar". Com cargos distribuídos entre os pilotos, eles são encarregados de manter a Esquadrilha não só como uma equipe acrobática, mas como uma organização bem estruturada. Permanecem por quatro anos em atividade no EDA e depois são transferidos para outra unidade da FAB, a fim de permitir um rodízio de tripulantes, seguindo diretriz de dar oportunidade para que outros oficiais voluntários também possam integrar a equipe.

Em março de 1999, o Esquadrão de Demonstração Aérea da Força Aérea Brasileira recebeu o certificado do Guinness Publishing de Londres, editora responsável pelo registro de todos os recordes mundiais no Guinness Book of Records, o livro dos recordes. O feito realizado pela Esquadrilha da Fumaça que mereceu tal distinção foi: "Em 23 de outubro de 1996, dez aeronaves T-27 Tucano, que equipam o Esquadrão de Demonstração Aérea da Força Aérea Brasileira, voaram em formação, todos de dorso, durante 30 (trinta) segundos, percorrendo uma distância de 3000 (três mil) metros". A Esquadrilha já quebrou seu próprio recorde por duas vezes. Em 18 de maio de 2002, no cinquentenário de nascimento, voou com onze aeronaves. Em 29 de outubro de 2006, mais uma vez superou sua própria marca, ao voar com doze aeronaves em formação, todos no dorso.

MISSÃO
A Esquadrilha da Fumaça tem como missão contribuir para a difusão da imagem da Força Aérea Brasileira junto aos públicos interno e externo. Como visão de futuro espera ser capaz de exercer toda a sua potencialidade como órgão de comunicação social, com o intuito de ampliar a notoriedade da Força Aérea Brasileira no cenário nacional e internacional. Tudo isto, cultuando os valores: Segurança de voo, Lealdade, Comprometimento com a missão, Espírito de corpo, Cortesia e atenção no trato com o público, Conduta moral irrepreensível em todas as circunstâncias, Preservação da história e da cultura organizacional, Disciplina e respeito à hierarquia.

Entre as atribuições da Esquadrilha da Fumaça estão as seguintes máximas: Estimular e desenvolver as vocações e a mentalidade aeronáuticas; Valorizar a Força Aérea Brasileira (FAB) e o sentimento de nacionalismo; Expressar a afirmação e o profissionalismo de todos os componentes da FAB; Demonstrar o alto grau de treinamento e a capacidade dos pilotos brasileiros; Comprovar a qualidade dos produtos da indústria aeronáutica brasileira; Contribuir para uma maior integração entre a FAB e as demais Forças Singulares; Estimular o entrosamento entre os segmentos civil e militar ligados à atividade aeronáutica; Representar a FAB no exterior como instrumento diplomático; Difundir a Política de Comunicação Social do Comando da Aeronáutica - COMAER; Participar do processo de integração nacional, marcando a presença da FAB nos eventos realizados em todo o País.

AERONAVES
Fase atual: A-29 Super Tucano
Ao longo de sua história, iniciada em 1952, a Fumaça empregou os seguintes aviões: o convencional de motor radial North American T-6 Texan, até 1977; o jato T-24 Fouga Magister, de 1968 a 1972; o avião brasileiro T-25 Universal, de 1980 a 1983; o T-27 Tucano de 1983 até março de 2013. A partir daí, iniciou a implantação operacional do A-29 Super Tucano, cuja apresentação inaugural ocorreu em Julho de 2015.

O NINJA e a Fumaça
O Núcleo Infantojuvenil de Aviação mantém um aparelho em processo de reconstrução, com participação de alunos e voluntários. Trata-se do avião experimental Teenie Two Modificado que exibe pintura que homenageia a Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira, com o padrão de cores do Esquadrão de Demonstração Aérea, relativo à época, até 1976, em que empregava a aeronave T-Meia.
Para ilustrar, uma equipe da Extimbater, loja de equipamentos contra-incêndio em Ubatuba (SP) que apoia o NINJA, instalou um dispositivo, com o qual a piloto aciona uma sequência de jatos de fumaça precedidos da tradicional expressão "fumaça, já", pronunciada pela empolgada aluna-piloto em eventos na cidade.

Fontes: www.defesaaereanaval.com.br e texto adaptado pelo Núcleo Infantojuvenil de Aviação – NINJA, a partir dos conteúdos dos endereços eletrônicos do EDA e da FAB.


sábado, 2 de novembro de 2019

Transporte Aéreo

Flybondi terá voos Buenos Aires - São Paulo
A companhia aérea Flybondi anunciou, dia 30 de outubro de 2019, voos, na modalidade baixo custo, entre Buenos Aires e São Paulo. Será sua terceira rota conectando a capital argentina ao Brasil. As novas operações começarão em 2020, com o voo inaugural entre o Aeroporto El Palomar e o Aeroporto de Guarulhos marcado para 24 de janeiro de 2020. A empresa terá três frequências semanais na rota Buenos Aires-São Paulo, às segundas, quartas e sextas. As passagens já podem ser adquiridas no site da companhia e, nos próximos dias, estarão sendo vendidas a preços promocionais. A Flybondi ainda tem outras cidades brasileiras no radar. Executivos da companhia chegaram a falar em 15 novos destinos.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Meio Ambiente

FAB patrulha para localizar manchas de óleo no oceano
P-95 Bandeirulha
A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, no dia 30 de outubro de 2019, mais um transporte de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para os voluntários que atuam na limpeza dos resíduos de óleo no litoral Nordestino. Uma aeronave C-130 Hércules decolou do Rio de Janeiro (RJ) com destino a Recife (PE) transportando, cerca de oito toneladas de material, além de 20 mergulhadores da Marinha do Brasil. As ações da FAB fazem parte da chamada Operação Amazônia Azul. O primeiro transporte de EPIs, que foram cedidos pela Marinha do Brasil e pela Petrobrás, foi realizado no dia 23 de outubro, também do Rio de Janeiro para Recife, com 3.400kg de material embarcado no Galeão e mais 4.700 kg embarcados em Guarulhos (SP).

Patrulha
A atuação da FAB, entretanto, teve início no dia 6 desse mês, quando militares do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), integraram o Comando de Operações Navais (CON) no Rio de Janeiro. O primeiro voo para observação do litoral e alto mar foi realizado no último dia 13, quando um P-95 Bandeirulha atuou a partir de Salvador (BA). Desde então, foram empregados 4 tipos de aeronaves (P3-Orion, C-130 Hércules, P-95 e C-95 Bandeirante) em missões de Patrulha Marítima e Transporte Aéreo Logístico, totalizando, aproximadamente, 160 horas de voo. As missões de Patrulha Marítima têm o objetivo de localizar as manchas de óleo.

Monitoramento satelital
Além dos meios aéreos disponibilizados para a Operação Amazônia Azul, a FAB atua com a análise de imagens de satélites contratados. "É importante ressaltar que a FAB tem, hoje, autonomia para realizar o imageamento satelital e também os meios aéreos para serem enviados ao local, no caso da verificação de alguma ocorrência por meio dos satélites. A prioridade atual da nossa constelação satelital é a localização do óleo em águas brasileiras", explica o Chefe do Estado-Maior Conjunto do COMAE, Major-Brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Aeronaves

Piper anuncia o avião M600 SLS capaz de realizar pouso automático
A Piper anunciou, dia 30 de outubro de 2019, em Vero Beach, Flórida (EUA), o novo avião M600 SLS. É a primeira aeronave GA de série a ser equipada com o sistema de segurança HALO ™ e capacidade de pouso automático.

Segurança
O sistema de segurança HALO ™ é uma compilação de tecnologias inovadoras exclusivas do M600 SLS e do conjunto aviônico Garmin G3000. O sistema inclui aceleração automática, modo de descida de emergência, estabilidade e proteção aprimoradas, inspeção de superfície, táxi seguro e conectividade de fluxo de voo. A importância do modelo está na adição do Garmin Autoland - tecnologia digital que pousa com segurança a aeronave no aeroporto adequado mais próximo, caso o piloto esteja incapacitado.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Espaço

NASA quer enviar robô para procurar água na Lua
Um robô do tamanho de um carrinho de golfe será enviado à Lua pela NASA em 2022. O objetivo da Agência Espacial americana é buscar por depósitos de água sob a superfície lunar. Pesquisadores avaliam um possível uso do recurso como bebida para astronautas e na produção de combustível de foguetes antes do planejado retorno do homem ao satélite natural da Terra em 2024. O robô Viper percorrerá quilômetros na superfície lunar para observar bolsões subterrâneos que poderiam ajudar a tornar a Lua em um ponto de partida para Marte. No dia 25 de outubro de 2019, no Congresso Internacional de Astronáutica, em Washington, o administrador da NASA, Jim Bridenstine, declarou: “O Viper vai avaliar onde o gelo está. Poderemos caracterizar o gelo e, em última análise, realizar perfurações. Por que isso é importante? Porque o gelo representa algo significativo. Suporte à vida.” O robô deve chegar à região polo sul da lua em dezembro de 2022, carregando quatro instrumentos para explorar o solo lunar em busca de traços de hidrogênio e oxigênio.

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Ubatuba 382 Anos

Núcleo de Aviação e paraquedistas fizeram a parte aérea nas festividades do aniversário de Ubatuba (SP)
A cidade de Ubatuba (SP) comemorou ontem, 28 de outubro de 2019, seu aniversário número 382. O desfile cívico-militar, com cerca de 2500 participantes, alusivo à data contou com representações da Marinha do Brasil (Delegacia da Capitania dos Portos), do Exército Brasileiro (5º Batalhão de Infantaria Leve), de unidades policiais, de organizações governamentais e privadas e de escolas municipais e particulares. Além de contingentes da rede municipal de ensino, participaram do desfile antigos alunos da extinta escola do SESI em Ubatuba, que reviveram seus tempos de estudante nos anos 1970 e 1980.

Aviação

O evento começou com a descida de dois paraquedistas, trazendo as bandeiras do Brasil e de Ubatuba. No dispositivo do desfile, alunos do Colégio Dominique mostraram aspectos do conteúdo cultural desenvolvido na escola. Integrando-se ao trabalho do Dominique, que dá suporte ao NINJA – Núcleo Infantojuvenil de Aviação, uma equipe do projeto composta por voluntários e alunos de escolas públicas e particulares apresentou, pela primeira vez em público, sua aeronave Teenie Two empregada como ajuda à instrução. É um avião experimental, que mede 3,91 metros de comprimento e 5,49 metros de envergadura. Tem peso vazio de 140 Kg. É um monumento cultural e objeto de apoio à instrução dos alunos do NINJA. Na área de dispersão do desfile, foi atração como ponto de fotografias para dezenas de crianças em sua nacele.

Fumaça
A aeronave que o Núcleo Infantojuvenil de Aviação levou para a avenida Iperoig, em comemoração ao aniversário de Ubatuba, é um aparelho em processo de reconstrução, com participação de alunos e voluntários. O avião experimental Teenie Two Modificado exibe pintura que homenageia a Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira, com o padrão de cores do Esquadrão de Demonstração Aérea, relativo à época, até 1976, em que empregava a aeronave T-Meia.

Extimbater
Para ilustrar a passagem do avião do NINJA no desfile, uma equipe da Extimbater, loja de equipamentos contra-incêndio em Ubatuba, instalou um dispositivo, com o qual a piloto acionou uma sequência de jatos de fumaça durante o desfile, precedidos da tradicional expressão "fumaça, já", pronunciada pela empolgada aluna-piloto.

O desfile da equipe do NINJA, fechando a apresentação do Colégio Dominique, foi pontuado por uma faixa marcando a derradeira manifestação relativa aos 150 anos de nascimento do inventor ubatubense e pioneiro da aviação, Gastão Madeira, e pela Bandeira Nacional.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Datas Especiais

28 de outubro:
Dia da Engenharia da Aeronáutica
A Força Aérea Brasileira (FAB) celebra, em 28 de outubro, o Dia da Engenharia da Aeronáutica. Na FAB, as atividades de engenharia são realizadas nos mais diversos segmentos e abrangem especialidades como Civil, Agrimensura, Cartografia, Computação, Elétrica, Eletrônica, Infraestrutura, Mecânica e Telecomunicações, entre outras. Os engenheiros também se destacam nos exercícios de campanha, em que são responsáveis por organizar e preparar o terreno, fornecer e instalar água e energia elétrica, disponibilizar saneamento básico, coordenar a manutenção de equipamentos, dentre outras atividades.

ITA e universidades
Esses profissionais são oriundos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Há, ainda, os que são formados nas universidades brasileiras e prestam concurso para o Quadro de Oficiais Engenheiros (QOENG).

domingo, 27 de outubro de 2019

Especial de Domingo

Hoje, um pouco mais da cobertura de Oshkosh AirVenture 2019, por voluntários do NINJA.
Boa leitura.
Bom domingo!

Oshkosh 2019
Waco CSO: um clássico na Oshkosh AirVenture
Entre milhares de aeronaves que voaram para a AirVenture 2019, em Oshkosh, estado de Wisconsin (EUA), de 22 a 28 de julho, havia uma raridade, cujo modelo tem significado para a história da aviação brasileira: um preservado Waco CSO. No gramado dedicado aos clássicos (“vintages”) lá estava ele, entre outros exemplares da primeira metade do século XX.

O aparelho, em perfeitas condições de voo, possui a matrícula NC656N e foi fabricado em 1930.

O Waco CSO leva três pessoas, sendo dois passageiros na nacele dianteira e o piloto no assento posterior; mede 6,85 m de comprimento e 9,32 m de envergadura; originalmente era impulsionado por um motor radial de sete cilindros Wright Whirlwind R-760 com 250 hp, suficiente para voar até 210 quilômetros por hora.

O exemplar de Oshkosh ostenta placa informativa constando motor de 285 hp.

Museus
No Brasil, o Waco CSO foi utilizado durante a Revolução Constitucionalista de 1932, tanto pelo Grupo Misto de Aviação, no lado legalista, quanto pela aviação paulista. Após o conflito, foi empregado nas linhas dos correios aéreos Militar e Naval, entre 1932 e 1941. E permaneceu ativo, na condição de avião de transporte na Força Aérea Brasileira, até 1948. 

Hoje, pelo menos dois exemplares, apenas para exposição estática, lembram a utilização do modelo em solo brasileiro: um está no Musal – Museu Aeroespacial, no Rio, pintado na cor vermelha; e outro no acervo do ora fechado Museu Asas de um Sonho, em São Carlos (SP), com pintura verde com faixas brancas , conforme o padrão adotado, em São Paulo, pela aviação constitucionalista.

Saiba mais sobre a Revolução Constitucionalista de 1932: Blog do NINJA de 8/07/12.

Saiba mais sobre Oshkosh 2019: 18/8/2019

Programe-se para Oshkosh 2020: Clique aqui 

sábado, 26 de outubro de 2019

Transporte Aéreo


SEMANA DA ASA - 2019
 

Preços de passagens aéreas diminuem até 23% com as "low costs"
As companhias aéreas de baixo custo — low cost — estão operando voos internacionais no Brasil, desde novembro de 2018. Para baratear o preço das passagens, este tipo de empresa oferece um serviço simples, sem refeições, bagagens ou marcação de assentos inclusos em seus preços de base. Segundo um levantamento feito pelo portal Kayak, foi registrada uma queda de até 23% nos preços médios de passagens nas rotas em que a chilena Sky Airline e a norueguesa Norwegian Air começaram a operar. Em setembro de 2019, também começaram a operar outras duas companhias de baixo custo: a chilena JetSmart e a argentina Flybondi. As rotas atendidas por estas "low costs" também podem apresentar quedas em seus preços médios ao longo dos próximos meses.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Espaço


SEMANA DA ASA - 2019
 

Aprovado acordo para o Brasil explorar lançamento comercial de foguetes
Com 329 votos a favor e 86 contrários, a Câmara dos Deputados aprovou o acordo entre Brasil e Estados Unidos que permitirá o lançamento comercial, por qualquer país, de satélites e foguetes, mesmo que tenham componentes americanos,a partir da base de Alcântara (MA). Atualmente, os EUA dominam o mercado mundial do setor aeroespacial. 80% deste tipo de equipamentos possuem tecnologia patenteada pelos americanos. Comercialmente, a base localizada na região Nordeste é atrativa porque fica próxima à linha do Equador. Estimativas de técnicos indicam que os lançamentos a partir dessa região consomem, em média, 30% a menos de combustível. Em texto encaminhado à Câmara, o ministro da Ciência e Tecnologia, astronauta Marcos Pontes, disse que com a aprovação do acordo é esperado que o Brasil seja “inserido no mercado mundial de lançamento de foguetes passando a deter, no mínimo, um por cento desse mercado mundial, o que representaria ganhos estimados de 10 bilhões de dólares a partir de 2040, consolidando o País como um forte protagonista do segmento de lançamentos”. Os dois países negociam há quase 20 anos um acordo de salvaguardas tecnológicas, que permite o uso comercial do local.

Fonte: www.renovamidia.com.br em 23/10/2019

Saiba mais: Blog do NINJA de 10/10/2019

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Mercado de Aviões


SEMANA DA ASA - 2019
 

Embraer vende frota de jatos executivos para a Flexjet
A Embraer fechou, dia 21 de outubro de 2019, um negócio com a Flexjet, empresa dos Estados Unidos que oferece leasing e propriedade compartilhada de jatos particulares. O acordo inclui uma frota de jatos executivos fabricados pela Embraer, como o Praetor e o Phenom 300. O valor total da negociação pode chegar a até US$ 1,4 bilhão, conforme os preços de lista das aeronaves. “Temos orgulho em introduzir os jatos Praetor no mercado de propriedade compartilhada e oferecer aeronaves tecnologicamente avançadas das categorias supermédio e médio aos nossos clientes”, afirmou, em nota, o diretor executivo da Flexjet, Michael Silvestro.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Datas Especiais


SEMANA DA ASA - 2019
 

23 de outubro:
Dia do Aviador
Dia da Força Aérea Brasileira



Em 23 de outubro comemora-se o Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira. Nesta data, no ano de 1906, Alberto Santos Dumont, grande inventor brasileiro, levantou voo com o seu "14 bis".


Foi o primeiro voo de um aparelho mais pesado que o ar. Com seus próprios meios, sem ajuda externa, decolou e voou no campo de Bagatelle, nas imediações de Paris, França. O fato histórico foi testemunhado por muitas pessoas e registrado pela imprensa. Um marco extraordinário para a aviação, o meio mais rápido e arrojado de locomoção conseguido pelo homem.



Visite: www.fab.mil.br, Santos Dumont Vida, Santos Dumont de Próprio Punho, Cabangu.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Tráfego Aéreo


SEMANA DA ASA - 2019
 

FAB ativa projeto piloto e testa conceito de torre de controle remota
A metodologia de prestação do serviço de controle de aeródromo ativada pela FAB na Ala 12 - Santa Cruz (RJ) é um projeto piloto que visa testar a substituição da arquitetura tradicional de torre de controle - na qual os controladores ficam em cabines no topo da edificação, com visão direta do movimento de aviões em voo nas imediações e de aeronaves e veículos no solo - por sala em edifício baixo, e eventualmente em outra cidade, dotada de monitores que exibem imagens do espaço aéreo em torno do aeródromo captadas por câmeras.

Ideal em área inóspita
Tendo em vista ser um empreendimento de testagem de conceito, a sala que exibe as imagens do aeroporto Santa Cruz fica no próprio aeroporto e cancela o emprego da torre elevada. Em localidades de outros países nos quais foi implantada essa metodologia de serviço remoto, o objetivo foi prover o controle de aeródromo em áreas inóspitas para ser residência de operadores (exemplo, inverno rigoroso), mas onde era requerida tal facilidade de proteção ao voo. De forma que o operador presta o serviço a distância, com a sala de controle instalada em outra localidade, onde as imagens e mensagens de rádio chegam por uma rede de dados e voz.

Torre Remota de Santa Cruz: a primeira da América Latina
O dia 18 de outubro de 2019 fica marcado para a história do Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, com a entrada em operação no aeródromo de Santa Cruz, no Rio de Janeiro (RJ), da primeira Torre de Controle Remota da América Latina. Para o Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas, o DECEA vem desenvolvendo projetos voltados para a qualidade e segurança dos usuários. “O objetivo é tornar o transporte aéreo mais rápido, eficiente e econômico”.

Imagens
Neste método de operação, a visualização do controlador de tráfego aéreo da Torre de Controle convencional é substituída pelo acompanhamento em monitores que reproduzem imagens oriundas de um conjunto de câmeras posicionadas próximas da pista, proporcionando ao controlador uma visão abrangente. A estrutura, instalada em Santa Cruz, na Ala 12, é composta por 16 câmeras fixas, sendo duas com a tecnologia Pan Tilt Zoom (PTZ), a partir da qual será possível a mudança de enquadramento, ou seja, o aumento da imagem até 24 vezes, para dar mais nitidez a objetos localizados a quilômetros de distância. O Comandante do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Santa Cruz, Major Aviador Bruno Michel Marcondes Alves, explica que as câmeras PTZ podem, ainda, acompanhar aeronaves, automaticamente, ou bandos de pássaros e animais nas pistas de táxi e de pouso e decolagem, o que contribui para a redução do risco de colisão com a fauna. "O sistema permite, ainda, a realização de vistorias sobre as pistas, além da visualização de posições estratégicas, como, por exemplo, pontos de espera", acrescenta o Major. As câmeras, fixadas na área externa, estão interligadas a 14 monitores de 55 polegadas de altíssima definição, que proporcionam uma visão de 360 graus da área a ser controlada.

Novo conceito
Um dos benefícios com a utilização da torre será o conhecimento operacional que será agregado à Força Aérea Brasileira, ou seja, o conjunto de habilidades e conhecimentos do sistema e da tecnologia será o suporte técnico para o processo de estruturação normativa. Na torre remota serão realizadas as mesmas atividades de controle de uma torre convencional: informação de voo, prestação do serviço de alerta, autorização para pousos, decolagens e cruzamentos, orientação para o taxiamento de aeronaves, além da disponibilização de quaisquer informações necessárias à condução segura das operações aéreas, como dados meteorológicos e informações aeronáuticas. No futuro, o novo conceito tornará possível o gerenciamento e controle de tráfego aéreo em regiões de difícil acesso, como nos Estados e Municípios da Região Norte do país. “Não devemos julgar nossos dias pela colheita, mas sim pelas sementes que foram plantadas. Hoje, com a inauguração da primeira torre remota do Brasil, temos a plena convicção de que uma bela semente foi plantada, que renderá excelentes frutos para o futuro do SISCEAB, em termos de economicidade e eficiência nas operações”, disse o Major-Brigadeiro Engenheiro Fernando Cesar Pereira Santos, presidente da Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA).