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Voar é um desejo que começa em criança!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

SENER na LAAD

O grupo de engenharia e tecnologia SENER participa pela primeira vez do encontro de Defesa e Segurança LAAD, feira que é referência do setor na América Latina, que acontece no Rio de Janeiro entre os dias 9 e 12 de abril. A SENER irá apresentar seus projetos dos setores de Defesa, Aeronáutico e Veículos e Espacial. Para o setor de Aeronáutica, a SENER irá apresentar o programa de modernização de helicópteros Augusta Bell 212 (AB212) para a Armada Espanhola, ampliando sua vida útil em pelo menos 15 anos através da integração de novos equipamentos de aviação e de comunicação, da atualização dos sistemas de vôo e navegação aérea de acordo com os padrões atuais e da incorporação de novas capacidades para a vigilância dos espaços marítimos. A empresa irá apresentar também projetos em engenharia e fornecimento turn key de células de fabricação, pesquisa em engenharia de processo e desenvolvimento de produto. Em termos de projetos turn key, a SENER é especializada na automatização de processos de montagem estrutural e na produção de componentes. Além disso, a SENER acumula um conhecimento significativo em manipulação e posicionamento de precisão de grandes estruturas de material composto e entregou com sucesso os sistemas de produção para os longerons de asa e montagem do estabilizador horizontal do A350XWB. A SENER foi também o fornecedor das estações 70 e 71 do estabilizador horizontal para esta mesma aeronave. Na área de Veículos, o grupo de engenharia e tecnologia irá exibir o projeto de HVAC (Heating, Ventilating and Air Conditioning, em sua sigla em inglês), um sistema de controle climático eficiente e potente para veículos de combate terrestres, que permite operar em ambientes desérticos e que garante um melhor funcionamento dos equipamentos de bordo e melhores condições para o pessoal dentro da cabine. Para o setor de Defesa, a SENER irá apresentar seus principais projetos, como o programa TAURUS KEPD 350, um míssil de longo alcance para o qual a empresa produziu em série várias centenas de unidades do FAS (Fin Actuation Subsystem). A empresa é também a principal parceira da Força Aérea Espanhola no programa de aquisição de mísseis KEPD 350 para o F-18. A parceria inclui a integração do míssil com o avião, o fornecimento dos mísseis e do equipamento de suporte em terra. Outro projeto que será apresentado é o míssil ar-ar de curto alcance IRIS-T AA, do qual a SENER foi responsável pelo design e fornecedor exclusivo da seção de controle, além de fornecer assistência e suporte em sua integração ao avião EF-18/C-15 da Aeronáutica. Também poderá ser visto o METEOR, um míssil ar-ar de médio-longo alcance, projeto em que a SENER foi responsável pelo design, fornecimento do FAS e responsável por completar seu desenvolvimento, realizar sua qualificação e fabricar todas as unidades de série durante a fase de produção. Além disso, nesta área a SENER irá mostrar seu projeto no programa Naval Strike Missile (NSM, em sua sigla em inglês) em que executa a produção e fornecimento do Sistema de Atuação e Controle. Apresentará também sua participação na engenharia do sistema RBS 70 NG, a nova geração do sistema de defesa antiaérea de alcance muito curto (VSHORAD, em sua sigla em inglês) RBS 70, desenvolvido originalmente pela Saab Dynamics nos anos 70, e que utiliza um guia laser para conduzir o míssil até o alvo. Já no setor espacial, a SENER irá exibir seus trabalhos com mecanismos e atuadores, como por exemplo, nos projetos desenvolvidos no espelho M2 do Gaia ou no conhecido como Flip Mirror, do radiômetro SLSTR (Sea and Land Surface Temperature Radiometer) da Sentinel-3. Também neste campo, a empresa irá mostrar seus últimos trabalhos em sistemas de controle de atitude e órbita (AOCS, na sua sigla em inglês) dos projetos Planck e Proba 3, onde a divisão de engenharia é a responsável pela missão como um todo. A SENER é uma empresa multinacional que acaba de chegar ao Brasil (sua sede no país é São Paulo e conta com um escritório no Rio de Janerio). A empresa é referência internacional no setor Aeroespacial. Durante os últimos 45 anos a SENER vem fornecendo equipamentos, integração de sistemas e serviços de engenharia aos mercados internacionais Espacial, Aeronáutico e de Veículos, e Defesa, campos onde conseguiu um aumento progressivo no nível de responsabilidade. Atualmente a empresa trabalha, em todos os setores, com sistemas cada vez mais complexos e obtém contratos de maior volume econômico. 
SENER na LAAD: Pavilhão Espanhol Hall 04 Stand K50 Riocentro, RJ

LAAD 2013

FAB apresenta três projetos na LAAD
Os três maiores projetos em desenvolvimento pela Força Aérea Brasileira (FAB) são o destaque na LAAD Defence e Security, a maior feira de defesa e segurança da América Latina, realizada no Rio de Janeiro de dois em dois anos. Em 2013 o evento acontece de 09 a 12 de abril. A FAB expõe nos estandes no Riocentro a modernização dos caças subsônicos A-1, imagens exclusivas da nova aeronave de transporte e reabastecimento em voo KC-390 e os veículos aéreos não-tripulados, chamados de ARP (aeronave remotamente pilotada). Conhecido como AMX, o primeiro A-1 modernizado deve deixar a fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, no interior paulista, até o final de abril. O KC-390 também fabricado pela empresa brasileira, a partir de requisitos da FAB, tem voo inaugural previsto para 2014. Os dois ARP’s israelenses comprados recentemente têm estreia marcada nas operações de fronteira do Ministério da Defesa e em junho, na Copa das Confederações. O Esquadrão Hórus emprega o modelo desde 2011 em operações realizadas no Brasil inteiro. A feira reúne 700 expositores e mais de 30 mil visitantes, entre eles 60 delegações estrangeiras. Além dos três projetos, a FAB apresenta sistemas adotados a partir de experiências, pesquisas e tecnologias desenvolvidas na área de logística, comunicações, controle do espaço aéreo e tecnologia aeroespacial. O robô Pioneer III Aria, por exemplo, do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) de São José dos Campos, estará exposto na feira. Segundo o diretor-geral da organizadora da LAAD, Sérgio Jardim, a participação da indústria nacional é a que mais cresceu nas duas últimas edições. “Neste ano, 30% do espaço será ocupado pelos fabricantes brasileiros”, revela. De acordo com a Associação Brasileira que reúne as indústrias de materiais de Defesa e Segurança, o mercado gera cerca de 30 mil empregos diretos, 120 mil indiretos e movimenta mais de US$ 4 bilhões por ano. 

Fonte: Agência Força Aérea

terça-feira, 9 de abril de 2013

Carreiras na Aviação

Concurso do DCTA tem inscrições até 26/04/13
O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da Aeronáutica recebe até o dia 26 de abril as inscrições para o concurso que oferece. Há oportunidades para profissionais com ensino médio, técnico e superior em São José dos Campos(SP), Parnamirim (RN) e Alcântara (MA). Há oportunidades para profissionais com ensino médio/técnico e superior. Os salários oferecidos variam de R$ 2.867,31 a R$ 9.490,33. As inscrições devem ser feitas até o dia 26 de abril de 2013 pelo site da Vunesp. As taxas são de R$ 60 para técnico e assistente e de R$ 90 para os cargos de nível superior. 

Saiba mais: www.vunesp.com.br

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Embraer

Embraer traz jatos a São José dos Campos-SP
A Embraer Aviação Executiva concentrou em São José dos Campos-SP e nos Estados Unidos as atividades de produção e entregas de jatos executivos. No ano passado, a empresa transferiu da fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, interior paulista, a linha de produção dos jatos Phenom 100 e 300. Na fábrica de São José dos Campos já são montados o Legacy e o Lineage. A mudança está atrelada a vários fatores. Entre eles, permitir à Embraer Defesa e Segurança ampliar suas atividades em Gavião Peixoto, principalmente com a produção do cargueiro militar KC-390, que vai entrar em operação em 2015. “Houve necessidade de otimizar espaço. Em São José dos Campos temos a competência da montagem final, do interior da aeronave, da aceitação do avião em voo. Toda essa dinâmica favorece a concentração das atividades em um único local”, explicou o vice-presidente de Operações da Embraer Aviação Executiva, Marco Túlio Pellegrini. Além disso, o executivo destaca outro fator favorável à fábrica de São José dos Campos: o setor produtivo e o corpo de engenharia estão na planta local. A localização da cidade, no eixo Rio-São Paulo, favorece as entregas. “O cliente normalmente fica hospedado em São Paulo, que está há 15 minutos de voo de São José dos Campos, e que tem mais ofertas de hotéis, restaurantes e lazer e vem à Embraer para receber o seu jato”, disse Pellegrini.

Perspectiva
Ainda em fase de recuperação, após atravessar sérias turbulências entre 2008 e 2012 por causa da crise da economia mundial, a aviação executiva mostra sinais de retomada. “A aviação executiva caminha em paralelo com a situação da economia. Em 2008, foram entregues 1.100 jatos no mundo. No ano passado, 663. Esperamos que a partir deste ano ocorra uma estabilização e até um certo crescimento.” Nesse contexto, o desempenho da Embraer foi positivo se comparado com a concorrência. Nos últimos dois anos a empresa despachou 188 jatos executivos. O restante da indústria mundial registrou redução de 6%. Foram 703 aviões em 2011 e 663 no ano passado. A empresa também registrou crescimento de receita no período, de 15%. No ano passado, faturou US$ 1,2 bilhão. A previsão para este ano é atingir receita de até US$ 1,6 bilhões e aumentar sua participação na receita global da empresa de 21% para 25%. 

Expectativa é de US$ 200 bi em vendas em 10 anos 
A estimativa do mercado mundial para a aviação executiva nos próximos dez anos é de negócios em torno de US$ 200 bilhões, com demanda de 9.300 jatos. A Embraer trabalha para abocanhar uma boa fatia desse mercado, informou o vice-presidente de Operações da Embraer Aviação Executiva, Marco Túlio Pellegrini. O executivo relatou que os Estados Unidos deve consumir 50% dessa demanda. Atualmente, o país tem uma frota de 11 mil jatos executivos, a maior do mundo. Por isso, a Embraer investe nos EUA, onde já possui uma unidade industrial em Melbourne, na Flórida, para a montagem final do Phenom. Pellegrini disse que o mercado brasileiro também é promissor. “O Brasil tem mercado potencial com perspectivas de crescimento”, disse. A China é outro mercado promissor. A Embraer montou uma unidade industrial no país para produzir o Legacy. A empresa estima que o primeiro Legacy montado em território chinês será entregue até o final do ano para um cliente da própria China. Apesar da crise econômica, a Europa também tem mercado potencial. O Oriente Médio é visto como uma promessa para o futuro. 

Texto: Chico Pereira 

Foto: Cláudio Vieira 

Fonte: O Vale

domingo, 7 de abril de 2013

Especial de Domingo

Da coletânea Ideias em Destaque, publicação do INCAER - Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, selecionamos o texto a seguir, do Maj Brig Ar da Reserva Wilmar Terroso Freitas. 
Boa leitura. 
Bom domingo!

Um voo que passou... 
uma saudade que ficou: 
a última missão do T-6D 1545
Naquela manhã do dia 28 de fevereiro de 1975, decolaram, da Base Aérea de Belém, para uma longa viagem, os NA T-6G FAB 1557 e T-6D FAB 1545, pilotados pelo Tenente-Aviador Jair Kisiolar dos Santos e por mim, tendo, como mecânico, o Segundo-Sargento Isaías. O T-6G do líder possuía instrumentos de comunicações e navegação, mas o T-6D – onde eu voava solo, pois o mecânico estava no avião do líder – tinha apenas um equipamento de comunicação em VHF (Very Hight Frequency), motivo pelo qual eu iria voando na ala do avião líder, como sempre foi comum fazê-lo, tanto em voos de instrução, como no emprego operacional de armamento ar-solo. Seria um voo silencioso, pois eu não tinha um mecânico com quem falar de vez em quando, nem sinais de radionavegação ou broadcasting para sintonizar e ouvir, pela ausência do equipamento de navegação a bordo do 1545. Além disso, aquela não seria uma viagem normal, de rotina: seria uma viagem sem volta, pois as aeronaves NA T-6 Texan estavam sendo desativadas e deveriam ser entregues ao Parque de Material Aeronáutico de Lagoa Santa – MG (PAMA LS), responsável pelo apoio e pelo recolhimento daquele tipo de aeronave. Eram os dois últimos exemplares do Primeiro Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (1º EMRA) em seu derradeiro voo. Aqueles dois valorosos T-6 (T-meia), agora “aposentados”, voaram por muitos anos, sobre as coxilhas e serras do Rio Grande do Sul, quando estavam no Primeiro Esquadrão de Reconhecimento e Ataque (1º ERA) na Base Aérea de Canoas – RS, até serem transferidos para a Base Aérea de Belém, ao início de 1973, como equipamentos fundadores do 1º EMRA (Esquadrão Falcão). Nos dois últimos anos (1973 e 1974), os T-6 sobrepujavam os naturais ruídos e harmoniosos sons da imensa selva amazônica, com o ronco dos seus possantes motores Pratt & Whitney R-1340-AN1 de nove cilindros radiais, arrefecidos a ar. Para o jovem Tenente, os longos voos, geralmente a baixa altitude, sobre a floresta, tendo, como referência, apenas o sinuoso caminho dos rios, as escassas ilhas e os lugarejos ribeirinhos, geravam uma sensação de liberdade e de poder, reforçados pela solidão da cabine e pela espetacular Amazônia que “desfilava” sob as nossas asas, mostrando-se intocada, imensa e bela. Após decolar na ala e ir para a posição de Ataque Dois¹ , já na proa de Marabá, primeira escala prevista, e ainda sem ter a noção clara de que aquela seria uma missão histórica em minha caderneta de voo, refleti, “com meus botões”, que aquele T-6... 

– não mais se faria ouvir estridente, no ronco do passo mínimo, durante um barril² por fora; 

– não mais abriria passagem, altivo, entre os rosados flamingos das matas de Igapó, ou espantaria os búfalos de Marajó; 

– não mais mergulharia, veloz e certeiro, como um Falcão, sobre o seu alvo, em missões de bombardeio ou de lançamento de foguetes, no estande de Igarapé-Açu³;

– não mais alegraria as populações ribeirinhas com suas evoluções rasantes, às margens do Rio Mar;

– não mais teria, ou seria, um ala fiel, inseparável, como neste derradeiro voo; 

– não mais voaria... estava desativado!  

Cerca de 15.000 unidades de T-6 foram produzidas, em diversas versões, sendo 81 montadas no Brasil pela Fábrica de Aviões de Lagoa Santa – MG, entre 1945 e 1952. Essas aeronaves voaram até 1974, nos Esquadrões e até 1976, na Esquadrilha da Fumaça. O 1º EMRA teve dias gloriosos com o T-6. Jamais esqueceremos as formaturas de quatro aviões nas demonstrações aéreas em Belém. Meus quatro amigos, “vestindo” aquela “máquina” tão conhecida e respeitada por inúmeras gerações de “aviadores à moda antiga”, formavam um time de vibradores e exímios pilotos, que chegou a ser chamado de “Funorte”, uma referência muito elogiosa à Esquadrilha da Fumaça. No seu portfolio, constavam Looping, Barril, Desfolhado, Rasante e evoluções isoladas, com precisão profissional. Desde o início, em Canoas, em 1971, eu estabeleci uma relação de respeito mútuo com o T-6: ele nunca me deu uma pane de motor e eu nunca lhe dei um “cavalo de pau”(4) Após escalas em Marabá – PA, Porto Nacional – TO e Brasília – DF, chegamos ao Parque de Material de Lagoa Santa, em 1º de fevereiro de 1975, para a entrega das aeronaves. Terrificante – um termo forte, mas é o que eu lembro e registrei na ocasião – foi para mim e o seria também para o 1545, se ele tivesse sentimentos, a imagem do estacionamento de aviões recolhidos no Parque. As várias dezenas de “esqueletos” e “mutilados” restos de T-6, estranhamente bem alinhados, como túmulos em um cemitério a campo aberto, deram-me uma visão de solidão e de abandono. Imaginei o 1545 entre eles, no dia seguinte, sem nenhum destaque, “depenado”, destituído de sua imponência, com o seu motor silenciado para sempre... a hélice muda, parada... acredito que o 1545 choraria com tristeza e mágoa... se ele tivesse uma alma. Como eu tenho alma, fiquei muito triste por nós dois. Ao retornar a Belém, verifiquei, na minha caderneta de voo, que meu primeiro voo naquela Base, em 16 de fevereiro de 1973, tinha sido no T-6 1545, o mesmo que pilotaria dois anos depois, em derradeiro voo para nós dois. Naquela ocasião, escrevi o texto que agora torno público. Não mais voaria o FAB 1545; e eu não mais voaria em um NA T-6 Texan.

1 . Situação em que a aeronave mantém sua posição relativa na ala do líder, com o dobro do afastamento, para tornar o voo mais confortável em longos deslocamentos.

2 . Tounneaux Barril: manobra na qual a aeronave gira lentamente no eixo longitudinal, traçando uma trajetória circular em relação ao horizonte natural, com meio círculo acima e outro, abaixo do horizonte. Por fora é a posição na ala quando o líder faz o tounneaux girando para o lado oposto de onde está o ala, que fará uma trajetória ligeiramente maior do que a do líder, demandando um pouco mais de potência do motor do ala. 

3 . Estande concebido, especialmente, para treinamento do 1º EMRA, com trabalho dos oficiais e graduados do seu efetivo.

 4. Situação durante o pouso, em que a aeronave gira sem controle, em torno de um de seus trens de pouso, geralmente, saindo pela lateral da pista. 

Autor: Wilmar Terroso Freitas 

Fonte: Ideias em Destaque - INCAER

sábado, 6 de abril de 2013

Tráfego Aéreo

DECEA e o PBN em destaque
Implementar o PBN em larga escala no Brasil seria um avanço significativo para o setor Tantas vezes ouvimos e fazemos inúmeras críticas à respeito da aviação brasileira e de suas instituições, mas devemos lembrar que o nosso país, no quesito controle e gestão do tráfego aéreo, possui números invejáveis e grande reconhecimento pela comunidade aeronáutica internacional. Neste ano de 2013, o DECEA – Departamento de Controle do Espaço Aéreo, órgão do Comando da Aeronáutica, sob o manto do Ministério da Defesa e responsável pela segurança e fluidez do tráfego aéreo no Brasil– foi indicado ao IHS Jane´s Air Traffic Control Awards. A premiação, que aconteceu em Madri, é conhecida como o “Oscar do Controle Aéreo” e premiou a mais destacada iniciativa cujos resultados contribuíram para a eficácia das operações de tráfego aéreo. Dentre as diversas iniciativas, a implementação da Navegação Baseada por Navegação nas Terminais Brasília e Recife, rendeu ao DECEA essa indicação. A instituição brasileira concorreu ao prêmio com a neo-zelandesa Air New Zealand, também indicada pela implementação do PBN; a norte-americana FAA, indicada pela recategorização das regras de separação de aeronaves no Aeroporto Internacional de Memphis, e a também norte-americana Midwest ATC Services – pela implantação da Separação Vertical Mínima Reduzida (RVSM) no Afeganistão. Apesar da instituição brasileira não ter arrematado o prêmio (foi para a Air New Zealand), podemos dizer que a indicação confirma o reconhecimento do DECEA perante a comunidade internacional. Implementado em abril de 2010, o PBN (Navegação Baseada em Performance – do acrônimo Performance Based Navigation) foi visto com uma quebra nos paradigmas do voo convencional, que até então se baseavam exclusivamente em auxílios localizados no solo. O PBN baseia-se no uso de sistemas avançados de navegação por satélites, possibilitando a reformulação e otimização das rotas de navegação. Permite ainda aproximações precisas, maior fluxo de aeronaves nas terminais e um voo mais linear, já que as navegações são planejadas ponto a ponto e não interceptando auxílios rádios, conforme figura abaixo. A implementação exigiu inúmeras mudanças nos conceitos de trafego aéreo, tais como: exigências de novos equipamentos a bordo, aeronaves aprovadas, rotas exclusivas, novas cartas de voo, tripulação capacitada, alteração no formato do plano de voo, etc. 

Autor: Robson de Freitas (Piloto de Helicóptero e Despachante Operacional de Voo)/abril de 2013. 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Two-Flex

A maior empresa de carga aérea com aviões de pequeno porte
 A Two Aviation e a Flex Aero decidiram unir suas operações, criando a maior companhia de carga aérea de aeronaves de pequeno e médio porte do País. O negócio nasce com um faturamento de R$ 75 milhões em 2013, uma frota de 18 aeronaves Cessna Caravan e 11 bases de operação estrategicamente distribuídas nas principais capitais do País. A Two tem atuação forte no Centro e Sul do País e a Flex, na região Norte. Com a integração, a Two-Flex terá uma rota desde Belém do Pará até Porto Alegre, com bases nessas cidades, bem como no Rio de Janeiro, em Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Palmas, Manaus, Belém e Recife, além de Jundiaí, no interior paulista . Clientes como os Correios, por exemplo, poderão se beneficiar dessa integração dos serviços das companhias. A nova empresa já nasce tendo, em sua carteira, clientes do setor de transporte de valores, autopeças, laboratórios, carga expressa fracionada e diversas companhias que atuam no e-commerce, um dos segmentos de maior potencial de crescimento nos próximos anos. A Two Aviation é uma empresa do Grupo JAD, fundada em 2001, com sede operacional no Aeroporto Estadual de Jundiaí, em São Paulo, que opera 28 aeronaves de qualidade internacionalmente reconhecida.
Focada no transporte de cargas, a empresa também atende pessoas físicas, em tempo integral. A Flex Aero foi fundada em julho de 2006 apoiada na expertise dos executivos Rui Thomaz de Aquino e Luiz Eduardo Falco. Focada nos segmentos de carga aérea, taxi aéreo de jatos, hangaragem e manutenção e gerenciamento de aeronaves, se consolidou com uma das principais empresas de aviação executiva do Brasil. 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Olimpíada Astropontes

Estudante pode ganhar viagem à Nasa 
Bauru-SP sediará competições científicas promovidas pela Fundação Astronauta Marcos Pontes no Sesi dia 12 de abril 


Marcos Pontes promove evento para despertar o interesse pelo conhecimento científico 

A Olimpíada Astropontes para jovens talentos é um programa de âmbito nacional da Fundação Astronauta Marcos Pontes e visa despertar o interesse pelo conhecimento, pela cultura e pelas carreiras de ciência e tecnologia em jovens estudantes de todo o Brasil. Entre os prêmios estão uma viagem para treinar no Space Camp da Nasa, nos Estados Unidos, e participação na feira da aviação, a Labace 2013, com patrocínio da empresa Bombardier, além de troféus, medalhas e livro. O programa engloba eventos de cunho científico, como competições de foguete, robótica e outras atividades culturais para motivar crianças e adolescentes para a busca de conhecimento e de competências essenciais por meio de desafios divertidos e inteligentes. O evento será no Sesi do Horto, em Bauru-SP, no dia 12 de abril, e os professores responsáveis devem inscrever suas equipes de alunos, até 5 de abril. O astronauta Marcos Pontes conta que a Olimpíada tem quatro objetivos principais: promover melhorias no ensino fundamental e médio; promover mais respeito e prestígio para a carreira do magistério; promover o ensino profissionalizante; promover a inovação tecnológica e do desenvolvimento sustentável. Uma das etapas será em Bauru. “Quem me conhece, ou tem acompanhado minha vida e carreira, sabe o quanto amo minha cidade natal. Não é à toa que falo tanto dela pelos quatro cantos do mundo, como astronauta e como embaixador da ONU. Não poderíamos deixar de incluir Bauru no circuito de competições da Olimpíada Astropontes (OAP) e dar uma chance aos jovens da minha cidade de brilharem no âmbito nacional e até internacional” diz o astronauta bauruense. A seguir os principais trechos da entrevista ao Jornal da Cidade, de Bauru-SP:

Jornal da Cidade - Muita gente não sabe que o senhor tem uma fundação. Qual é o objetivo da sua fundação? 

Marcos Pontes - A Fundação Astronauta Marcos Pontes, ou Astropontes, como é mais conhecida, nasceu de um sonho que tive em 1987 e que realizei em 2010. Dizem que sou persistente. Parece que tem razão (risos). A Astropontes tem quatro objetivos principais: promover melhorias no ensino fundamental e médio; promover mais respeito e prestígio para a carreira do magistério; promover o ensino profissionalizante; promover a inovação tecnológica e o desenvolvimento sustentável. 

JC - O que é a Olimpíada Astropontes para jovens talentos? 

Pontes - Dentro do objetivo de promover o ensino fundamental e médio, a Olimpíada Astropontes é um programa de âmbito nacional que engloba eventos de cunho científico, como competições de foguete, robótica e outros, assim como eventos de cunho cultural, como concursos de desenho, redação e outros. Ela é uma forma eficiente de motivar crianças e jovens para a busca de conhecimento e o desenvolvimento de competências essenciais para a vida (e o sucesso) por meio de desafios divertidos e inteligentes que só podem ser vencidos por pesquisa, trabalho em grupo, treinamento, experimentação, etc. 

JC - Por que Bauru foi escolhida para uma das etapas da Olimpíada? 

Pontes - Quem me conhece, ou tem acompanhado minha vida e carreira, sabe o quanto amo minha cidade natal. Não é à toa que falo tanto dela pelos quatro cantos do mundo, como astronauta e como embaixador da ONU. Não poderíamos deixar de incluir Bauru no circuito de competições da Olimpíada Astropontes (OAP) e dar uma chance aos jovens da minha cidade de brilharem no âmbito nacional e até internacional. Sim, tenho planos de incluir a OAP em competições internacionais. 

JC - Quais são os outros projetos desenvolvidos pela fundação? 

Pontes - A nossa fundação tem diversos projetos em andamento, todos com foco em promover educação, ciência e tecnologia. Entre eles, destaco nossa “Exposição Crianças no Espaço”, que já percorreu diversas cidades no Brasil, o “Projeto Cidadãos do Futuro”, que doa livros para alunos e forma professores através do patrocínio de empresas, o “Projeto Ciência, Tecnologia e suas Carreiras”, que motiva jovens para as carreiras de ciência e tecnologia e o “Projeto Ecoestado”, que transformará o Estado de Roraima no primeiro ecoestado do planeta Terra, beneficiando diretamente a qualidade de vida de mais de meio milhão de pessoas e indiretamente de milhões de pessoas no Brasil e no mundo. 

JC - Logo após o retorno de sua missão espacial, muita gente achou que o senhor havia se aposentado. O que o senhor faz atualmente? 

Pontes - Pois é, muita besteira foi falada naquela época por pessoas irresponsáveis ou sem a menor noção do que faziam. Atualmente, continuo como astronauta, que é carreira civil, à disposição do Brasil, aguardando escalação para minha segunda missão espacial, que pode acontecer nos próximos anos pelo governo do Brasil ou por outras instituições. Além disso, sou empresário, palestrante motivacional e técnico, coach especialista em desenvolvimento de competências pessoais e profissionais, professor, pesquisador, consultor técnico, presidente da Astropontes e Embaixador da ONU. 

JC - A Missão Centenário é o ponto mais alto da sua vida ou o senhor tem outros sonhos ainda maiores? 

Pontes - A maior realização da minha vida não foi, nem será, ter ido ao espaço e poder dizer: ‘sou o primeiro astronauta brasileiro’; a maior realização da minha vida é ter ido ao espaço e fazer ainda muitas outras coisas e poder dizer a todos os jovens: ‘é possível’. É isso que faço através da Astropontes e todas as outras atividades que tenho atualmente. Tenho muitos sonhos, trabalho a cada oportunidade (que chamamos de ‘dia’) para realizá-los. O que posso dizer é que muitos deles, de certo ponto de vista, são ainda mais marcantes que ir ao espaço. Aguarde e verás. 

JC - Qual o conselho aos jovens para ter sucesso na vida? 

Pontes - Acreditem no seu sonho, estudem muito, trabalhem, sejam honestos, não tenham inveja e nem percam tempo com críticas e lamentações, persistam e sempre façam mais do que esperam de vocês.

Serviço 
O evento será no Sesi do Horto, no dia 12 de abril, sexta-feira, entre 8h e 18h. Os professores devem inscrever suas equipes de alunos, até 5 de abril, preenchendo o formulário de inscrição no website: www.astropontes.org.br  (11) 3772-4282. O evento tem patrocínio e apoio da Bombardier Aviation, Sesi, Senai, Bauru Painéis, Outdoor Painéis, Jornal da Cidade e Interage Produções.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Carreiras na Aviação

Inscrições para concursos de ingresso na FAB
Vagas para Candidatos a Especialistas da Aeronáutica, Técnicos,
Engenheiros, Farmacêuticos e Dentistas

Concurso
Inscrições
EA CFS B                         Escola: EEAR
EA-EAOEAR                  Escola: CIAAR
EA-CAFAR                     Escola: CIAAR
EA-CADAR                    Escola: CIAAR
EA EAGS-ME-BET          Escola: EEAR
EA EAGS B                       Escola:EEAR


terça-feira, 2 de abril de 2013

Aventura Aérea

Avião fabricado em SC voa para a Sun’n Fun nos EUA
Um avião fabricado pelo empresário Ênio Roberto Wildner, da cidade de Palhoça, em Santa Catarina, decolou dia 31 de março de 2013 da pista do aeroclube de Santa Catarina, em São José, com destino à cidade americana de Lakeland, na Flórida, Estados Unidos, onde será exposto na Sun’n Fun, feira internacional de negócios do setor. O voo comandado pelo piloto Ênio Wildner e pelo navegador Flávio Luiz Nunes Coelho, com nove escalas e três dias de viagem, conta com o apoio da FIESC, governo do Estado e Apex, com o objetivo de alavancar um polo da indústria aeronáutica em SC. Fonte: http://uipi.com.br 

Saiba mais: Blog do NINJA de 27/02/2013 e 14/03/2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Heróis Brasileiros

Herói da II Guerra, Brigadeiro Meira falece aos 90 anos
Com a mesma garra com que combateu na Segunda Guerra Mundial, o Major-Brigadeiro do Ar José Rebelo Meira de Vasconcelos travou intensa luta no Hospital Central da Aeronáutica. Na manhã de 30 de março de 2013, às 8h25, a batalha cessou aos 90 anos. A Força Aérea Brasileira perdeu, assim, um de seus maiores ícones. Herói de guerra, militar dedicado, deixou um legado inestimável para a FAB, para a aviação de caça e para o Brasil. A trajetória do Major- Brigadeiro Meira iniciou-se em 1943, quando se formou na Escola de Aeronáutica no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro. Como Aspirante, seguiu para o Nordeste, mas logo em seguida foi convocado para servir no 1º Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA).

II Guerra Mundial: luta contra o nazi-fascismo
O Grupo foi enviado para a 2ª Grande Guerra Mundial. No conflito, o Brigadeiro Meira tornou-se um herói. Cumpriu nada menos que 93 missões no front europeu, como piloto de caça da Esquadrilha Verde. Sua primeira missão ocorreu em 11 de novembro de 1944 e a última em 2 de maio de 1945, considerada a derradeira missão do Grupo de Caça nos céus da Itália. Em 18 de junho de 1945, o militar partiu de Pisa, na Itália, para os EUA a fim de efetuar o translado de novos aviões P-47 para o Brasil. Em sua carreira militar voou 6.000 horas entre as aviações de caça e de transporte. Ao regressar ao Brasil, foi formar novos pilotos de caça no Grupo de Aviação de Caça, na Base Aérea de Santa Cruz. Por causa de sua grande experiência, foi convocado para transmitir a doutrina aplicada na Guerra aos oficiais, como instrutor da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, em São Paulo. Comandou ainda a Escola de Bombardeio Médio. Os vínculos e as amizades constituídas durante a Guerra tornaram-se perenes e renderam situações inusitadas. Durante o conflito mundial o então Tenente Meira era comandado pelo Major Nero Moura, que mais tarde assumiria o cargo de Ministro da Aeronáutica. Quando o Brigadeiro Meira, casado havia pouco tempo, chegou em Recife, foi convocado pelo Ministro Nero Moura de forma enfática: “Esteja em meu Gabinete, aqui no Rio de Janeiro, amanhã às 15 horas”. Ainda que tentasse argumentar, a confirmação do Ministro teve igual ênfase: “Esteja em meu Gabinete amanhã às 15 horas”. Foi designado então Oficial de Gabinete e Ajudante de Ordens do Ministro da Aeronáutica. Em um cenário distinto do vivido na campanha da Itália, os amigos voltavam a conviver. Na sequência de sua carreira, o Brigadeiro Meira ocupou vários cargos de destaque. Foi Membro da Comissão Aeronáutica em Washington, EUA; Comandante e Oficial de Operações do 2º Grupo de Transporte; Chefe da Seção de Logística e de Operações do Comando de Transporte Aéreo; Instrutor da Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica; Subchefe do Gabinete do Ministro da Aeronáutica; Chefe da Seção de Planejamento do Estado Maior da Aeronáutica; Membro do Corpo Permanente da Escola Superior de Guerra. Reformado em outubro de 1966 no Posto de Major Brigadeiro do Ar, o incansável Brigadeiro Meira continuou desenvolvendo suas atividades na vida civil. De temperamento afável, o Brigadeiro Meira deixa um legado de profissionalismo e será sempre lembrado pela serenidade. Ouvia atentamente as histórias de seus companheiros, mas quando na roda de amigos o assunto era o Grupo de Aviação de Caça, ali estava ele para contar com riqueza de detalhes as agruras, as dificuldades e as vitoriosas missões da FAB na Segunda Guerra Mundial. Relatos que só mesmo um herói de guerra poderia fazer. 

Fonte: Agência Força Aérea

domingo, 31 de março de 2013

Especial de Domingo

T-27 se despede da Esquadrilha da Fumaça e dá lugar ao Super Tucano
Tudo pronto para a despedida. Neste domingo, 31 de março de 2013, o Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), mais conhecido como Esquadrilha da Fumaça, aposentará a aeronave T-27 Tucano, como aeronave de demonstração. O cenário da última apresentação será o Lago Paranoá, entre o Pontão e o Pier 21, em Brasília. O show aéreo ocorre a partir das 16 horas. “Esperamos que bastante gente prestigie essa demonstração. Estamos contentes que essa apresentação ocorra na capital federal e para nós é um motivo de orgulho. Além do show, propriamente dito, é um momento histórico para a Esquadrilha da Fumaça e para a Força Aérea Brasileira, pois estamos realizando a última demonstração com a aeronave T-27 Tucano, que por 30 anos fez mais de duas mil demonstrações em todo o Brasil e em vários países do mundo”, explica o comandante da Fumaça, Tenente-Coronel Aviador Marcelo Gobett Cardoso. “O display de demonstração não teve alteração. O público pode esperar, então, manobras de bastante efeito, principalmente as que envolvem o voo invertido, característica principal da Esquadrilha”, adianta o líder da Fumaça. 

A-29
Com a despedida do T-27, a Esquadrilha da Fumaça passará a empregar o A-29 Super Tucano, que garantirá mais potência na realização das acrobacias. A aeronave com a nova pintura baseada nas cores da bandeira nacional foi apresentada no final do ano passado na Academia da Força Aérea (AFA). Mas o antigo avião já começa a deixar saudades. “O T- 27 é uma aeronave excepcional para o fim que se destina, que é a instrução aérea avançada e também para a demonstração aérea. Trata-se de um avião muito versátil, leve, simples para operar, e para nós já é motivo de saudade”, analisa o Tenente-Coronel Gobett. A partir de 1º de abril, as demonstrações da Esquadrilha da Fumaça ficarão suspensas. As atividades serão retomadas após o término do treinamento nas novas aeronaves A-29 Super Tucano. “Por ocasião da desativação do T-27 Tucano na Esquadrilha da Fumaça a partir do dia 1 de abril nós suspenderemos as apresentações até que o programa de implantação operacional da aeronave A-29 Super Tucano esteja totalmente concluído no esquadrão. Esperamos que até o final do ano possamos, quem sabe, fazer a primeira demonstração”, prevê o comandante da Esquadrilha. 

Padrões de pintura
Ao longo de sua história, iniciada em 1952, a Fumaça empregou os seguintes aviões: o convencional de motor radial North American T-6 Texan, até 1977; o jato T-24 Fouga Magister, de 1968 a 1972; o avião brasileiro T-25 Universal, de 1980 a 1983; o T-27 Tucano, desde 1983 até 31 de março de 2013; o A-29 Super Tucano, a partir de 2013. Neste período apresentou-se com algumas padronagens de cores, até chegar ao padrão de pintura atual, com as cores da Bandeira Nacional. 

Saiba mais: Blog do NINJA de 18/12/2012, 26/2/12 e 03/10/2010

sábado, 30 de março de 2013

Biblioteca Ninja

Os Projetos Aeronáuticos de Alberto Santos-Dumont 
Nos últimos anos, foram muitos os livros lançados sobre Santos-Dumont, de inúmeras biografias até versões em quadrinhos. Mas, no meio de milhares de páginas impressas, muitas vezes fica o leitor ou estudioso com dificuldade de responder a perguntas cruciais: Quantos foram os projetos aeronáuticos do genial brasileiro? Quantos balões e dirigíveis fez? Quantos aeroplanos? E que outras máquinas de voar pensou? E foi para responder a estas perguntas, os jornalistas e pesquisadores aeronáuticos Claudio Lucchesi e João Paulo Moralez, com apoio da BR Aviation e do Governo Federal, escreveram Os Projetos Aeronáuticos de Alberto Santos-Dumont. Uma obra de referência básica sobre o genial trabalho de Santos-Dumont no campo aeronáutico, num formato inédito, muito acessível, de leitura agradável, ágil e leve, mas denso de informações; capaz de agradar desde adolescentes e estudantes até especialistas; ideal como material paradidático sobre a obra do maior inventor do Brasil! Com rico material visual, de fotos históricas e ilustrações coloridas, exclusivas e em escala, de cada um dos projetos citados!

Editora: C&R Editorial
Idioma: Português
Páginas: 80
Formato: 18,5 x 14,5
Ano Edição: 2012

sexta-feira, 29 de março de 2013

Aeroportos

JHSF constrói aeroporto executivo em São Roque, SP
A JHSF espera que a primeira etapa do aeroporto executivo que está desenvolvendo em parceria com a CFly Aviation em São Roque, no interior de São Paulo, esteja em operação até a Copa do Mundo de 2014. “A primeira fase está programada para ser concluída até a Copa”, disse a jornalistas o diretor financeiro da incorporadora, André Luís Rodrigues. “O aeroporto de Congonhas tem apenas quatro horários disponíveis para pouso e decolagem de aviação executiva. Com esse aeroporto de São Roque será possível desafogar a demanda”, acrescentou. Em construção às margens da rodovia Castelo Branco, no município de São Roque (SP), o aeroporto terá uma pista com cerca de 2.800 metros. O aeroporto, cujos investimentos são estimados em entre 700 milhões e 800 milhões de reais, poderá atender voos para América Latina, Europa e Oriente Médio. Segundo Rodrigues, não está nos planos da companhia investir em outros projetos do tipo. “É um investimento de longo prazo, conservador…por enquanto teremos apenas esse projeto”, afirmou ele, durante evento do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF). 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Super Tucano

Inauguradas instalações para montar o Super Tucano nos EUA
A Embraer informou, dia ​26 de março de 2013, a inauguração das instalações em Jacksonville, na Florida (EUA), onde a empresa montará os aviões Super Tucano do Programa LAS (Light Air Support), ou Apoio Aéreo Leve, para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF, na sigla em inglês). Por meio do programa LAS, a Embraer e seu contratante principal, a Sierra Nevada Corporation, darão suporte a mais de 1.400 empregos em mais que 100 empresas em todo o território dos EUA. Em 27 de fevereiro, a USAF concedeu o contrato do programa LAS à Sierra Nevada Corporation (SNC) para o fornecimento de 20 aeronaves A-29 Super Tucano da Embraer, bem como dispositivos de treinamento em solo, treinamento de pilotos e de manutenção e apoio logístico. As vinte primeiras aeronaves serão usadas para fornecer apoio aéreo leve, reconhecimento e capacidade de treinamento aos militares do Afeganistão. Nas instalações de Jacksonville serão realizadas as etapas de pré-equipagem, montagens mecânica e estrutural, instalação e teste de sistemas e testes em voo para as aeronaves A-29. A entrega da primeira aeronave A-29 Super Tucano feita nos EUA está programada para meados de 2014. 

Fonte: Embraer

quarta-feira, 27 de março de 2013

EMBRAER

Protótipo do KC-390 será montado em breve
A Embraer informou no dia 25 de março de 2013 que concluiu, junto com a Força Aérea Brasileira (FAB), a revisão crítica de projeto do jato de transporte militar KC-390, e agora iniciará a fase de produção do protótipo. Durante a revisão foram confirmadas as configurações aerodinâmica e estrutural definitivas, assim como a arquitetura e a instalação dos sistemas, caracterizando a maturidade do projeto para o início do projeto detalhado e fabricação das aeronaves protótipos. A fabricação das primeiras peças dos protótipos será iniciada em breve. O primeiro voo do KC-390, maior avião já construído pela indústria aeronáutica brasileira, está previsto para o segundo semestre de 2014. 

terça-feira, 26 de março de 2013

Paraquedismo

Para-Sar forma 31 novos paraquedistas
 O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS- PARA-SAR) realizou, no dia 22 de março de 2013, na Base Aérea de Campo Grande (BACG), os últimos saltos de instrução com os militares que se formaram no Curso Básico de Paraquedismo Militar da Aeronáutica. A bordo de uma aeronave C-105 Amazonas, do 2º/10º GAV (Esquadrão Pelicano), os alunos e instrutores militares saltaram de uma altura de 400 m, a aproximadamente 240 km/h, na chamada Zona de Lançamento (ZL), que fica a 17 km de distância, em linha reta, da BACG. No exercício foi realizado o salto enganchado, no qual o paraquedas não é aberto pelo acionamento do militar. Assim que ele salta da aeronave, o paraquedas abre, pois está conectado ao interior do avião, por meio de um cabo, não sendo necessário o acionamento. Sua própria queda aciona o paraquedas. Nesse salto, o peso do paraquedas principal e o do reserva chega a 20 kg. Já no salto armado e mochilado, também realizado pelos alunos do curso, os paraquedistas carregaram em torno de 40 kg, pois se soma ao peso do paraquedas mais 15 kg da mochila e 5 kg do fuzil, simulando uma situação real de emprego do PARA-SAR. O curso do PARA-SAR dura cinco semanas, nas quais os voluntários saltam, em média, cinco vezes, sendo uma delas armados e mochilados. Em cada salto, os alunos são acompanhados pelos Mestres de Salto (MS), militares que integram o EAS e são instrutores do curso. Não há prova teórica para ingressar. Porém, os voluntários são submetidos a um forte teste físico e, durante o curso, várias instruções físicas, técnicas e, algumas, teóricas. 

Fonte: Agência Força Aérea

segunda-feira, 25 de março de 2013

Datas Especiais

25 de março: Dia do Especialista de Aeronáutica
A aviação brasileira reserva 25 de março para celebrar o Dia do Especialista de Aeronáutica. A data lembra 25 de março de 1941, quando houve a fusão da Escola de Aviação Naval e da Escola de Aviação Militar, com a criação da Escola de Especialistas de Aeronáutica, sediada na Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro. A Escola de Especialistas inicialmente oferecia os cursos para o pessoal técnico de voo, necessidade premente para a época. A Aeronáutica acabava de ser criada e precisava de uma equipe de profissionais especializados. Em 1950, a Escola de Especialistas de Aeronáutica fundiu-se com a ETAv – Escola Técnica de Aviação e, mantendo o nome, foi transferida para Guaratinguetá, estado de São Paulo. A EEAR – Escola de Especialistas de Aeronáutica é o maior complexo de ensino técnico da América Latina. Lá são formados os sargentos especialistas da Força Aérea Brasileira - FAB. Também proporciona instrução para técnicos de forças aéreas de outros países, Marinha do Brasil e Exército Brasileiro. Como é divulgado no âmbito do NINJA - Núcleo Infantojuvenil de Aviação, a EEAR é um dos portões de oportunidades para ingresso na FAB, por intermédio de concursos, e a possibilidade de uma carreira profissional na aviação. 

Pesquise: Blog do NINJA – Núcleo Infantojuvenil de Aviação dos dias 22/03/2011 , 08/08/2010 e 25/03/2012 

Saiba mais: www.eear.aer.mil.br