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Voar é um desejo que começa em criança!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Pentatlo Aeronáutico

Campo dos Afonsos sedia Campeonato Brasileiro de Pentatlo Aeronáutico
O Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro, sedia, até o dia 11 de novembro, o 8º Campeonato Brasileiro de Pentatlo Aeronáutico. As competições serão disputadas nas instalações da Universidade da Aeronáutica (UNIFA/CDA) e no Centro Nacional de Tiro Esportivo (CNTE). O evento reúne, além dos atletas brasileiros, delegações do Equador, Finlândia e Suécia.
As disputas começam hoje, quarta-feira, 9/11, com as provas de Tiro e Esgrima, no CNTE e na UNIFA, respectivamente. As competições de Basquete e Natação ocorrem na UNIFA/CDA, no dia 10 de novembro. As provas de Pista de Obstáculos e Corrida de Orientação estão marcadas para o dia 11, assim como a premiação e o encerramento do campeonato.
A competição servirá para a formação da equipe feminina que disputará o mundial da modalidade em 2012.

Fonte: CDA

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Carreiras na Aviação

Mercado atrai jovens para pilotagem de aviões
O crescimento no mercado de aviação no país atrai um número cada vez maior de pessoas interessadas em trabalhar como piloto. Dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) mostram que, somente em setembro, a demanda por voos domésticos aumentou 9,06% em relação ao mesmo mês do ano passado.
“O mercado está aquecido”, afirma o vice-presidente do Aeroclube de São José dos Campos, Anderson Paixão, responsável pela formação, em média, de 20 pilotos por ano. “Este ano poderemos chegar a até 40 pilotos”, disse Paixão.
Ao todo, a entidade já formou mais de 2.000 pilotos. Recentemente, a Azul Linhas Aéreas levou oito ex-alunos do aeroclube para treinamento na companhia. O instrutor mais antigo da entidade tem dois meses de profissão. “A carreira está em alta.
Segunda-feira (amanhã), um ex-instrutor daqui começa na Trip”, disse Victor Rafael da Silva Conceição, instrutor do Aeroclube, de 26 anos.

Carreira
O salário inicial de um piloto em uma companhia aérea média varia entre 5e 7 mil reais. Instrutores de voo recebem R$ 30 por hora. Mas engana-se quem pensa que o caminho até uma grande empresa é fácil. “Tem que se dedicar muito, inclusive abdicar da família. Não há nada daquela imagem de glamour”, afirma Conceição, que já vendeu dois carros para poder pagar horas de voo, que não são baratas - a hora de atividade em um bimotor chega a R$ 890.
Para completar o curso mais básico para piloto, o PP (Piloto Privado), são necessárias, no mínimo, 40 horas de voo em aeronaves básicas, como o Aeroboero, cujo preço da hora de voo é uma das mais baratas na praça. Já para pleitear uma vaga em uma companhia aérea, são necessárias 150 horas de voo, para habilitação como piloto comercial, e depois mais horas de experiência.
O que poderia ser uma barreira para muitos, se tornou a motivação para Kleber Ricardo de Miranda, 34 anos. Depois de trabalhar como ajudante de limpeza no início da carreira, se prepara para, dentro de um mês, concluir seu curso de PC (Piloto Comercial). “Você não pode desistir. Sempre tive esse sonho de trabalhar com aviação”, afirma Miranda, que já acumula 250 horas de voo.

Comissários de Voo
Além do aumento na procura por cursos de piloto, outras carreiras ligadas à aviação também estão em alta. A escola TAS, de São José dos Campos, SP forma 90 comissários de bordo por ano. O sócio-diretor empresa, Mário Renó, destaca que o crescimento na procura acontece desde 2003.
“Antes, tínhamos turmas de 18, 20 pessoas no máximo. Agora, as classes estão cheias. A procura é grande”, disse Renó.
O curso tem quatro meses de duração. Segundo normas da Anac, a carga horária mínima exigida é de 180h. Na TAS, o curso é de 240 horas.
Assim como no caso dos pilotos, o crescimento na carreira de comissário de bordo está diretamente ligado ao aumento na demanda de voos no país, além de proporcionar uma remuneração acima de outros setores. O salário médio de um comissário de bordo varia de R$ 3.000 a R$ 3.500.

Escolas
Para formação de pilotos e comissários há cursos no Vale do Paraíba Paulista nas cidades de São José dos Campos e Taubaté.
A TAS fica na avenida Francisco José Longo, 414, em São José dos Campos, bairro São Dimas, telefone (12) 3941.6781
O Aeroclube de São José fica na Rodovia dos Tamoios, km 6,5, bairro Putim. Informações sobre curso pelo telefone (12) 3944-1256.
O Aeroclube Regional de Taubaté fica na estrada do Itaim, junto ao Comando de Aviação do Exército, telefone (12) 3621-2277.

Texto: Adaptado de www.ovale.com.br (reportagem de Arthur Costa em 6/11/11)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Museus

MUSAL incorpora Boeing 737 presidencial ao acervo
Depois de 34 anos de serviço ao país, a aeronave VC-96 (Boeing 737) realiza hoje, 07 de novembro de 2011, sua última missão. O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que apoiou o transporte de sete Presidentes da República, no período de 1976 a 2010, é levado de Brasília para o Rio de Janeiro e incorporado ao acervo do Museu Aeroespacial (MUSAL).
Em 1976, a FAB adquiriu dois aviões Boeing 737, batizados de VC-96, matrículas 2115 e 2116, para a substituição do antigo VC-92 (BAC-111), o primeiro jato do Grupo de Transporte Especial (GTE) e que estava em operação desde 1968 para o transporte presidencial. “A aeronave foi utilizada por 34 anos, transportou sete presidentes e permitiu que o Brasil se fizesse presente no exterior e nos quatro cantos do país”, afirma o Tenente Coronel Aviador Emilio Carlos Ambrogi, Comandante do GTE.
Da chegada desses aviões ao Brasil, em agosto de 1976, até a sua desativação, em 16 de abril do ano passado, os Boeing 737 da Força Aérea totalizaram mais de 50 mil horas de voo – o equivalente a mais de cinco anos ininterruptos de voo. Ao longo do período de operação, a aeronave passou por processos de modernização, como em 1989, quando teve a parte interna reconfigurada para um melhor cumprimento da missão.
Durante quase 10 anos, os VC-96 dividiram espaço nos hangares do GTE, em Brasília, e a honra de transportar presidentes com outra aeronave que já faz parte do acervo do MUSAL: o Vickers Viscount 789D (VC-90), que foi desativado na gestão do presidente João Figueiredo. O avião recebido pelo MUSAL, matrícula 2115, realizou mais de 20 mil pousos em missões de transporte presidencial.
Em 1980, o Boeing 737 da FAB realizou uma de suas missões mais lembradas: o VC-96 prefixo FAB 2116 percorreu 11 Estados transportando o Papa João Paulo II. Os dois VC-96 (Boeing 737) foram substituídos no ano passado por modernas aeronaves VC-2 EMBRAER 190.

Ficha Técnica do B737 FAB 2115:
Comprimento: 30,48 m
Envergadura: 28,35 m
Altura: 11,28 m
Velocidade Máxima: 747 km/h

Fonte: Agência Força Aérea

Visite: www.musal.aer.mil.br

domingo, 6 de novembro de 2011

Especial de Domingo

L-188C ELECTRA II
Um avião chamado Saudade

Graças ao sucesso obtido com o projeto, desenvolvimento e produção do turbohélice C-130 Hércules para a Força Aérea Americana, a Lockheed viu nessa forma de propulsão a escolha mais sensata para o projeto de aviões comercias que deveriam entrar em operação até o final da década de 50.
Dois modelos estavam em estudo, conhecidos com CL-303 e CL-310, sem contudo atrair maior interesse por parte das empresas aéreas.
Porém no início de 1955 a American Airlines divulgou os parâmetros básicos para uma nova aeronave de médio alcance, incialmente para o uso em rotas domésticas, e em junho de 1955 a Lockheed assegurou uma encomenda de 35 unidades do novo avião. Era o modelo L-188 Electra, um quadrimotor turbohélice de asa baixa, baseado no projeto do CL-310.
A encomenda da American foi logo ultrapassada em quantidade por outra de 40 unidades feita pela Eastern Air Lines. Dois anos se passaram até que o primeiro voo fosse realizado, em dezembro de 1957, e naquela ocasião a carteira de encomendas já havia subido para 144 unidades. A entrada do serviço aconteceu em 13 de janeiro de 1959 com a Eastern Airlines, seguida pela American Airlines apenas 11 dias depois.
Entretanto, todo o otimismo inicial que a Lockheed tinha em relação a um futuro promissor foi abalado com a entrada em operação dos primeiros jatos, que prometiam a realização dos mesmos voos em menor tempo. Mas pior do que isso, coube ao Electra o triste recorde ser a aeronave comercial que teve o acidente fatal no menor espaço de tempo desde o início dos serviços regulares: Dias após sua entrega, o primeiro Electra da American mergulhou no Rio Hudson segundos antes do pouso em La Guardia, New York. Atribui-se o acidente a um erro de leitura de altímetro.
Mas o pior estava por vir: dois misteriosos acidentes fatais o primeiro em um Electra da Braniff e o segundo envolvendo uma aeronave da Northwest. Os Electras, nos dois casos, despedaçaram-se em pleno voo. Meses de exaustivos estudos descobriram o raro fenômeno de oscilação das naceles dos motores externos, que entrando em ressonância com a asa, simplesmente arrancavam-na. Conhecido como "whirl-mode", essa infeliz característica do projeto condenou o Electra a papéis secundários, provocando o cancelamentos de encomendas. O defeito foi sanado e o novo avião, conhecido como Electra II, mostrou todas as suas qualidades. A Lockheed construiu apenas duas versões básicas do Electra, o L-188A, o modelo padrão na linha de produção (o mais vendido) e o L-188C, que entrou em operação na KLM em 1959, contando com uma capacidade maior de combustível e maiores pesos operacionais, refletidos em maior disponibilidade de payload. A KLM foi a única empresa européia a operar Electras novos de fábrica. Atualmente um pequeno número destes aviões permanecem em operação, praticamente a totalidade deles como cargueiros.
A partir de 1967 a própria Lockheed converteu 41 Electras para cargueiros ou combis, com o assoalho reforçado e uma porta de carga dianteira, e ao longo dos anos outras empresas também passaram a realizar a conversão. Mas foi aqui mesmo no Brasil que o Electra teve uma carreira fulgurante. A Real encomendara, antes de ser comprada pela Varig, 5 unidades, que a empresa gaúcha relutantemente teve que receber em 1962 da American Airlines, dona dos aviões.
Mal sabia Rubem Berta, presidente da Varig e então contrário à incorporação das aeronaves, a importância que o Electra teria para sua empresa e para a aviação comercial brasileira. Em sua longa e segura carreira no Brasil, o Electra foi, entre tantos feitos, a aeronave exclusiva entre 1975 e 1991 da mais importante rota doméstica brasileira: a Ponte Aérea Rio-São Paulo. Além dos quinze operados pela Varig, um Electra em versão executiva por alguns anos foi a aeronave particular do grupo Pignatari.
Finalmente aposentado em 7 de janeiro de 1992, o Electra construiu no Brasil uma das mais inesquecíveis carreiras de nossa aviação comercial. Seus últimos voos saíram cheios de pessoas que foram voar apenas para se despedir da máquina. Comandantes chorando em entrevistas de TV, mensagens de carinho por parte de usuários frequentes, enfim, um tipo inesquecível.



Lockheed L-188C Electra II
Comprimento (m): 31,81
Envergadura (m): 30,18
Altura (m): 10,01
Motores/Empuxo: 4x Allison 501-D13 (3750shp)
Peso max. decol (kg): 33.112
Vel. cruzeiro: 602km/h
MMO/VMO: 652km/h
Alcance (km): 3.450
Tripulação técnica: 3
Passageiros: 104
Primeiro voo: Dez/1957
Encomendados: 160
Entregues: 160

Fonte: FlogBr

sábado, 5 de novembro de 2011

Espaço

DCTA testa motor do VLS-1
O primeiro voo experimental do VLS-1 (Veículo Lançador de Satélites), desenvolvido pelo DCTA – Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, localizado em São José dos Campos, SP, ocorrerá até dezembro de 2012. No ano seguinte, pretende-se um lançamento para colocar um satélite de 115 Kg na órbita terrestre a 750 quilômetros de altitude..
Um teste de motor do VLS foi realizado com sucesso no último dia 03 de novembro de 2011, em uma área do IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço). O diretor do IAE, brigadeiro Francisco Carlos Melo Pantoja, disse que o VLS-1 está bem próximo do ideal. “É um ensaio que dura um minuto, mas é o minuto mais longo da nossa vida. Em princípio, os resultados foram excelentes, mas vamos analisar os dados.”

Visite: Instituto de Aeronáutica e Espaço

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Aeródromos

GALEÃO - RJAeroporto Internacional
ANTÔNIO CARLOS JOBIM
Galeão - Rio de Janeiro

ICAO: SBGL - IATA: GIG
Av. 20 de Janeiro s/nº
Ilha do Governador
Rio de Janeiro-RJ
CEP: 21.941-570
PABX: (21) 3398-5050
FAX: (21) 3393-2288
Distância do Centro: 20 km

Histórico:
A história do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, na Ilha do Governador, como base de antiga aviação naval, começa em 1924 com a instalação da escola de aviação. Fundada em 1916, a Escola de Aviação Naval teve suas primeiras instalações na Ilha das Enxadas, em 1924, posteriormente transferidas para local mais amplo na vizinha Ponta do Galeão.
Ali surgiram hangares, oficinas, quartéis, alojamentos de oficiais e praças, além da primeira Fábrica Nacional de Aviões, que produziu em série o primeiro modelo brasileiro, os Muniz 5, 7 e 9.
Ainda no Galeão, outras indústrias aeronáuticas produziam, sob contrato com entidades estrangeiras como a Foker holandesa e a Wulf alemã, aviões para aviação civil e militar. Também do Galeão saíram os primeiros Correios Aéreos Navais, em 1935.A partir de 1945, o Galeão passou a ser, oficialmente, Aeroporto Internacional, uma vez que os antigos Hidroaviões da Pan American e da Condor, além de outras companhias, foram pouco a pouco substituídos nas rotas internacionais por aviões maiores, dotados de rodas, que precisavam de pistas em terra para pouso e decolagem. Os antigos “hidros” Sirorskys ou Junkers J-52, entre outros, cederam lugar aos Douglas DC-3 e DC –4 e Constelations da Lockheed.
Desde os anos da Segunda Guerra Mundial, o Galeão foi além de movimentada base aérea da Força Aérea Brasileira(FAB), campo de pouso para aviões internacionais. Naquela época o acesso ao aeroporto fazia-se através de lancha, desde a conhecida "estação de hidros" até a ponte de desembarque do Galeão, de onde os passageiros seguiam até a aeronave em ônibus, pois não existia uma estação de passageiros.
A recepção continuou precária até 1950, quando o local para embarque e desembarque transferiu-se para o ouro lado da base, onde hoje funcionam escritórios de companhias cargueiras. Esse terminal, com diversas ampliações ao longo dos anos, foi substituído pelo atual Terminal Número 1, que agregou o que de mais atual havia na época de sua inauguração, em 20 de janeiro de 1977.
Como reflexo do impetuoso crescimento da aviação comercial do Brasil em 1992, com vistas a grande afluência prevista na ECO 92, foram reformadas todas as instalações do Terminal 1. Essa ampliação, que aumentou a capacidade desse terminal para sete milhões de passageiros ao ano, coincidiu com o início das obras do Terminal 2. Esse novo terminal, um dos mais modernos da América Latina, com capacidade de atender oito milhões de passageiros ao ano, foi inaugurado em 20 de julho de 1999, mais que duplicando a capacidade do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.
Atualmente, o Galeão passa por obras de reforma do Terminal 1 e conclusão do Terminal 2. Os investimentos estão sendo feitos para adequar o aeroporto à demanda projetada de passageiros. Com isso, ele estará capacitado também para atender o público dos eventos esportivos: a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Com a conclusão das obras, o aeroporto passará a ter capacidade para processar 26 milhões de passageiros por ano, o que significará uma melhoria na operacionalidade, e também um maior índice de conforto para os usuários.

Cronologia:
•1946 – Escolha do local para instalação do Aeroporto e Estação de Passageiros, para tráfego internacional. Operação da PANAIR na ponta do Galeão;
•1952 – Inaugurado o Aeroporto do Galeão em 01/02/1952 (Atual TPS 5);
•1967 – Criação da TASA (Telecomunicações Aeronáuticas S.A.) – operar e manter os sistemas da PANAIR;
•1967 – Portaria n.º 033/GM3 de 06/06/1967 cria a Comissão
•Coordenadora do Projeto do Aeroporto Internacional – CCPAI;
•1967/1968 – Hidroservice – Estudos de viabilidade técnico-econômica do Aeroporto Internacional do Principal do Brasil – AIP:
◦Rio de Janeiro;
◦São Paulo;
•1969 – Projeto do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro;
•1970 – Criação da ARSA – Lei n.º 5580 de 25/05/1970;
•1972 – Criação da INFRAERO – Holding – Lei n.º 5862 de 12/12/1972;
•1973 – Constituição da ARSA (Aeroportos do Rio de Janeiro S.A.) – Decreto-Lei n.º 7L820 de 07/02/1973;
•1977 – Inauguração do Terminal de Passageiros n.º 1 (TPS 1) em 20/01/1977;
•1977 – Entrada em operação do TPS 1 em 01/02/1977;
•1º voo doméstico: 01/02/1977 (Vasp);
•1º voo internacional: 20/04/1977 (British Caledonian);
•1979 – Entrada em operação da pista de pouso e decolagem 09/27 (atual 10/28);
•1987 – Incorporação da ARSA pela INFRAERO;
•1989 – Construção do Pátio de Aeronaves n.º 2;
•1990 – Início do Projeto do Terminal de Passageiros n.º 2;
•1991/1992 – Ampliação do TPS 1 e Infraestrutura para a ECO 92;
•1992 – Início das obras de construção do Terminal de Passageiros n.º 2 e novo Complexo do Terminal de Cargas Aéreas;
•1995 – Incorporação da TASA pela INFRAERO;
•1998 – Inauguração do novo complexo do Terminal de Cargas Aéreas em março;
•1998 – Teste Operacional do Terminal de Passageiros n.º 2 em 28/03/1998;
•1999 – Inauguração do Terminal de Passageiros n.º 2 em 20/07/1999;
•2008 – Inicio das obras de revitalização do TPS 1, em março.
•2008 – Finalizada obra de recuperação da pista 10/28, em junho.
•2008 – Inicio da conclusão da obra do TPS 2, em novembro.
•2010 – Abertura dos setores A, B e C, do TPS 1, reformados e modernizados, respectivamente, em janeiro, junho e julho.

Sítio Aeroportuário
Área: 17.881.696,63 m²

Pátio das Aeronaves
Área: 712.895 m²

Pista
Dimensões(m): 4.000 x 45 (10/28) e 3.180 x 47 (15/33)

Terminal de Passageiros
Área(m²): TPS-I: 147.834 e TPS-II: 132.847

Estacionamento
Capacidade: 2.742 vagas

Check-in
154 Balcões

Estacionamento de Aeronaves
35 posições

Fonte: INFRAERO

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Videoteca Ninja

OS ELEITOS
Onde o Futuro Começa

Após tomar posse em 1960, o presidente norte americano John Kennedy promete que no prazo de 10 anos o homem estará pisando na Lua. Sete astronautas são, então, escolhidos para participar do Programa Mercury, arriscado treinamento para este objetivo. Esses eleitos têm suas paixões, ambições e sonhos contadas com maestria pelo diretor Philip Kaufman, baseado no livro do escritor Tom Wolfe.

Ficha Técnica:
Título Original: The Right Stuff
Diretor: Philip Kaufman
Elenco: Charles Frank, Scott Glenn, Ed Harris, Lance Henriksen, Scott Paulin, Dennis Quaid, Sam Shepard, Fred Ward, Kim Stanley,Barbara Hershey, Veronica Cartwright, Pamela Reed
Produção: Robert Chartoff e Irwin Winkler
Roteiro: Philip Kaufman e William Goldman
Fotografia: Caleb Deschanel
Trilha Sonora: Bill Conti
Duração: 193 min.
Ano: 1983
País: EUA
Gênero: Drama

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Paraquedismo

FAB e EB lançam paraquedistas

Militares da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Exército Brasileiro (EB) participam, até o dia 3 de novembro de 2011, do Exercício Operacional Mandrake, na Base Aérea dos Afonsos, no Rio de Janeiro. Os objetivos da operação, iniciada no dia 30 de outubro, são treinar os pilotos para missões de lançamento e familiarizar os paraquedistas com os tipos diferentes de aeronaves.
A operação reúne seis Esquadrões de Transporte Aéreo da FAB (ETA), além do 25º Batalhão de Infantaria Paraquedista do EB. Nos lançamentos estão sendo utilizados seis aviões Bandeirante, especializados em transporte de pessoal e carga.
O Bandeirante serve para infiltrações em locais de pequeno porte, em que poucos militares podem fazer a tomada de uma área. Cerca de nove militares saltam da aeronave em cada decolagem.

Fonte: Agência Força Aérea

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Aeronaves

KC 390 voará em 2014
Está previsto para 2014 o voo inaugural do KC-390, novo avião de transporte que a EMBRAER desenvolve para a Força Aérea Brasileira e que já possui intenções de compra de outros cinco países. A aeronave vai cumprir missões de transporte e de reabastecimento em voo, entre outras.
Benefícios econômicos e incentivo às empresas nacionais estão no foco do projeto. "Uma das premissas fundamentais do projeto é que seja priorizada a indústria nacional", explica o Tenente Coronel Sergio Carneiro, gerente do projeto do KC-390.Paralelo ao incentivo às empresas brasileiras, o projeto do KC-390 também envolve indústrias estrangeiras, que vão fornecer equipamentos que ainda não são fabricados no Brasil, como turbinas e o radar. Nesses casos, serão assinados acordos de Off-Sets, compensações econômicas para o Brasil por meio de parcerias dos estrangeiros com empresas nacionais que são beneficiadas, por exemplo, com transferência de tecnologia.Desenvolvido para substituir o C-130 Hércules, aeronave de transporte militar atualmente utilizado em mais de 90 países, o KC-390 já possui 28 intenções de compra da Força Brasileira e também do Chile (6), Colômbia (12), Argentina (6), Portugal (6), República Tcheca (2).

Características
Com 35,20 metros de comprimento, 12,15m de altura, 35,05m de uma ponta da asa à outra e 81 toneladas de peso máximo, o KC-390 é a maior aeronave já projetada no Brasil e terá que aliar características como voar a até 850 Km/h, levar até 23 toneladas de carga e pousar em pistas curtas, como na região amazônica e até na Antártica. Entre as principais missões do jato estarão o transporte de cargas, lançamento de paraquedistas, reabastecimento em voo de aviões e helicópteros, busca e resgate, combate a incêndios florestais, lançamento de cargas em voo, transporte de tropa e evacuação de feridos.
O compartimento de carga poderá levar 80 soldados ou 64 paraquedistas ou ainda 7 pallets de carga. Em configuração para resgate de doentes ou feridos, poderão ser instaladas até 74 macas, além de espaço para uma equipe médica. O KC-390 também terá seus sistemas de controle de voo totalmente elétricos (fly-by-wire) e uma eletrônica embarcada de última geração, compatível com sistemas de visão noturna e com sistemas de autoproteção contra mísseis.

Fonte: Agência Força Aérea

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Polo de Vants

Empresários e pesquisadores apontam expansão do setor
São José dos Campos-SP será, nos próximos anos, um polo de desenvolvimento de Vants (Veículos Aéreos Não Tripulados).
A afirmação é de empresários e pesquisadores do setor, que citam São Carlos e o ABC Paulista como outros centros dessa tecnologia.
Atualmente, duas empresas instaladas no Parque Tecnológico de São José dos Campos atuam no desenvolvimento de sistemas para Vants: a Gyroflex e a Flight Technologies.
A tendência é que esse número aumente no futuro. “No Brasil, há 15 empresas e organizações que atuam no mercado de Vant. Somente em São José, são cinco projetos relacionados ao setor”, disse o gerente de programas da DCA-BR (Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica), Luiz Alberto Cocentino Munaretto.
Os Vants têm sido utilizados em missões do Exército Brasileiro como no monitoramento de fronteiras e em operações como a destruição de pistas clandestinas na Amazônia.
Outra utilidades do aparelho é no controle do desmatamento em áreas de proteção ambiental. “Esse setor nunca foi tão discutido e vai ser ainda mais no futuro”, afirmou o diretor técnico da DCA-BR, Pablo Pusterla.
A DCA-BR organizou, entre os dias 25 e 27 de outubro, no Núcleo do Parque Tecnológico, a Primeira Conferência Latino-Americana de Vants.
Especialistas de mais de 16 países estiveram reunidos para falar sobre novidades de tecnologias do setor.

Fonte: O Vale

domingo, 30 de outubro de 2011

Especial de Domingo

BALONISMO
Consideramos que o início do balonismo ocorreu em 1709, quando o brasileiro Bartolomeu de Gusmão, nascido em 1685, na Vila de Santos, em São Paulo, entrou para a história por ter promovido o primeiro voo da engenharia humana.
Alguns pesquisadores acreditam que uma bolha de sabão, elevando-se, após aproximar-se do ar quente, ao redor da chama de uma vela, foi o que ascendeu o intelecto do padre Bartolomeu de Gusmão para a diferença entre a densidade do ar. Um objeto mais leve que o ar poderia, então, voar. Em 1709, anunciou à corte que apresentaria uma “Máquina de Voar”. Em 19 de abril daquele ano, recebeu autorização do Rei D. João V para demonstrar seu invento perante a Casa Real.
Em 03 de agosto de 1709, em Portugal, foi realizada a primeira tentativa na Sala de Audiência do Palácio. No entanto, o pequeno balão de papel aquecido por uma chama incendiou-se antes ainda de alçar voo. Dois dias mais tarde, uma nova tentativa deu resultado: o balão subiu cerca de 20 palmos, para verdadeiro espanto dos presentes. Assustados com a possibilidade de um incêndio, os criados do Palácio se lançaram contra o engenho antes que este chegasse ao teto.Três dias mais tarde, exatamente no dia 08 de agosto de 1709, foi feita a terceira experiência, agora no pátio da Casa da Índia, perante D. João V e outros personagens. Desta vez, sucesso absoluto. O balão ergue-se lentamente, indo cair, uma vez esgotada sua chama, no terreiro. Havia sido construído o primeiro engenho mais leve que o ar.
Pela concepção e a realização do aerostato, Bartolomeu de Gusmão é considerado o Pai da Aerostação.
Somente 74 anos depois surge um novo balão de ar quente. A façanha foi dos irmãos franceses Montgolfier, que exibiram publicamente, em 5 de junho de 1783, um balão, feito de linho, com 32 m de circunferência e que foi enchido com fumaça de uma fogueira de palha seca. Elevou-se do chão cerca de 300 m, por 10 minutos, voando uma distância de aproximadamente 3 quilômetros.Foi neste ano que também ocorreu o primeiro voo tripulado e o lançamento do balão de gás hidrogênio, evoluindo para os balões dirigíveis.
No Brasil, uns estimam que o primeiro voo de balão tenha sido feito em 1867 por dois americanos, os irmãos Allen. Mas outras fontes registram que o primeiro voo data de 1885, quando Edouard Heilt subiu por alguns segundos no Saco dos Alferes, no Rio de Janeiro. Entretanto, alguns brasileiros se fascinaram com os balões e a possibilidade de voar, contribuindo para o desenvolvimento do balonismo, como Júlio César Ribeiro de Souza, que em 1881 requereu a patente de um balão dirigível (o “Victória”). Também tem Augusto Severo de Albuquerque Maranhão, que em 1893 começou a construir o balão “Bartholomeu de Gusmão” e o pilotou sobre o Realengo, no Rio de Janeiro, em 1894. Em 1902, ele chegou a 400 metros de altura com seu balão dirigível Pax. E não podemos esquecer Alberto Santos Dumont, que se inspirou no balonismo e desenvolveu uma série de dirigíveis que originaram o avião.

A primeira competição
Taça Gordon Bennett-1906

Com mais pessoas se interessando em voar e desenvolvendo projetos, o instinto competidor do ser humano logo se manifestou. Assim, a primeira “corrida” aérea ocorreu em 30 de setembro de 1906, em Paris. A competição de balões de hidrogênio, denominada de “Gordon Bennett”, atraiu a participação de competidores de diversos países. Como não podia deixar de ser, entre eles nosso mais renomado inventor: Santos Dumont.
Apartir de 1960 , quando aperfeiçoamentos técnicos afastaram o risco de incêndio, retornou-se ao uso do ar quente nos balões, por isso, voar neles tornou-se um passeio divertido e seguro. Somente com essa modernização é que o balonismo deslanchou como um esporte, sendo que o primeiro campeonato ocorreu em 1963 e o primeiro campeonato mundial em 1973.

O ressurgimento no céu brasileiro
No Brasil, o renascimento do balonismo ocorreu com Victorio Truffi, que com a ajuda do amigo Bob Rechs, construiu um balão e voou em Araraquara (SP), em outubro de 1970. Este foi o primeiro voo na América do Sul de um balão de ar quente moderno. Os materiais foram evoluindo e as construções também, até que em 1973 começaram a aparecer os primeiros seguidores. A partir daí Truffi não estava mais sozinho; já havia um grupo formado que se reunia em todos os sábados e feriados para os voos que passaram a ser triviais aos finais de semana. Em 1975, eles fundaram o “Clube Paulista de Balonismo” e o registraram no então Departamento de Aviação Civil. Foi o próprio Truffi que formou os 20 primeiros pilotos brasileiros. Ele parou de voar em 1985 e passou a ensinar pilotagem em Cotia (SP). Em julho de 1987, em Casa Branca (SP), foi realizado o 1° Encontro Brasileiro de Balonismo e em 19 de dezembro do mesmo ano foi fundada a Associação Brasileira de Balonismo.
Mas o primeiro festival realizado no Brasil foi na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, em 1979, organizado pela Airshow, o mesmo organizador do Festival Internacional de Torres . O segundo só veio ocorrer oito anos depois, em 1987, em Itaguaí, também Rio de Janeiro. Em seguida, nos anos de 89 e 90, realizaram-se diversos outros eventos, sendo que o maior e o mais tradicional é o Festival Internacional de Balonismo de Torres (RS), que ocorre entre os meses de abril e maio. Por isso, Torres ostenta o título de Capital Brasileira do Balonismo.
Somente com a criação de Associação Brasileira de Balonismo (ABB), o esporte ganhou caráter de competição. Desde então, já foram disputados vários Campeonatos Brasileiros e deles saem os representantes para o Campeonato Mundial, que acontece a cada dois anos, sempre em país diferente.
Atualmente, existem no mundo cerca de 15.000 balões. Onze mil estão nos Estados Unidos da América, 1.200 na França, 1500 na Inglaterra e o restante espalhado pelo mundo. O Brasil tem cerca de 76 pilotos com aproximadamente 110 balões .

Visite: Federação Paulista de Balonismo, Confederação Brasileira de Balonismo, Blog Balonismo, Baloar.com.

Pesquise: Blog do Ninja em 24/7/10 e 7/8/11.

sábado, 29 de outubro de 2011

Meteorologia

A FORMAÇÃO DO SARGENTO ESPECIALISTA EM METEOROLOGIA
O sargento especialista em Meteorologia da Força Aérea Brasileira é formado na Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), carinhosamente conhecida como “Berço dos Especialistas”, situada, desde 1950, na cidade de Guaratinguetá-SP.
A EEAR é uma Organização do Comando da Aeronáutica, diretamente subordinada ao Departamento de Ensino da Aeronáutica (DEPENS), cuja missão é formar e aperfeiçoar graduados da FAB.
Atualmente, a formação do terceiro-sargento ocorre por meio do Curso de Formação de Sargentos (CFS), com duração de dois anos, para militares e civis com o nível médio completo, e do Estágio de Adaptação à Graduação de Sargento (EAGS), com duração de seis meses, para militares e civis com o curso técnico em determinadas áreas de aplicação no Comando da Aeronáutica. O ingresso nestas duas modalidades se faz por meio de concurso público em âmbito nacional.
O Curso de Formação de Sargentos possui vinte e uma especialidades, dentre elas a especialidade Meteorologia (BMT).
O aluno meteorologista cumpre uma rotina semanal de instruções e atividades técnicas e militares durante os dois anos de curso, dentro de três campos de ensino: o Campo Geral, com 169 tempos de aula, o Campo Militar, com 711 tempos de aula e o Campo Técnico-Especializado, com 1405 tempos de aula, com o complemento de atividades administrativas e flexibilidades, totalizando uma carga horária com 2432 tempos de aula.
No Campo Técnico-Especializado, além das disciplinas carro-chefe do curso, que são: Meteorologia Geral, Observação à Superfície, Observação do Ar Superior e Centros Meteorológicos, outras disciplinas fazem parte do curso como Física da Atmosfera, Serviço do Controle do Espaço Aéreo, Divulgação de Informações Meteorológicas, Inglês Técnico de Meteorologia, Estatística e Climatologia e Análise e Interpretação de Recursos Meteorológicos.
Nas 3ª e 4ª séries são ministradas disciplinas com aplicação prática, visando submeter o aluno ao maior número de práticas possíveis, a fim de proporcionar-lhe proficiência na atividade e condições de pronta atuação na profissão após a formação. Essas disciplinas são denominadas Operação de Estação Meteorológica de Superfície I e II, Operação de Estação Meteorológica de Altitude I e II, Centro Meteorológico Militar, Centro Meteorológico de Aeródromo, Centro Meteorológico de Vigilância e Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica, com as quatro últimas disciplinas práticas visando às peculiaridades operacionais das quatro categorias de centros meteorológicos existentes.
Dentro da 4ª série, ocorre o Estágio Técnico Supervisionado, onde os alunos têm a oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos, passando, aproximadamente, um mês numa localidade operacional. Este estágio ocorre no Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA) do Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA I), localizado no Distrito Federal-BR.
Tal exigência do Estágio Técnico Supervisionado ocorreu com a reestruturação do curso, agora na categoria técnica, com o reconhecimento do Curso Técnico em Meteorologia, aprovado pela Portaria DEPENS nº 117/DE-1, de 06 de maio de 2005, publicada no Boletim do Comando da Aeronáutica nº 084, de 09 de maio de 2005.
Não podendo deixar de ser citado, desde 2005, o pavilhão de Meteorologia, local das instruções técnicas dos alunos de BMT, se encontra totalmente modernizado, tanto nas instalações físicas, como em equipamentos, graças ao apoio da descentralização de recursos do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), que, entre outros benefícios para o ensino, instalou uma Estação Meteorológica de Superfície (categoria automática), onde o aluno tem a possibilidade de praticar os conhecimentos convencionais e interagir com o que há de mais moderno na atividade.
Finalizando, com a dedicação e o empenho dos instrutores e professores do Curso de Meteorologia e com a parceira ocorrida nos últimos anos com a Divisão de Meteorologia do DECEA, na troca de sugestões para a melhoria do currículo do curso e do material didático, com o intuito de acompanhar a tecnologia na busca da melhor formação do sargento, temos a certeza de estar entregando para a Força Aérea Brasileira uma jóia lapidada, “o Terceiro-Sargento Especialista em Meteorologia”.

Texto: Ronaldo de Souza Brandão – Cap Esp Met

Fonte: REDEMET

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Datas Especiais

28 de Outubro
DIA DA ENGENHARIA DA AERONÁUTICA


FAB - ORDEM DO DIA:
O início do Século 20 foi marcado pelo advento de um dos mais fabulosos engenhos da humanidade: o 14-Bis. Nas asas daquela débil e incipiente máquina, Alberto Santos-Dumont assinalou o rudimentar início do sonho humano de voar.

Aquele engenho primário evoluiu rapidamente, alcançando a era dos jatos e dos ônibus espaciais, elevando o domínio do homem ao espaço cósmico.

Nesse extraordinário desenvolvimento, a Engenharia teve contínua participação, contribuindo em todas as etapas dessa surpreendente e arrojada odisseia do homem no espaço.

Não foi diferente com a Aeronáutica que, criada em 1941, ainda em seus primórdios vislumbrou a importância da Engenharia e concebeu uma Diretoria de Engenharia, com a missão de prover toda a infraestrutura de apoio ao voo, incluindo pistas de pouso, quartéis e aeroportos.

No limiar de completar 70 anos, a Engenharia da Aeronáutica tem estado presente, contribuindo sobremaneira para a evolução e o aperfeiçoamento daquela primitiva máquina de voar, participando de uma complexa estrutura de apoio, em diversos segmentos da Força Aérea.

Na sua viçosa trajetória, a Engenharia vem incorporando as virtudes da criatividade, da visão de futuro, da perseverança, da segurança e da qualidade de vida, as quais se destacam entre as mais nobres e desejáveis de um ofício e, quando devidamente incentivadas, impulsionam o desenvolvimento autônomo e harmônico do potencial de uma nação.

Sim! A Engenharia da Aeronáutica alcançou excelentes qualidades, permitindo-nos afirmar com singular regozijo que, no seio da Força Aérea:

Engenharia é Criatividade

Nossos engenheiros demonstram todo o seu potencial criativo no incansável trabalho dos Parques de Material Aeronáutico, ao desenvolverem técnicas e produtos que otimizam o desempenho e reduzem custos de manutenção da frota de aeronaves.

Caminhamos, com reconhecimento internacional, na via da inovação tecnológica, com mentes brilhantes que se dedicam para assegurar nossa independência na fabricação de artefatos sensíveis à segurança da nação.

Engenharia é Visão de Futuro

Expoente maior da Engenharia da Aeronáutica, o visionário Marechal do Ar Casimiro Montenegro Filho, ao idealizar e criar o ITA e o CTA, deixou-nos um legado que fomenta a busca insaciável pela excelência do conhecimento, o ideal que surge a partir da pesquisa comprometida com os mais nobres anseios de profissionalismo e competência.

Engenharia é Perseverança

Nas palavras do célebre inventor Thomas Edison: “Os três grandes fundamentos para se conseguir qualquer coisa são, primeiro, trabalho árduo; segundo, perseverança; terceiro, senso comum”. Mesmo nos cenários mais restritivos, a Engenharia da Aeronáutica se mantém firme e constante, perseverante em seu papel de assessoria técnica ao Alto-Comando da Aeronáutica.

Engenharia é Segurança

No estabelecimento do hoje respeitável Sistema de Segurança e Defesa do Espaço Aéreo Brasileiro, a Engenharia se destaca por sua confiabilidade e presteza, não só na manutenção da complexa rede de radares que vigiam os nossos céus, contribuindo para a segurança das operações aéreas, como também na modernização e ampliação dos serviços de prevenção e combate a incêndio nos diversos aeródromos do nosso vasto território.

Engenharia é Qualidade de Vida

O SISTEMA DE ENGENHARIA, cônscio da importância que o Comando da Aeronáutica atribui ao apoio e valorização do homem (a peça mais valiosa e importante da engrenagem que movimenta a nossa Força), tem se esmerado em prover os meios necessários para o bem-estar de nossa equipagem, dentro e fora do teatro de operações.

Esforçamo-nos, diariamente, para concluir com esmero os mais complexos projetos de construção, reforma e manutenção de obras de infraestrutura, de instalações e de edificações de hospitais, de moradias, de hangares, de pistas de pouso e decolagem e de centros de treinamento e aperfeiçoamento nas diversas Organizações da Aeronáutica.

Engenheiros da Aeronáutica, recebamos neste Dia da Engenharia, com júbilo, humildade e consciência do dever cumprido, a justa homenagem da Força Aérea e de nossos parceiros e colaboradores que compartilham do nosso labor e nos permitem cumprir, com orgulho e entusiasmo, a nobre missão da Aeronáutica, qual seja assegurar a soberania do espaço aéreo da nossa Nação.

Parabéns, engenheiros da Força Aérea Brasileira!

Que Deus nos abençoe, hoje e sempre!

Fonte: Agência Força Aérea

Pesquise: Blog do Ninja em 28/10/10

Tráfego Aéreo

Feira mostra inovações para controle de tráfego aéreo
A Força Aérea Brasileira (FAB) participa, até 29 de outubro de 2011, da VI Feira Internacional da Amazônia (FIAM) com a exposição de sistemas de gerenciamento e de controle do tráfego aéreo no Centro de Convenções, em Manaus (AM). O principal objetivo é levar ao público informações sobre o sistema utilizado atualmente e sobre o novo software nacional (SAGITARIO) que será implantado até junho de 2012 no Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV).O Major Brigadeiro do Ar Nilson Soilet Carminati, Comandante do Sétimo Comando Aéreo Regional, representou o Comando da Aeronáutica na cerimônia de abertura da FIAM e destacou a importância da participação da FAB em eventos como este. Para ele, é uma oportunidade de apresentar as ações de integração e de defesa nacional desenvolvidas pela instituição na região.NOVIDADE - O Comandante do CINDACTA IV, Brigadeiro do Ar José Alves Candez Neto, explicou que durante esta semana foi iniciado o treinamento dos controladores de tráfego aéreo com o Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatório de Interesse Operacional, o Sistema SAGITARIO. “Até junho de 2012 o Sagitário estará funcionando por completo. A implantação é feita em duas fases: primeiro é montado um centro de controle de voo com os dois sistemas, o novo e o antigo, sendo feita uma operação paralela. Depois disso passa a operar apenas com o SAGITARIO”, afirmou. A sexta edição da Feira Internacional da Amazônia está dividida em: Pavilhão Amazônia com produtos de micro e pequenas empresas regionais e Pavilhão Central com produtos e serviços do Pólo Industrial de Manaus (PIM). Ao todo são 400 expositores. O Pavilhão Central será aberto ao público nos dias 28 e 29 de outubro, das 15h às 22h.

Fonte: Agência Força Aérea

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Aeromodelismo

3º Encontro do Clube Delta
O Clube Delta de Aeromodelismo da cidade de Rio Claro-SP, convida para o 3º Encontro de Aeromodelismo, a ser realizado nos dias 26 e 27 de novembro de 2011.
A pista situa-se em Ipeúna-SP, dentro de um hotel pousada, onde toda a família poderá desfrutar das instalações, como piscinas com toboáguas, quadras de jogos e hospedagem. O melhor de tudo, é participar de um encontro nacional de aeromodelismo em um excelente ambiente familiar e muito agradável.
A pousada conta com fogão a lenha e comida tipíca caipira, com variedade de pratos quentes, saladas e sobremesas.O restaurante é considerado o melhor da região.
No sábado, dia 26, será feito um jantar de confraternização, com valor da adesão individual de R$30,00, que pode ser pago antecipadamente, junto com a inscrição, ou no dia do evento.
Convide seus amigos e prestigie!

Mais informações e inscrições no site:
www.clubedeltadeaeromodelismo.com.br

Site do Hotel Pousada:
www.hotelpousadacountry.com.br
Entre e garantá já a sua reserva.

Contatos :
Fones:
Abdiel(Bidizinho): (19) 9867 5400
Wanderley: (19) 8123 4890 NEXTEL: 120* 21579
Sérgio(LEM): (19) 9607 8378 NEXTEL: 90* 21423
Hotel Pousada Country:(19) 3576 1352
e-mail:
abdiel.aero@live.com

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Recreio

FAB lança edição histórica da "Turma do Fabinho"
Como parte das comemorações da Semana da Asa em 2011, a Força Aérea Brasileira (FAB) lançou duas edições da revista em quadrinhos “Turma do Fabinho”. A edição histórica, intitulada "Uma viagem no Tempo", em comemoração aos 70 anos da Força Aérea, conta de forma lúdica como se iniciou a saga da Aeronáutica no país desde os seus primórdios até os dias atuais. O personagem Vovô Alberto, inventor do avião, leva Fabinho e sua turma a fazerem uma viagem pelo tempo. A publicação traz também várias atrações como jogos, caça-palavras e desenhos para colorir.Na edição especial, com o título de "Escola de Heróis", Fabinho, o personagem central, juntamente com seus amigos e Vovô Alberto, embarcam em uma aventura emocionante por todas as escolas da FAB e descobrem como são formados nossos heróis.
A publicação apresenta ao público as várias carreiras disponibilizadas pela Aeronáutica.
Produzida pelo Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER), a revista Turma do Fabinho é dirigida ao público infantil e as edições poderão ser acessadas no portal da FAB.

Visite: www.fab.mil.br

terça-feira, 25 de outubro de 2011

ITA

Nomeado novo reitor do ITA

Foi publicada no Diário Oficial da União 203, de 21/10/2011, a nomeação do professor doutor Carlos Américo Pacheco como novo reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). A transmissão de cargo está prevista para o mês de novembro de 2011.
Carlos Américo Pacheco possui graduação em engenharia eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (1979), mestrado (1988) e doutorado (1996) em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pós-doutorado pela Columbia University (2005). Atualmente, é professor doutor da Universidade Estadual de Campinas, membro do conselho do Instituto Fernando Henrique Cardoso, membro do conselho de orientação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, membro do Conselho de Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, membro do conselho técnico científico do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e membro do conselho do Instituto de Pesquisas Eldorado. Tem experiência na área de economia urbano-regional e economia industrial e tecnológica.
Em sua apresentação durante o processo de seleção, Pacheco destacou que os desafios do ensino de graduação são expandir mantendo a qualidade, seguir atraindo os melhores talentos, realizar uma permanente atualização dos currículos, estimulando a troca de experiência com boas universidades e a assegurar um número crescente de intercâmbios acadêmicos e /ou estágios em instituições de pesquisa e empresas com atividades relevantes nas áreas focais do ITA.

Fonte: ITA

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Biblioteca Ninja

OZIRES SILVA
Um Líder da Inovação

O livro conta a história do menino de Bauru que sonhava fabricar aviões e que mais tarde viria a ser um dos pioneiros da moderna indústria aeronáutica brasileira. O autor mostra a vida de Ozires desde os tempos de Bauru, onde nasceu e também surgiu o seu sonho de construir aviões, o período na Aeronáutica, no ITA, no projeto do avião Bandeirante, a criação da Embraer, viagens, a passagem por empresas como Petrobras e Varig e a missão de privatizar a Embraer.
O lançamento será amanhã, terça-feira, 25 de outubro de 2011, às 20 horas, na APVE (Associação dos Pioneiros e Veteranos da Embraer), em São José dos Campos, SP.
A ideia da biografia surgiu da iniciativa de colegas da turma de Ozires no ITA, que incentivaram o autor do livro e amigo Décio Fischetti a sair a campo em busca de dados e novidades sobre a vida do engenheiro, aviador e oficial da Força Aérea Brasileira.
Ozires declarou esperar que a sua biografia transmita aos leitores quatro mensagens que considera muito importante para quem quer crescer e vencer na vida.
A primeira: Vale a pena sonhar e a satisfação de tornar o sonho uma realidade. “Vale a pena. Todo mundo precisa tentar tornar o sonho realidade”.
A segunda: A educação como transformadora das pessoas e do mundo. “A formação pessoal é muito importante”.
A terceira: Acreditar, lutar, suar a camisa para realizar projetos, porque nada acontece por acaso.
A quarta: É preciso pensar no futuro, planejar para que seja diferente do presente.

Título: Ozires Silva-Um Líder da Inovação
Biografia do criador da Embraer

Autor: Décio Fischetti

Editora: Bizz Editoral

Páginas: 278, em um total de 25 capítulos

Preço: R$ 65, nas livrarias

Tiragem: Inicial de 5.000 exemplares

Trecho da biografia de Ozires Silva, sobre a privatização da Embraer:
(...) “Em São José dos Campos, o clima era de tensão constante. O sindicato barulhento na porta da fábrica com caminhão. Políticos e outros, pedindo audiência, organizando piquetes, comícios. Até que um dia, Ozires avisou a diretoria que queria se reunir com os empregados. E eles disseram que ele iria apanhar. O diretor de Relações Industriais, Antonio Garcia, queria colocar guardas para a segurança. “Negativo!”, disse Ozires. “Se tiver que levar porrada, eu levo. Tenho de enfrentar o pessoal. Fui, e reuni todos os funcionários no pátio e expliquei para eles o meu pensamento a respeito da privatização. Com toda a honestidade.” (...)

Pesquise: Blog do Ninja em 18/07/10

domingo, 23 de outubro de 2011

Especial de Domingo

23 de outubro:
Dia do Aviador
Dia da Força Aérea Brasileira

No 23 de outubro comemora-se o Dia do Aviador. Nesta data, no ano de 1906, Alberto Santos Dumont, grande inventor brasileiro e uma das mais valiosas figuras históricas, levantou voo com o seu "14 Bis".Foi o primeiro voo de um aparelho mais pesado que o ar. Com seus próprios meios, sem ajuda externa, decolou e voou no campo de Bagatelle, nas imediações de Paris, França. O fato histórico foi testemunhado por muitas pessoas e registrado pela imprensa. Era o princípio da aviação, o meio mais rápido e arrojado de locomoção conseguido pelo homem.
Em 1905, Dumont declarava: “Haverá hoje, talvez, quem ridicularize minhas previsões sobre o futuro dos aeroplanos. Quem viver, porém, verá...”Neste 23 de outubro de 2011, sugerimos aos integrantes e amigos do Núcleo Infantojuvenil de Aviação-NINJA que naveguem pelo blog, estudando mais sobre este admirável brasileiro.
Parabéns aviadores!
Parabéns FAB!
Bom domingo!


Pesquise: Blog do Ninja em 23/10/10, 3/7/11, 10/7/11, 17/7/11, 24/7/11, 31/7/11.

Visite: www.fab.mil.br, Santos Dumont Vida, Santos Dumont de Próprio Punho, Cabangu.