Voar é um desejo que começa em criança!

sábado, 30 de novembro de 2013

Aeroportos

Obras no entorno de aeródromos seguem a portaria 256/GC5
As construções e instalações nas imediações de aeroportos que possam afetar a segurança e a regularidade da navegação aérea devem seguir parâmetros especificados na portaria 256/GC5. O documento é de interesse para empreendedores e autoridades municipais relacionadas com o uso do solo nas vizinhanças de um aeródromo. Por esse instrumento são reguladas as zonas de proteção de aeródromo e de auxílios à navegação. As principais dúvidas sobre a construção de edificações no entorno dos aeródromos (objetos projetados no espaço aéreo) poderão ser esclarecidas em um workshop que está sendo planejado para o início de 2014 na capital paulista. Coordenado pelo Quarto Comando Aéreo Regional (COMAR IV), em parceria com o Serviço Regional de Proteção ao Voo de São Paulo (SRPV-SP) e Prefeitura Municipal de São Paulo, o evento tem o objetivo de orientar técnicos da prefeitura local sobre como proceder em relação à Portaria n° 256/GC-5, de maio de 2011. O documento regulamenta o Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei n° 7565, de 19 de dezembro de 1986) no que se refere às construções novas ou ampliações ao redor de aeródromos. “O objetivo dessa Portaria é garantir a segurança e a regularidade das operações aéreas. Esses parâmetros técnicos observados para as construções no entorno dos aeródromos promovem mais segurança para os pilotos, passageiros e também para os moradores dessas localidades. Os interessados em construir nas áreas próximas aos aeroportos devem protocolar o processo no COMAR de sua jurisdição. A organização então faz a avaliação técnica, baseada em pareceres técnicos dos órgãos regionais do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), e tem um prazo médio entre 60 e 120 dias para a emissão do parecer conclusivo. As sanções previstas para quem descumprir as normas vão desde multa, suspensão e cassação de licenças ou autorizações, até embargo da obra.

Fonte: Agência Força Aérea

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Carreiras na Aviação

Aeronáutica abre vagas para médicos, dentistas e farmacêuticos
Estão abertas, desde 25 de novembro indo até 03 de dezembro de 2013, as inscrições para seleção de 143 vagas para médicos, dentistas e farmacêuticos para atuarem nas unidades de saúde da Aeronáutica do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. Os profissionais selecionados serão incorporados ao Comando da Aeronáutica no posto de Aspirante-a-Oficial do Quadro de Oficiais Convocados (QOCON), com vencimento bruto de R$ 5.700,00. Para a área do Rio de Janeiro são 110 vagas para médicos, dez para dentistas e duas para farmacêuticos. Já em Belo Horizonte há vagas para 15 médicos e seis dentistas. O processo seletivo realizado pelo Terceiro Comando Aéreo Regional (COMAR III) envolve análise de currículo, análise de documentos e inspeção de saúde, realizados de acordo com os critérios da Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 160-6. 

Saiba mais: www.fab.mil.br

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Tráfego Aéreo

Boeing poderá pesquisar com ITA e ICEA a circulação aérea
A Boeing está em conversas com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e com o Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), ligado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), ambos sediados em São José dos Campos, SP, para a celebração de uma parceria em pesquisa sobre o tráfego aéreo nacional. A informação é do diretor de operações e coordenador de pesquisa da Boeing Research & Technology-Brasil, Antonini Puppin-Macedo. De acordo com ele, a ideia é colaborar para uma melhor gestão do tráfego aéreo brasileiro, de maneira a potencialmente elevar a eficiência no espaço aéreo nacional e permitir um maior número de aviões em circulação. “Com isso, também a Boeing se beneficiaria com a venda de mais aeronaves”, disse o executivo. Puppin-Macedo comentou que a Boeing tem estudos semelhantes em outros mercados, como o norte-americano e o europeu, e que parte dessas pesquisas poderia colaborar nos estudos no Brasil. A gestão de tráfego aéreo é um dos temas de foco do centro de pesquisa que a Boeing está construindo no Brasil, ao lado de biocombustíveis sustentáveis de aviação, metais avançados e biomateriais e tecnologias de apoio e serviços. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Esquadrão Orungan

Destaque em novembro: mais um P-3AM
A equipe do Grupo de Acompanhamento e Controle na Empresa EADS-CASA (GAC-CASA) recebeu, em Sevilha, na Espanha, no dia 5 de novembro de 2013, a sétima das nove aeronaves P-3AM previstas no contrato de modernização assinado pelo Comando da Aeronáutica, por meio da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC). O FAB 7208 (P-3A – Orion Modernizado) foi trasladado ao Brasil pela tripulação do 1º Esquadrão do 7º Grupo de Aviação (1º/7º GAv – Esquadrão Orungan), tendo realizado a travessia do Atlântico em 9h e 40min de voo, decolando de Sevilha e pousando em Fortaleza, sem pousos intermediários. O FAB 7208 reforçará o Esquadrão Orungan na sua missão de vigilância e proteção de áreas marítimas e dos recursos naturais da “Amazônia Azul”. 

Fonte: COPAC

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Aeronaves

Monumento com o avião Xavante é inaugurado no RS
Desde o dia 21 de novembro de 2013, a população de Cachoeira do Sul, a 198 km de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, pode conferir o monumento da aeronave Xavante – AT-26, primeiro jato a ser fabricado em série no Brasil. A inauguração do monumento foi realizada no aeroclube da cidade. A data escolhida teve o objetivo de homenagear o centenário de nascimento do patrono da aviação de caça: Brigadeiro Nero Moura, natural da cidade. Cachoeira do Sul foi também a primeira cidade no país a receber a aeronave da década de 70. Para construção do monumento, a Base Aérea de Santa Maria (BASM) forneceu o apoio logístico. A Base foi responsável pela doação e instalação do Xavante na cidade. O descerramento da placa inaugural foi realizado pelo prefeito de Cachoeira do Sul, Neiron Viegas e pelo Tenente-Brigadeiro Aílton dos Santos Pohlmann, Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica. O evento contou ainda com a presença de moradores da região, além de autoridades civis e militares. O Xavante, aeronave de caça leve, foi produzido sob licença pela Embraer entre 1971 e 1981, sendo batizado de AT-26, Xavante, pela Força Aérea Brasileira (FAB). A aeronave fez parte de diversos esquadrões da FAB, sendo considerada uma aeronave com bom desempenho para o treinamento de pilotos. A despedida da aeronave dos esquadrões operacionais ocorreu em 2011, após 40 anos de serviço. Os últimos AT-26, em 2013, ainda voam no IPEV – Instituto de Pesquisa e Ensaios em Voo, sediado em São José dos campos, SP, no campus do DCTA – Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, como suporte ao curso de formação de pilotos de prova.

Fonte: Agência Força Aérea

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

DPA-VANT

Projeto DPA-VANT realiza primeiro pouso automático
A meta mais ousada do Projeto DPA-VANT foi alcançada em 22 de novembro de 2013, durante a Operação DPA 9: o pouso automático do VANT Acauã. A Operação DPA 9, nona campanha de ensaios do projeto, foi realizada na Academia da Força Aérea – AFA, em Pirassununga/SP, no período de 20 a 25 de novembro de 2013, com coordenação do Instituto de Aeronáutica e Espaço – IAE, do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial – DCTA. Foram executados 5 voos com o Protótipo 03 do VANT Acauã, sendo que dois voos tiveram o pouso de forma automática. A execução do pouso automático, totalmente controlado pelo computador de bordo, incluiu as seguintes fases: rampa de aproximação de precisão; alinhamento e nivelamento antes do toque na pista (decrab/deroll); corrida no solo e parada total da aeronave. Durante estas fases do pouso automático, foram utilizados diversos sensores, como unidade inercial, DGPS (GPS Diferencial), radar altímetro e laser altímetro. Para eventuais situações de emergência, foi mantido um piloto no solo durante os ensaios de pouso automático. A Operação DPA 9 contou com cerca de 40 participantes do DCTA e do Centro Tecnológico do Exército – CTEx. Também participaram integrantes das empresas contratadas BCC, responsável pelo software embarcado, e Flight Technologies, responsável pelo piloto automático. O apoio prestado pela AFA foi essencial para o sucesso da Operação DPA 9. Um dos itens principais deste apoio foi a alocação de um helicóptero H-50 Esquilo para exercer a função de aeronave de acompanhamento (“paquera”) durante os voos de ensaio, tripulado por pessoal do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo – IPEV, do DCTA. O sucesso alcançado nestes ensaios de pouso automático foi resultado de quatro anos de árduo trabalho de toda a equipe do Projeto DPA-VANT, com a realização de nove campanhas de ensaios, sendo 5 de ensaios em voo e 4 de ensaios no solo, com corridas na pista. A meta de decolagem automática foi completada durante a sexta campanha, em agosto de 2013. O Projeto DPA-VANT tem como objetivo o desenvolvimento de um demonstrador de tecnologia de um Sistema de Decolagem e Pouso Automáticos (DPA) para Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT). O projeto é coordenado pelo IAE e conta com a participação do CTEx e do Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM). É apoiado pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP), com recursos financeiros da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). São poucos os países no mundo que dominam as tecnologias de controle necessárias para a decolagem e pouso automáticos de veículos aéreos não tripulados de maior porte. Esta capacidade possibilita a diminuição de acidentes durante estas fases críticas do voo e a operação em condições meteorológicas adversas, como no caso de nevoeiros. As tecnologias pesquisadas pelo Projeto DPA-VANT poderão ser incorporadas em futuros VANT de emprego operacional das Forças Armadas Brasileiras, a serem desenvolvidos por empresas nacionais.

Fotos: Cap QEM Eduardo Bento Guerra (CTEx) e Téc José Ângelo de Aquino (IAE/AIE).

Fonte: DCTA

domingo, 24 de novembro de 2013

Especial de Domingo

Reproduzimos hoje a última parte de Antigas Empresas Aéreas no Brasil, extraída do blog de Pery de Serra Negra.
Boa leitura.
Bom domingo!

Antigas Empresas Aéreas no Brasil - II

TRANSBRASIL
Fundada como Sadia em 1955 pelo Cmt. Omar Fontana, a empresa iniciou suas operações com DC-3 e destinava-se principalmente a melhorar a distribuição dos produtos do frigorífico Sadia, com sede em Concórdia, Santa Catarina. As operações começaram em 1956 voando entre São Paulo e Florianópolis, via Joaçaba e Videira. Em 1957 formou uma aliança com a empresa Real Aerovias, expandindo sua rede de serviços para o Rio de Janeiro e Porto Alegre, introduzindo também os Curtiss C-46 na sua frota. Em janeiro de 1965, encomendou cinco Handley-Page Heralds para substituir os DC-3 e, pouco tempo depois, estes também foram substituídos pelos primeiros jatos da empresa, os BAC 1-11, encomendados novos em 1969 e que entraram em operação em 1970, com grande publicidade, recebendo a denominação de Jatão na companhia. Em 1972, a empresa mudou de nome, passando a chamar-se Transbrasil, e neste ano encomendou seis EMB-110 bandeirante, para uso em suas rotas de menor densidade. Em 1973, sob clara influência da norte-americana Braniff, iniciou o uso de um revolucionário esquema de cores no Brasil, com cada avião pintado em cores diferentes e representando as riquezas naturais de nosso país. Os aviões passaram a ser figuras tradicionais em nossos aeroportos e a empresa se notabilizou pela ousadia de seu marketing. 

AEROVIAS BRASIL
Esta empresa foi criada pelo Americano Lowell Yerex em 1941, proprietário da TACA - Panamá, visando criar um império de companhias aéreas na America Latina. Chegou a possuir 23 Douglas DC-3 como o da foto, mais 4 Curtiss C-46 e 3 Douglas DC-4.
Quando iniciou em 1941, em plana 2ª. Guerra Mundial, a empresa dedicava-se prioritariamente aos interesses do Comando de Guerra americano. Ela, vindo do Panamá, entrava no Brasil através de Belém, voando diretamente para o Rio de Janeiro pelo interior do Brasil, fazendo pousos técnicos em cidades sem qualquer interesse comercial, como Barreiras na região do rio São Francisco, numa rota direta ainda inexplorada pela aviação brasileira. Após o conflito, legalizou-se no Brasil, tornando-se uma das empresas de grande participação no mercado brasileiro. Em setembro de 1954 foi incorporada pela Real Aerovias.

LÓIDE AÉREO
Ao final da 2ª. Guerra Mundial retornou ao Brasil como Tenente-Coronel da Aeronáutica, os aviadores Nero Moura e Marcílio Gibson Jackson. Ambos muito ligados a Getúlio Vargas (Nero Moura havia sido piloto particular do Presidente da República) que encontrou uma forma de compensar os dois Tenentes–Coronéis: o primeiro tornou-se Ministro da Aeronáutica e o segundo recebeu apoio na criação de uma empresa aérea que levou o nome de Lóide Aéreo. Na montagem da empresa, Gibson teve dificuldades em conseguir os aviões necessários, acabou encontrando na Índia alguns C-46, também chamados Curtiss Comando, que foram trazidos para o Brasil e logo começaram a voar nas linhas cedidas sem dificuldades pelo então Ministro Nero Moura. Em pouco tempo a empresa cresceu bastante criando uma grande malha aérea, inclusive o vôo direto Rio de Janeiro – Belém, pelo interior do Brasil enquanto que as demais concorrentes só voavam pelo litoral. Consta que o Lóide Aéreo era uma sociedade do Ministro Nero Moura com o Sr. Marcílio Gibson. Numa certa altura, o senhor ministro vendeu a sua participação na empresa ao seu sócio que ficou sendo o dono exclusivo. Em 1962, o Sr. Gibson vendeu o Lóide Aéreo para a VASP- Viação Aérea São Paulo, encerrando assim esta empresa, que apesar da vida curta que teve, participou do desenvolvimento aéreo do Brasil.


Saiba mais: Blog do NINJA, em 17/11/2013

sábado, 23 de novembro de 2013

Aeronaves

Boeing anuncia o econômico 777X
A Boeing lançou oficialmente no dia 17 de novembro de 2013, durante o Dubai Airshow, o 777X, avião que será 12% mais econômico que os concorrentes, segundo a fabricante. A Boeing afirma que o modelo será a aeronave mais eficiente da história da aviação e que a economia está ligada a nova tecnologia da "asa dobrável". A primeira entrega deve ser feita em 2020. As principais inovações estão nos avanços aerodinâmicos da aeronave que farão com que ela tenha economia operacional de 10% com relação aos modelos anteriores. Dois modelos compõem a família 777X: o 777-8X, com cerca de 350 assentos e uma capacidade de alcance de cerca de 17.220 quilômetros, e o 777-9X, com cerca de 400 lugares e alcance de aproximadamente 15 mil quilômetros. A empresa informou que já fechou acordo para 259 modelos 777X, com contratos que totalizam US$ 95 bilhões (cerca de R$ 218 bilhões). Os contratos foram firmados com Lufthansa (34 aviões), Etihad Airways (25 aviões), Qatar Airways (50 aviões) e Emirates (150 aviões).  

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Aeroportos

Guarulhos receberá o maior avião da Boeing
O aeroporto de Guarulhos está certificado para receber o Boeing 747-8, maior aeronave da fabricante, segundo informações publicadas na edição do dia 20 de novembro de 2013 do Diário Oficial. O certificado ainda não permite operar outro gigante, o Airbus A380. O Boeing 747-8 tem 68,5 metros de envergadura e transporta até 854,3 metros cúbicos de carga. O avião conta com 76,4 metros de comprimento e mede 19,5 metros de altura e já voa para o Brasil na versão cargueira. Na versão para passageiros (362 assentos) não há previsão para o primeiro voo. O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), foi o primeiro do País a receber um voo de uma aeronave Boeing 747-8, em maio de 2013.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Segurança de Voo

FAB discute segurança de voo de helicópteros em SP
Os fatores contribuintes em acidentes aeronáuticos são um dos temas do Encontro da Aviação de Asas Rotativas, realizado pelo Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA IV). O evento termina hoje, quinta-feira (21/11), no Campo de Marte, zona norte de São Paulo. Outro assunto de destaque no encontro é a prevenção de acidentes aeronáuticos no âmbito das atividades offshore contratadas pela Petrobrás. Estão previstas também palestras sobre o planejamento de voo e limites das aeronaves e legislações referentes à investigação de acidentes aeronáuticos. O Major Aviador Marcus Gustavo Costa da Silveira, investigador do SERIPA IV, apresenta dois estudos de casos de acidentes com helicópteros que já foram investigados. O palestrante apresentará uma exposição sobre os fatores que levaram ao acidente, bem como a análise e as recomendações de segurança de voo emitidas durante a investigação.

Frota
Segundo dados registrados pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), a capital paulista, que está entre as dez maiores cidades do mundo, possui a maior frota com 692 helicópteros, ficando atrás apenas de Nova Iorque. Pelas características da capital paulista, cidade que possui cerca de 11,2 milhões de habitantes - correspondente a 6% da população brasileira - segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o helicóptero tem sido uma alternativa de transporte rápido e seguro em trechos curtos. A cidade, que possui áreas de alta densidade de tráfego terrestre, tem a maior demanda de transporte de helicópteros na aviação executiva em atendimento ao mundo empresarial. 

Fonte: Agência Força Aérea/CENIPA

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Aeroportos

Viracopos tem recorde de passageiros e voos
O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), transportou em outubro 822,1 mil passageiros, aumento de 14,62% na comparação com igual período do ano passado. Em relação a setembro de 2013, o aumento foi de 14,57%. No acumulado do ano, 7,6 milhões de pessoas escolheram Viracopos para viajar, número 4,6% maior que os 7,3 milhões que viajaram no mesmo período em 2012. A movimentação de aeronaves também aumentou. Em outubro foram 11,2 mil pousos e decolagens, 19,38% a mais que os 9,4 mil no mesmo mês do ano passado. Em relação a setembro, o aumento foi de 4,27%. No total, 104,9 mil aeronaves usaram Viracopos em 2013, número 9,15% a mais que os 96,1 mil nos dez primeiros meses de 2012. Mesmo com a maior demanda por serviços aos passageiros causada por estes aumentos no movimento do aeroporto, desde o início do ano Viracopos saltou da 10ª para a 2ª melhor nota de satisfação dos usuários entre os 15 aeroportos que vão receber voos para a Copa do Mundo. Os dados estão no Relatório Geral dos Indicadores de Desempenho Operacional em Aeroportos da Secretaria de Aviação Civil (SAC). Viracopos também registrou recorde histórico de voos no dia 14 de novembro de 2013, véspera de feriado. Foram realizados 418 movimentos em um único dia, sendo 210 pousos e 208 decolagens. O recorde anterior havia sido registrado no dia 23 de julho, quando aconteceram 404 movimentos.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

19 de Novembro

Espaço

Nasa lança sonda que vai estudar atmosfera de Marte
A nova sonda robótica da Nasa, a Maven, decolou na tarde de ontem, 18/11, do Cabo Canaveral, na Flórida (EUA), em direção a Marte para cumprir sua missão de estudar a mudança climática radical ocorrida naquele planeta. A nave Maven deve chegar ao seu destino em setembro do ano que vem, após uma viagem de 700 milhões de quilômetros. Cientistas querem saber por que Marte, que era um planeta quente e úmido em seu primeiro bilhão de anos, tornou-se seco e frio como é hoje. A atmosfera primitiva de Marte era espessa o suficiente para conter a água e até para dar condições para vida microbiana. Mas muito dessa atmosfera pode ter se perdido no espaço. "Queremos saber o que aconteceu", afirmou Michael Meyer, cientista da Nasa. A Maven vai passar um ano terrestre inteiro medindo gases atmosféricos no planeta. Esta é a 21ª missão da Nasa para Marte desde os anos 60. Mas é a primeira dedicada a estudar a alta atmosfera marciana. Quatorze das missões anteriores tiveram sucesso, começando com a Mariner 4, lançada em 1964.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

CRUZEX

Caças Mirage da FAB participam pela última vez do exercício
A CRUZEX Flight 2013 é a última com a participação dos caças Mirage (F-2000) da Força Aérea Brasileira. As aeronaves, conhecidas pela asa em formato de delta, serão retiradas de serviço no final de dezembro. As missões de defesa aérea desempenhadas pelo F-2000 no Brasil ficarão a cargo dos caças F-5E modernizados, que também participam da CRUZEX. Operados pelo 1º Grupo de Defesa Aérea, o Esquadrão Jaguar, cinco Mirage 2000 participaram do exercício. Além das missões de combate, eles também realizaram procedimentos de reabastecimento em voo com aviões-tanque KC-130 da Força Aérea Brasileira e KC-767 da Fuerza Aérea Colombiana. Leia na Aerovisão matéria completa sobre a desativação dos caças Mirage da FAB. 

Fonte: Agência Força Aérea

Saiba mais: Aerovisão

domingo, 17 de novembro de 2013

Especial de Domingo

Em 11 de novembro de 2009, Pery de Serra Negra compilou, para o seu blog, a primeira parte de Antigas Empresas Aéreas no Brasil, síntese que reproduzimos hoje. No próximo Especial de Domingo, acompanhe a conclusão.
Boa leitura.
Bom domingo!

Antigas Empresas Aéreas no Brasil

Viação Aérea Riogandense S.A. - VARIG
A primeira empresa aérea fundada no Brasil pelo o imigrante alemão Otto Ernest Meyer. Foi fundada no dia 7 de maio de 1927, em Porto Alegre e o seu maior Presidente foi o gaucho Rubem Martim Berta que havia sido o primeiro funcionário da companhia, permanecendo no cargo até seu falecimento, em 1966. Sua primeira aeronave foi uma hidroavião Dornier Do J Wal, apelidado de Atlântico, de nove passageiros, considerado um dos mais modernos de sua época, que fez seu vôo de estréia de Porto Alegre a Rio Grande. Em 1932 comprou seu primeiro avião com trem de pouso, um Junkers A-50 Junior e depois o Junkers F.13, iniciando suas operações em Porto Alegre, no terreno que daria origem ao Aeroporto Internacional Salgado Filho. Na década de 1960, comprou a Real Aerovias e a Cruzeiro do Sul e herdou aeronaves e as rotas da Panair do Brasil para a Europa passando a ser a maior do Brasil e da América Latina. Na década de 1980, criou a Rio Sul, e na década de 1990, comprou a Nordeste e entrou para a Star Alliance. absorveu o Consórcio Real-Aerovias e herdou as linhas européias da Panair do Brasil, então a maior companhia aérea do país, Sua primeira rota internacional foi para Montevidéu, iniciada em 5 de agosto de 1942. O primeiro vôo regular para os Estados Unidos foi em 1955, nas asas do Super G Constellation, encomendado especialmente para esta rota. tendo Nova Iorque como destino. Em 1959, o Constellation foi substituído pelo primeiro jato da frota, o Sud Aviation Caravelle. No ano seguinte, entrou em operação na VARIG o primeiro Boeing 707 (prefixo PP-VJA). Em 1961, com a incorporação do Consórcio Real Aerovias, a VARIG ganhou novas rotas e novas aeronaves, como o Convair 990 Coronado. Em 1962, chegou o primeiro dos 14 Lockheed L-188 Electra, que se tornaram famosos na Ponte Aérea Rio-São Paulo. Os vôos para a Europa começaram em fevereiro de 1965 quando o governo militar resolveu desativar a Panair do Brasil. Em 1968, a Varig inaugurou sua linha para o Japão. Em 1974 a VARIG recebeu o primeiro dos 12 Douglas DC-10-30 que operou (prefixo PP-VMA) e o primeiro Boeing 737-200. Em junho de 1975 assumiu o controle acionário da Cruzeiro do Sul, que foi completamente integrada a VARIG em janeiro de 1993. Na década de 80 criou a Rio Sul. O primeiro Boeing 747 foi incorporado à frota em Fevereiro de 1981 (prefixo PP-VNA) na gestão do Presidente Hélio Smidt, o primeiro Boeing 767, modelo -200 (prefixo PP-VNL) Na década de 90, comprou a Nordeste Linhas Aéreas. Em 1996 mudou a identidade visual. Em 1997 a VARIG entrou para a Star Alliance, a maior aliança de empresas aéreas do mundo. A década de 90 marcou também o inicio da crise financeira que fez com que a empresa deixasse de voar para vários destinos no exterior e no Brasil e devolvesse mais de cinquenta aeronaves. Nos anos 2000, criou a VARIG LOG, recebeu, no final de 2001, o primeiro Boeing 777 (prefixo PP-VRA, batizado como Otto Meyer). Fundiu as operações com as suas subsidiárias Rio Sul e Nordeste. Em 2006 foi vendida para a VOLO e em 2007 para a Gol Transportes Aéreos.

A Panair do Brasil S.A.
Foi uma das companhias aéreas pioneiras do Brasil. Nasceu como subsidiária de uma empresa norte-americana, a NYRBA (New York-Rio-Buenos Aires), em 1929. Incorporada pela Pan Am em 1930, teve seu nome modificado de Nyrba do Brasil para Panair do Brasil, em referência à empresa controladora (Pan American Airways). (...) A Nyrba - New York Rio Buenos Aires Lines Inc - chegou ao Brasil através do Coronel Ralph O' Neil, da Marinha Americana. Inicialmente o coronel veio conversar com o governo brasileiro para entrar na concorrência do transporte de malas postais na América do Sul. Somente em 1930 O' Neil conseguiu autorização para operar linhas aéreas no Brasil. (...). Assim surgiu a Panair do Brasil, que possuía 100% do capital americano. O capital nacional só começou a entrar na empresa a partir de 1942.
A começar pelo Coronel Ralph O´Neil, a empresa era tocado pela Pan American, uma gigante do transporte aéreo nos Estados Unidos. Depois de nacionalizada teve bons Presidentes: Paulo Sampaio, Érick de Carvalho e no final de sua vida, estava sendo presidida pelo Sr. Celso Rocha Miranda. O patrimônio da empresa foi incorporada a Varig que por sua vez também teve um fim melancólico.

Cruzeiro do Sul
 
Syndicato Condor era uma empresa aérea constituído em 01/12/27 no Rio de Janeiro, criada por pioneiros da aviação alemã. A empresa nasceu operando entre o Rio de Janeiro e Porto Alegre, mas logo expandiu seus serviços até Natal. Os vôos eram operados por Dorniers Val e Junkers G24. Com o início da Segunda Guerra Mundial, as peças de reposição para aeronaves alemãs tornaram-se difíceis de conseguir. O Governo Vargas, inicialmente simpático ao Eixo, muda de posição no meio do conflito e vem para o lado dos Aliados. Por conta dessa posição assumida pelo governo brasileiro o Syndicato Condor foi nascionalizada e nasce aí, em 16 de janeiro de 1943, os Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul S. A., dirigida por brasileiros. A administração da empresa foi passada ao Dr. José Bento Ribeiro Dantas, que exercia a função consultor jurídico da Condor, secundado por Leopoldino Amorim, diretor técnico.
Foi uma das três empresas nacionais a usar o Caravelle, jato puro, a partir de Janeiro de 1963. A empresa entrou num período de dificuldades financeiras e foi adquirida pela Fundação Rubem Berta controladora da Varig deixando a Cruzeiro de existir a partir de 22 de maio de 1975.

Viação Aérea São Paulo - VASP 
Em 4 de novembro de 1933 um grupo de empresários e pilotos reuniu-se e criou a Viação Aérea São Paulo. Nos primeiros meses de atividades, teve suas operações suspensas devido a fortes chuvas, que inundaram o Campo de Marte, sendo retomadas em 16 de abril de 1934. A empresa transferiu suas operações para o recém inaugurado Aeroporto de Congonhas. Em janeiro de 1935, a sua frágil saúde financeira fez com que a diretoria pedisse oficialmente ajuda ao Governo do Estado. A VASP foi estatizada e recebeu novo aporte de capital para a compra de 2 Junkers Ju-52-3M. Em 1936 a VASP estabeleceu a primeira linha comercial entre São Paulo e Rio de Janeiro, e em 1937 recebeu seu terceiro Junkers. Em 1939 a VASP comprou a Aerolloyd Iguassú, pequena empresa de propriedade da Chá Matte Leão, que operava na região sul do país. Em 1962 foi a vez do Lloyd Aéreo ser comprado, ampliando ainda mais sua participação a nível nacional.
Após a Segunda Guerra, modernizou a frota com a introdução dos Douglas DC-3 e Saab S-90 Scandia. Em 1955 encomendou o Viscount 800, primeiro equipamento à turbina no Brasil e depois trouxe os Samurai YS-11. Em janeiro de 1968, entrou na era do jato puro com a entrega de dois BAC One Eleven 400. Em 1969, trouxe ao Brasil os primeiros Boeing 737-200, em 1982 chegaram os Airbus A300B2 e em 1986 o primeiro 737-300 de nosso país. Apesar de ser um empresa estatal e está sujeito as interesses políticos dos governadores a empresa ia bem administrada pela Sr. Alfredo Sales de Oliveira. No início da década de 90, a VASP foi privatizada. Seu novo presidente, Wagner Canhedo, iniciou uma agressiva expansão internacional: Ásia, Estados Unidos, Europa e até mesmo o Marrocos entraram no mapa da empresa. Aumentou a frota, trazendo entre outros três DC-10-30 e depois nove MD-11. Deixou de pagar obrigações, salários, leasings e até taxas de navegação: em setembro de 2004, o Departamento de Aviação Civil (DAC) suspendeu as operações de oito aeronaves da VASP. Com uma imagem arranhada e uma frota jurássica, a empresa foi perdendo terreno, no mercado. Em setembro de 2004, quando enfrentou a primeira paralisação de funcionários, começou a ter problemas para abastecer suas aeronaves, a fatia de mercado da companhia aérea era de apenas 8% e dois meses depois, de 1,39% . A ocupação também foi péssima: as únicas 3 aeronaves da VASP que voaram no mês saíram com 47% dos assentos vendidos. A VASP parou de voar no final de janeiro de 2005, quando o DAC cassou sua autorização de operação. Suas aeronaves hoje estão paradas por aeroportos de todo o país, testemunhas de mais uma triste história de nossa aviação comercial. Em dezembro de 2008 foi decretada falência total da VASP sem chance de uma nova recuperação judicial.

REAL
A Real - Redes Estaduais Aéreas Ltda, foi fundada em 1945 pelo empresario paulista Vicente Mammana Neto. O primeiro vôo ocorreu dia 7 de fevereiro de 1946, operando entre o Aeroporto de Congonhas e o Aeroporto Santos Dumont. Da segunda metade da década de 40 até 1955, a história da empresa foi marcada pela sua primeira grande expansão, feita através da compra de outras empresas menores. Em 1948 o Comandante Linneu Gomes (Presidente) adquiriu a Linhas Aéreas Wright e dois anos depois foi a vez da LAN - Linhas Aéreas NATAL. A frota da REAL chegou a 20 Douglas DC-3/C-47. Com a compra da LATB - Linha Aérea Transcontinental Brasileira, em agosto de 1951, a REAL expandiu consideravelmente sua malha na região nordeste do país. Entre 1954 e 1956 foram adquiridas também a Aerovias Brasil e a Transporte Aéreo Nacional. Finalmente, em 1957 a REAL adquiriu, das mãos de Omar Fontana, 50% do capital da Sadia e em contrapartida, Omar passou a ocupar um cargo na empresa de Linneu. Logo após a incorporação dessas empresas, a frota da REAL chegou a invejáveis 117 aviões. Tais números a colocaram em 7° lugar no ranking da IATA em relação ao tamanho da frota, a mais alta posição já ocupada por uma empresa aérea brasileira.
As primeiras rotas internacionais foram abertas em 1951, com vôos para o Paraguai. Foi a compra dos 87% da Aerovias que a empresa passou a chamar-se REAL-AEROVIAS e alçar vôos para os EUA. Em 1960 expandiu suas rotas, chegando à Tokyo. Porém nesse mesmo ano, a Real-Aerovias foi vendida para a Varig. Propaganda de 1945, daquela que se dizia, à época, a maior organização de transportes da América Latina: a Real Aerovias Nacional. De fato, a Real chegou a ser, na década de 50, a 7ª maior empresa aérea do mundo.

sábado, 16 de novembro de 2013

ITA

Instituto terá apoio do MIT na pós-graduação
A parceria será uma espécie de retorno às origens: o ITA teve dois reitores americanos, ex-professores do MIT - Massachusetts Institute of Technology, na década de 50, quando foi criado por militares da Força Aérea Brasileira. Na década seguinte, o ITA forneceu a base de engenheiros que impulsionou a produção de aviões no país, gerando empresas como a Embraer, fundada como uma estatal em 1969, também em São José dos Campos, SP. A parceria com o MIT inclui projetos de pesquisa conjuntos e um intercâmbio maior de professores e alunos. “Melhorar a pós-graduação vai permitir que os novos professores sintam que podem desenvolver também uma carreira notável como pesquisadores”, diz Carlos de Brito Cruz, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo, ele mesmo um ex-aluno do ITA. “Isso é o que mais atrai professores de alto nível.” O ITA vai precisar de professores com mentalidade inovadora para atualizar sua grade de disciplinas. No ano que vem, a escola definirá os detalhes de um sistema de créditos que permitirá, em 2015, escolher matérias optativas a partir do 3º ano da graduação — e não mais no último, como é hoje. As áreas de conhecimento que mais serão contempladas são engenharia de sistemas, de inovação e de materiais, cursos que não existem hoje no ITA. “Com seu processo de recrutamento, o ITA terá dificuldade de contratar professores com as características adequadas para tocar a modernização”, diz Silvio Meira, outro ex-aluno da escola e fundador do polo de inovação Porto Digital, em Recife. 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Tecnologia

EUA planejam avião 6 vezes mais rápido que som
A Força Aérea dos Estados Unidos revelou planos para construir o avião espião mais rápido mundo. O avião não-tripulado SR-72 projetado pela Lockheed Martin poderia voar até seis vezes a velocidade do som, mais de 6,7 mil km/h, e deve estar no ar até 2030. As informações são do site Mashable. Equipado com mísseis hipersônicos, o avião futurista poderia atacar alvos em qualquer continente em menos de uma hora. Para alcançar a velocidade pretendida, as empresas que projetam a aeronave teriam de criar um novo tipo de motor. Motores que equipam grandes aviões comerciais podem chegar a duas vezes e meia a velocidade do som. Outros motores superam quatro vezes a velocidade do som, mas para alcançar a velocidade de seis vezes o avião precisaria de um motor híbrido, que utilizasse turbina e um motor a jato de combustão supersônica. A Lockheed Martin quer demonstrar os mísseis supersônicos do avião até 2018. Cinco anos depois deve testar uma versão de motor único e menos poderosa do avião. Se todos os testes derem certo, o SR-72 deve estar no ar até 2030. 

Fonte: www.jb.com.br

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

CRUZEX

O reabastecimento em voo operado por boomer
Ao invés de longas mangueiras nas asas, a aeronave que utiliza o sistema de transferência de combustível operado por boomer usa um duto localizado na cauda para executar o reabastecimento de aviões de caça em voo. O boomer fica deitado em um compartimento na parte traseira da aeronave. O sistema é operado por um joystick, parecido com o controle de um videogame. O especialista direciona a mangueira que se acopla na parte de cima do caça, logo atrás do cockpit do piloto. Como o contato visual é muito próximo, o boomer tem controle total sobre o procedimento. De frente para uma janela, o operador se mantém o tempo todo de olho em cada detalhe. "Por meio da comunicação luminosa ou via rádio, fazemos uma coordenação muito precisa com os pilotos para que nada de errado aconteça. Conseguimos transferir cerca de mil quilos de combustível por minuto para cada caça", explica o boomer norte-americano, Suboficial Tony Alan Graziani.
O especialista direciona a mangueira de reabastecimento por joystick Sargento Batista/Agência Força Aérea Durante a CRUZEX, a aeronave KC-135 Stratotanker da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) utilizou este sistema, na terça-feira (12/11), para realizar o reabastecimento em voo de caças F-16 Fighting Falcon chilenos e americanos. Assim como os aviões de reabastecimento do Brasil, Chile e Colômbia, o americano operou a partir da Base Aérea do Recife. A tripulação é composta por apenas dois pilotos e um boomer. "Muitos fatores podem influenciar quando duas aeronaves estão voando tão próximas: o clima, o tráfego aéreo, a língua. Por isso, estamos sempre treinando esses procedimentos. A segurança de voo está sempre em primeiro lugar", disse o Major Ruben Olivas, piloto da Guarda Aérea Nacional dos Estados Unidos/USAF. 

Fonte: Agência Força Aérea

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Aeroportos

O super luxuoso novo aeroporto do Qatar
A paisagem do deserto vai se transformando à medida que o novo aeroporto de Doha se aproxima. Pequenas árvores, ainda com estacas, começam a ser vistas na beira da estrada. Mais perto do aeroporto há grama verdinha, árvores grandes e uma espécie de lago artificial formado com desvio de água do mar. O novo aeroporto da capital do Qatar, que deve ser inaugurado em 2014, parece um oásis no meio do deserto. O projeto recebeu investimentos de US$ 15,5 bilhões e representa a ambição do Qatar de ganhar relevância na aviação mundial. Batizado de Hamad Internacional Airport, o novo aeroporto de Doha começou a ser construído em 2005 para substituir o atual terminal, que recebeu 21 milhões de passageiros em 2012 e já opera na sua capacidade máxima. O projeto foi desenhado para ser um hub (centro de distribuição de voos) da Qatar Airways. O principal negócio da empresa é levar passageiros do Oriente para o Ocidente, um serviço que requer uma boa infraestrutura para conexões, ou seja, um aeroporto eficiente. Hoje cerca de 80% dos passageiros que desembarcam em Doha não permanecem na cidade. Com o novo aeroporto, Doha e a Qatar Airways querem fazer concorrência direta à Dubai e à Emirates Airlines. Dubai recebeu 62 milhões de passageiros em voos internacionais nos 12 meses encerrados em julho, segundo dados da Airports Council International (ACI). É o segundo maior tráfego no mundo, atrás apenas do aeroporto de Heathrow, em Londres. Doha é o 24º da lista e o segundo no Oriente Médio. O complexo aeroportuário ocupa 22 quilômetros quadrados, um terço da área da cidade de Doha. Mais da metade da construção foi feita em um aterro sobre o mar. O projeto prevê trazer o que há de mais moderno em tecnologia aeroportuária para o local. A arquitetura e os serviços do aeroporto refletem o posicionamento da companhia aérea estatal, que se propõe a oferecer um atendimento de alto padrão. O terminal de passageiros tem o teto no formato de onda e o interior decorado com imensos coqueiros artificiais. Para o emir (governante) do Qatar, há um terminal exclusivo, de 16 mil m². O complexo prevê dois hotéis de luxo com 100 quartos cada um. Há também um resort, com piscina semiolímpica, quadras de squash e spa cinco estrelas.
 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

VANT

FAA regulamentará uso de aviões não tripulados para fins comerciais
A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) divulgou, dia 08 de novembro de 2013, um plano para regulamentar Veículos Aéreos Não Ttripulados, os chamados VANTs ou drones, até 2014, e seu uso comercial até 2015. No documento, que tem 66 páginas, a FAA estabelece medidas para a utilização de drones de maneira militar e comercial no espaço aéreo norte-americano. Entre as principais preocupações da agência, está a de criar uma maneira prática para que os drones não colidam com aeronaves de grande porte. Em discurso, o presidente da FAA, Michael Huerta, declarou que "o uso de aeronaves não tripuladas oferece grandes oportunidades, mas também traz desafios". Entre as possibilidades de utilização comercial dos drones, estão a segurança e o mapeamento de áreas específicas. Advogados do país se mostraram preocupados com o uso que os aparelhos poderão ter, invadindo a privacidade dos cidadãos americanos, tanto em operações militares quanto em uso comercial. De acordo com a FAA, todas as fabricantes de drones deverão ter um canal de reclamações e estabelecer uma política de privacidade, com regras disponíveis publicamente.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Museus

MUSAL: o maior museu de aviação da América do Sul
O maior museu de aviação da América do Sul, o Museu Aeroespacial da Aeronáutica (Musal) guarda em seu acervo mais de 100 aeronaves que resgatam e pontuam momentos importantes da história do país. Localizado no Rio de Janeiro, o Musal completou 40 anos em 2013. Todos os anos, cerca de 60 mil pessoas podem se deparar com verdadeiras raridades.

Museu Aeroespacial da Aeronáutica
Endereço – Av. Marechal Fontenelle, 2000.
Campo dos Afonsos – RJ
Entrada é grátis.
Horário de funcionamento – de terça a sexta-feira 9h às 15h; sábados, domingos e feriados de 9h30 às 16h.  
Foto: Oswaldo Claro Jr. - www.sentandoapua.com.br

domingo, 10 de novembro de 2013

Especial de Domingo


Mundo Moss: Extremos das Américas

Cabo Príncipe de Gales, Alasca.

Gérard e Margi chegam ao extremo oeste: o Cabo Príncipe de Gales, Alasca.

Depois da volta ao mundo no monomotor Romeo, realizada entre 1989-1992, Gérard e Margi tomaram novamente a estrada do céu em 1997, no mesmo avião, o Sertanejo da Embraer. O objetivo era alcançar os quatro pontos cardeais do continente americano, desconsiderando as ilhas (Terra do Fogo, Havaí, etc). Poucas pessoas sabem quais são essas “extremidades” do continente, mesmo nos países onde estão localizadas! Você sabia que o extremo leste de todo o continente americano fica pertinho de João Pessoa, no Paraíba?

EXTREMO SUL: CABO FROWARD, CHILE
Lat. S 53.54? Long. W 071.18?. Aeroporto mais próximo: Punta Arenas. Cabo Froward fica a 100 km de distância de Punta Arenas, na extremidade da Península Brunswick no Estreito de Magalhães. No cume, foi erguida a Cruz de los mares em homenagem ao Papa João Paulo II.

EXTREMO OESTE: CABO PRÍNCIPE DE GALES, ALASCA
Lat. N 65.39? Long. W 168.08?. Aeroporto mais próximo: Wales, Alasca. Esta pequena aldeia de esquimós fica pertinho do Cabo Príncipe de Gales. A meros 85 quilômetros de distância, do outro lado do Estreito de Bering, está a Península Chukchi, na Rússia.

EXTREMO NORTE: PONTA ZÊNITE, CANADÁ
Lat. N 72.01? Long. W 094.39?. Aeroporto mais próximo: Taloyoak. Taloyoak é uma comunidade de esquimós inuit, duzentas milhas acima do Círculo Ártico. A Ponta Zênite fica a mais 280 km para o norte, no Estreito de Bellot na extremidade da Península de Boothia.

EXTREMO LESTE: PONTA DO SEIXAS, BRASIL
Lat. S 07.09? Long. W 034.48?. Aeroporto mais próximo: João Pessoa. A única das quatro extremidades do continente que fica nos trópicos, a Ponta do Seixas, com sua praia de areia branca, é banhada pelas águas mornas do Atlântico.

Essa expedição aérea, que passou por 33 países das Américas, rendeu um livro repleto de aventuras: Loucos por ti, América (esgotado).



Clique aqui para ver a lista das paradas e escalas desse voo ou para seguir a viagem através dos diários de bordo.

Saiba mais: Mundo Moss

sábado, 9 de novembro de 2013

Carreiras na Aviação

Brasileiro é piloto na Força Aérea Canadense
Embora tenha nascido em Pelotas, no Rio Grande do Sul, foi no Canadá que o capitão Eric Willrich, da Força Aérea Canadense, construiu sua carreira. De volta ao Brasil para o Exercício Cruzeiro do Sul (Cruzex), que ocorre até 15 de novembro em Natal,, o piloto de 38 anos tem sido um dos grandes responsáveis pela comunicação entre os militares de oito países que participam do evento. Isso porque Eric domina os idiomas português, inglês, francês e espanhol, aprendizado fruto das viagens pelo mundo. "Não me considero brasileiro, nem canadense, sou cidadão das Américas", diz o piloto, filho de pai brasileiro e mãe norte-americana. "Meu pai conheceu minha mãe quando foi estudar nos Estados Unidos. Ele era pastor da Igreja Luterana. Os dois vieram morar no Brasil, onde eu nasci", conta. Foi o início das idas e vindas de Eric, que foi pela primeira vez ao Canadá quando tinha 2 anos por causa de uma avó doente. "Minha avó morava nos Estados Unidos, mas meu pai só conseguiu vaga em uma igreja do Canadá", explica. Aos 10 anos, a família foi morar no Uruguai, já perto da fronteira com o Brasil. "Da janela dava para ver Novo Hamburgo", ressalta. Depois de crescer entre dois países, o capitão retornou ao Canadá com a família após a morte do pai. "Tinha 17 anos e nessa época fui ao Centro de Recrutamento para tentar uma vaga como piloto. Nunca havia pilotado. Aparecia lá duas vezes por semana e só recebi resposta em três anos. Me ligaram dizendo que havia vaga e fui", lembra. Após aprender o ofício com jatos, Eric passou cinco anos pilotando helicópteros em Quebec, no Candá, onde aprendeu francês. No entanto, uma das experiências mais marcantes aconteceu no Haiti. Atingido por um terremoto em 2010, o país recebeu o apoio de militares de todo o mundo, entre eles o brasileiro piloto da Força Aérea do Canadá. "Visitei orfanatos e aprendi muito sobre o papel humanitário. Me imaginar como um cara desengonçado que não sabia jogar futebol e entregar brinquedos para crianças, vendo os olhos delas cheios de lágrimas. Parece simples, mas fatos como esses podem mudar uma vida", conta. Atualmente Eric pilota um C-17 Globemaster, aeronave capaz de levar até 90 mil quilos e responsável pelo transporte de tanques, helicópteros, e outros equipamentos de uso militar. No Canadá, além da função de piloto, é casado com uma canadense e pai de dois filhos, chamados Lúcia, de 7 anos, e Sebastião, de 6 anos, que sempre lembram o pai de sua origem brasileira.

Fonte: http://g1.globo.com

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Espaço

Índia inicia sua primeira viagem a Marte
A Índia lançou dia 05 de novembro de 2013, com sucesso, sua primeira missão a Marte, uma meta ambiciosa que até hoje só havia sido alcançada por Estados Unidos e pela Europa, e que pode transformar o país no primeiro da Ásia a chegar ao planeta. O lançamento do satélite que orbitará o planeta vermelho, transmitido ao vivo pelas televisões locais, aconteceu às 14h38 (7h08 de Brasília) do Centro Espacial Satish Dhawan em Sriharikota, no estado sulista de Andhra Pradesh. A aeronave Mangalyaan - veículo de Marte - de 1.350 quilos, ficará na órbita terrestre até 1º de dezembro quando começará sua viagem de 300 dias até o planeta, onde chegará em 24 de setembro de 2014, após percorrer 400 milhões de quilômetros. "Esse é nosso modesto início nas missões interplanetárias", disse à imprensa local um porta-voz da Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO, sigla em inglês), Deviprasad Karnik. O veículo que orbitará ao redor do planeta vermelho leva cinco instrumentos para estudar a superfície, a topografia e a atmosfera de Marte, e vai se concentrar na busca de metano. Com isso, a Índia se torna o sexto país que tenta chegar a Marte, missão realizada com êxito apenas pelos Estados Unidos, Rússia e União Europeia. O Japão, em 2003, e a China, em 2011, já haviam tentado sem sucesso chegar ao planeta vermelho. A imprensa local ressaltou que se a aeronave Mangalyaan chegar a Marte, o que até o momento só 23 das 40 missões realizadas conseguiram, o país pode superar o poderoso vizinho chinês na corrida espacial. De acordo com dados do ISRO, a missão indiana, com custo de US$ 73 milhões, um décimo do valor de missões americanas semelhantes, foi desenvolvido durante 15 meses por mil cientistas. O país asiático comemorou no ano passado 50 anos do início de seu programa espacial. Seu primeiro lançamento foi em 1975, quando enviou ao espaço o satélite Arybhatta, utilizando um foguete russo. Com 16 mil cientistas e um orçamento de US$ 1 bilhão, desde 1999, a ISRO, através de seu braço comercial, também coloca em órbita satélites estrangeiros. A Índia, que enviou em 2008 sua primeira sonda lunar, tem planos de lançar em 2016 sua primeira missão espacial tripulada. 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Operação Cruzex 2013


Forças Aéreas do Brasil e mais sete países fazem manobras no Nordeste

O Exercício Cruzeiro do Sul (CRUZEX) é um exercício aéreo multinacional organizado pela Força Aérea Brasileira com o objetivo de treinar, de maneira avançada, missões realizadas no ambiente de guerra moderna. A CRUZEX também desenvolve a cooperação e o bom relacionamento entre as Forças Aéreas participantes, a partir da experiência compartilhada de realizar um treinamento em um ambiente de Coalizão.

Em 2013, entre 4 e 15 de novembro, a sétima edição da CRUZEX envolve o número recorde de países participantes com aeronaves: Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Venezuela e Uruguai, além do Brasil, participam da CRUZEX FLIGHT 2013. As Bases Aéreas de Natal (RN) e do Recife (PE) recebem 86 aviões e 9 helicópteros para este exercício. Um helicóptero da FAB também permanece em Caicó (RN) de alerta para qualquer emergência. No total, mais de 2 mil militares, brasileiros e estrangeiros, participam. Edições anteriores da CRUZEX já foram realizadas em 2002, 2004, 2006, 2008, 2010 e 2012. Com exceção de 2002 e 2006, todas tiveram como sede a Base Aérea de Natal, local onde a Força Aérea Brasileira possui uma ampla estrutura necessária para a condução de um exercício militar deste porte, além de apresentar condições climáticas favoráveis.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Diário de Bordo

Tiago Rizzi é grande colaborador do Núcleo Infantojuvenil de Aviação.
Presidente do Aeroclube de Ubatuba-SP e piloto da aviação executiva, viaja o mundo inteiro e, generosamente, compartilha suas experiências com nossos NINJAS.
Uma excelente maneira de estimulá-los para se aprofundar no fascinante mundo da aviação.
Acompanhe a seguir mais uma contribuição do Tiago:

Voo dessa madrugada.
Diferente.
Aqui pousado em Novosibirsk Rússia, no meio do nada, às 3 da manhã abastecendo. Esta cidade fica um pouco ao norte da Mongólia.

Aqui, foto do painel do avião, saindo pelo sul da Mongólia, entrando pelo norte da China; atravessando a China de Norte a sul e logo depois passando ao lado da Coreia do Norte em direção a Busan, onde pousamos no litoral sul da Coreia, de frente pro Japão.

Aqui um pedaço da Muralha da China, bem no topo do morro tentei dar zoom mas ficou um pouco longe, estava a 37000 pés, mas dá pra ver. Eu vi um pedação dela lá de cima; o dia estava amanhecendo e o céu estava limpo. Dei sorte!


Essa é legal....do lado esquerdo da tela dá pra ver o cursor branco e uma bolinha azul onde se vê as letras "GK", que é Pyongyang, capital da Coreia do Norte....passei do lado.

Abraços!

PS: pra quem notar que o nível estava em FL371, não estranhe pois na China o espaço aéreo RVSM é em metros e para fazer a conversão correta para pés adicionamos 100 pés ao nível. 

Tiago Rizzi

Transporte Aéreo

Brasil poderá liberar eletrônicos em voo
No dia 31 de outubro de 2013, a agência norte-americana de aviação liberou o uso de equipamentos eletrônicos durante todo o voo, incluindo pouso e decolagem. No dia 04 de novembro, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) informou que está estudando seguir a postura da FAA no Brasil e deixar que celulares, tablets, e outros aparelhos eletrônicos possam ser usados da mesma maneira em voos comerciais no espaço aéreo brasileiro. A ANAC tem um acordo de cooperação técnica com a FAA, de maneira que os estudos feitos nos EUA poderão ser validados aqui no Brasil junto às companhias aéreas. Desde 2010, a ANAC atua em parceria com a Anatel para certificar aeronaves brasileiras para o uso de equipamentos eletrônicos portáteis. Hoje já é possível realizar ligações e acessar a Internet e aplicativos em aparelhos móveis durante a altura de cruzeiro do voo, ou seja, fora do período de pouso e decolagem da aeronave. 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

CBERS-3

Brasil e China definem data de lançamento do novo CBERS
Técnicos trabalham na montagem do satélite CBERS-3 em laboratório do Inpe

Brasil e China marcaram a data de lançamento do CBERS-3, satélite de sensoriamento remoto, parceria do dois países. De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, o lançamento do satélite está programado para as 11h do dia 10 de dezembro, no horário de Pequim (zero hora, em Brasília). O CBERS-3 vai substituir o CBERS-2B, que deixou de operar em 2010. O novo satélite sino-brasileiro será lançado com pelo menos um ano de atraso. A previsão inicial era lançar o CBERS-3 no ano passado, mas Brasil e China enfrentaram dificuldades com o equipamento. Componentes do satélite apresentaram problemas e tiveram que ser trocados. Também ocorreram dificuldades na compra de equipamentos para o satélite nos Estados Unidos. Fernando Morais, vice-presidente do SindCT (Sindicato Nacional dos Servidores Públicos Federais na Área de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial), relatou que os técnicos do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), de São José dos Campos) conseguiram superar as dificuldades e conseguiram concluir o CBERS-3 para lançamento. “Os chineses reconheceram o esforço do Inpe nessa missão”, afirmou. Sem o CBERS-2B, o Brasil passou a utilizar e comprar imagens de satélites norte-americanos e franceses para monitorar áreas de desmatamento no território nacional.

Importância
Morais destacou que o novo satélite será uma ferramenta importante para o Brasil monitorar o meio ambiente no país. “Ele vai fornecer imagens do território brasileiro que poderão identificar desmatamentos, queimadas, inundações em várias regiões do país”. Morais disse que o satélite é importante porque as imagens são disponibilizadas gratuitamente. “O Brasil pode gerenciar o satélite de acordo com suas prioridades”, disse.

Lançamento
Os preparativos para o lançamento do CBERS-3 já estão em curso.O satélite já foi transportado para o centro espacial de Beijing para a base de lançamento de Taiyuan (TSLC) no dia 18 de outubro. Os técnicos chineses finalizam o equipamento para o lançamento, que será de um lançador tipo Longa Marcha.

Programa CBERS terá mais satélites
Brasil e China já trabalham na construção de um novo satélite de sensoriamento remoto da família CBERS. A previsão é que o CBERS-4 seja lançado em 2015, segundo relatou o vice-presidente do SindCT, Fernando Morais. Ele relatou que esse modelo de satélite permite diversas aplicações e ajudará o país no controle de problemas ambientais.

China e Brasil discutem parceria
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, e o presidente da AEB (Agência Espacial Brasileira), José Raimundo Coelho, estão na china. Um dos assuntos da missão é uma parceria entre os dois países para o desenvolvimento de satélites meteorológicos. O encontro nesse sentido acontecerá amanhã, com autoridades do governo chinês. 

Texto: Chico Pereira

Fonte: O Vale

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Tecnologia

Avião solar impulsiona tecnologias limpas
Completando neste mês de novembro de 2013 uma década, o projeto de construção de um avião movido a energia solar já deu resultados importantes. O primeiro protótipo da aeronave Solar Impulse cruzou os Estados Unidos de costa a costa neste ano. O segundo protótipo deverá estar pronto no começo no ano que vem e disponível para dar uma volta ao mundo em 2015. Os aviões já contribuíram para o aperfeiçoamento de diversas tecnologias inovadoras na área de energia "limpa" e renovável, independente de combustíveis fósseis. Ironicamente, eles estão longe de serem uma antevisão do futuro da aviação comercial. São bons "demonstradores de tecnologias", mas uma aeronave para um ou dois tripulantes com peso máximo de até duas toneladas está bem distante de substituir um avião de passageiros como um Boeing ou Airbus, com mais de 500 toneladas e capazes de levar centenas de passageiros.