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Voar é um desejo que começa em criança!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Meteorologia

PRESSÃO ATMOSFÉRICA
Quanto mais fundo um homem mergulhar, maior será a pressão agindo sobre seu corpo, devido o peso da água. Uma vez que o ar também tem peso, quanto maior a profundidade da superfície externa da atmosfera, maior a pressão. Se uma coluna de ar de uma polegada quadrada, estendendo-se do nível do mar ao "topo" da atmosfera pudesse ser pesada, poderia ser encontrado o peso de cerca de 14,7 libras. Dessa forma, a pressão atmosférica ao nível do mar é de 14,7 libras por polegada quadrada. Contudo, libra por polegada quadrada é uma unidade grosseira para a medição de uma substância tão leve quanto o ar. Por isso, a pressão atmosférica é geralmente medida em termos de polegada de mercúrio. Mas também, como no caso da aviação, a unidade de medida de pressão pode ser informada em hectopascal (hPa).
Um dos dispositivos para medição da pressão atmosférica é formado por um tubo de vidro com 36 polegadas de comprimento, aberto em uma das extremidades e fechado na outra, é cheio com mercúrio; a extremidade aberta é selada temporariamente e, então, mergulhada em um recipiente parcialmente cheio de mercúrio, onde, logo após, a extremidade é aberta. Isso permite que o mercúrio do tubo desça, deixando um vácuo no topo do tubo. Parte do mercúrio flui para o recipiente, enquanto outra parte permanece no tubo. O peso da pressão atmosférica sobre o mercúrio no recipiente aberto, contrabalança o peso do mercúrio no tubo, o qual não tem a pressão atmosférica agindo sobre ele devido ao vácuo no topo do tubo. Na medida em que a pressão do ar ao redor aumenta ou diminui, a coluna de mercúrio corresponde descendo ou subindo. Ao nível do mar a altura do mercúrio no tubo mede aproximadamente 29,92 polegadas, embora varie suavemente com as condições atmosféricas.
Uma consideração importante é a de que a pressão atmosférica varia com a altitude. Quanto mais alto um objeto estiver em relação ao nível do mar, menor será a pressão. Diversas condições atmosféricas têm uma relação definida com o voo, como os efeitos da temperatura, da altitude e da densidade do ar sobre o desempenho de uma aeronave.

Fonte: www.mercadodaaviacao.com.br

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Videoteca Ninja

A Montanha
Está sendo preparada a produção do filme “A Montanha”, com a direção de Vicente Ferraz. A peça mostra a ação de quatro pracinhas em Monte Castello, na Itália, durante a II Guerra Mundial, na qual lutaram contra o nazismo de Hitler. Pracinhas, assim são chamados carinhosamente os soldados brasileiros que lutaram naquela guerra, integrando a FEB- Força Expedicionária Brasileira, deslocada para a Europa em 1943. Além dos combatentes de Infantaria, o Brasil enviou à Europa o Primeiro Grupo de Aviação de Caça, patrulhou o Atlântico com navios da Marinha e aviões da Força Aérea Brasileira e forneceu matéria-prima, por exemplo borracha. O Brasil foi o único país da América Latina a enviar tropas à Europa durante o conflito. Aproximadamente 25.324 soldados de várias partes do País combateram pela FEB na Itália. Destes heróis, 2.762 foram feridos e 465 tombaram no conflito que mudou os rumos da História do século XX.
Na narrativa do filme, depois de um ataque, os protagonistas sofrem pânico e acabam se perdendo do grupo. Quando percebem, eles estão perdidos entre as linhas alemãs e aliadas. Sem saber se devem voltar para a posição da noite anterior ou para a linha da FEB, sob o risco de serem acusados de deserção, eles acabam por vagar a esmo enfrentando frio, neve, até que encontram uma aldeia abandonada onde passam a noite. No dia seguinte, um correspondente de guerra se junta ao grupo. É ele quem, sem querer, acaba dando aos pracinhas a ideia perfeita para "serem perdoados" do crime de deserção: cumprir uma tarefa até então considerada impossível, que é a de desarmar o campo minado mais temido da Itália. No caminho, o grupo acaba encontrando outros "desertores": um partigiano - como eram chamados os heróis da Resistência italiana - e um oficial alemão cansado.

Treinamento para os atores
Na última quinzena de dezembro de 2010, cinco atores participaram de um treinamento de três dias com apoio de militares da 12ª. Companhia de Engenharia de Combate Aeromóvel, em Pindamonhangaba, estado de São Paulo. Os atores Daniel de Oliveira, Júlio Andrade, Togun, Francisco Gaspar e Ivo Canelas viveram experiências para sentir aspectos da ação dos soldados da poderosa FEB (Força Expedicionária Brasileira) durante a guerra, como sobreviver em condições precárias, resistir à fadiga e à fome, caminhar em um campo minado.
O treinamento fez parte da preparação para rodar, a partir de fevereiro de 2011, o longa-metragem em montes nevados do nordeste italiano, na região de Friuli-Venezia Giulia, em cenário que reproduz as condições enfrentadas pelos brasileiros quando combateram na Europa. Vicente Ferraz dirige seu primeiro longa de ficção brasileiro. Antes, filmou o documentário Soy Cuba - O Mamute Siberiano e rodou também O Último Comandante, filmado na Costa Rica. As filmagens de “A Montanha”, em fevereiro e março de 2011, devem durar seis semanas. Ao grupo de brasileiros, se juntarão o italiano Sergio Rubini e o alemão Richard Sammel, de Bastardos Inglórios.

Foto:Joana Mariani/Divulgação

Pesquise: Blog do NINJA Núcleo Infantojuvenil de Aviação dos dias 6/6/10, 12/6/10, 28/9/10 , 05/10/10 e 14/11/10.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Carreiras na Aviação

Escola Preparatória de Cadetes-do-Ar forma 155 alunosA Escola Preparatória de Cadetes-do-Ar (EPCAR) formou, no dia 17 de dezembro, de 2010, 155 alunos do Esquadrão “Antares”. A comemoração teve início com o sobrevoo de caças F-5 que, com a banda de música, realizaram a Alvorada Festiva. Em seguida, houve o descerramento da placa alusiva ao Esquadrão Antares.
Os formandos desfilaram no pátio de formatura, e participaram das atividades de passagem do Estandarte da EPCAR; canto da Canção da EPCAR; entrega dos prêmios INCAER de Cultura Aeronáutica e EPCAR; homenagem mérito militar; e homenagem ao aluno com melhor desempenho no Teste de Avaliação do Condicionamento Físico.Na sequência, foi lida a Ordem do Dia do Comandante da EPCAR, que ressaltava o “sabor da vitória dos formandos” e o orgulho da EPCAR de participar da formação dos jovens. Familiares, amigas e amigos dos formandos participaram da entrega dos distintivos aos formandos do Esquadrão Antares. O tradicional fora de forma - com o arremesso dos quepes para o alto - encerrou a solenidade.

Pesquise: Blog do NINJA - Núcleo Infantojuvenil de Aviação dos dias 25/05/10 e 14/06/10

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Sharklets

Airbus lança novo dispositivo para a familia A320
A Airbus lançou um novo equipamento de extensão de ponta de asa, especialmente concebido para aumentar a relação carga/autonomia de voo da Família A320. Oferecidos com opções de ajuste, espera-se que os dispositivos batizados de Sharklets resultem na redução do consumo de combustível em pelo menos 3,5% em voos de longa distância, correspondendo a uma redução anual de cerca de 700 toneladas de CO2 por aeronave. Os aviões A320 entregues no final de 2012 serão os primeiros a serem equipadas com o novo dispositivo, seguidos por outros modelos da Família A320 a partir de 2013. A Air New Zealand é a primeira cliente a encomendar os Sharklets, que serão específicos para a sua futura frota de A320. Esta evolução tem sido parte de um programa maior de melhoria contínua dessa família de jatos, que é apoiada por um investimento superior a 100 milhões de euros por ano.

Enviado por Tiago Rizzi

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Patrulha Marítima

FAB prepara-se para operar o P-3 Orion
Militares do Primeiro Esquadrão do Sétimo Grupo de Aviação (1º/7º GAV- Esquadrão Orungan) da Força Aérea Brasileira puderam guarnecer e decolar na aeronave P-3 AM FAB 7201 – aeronave modernizada, destinada ao treinamento - dando início às atividades práticas de voo, nas instalações da empresa Airbus Military, em Getafe, na Espanha. Esta fase da instrução sucede as práticas de solo, que ocorreram entre os dia 15 e 19 de novembro, as quais visaram à adaptação aos novos sistemas que integram a nova aviônica de cabine. As aeronaves serão utilizadas para patrulhar o mar territorial brasileiro. O treinamento se estendeu até 22 de dezembro e contemplou manobras na área de instrução e no circuito de tráfego, de forma a permitir total adaptação dos integrantes do 1º/7º GAV à nova aeronave, que se incorporará ao acervo da Força Aérea Brasileira a partir de 2011. Brevemente a primeira aeronave operacional FAB 7203 e a aeronave de treinamento serão trasladadas para o Brasil, permitindo ao Esquadrão Orungan, sediado na Base Aérea de Salvador, e à Aviação de Patrulha operarem com sensores de grande tecnologia aeroembarcada.
O P-3 Orion é a versão militar do famoso avião comercial turboélice quadrimotor Lockheed Electra II, que foi largamente empregado na ponte aérea São Paulo – Rio pela Varig. Foi concebido como aeronave especializada em guerra anti-submarina e patrulhamento marítimo baseada em terra. Posteriormente, tornou-se um sucesso de vendas internacionais e foi adquirido por diversos países membros da OTAN e outras nações diversas. Atualmente, 17 nações utilizam versões diferentes do P-3.

Fonte: Esquadrão Orungan

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Conhecimentos Técnicos

Trilho eletromagnético lança avião a 100 Km/h
A NASA tem planos de lançar naves espaciais usando força eletromagnética. A Marinha dos Estados Unidos também pretende usar essa tecnologia para lançar jatos de caça partindo de porta-aviões. E testou com sucesso o lançamento de um F/A-18E Super Hornet.
O Sistema de Lançamento Eletromagnético de Aeronaves (EMALS, em inglês) pode mover um avião de 45 mil quilos a mais de 100 quilômetros por hora, numa pista com 90 metros de espaço. De acordo com a Marinha, o EMALS não é só um método menor e mais eficiente de lançamento de aviões se comparado às turbinas de vapor, ele também economiza 30% de energia no processo. A Marinha diz que, no futuro, utilizará o sistema para lançar todas as aeronaves, incluindo caças de ataque e aviões de vigílância.

Enviado por Juvenal Silva

domingo, 2 de janeiro de 2011

Especial de Domingo

O CORREIO AÉREO NACIONAL

Os primeiros tempos
O serviço do então Correio Aéreo Militar entrou em operação no dia 12 de junho de 1931, quando os tenentes do Exército, Casimiro Montenegro Filho e Nelson Freire Lavenère-Wanderley, a bordo do monomotor biplano Curtiss Fledgling matrícula K263 (apelidado carinhosamente de "Frankenstein"), transportaram uma mala postal com duas cartas, do Rio de Janeiro para São Paulo, e de lá retornando, com correspondência, no dia 15 de junho.Esse voo inaugural durou cinco horas e vinte minutos, seguindo a rota direta que ultrapassava as montanhas do litoral. O retorno demorou apenas três horas e meia, seguindo a rota do vale do rio Paraíba até à altura da cidade de Resende e daí infletindo para o Rio. Esta última se tornaria a rota oficial para as aeronaves do CAN entre as duas cidades daí em diante, três vezes por semana, até à entrada em operação, posteriormente, de aviões bimotores.Na época o então Major Lysias Augusto Rodrigues foi designado para estudar as possibilidades de ampliar os voos do CAN pelo interior, pois havia a manifesta intenção de estender a rota Rio-São Paulo até o Estado de Goiás.O objetivo dessa árdua jornada era reconhecer o território e implantar campos de pouso, de modo a viabilizar a navegação aérea e criar as condições imprescindíveis que facultassem a execução de voos dos grandes centros do Brasil para a Amazônia e que permitissem, também, uma nova e econômica rota para os voos realizados entre os Estados Unidos e o Cone Sul do Continente. Àquela época, as aeronaves percorriam o arco irregular de círculo que descreve o litoral brasileiro para se deslocarem de um extremo a outro do País, devido à existência de aeroportos em várias cidades litorâneas. Por sobre a Amazônia e a região central, apenas mata fechada. Daí a importância da missão que foi atribuída a Lysias Rodrigues e o ímpeto com que o notável desbravador abraçou o desafio, penetrando em profundidade, com destemor, na natureza virgem daquela região, em realidade, um mundo desconhecido e cheio de mistérios sedutores para um homem nascido e criado no Rio de Janeiro, então capital do País. Varando por terra o sertão bruto, com galhardia e tenacidade, logrou alcançar Belém do Pará. Esta marcante epopéia ficou registrada em seu diário de viagem e, mais tarde, foi incluída no livro que batizou de "Roteiro do Tocantins".
Durante a Revolução Constitucionalista de 1932, Lysias combateu ao lado de São Paulo, comandando o 1º Grupo de Aviação Constitucionalista, sediado no Campo de Marte. Foi com o cognome de "Gaviões de Penacho" que este combativo Grupo, a despeito dos parcos recursos, cobriu-se de glórias. Após o armistício de 3 de outubro, ele e seus companheiros insurretos Major Ivo Borges, Capitão Adherbal da Costa Oliveira, Tenentes Orsini de Araújo Coriolano e Arthur da Motta Lima foram reformados pelo Governo e exilaram-se em Portugal e na Argentina. Em 1934, foram anistiados e reintegrados ao Exército.
Retornando do exílio, deu continuidade ao trabalho iniciado com a exploração terrestre empreendida em 1931.Em 14 de novembro de 1935, decolando do Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro, em companhia do Sargento Soriano Bastos de Oliveira, em uma aeronave Waco C.S.O., deu início ao levantamento aéreo da área anteriormente esquadrinhada, inaugurando todos os campos de pouso que havia implantado em seu famoso périplo, quatro anos antes, percorrendo as cidades de Ipameri, Formosa, Palma, Porto Nacional, Tocantínia, Pedro Afonso, Carolina e Marabá, antes de atingir Belém. Por onde passaram causaram estupefação, curiosidade e incredulidade, trazendo alegria e esperança àquela gente simples do sertão.


CAN
Com a criação do Ministério da Aeronáutica em 20 de janeiro de 1941, pela fusão da antiga arma da Aviação Militar do Exército com a da Aviação Naval da Marinha, o Correio Aéreo foi transferido para este órgão e recebeu a denominação com que ficou conhecido: Correio Aéreo Nacional-CAN. A sua direção ficou afeta à Diretoria de Rotas Aéreas, cujo diretor foi o Brigadeiro Eduardo Gomes. A partir de então, em abril de 1943 as linhas foram estendidas até ao rio Tocantins e Belém do Pará, e desta última até Caiena, com escalas em Macapá e Oiapoque. Em maio de 1945 foi aberta uma nova linha internacional, que ligava a região Centro-Oeste a Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.
O grande impulso do CAN registrou-se após o término da Segunda Guerra Mundial, com a entrada em serviço das aeronaves bimotores monoplano C-45 Beechcraft e Douglas C-47, com maior capacidade de carga e autonomia de voo.
No ano seguinte, a linha para a Bolívia era estendida até à capital, La Paz, empregando aeronaves C-47 no trajeto Rio de Janeiro - São Paulo - Três Lagoas - Campo Grande - Corumbá - Roboré - Santa Cruz de la Sierra - Cochabamba - La Paz.
Em 1947 foi aberta a linha que conduzia ao então território do Acre; em 1951, a linha internacional para Lima, no Peru.
Em novembro de 1952 era aberta a linha para o rio Araguaia, inciando-se o apoio do CAN aos postos do antigo Serviço de Proteção ao Índio na rota Rio de Janeiro - Belo Horizonte - Uberaba - Goiânia - Aruanã - Conceição do Araguaia - Las Casas - Gorotire. Nesse mesmo ano era aberta a linha Rio de Janeiro - Manaus, que se estendia até Boa Vista e, em seguida, a linha até ao Rio Negro, esta com o emprego dos lendários monoplanos bimotores anfíbios CA-10 Catalina. A função desta linha era a de apoiar as populações indígenas e as missões religiosas nos vales dos Negro e Uaupés. Estas aeronaves seriam posteriormente transferidas da Base Aérea do Galeão para a Base Aérea de Belém, intensificando o serviço na região Amazônica, assim como o apoio aos pelotões de fronteira do Exército e às populações ribeirinhas.
Em 1956, foi aberta a linha para Montevidéu, no Uruguai; em 1957, uma linha internacional especial até à região do canal de Suez para atender o chamado "Batalhão Suez" que, a serviço das Forças de manutenção da paz das Nações Unidas, se encontrava em operações na Faixa de Gaza. Esta última foi atendida mensalmente com o recurso a aeronaves monoplano quadrimotores B-17 durante três anos, até à entrada em operação dos Douglas C-54.
Em 1958, eram iniciadas as linhas para Quito, no Equador, e para os Estados Unidos da América.
Com a entrada em operação dos quadrimotores Douglas C-54, e posteriormente dos Douglas C-118 na Força Aérea Brasileira, com maior capacidade de carga, maior autonomia de voo e melhores aviônicos, iniciou-se uma nova etapa para o CAN. Puderam ser melhor atendidas as linhas que ultrapassavam a cordilheira dos Andes e o oceano Atlântico.
Com o C-54, em 1960, foi aberta a linha para Santiago do Chile, com escala em Buenos Aires. Em meados da década de 1960, foram adquiridas, na Grã-Bretanha, aeronaves turbohélice Avro C-91, que viriam a substituir as Douglas C-47 e as Beechcraft C-45 em determinadas rotas. Também nesse período, em 1965, entram em operação os Lockheed C-130 Hercules, que não apenas ampliaram o raio de ação do CAN, mas também a sua capacidade de transporte de pessoal, carga e equipamentos pesados, não apenas para todos os quadrantes do território brasileiro, mas que, na década de 1980 alcançaram o continente Antártico, no contexto do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR).
Em 1968 entraram em operação as aeronaves bimotor turbohélice C-115 Buffalo, que pela sua robustez e versatilidade atenderam principalmente a região Amazônica.
Posteriormente, na década de 1980, entraram em operação aeronaves Embraer C-95 Bandeirante e C-97 Brasília, que passaram a atender muitas das linhas vicinais do CAN. Para o atendimento às linhas-tronco, em 1985 foram adquiridas à Varig quatro Boeing 707, ampliando a eficácia no atendimento logístico e de trasporte de pessoal.
Em 2004, entraram em operação os birreatores Embraer ERJ-145, substituido os Avro C-91, iniciando-se novas linhas internacionais.
Mais recentemente, para atendimento aos pontos extremos do território, entraram em operação os bimotores turboélice C105-A Amazonas e Cessna C-98 Caravan, devido às suas capacidades de pouso e decolagem em pistas curtas.

Fonte: FAB, Wikipédia,Incaer

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Meteorologia

Centros e Estações Meteorológicas
REDE DE CENTROS METEOROLÓGICOS
Elabora informações meteorológicas visando o apoio à navegação aérea.

Classificação:
• Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA)
• Centros Meteorológicos de Vigilância (CMV)
• Centros Meteorológicos de Aeródromo (CMA)
• Centros Meteorológicos Militares (CMM)

Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica(CNMA)
O CNMA é o principal Centro de Meteorologia do SISCEAB, tem por finalidade preparar cartas meteorológicas de tempo significativo e repassar aos demais centros da rede, as previsões recebidas dos WAFC e outras informações meteorológicas de interesse aeronáutico.

Centro Meteorológico de Vigilância(CMV)
Os Centros Meteorológicos de Vigilância, associados ao ACC da FIR, têm por finalidade monitorar as condições meteorológicas reinantes de sua área de vigilância, visando apoiar os órgãos de Tráfego Aéreo e as aeronaves que voam no espaço aéreo sob responsabilidade do ACC.

Centro Meteorológico de Aeródromo(CMA)
Centros meteorológicos localizados em aeródromos com a finalidade de prestar serviços e apoio meteorológico à navegação aérea, nos aeródromos em que estiverem instalados.

Centro Meteorológico Militar(CMM)
Centros meteorológicos que têm por finalidade prestar apoio meteorológico específico à aviação militar.


REDE DE ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS
Coleta, processa e registra dados meteorológicos de superfície e altitude para a Meteorologia Aeronáutica em apoio a navegação aérea.

Classificação:
• Estações Meteorológicas de Superfície (EMS)
• Estações Meteorológicas de Altitude (EMA)
• Estações de Radares Meteorológicos (ERM)

1.Estação Meteorológica de Superfície(EMS)
As Estações Meteorológicas de Superfície têm por finalidade efetuar a coleta e o processamento de dados meteorológicos à superfície para fins aeronáuticos e sinóticos. Devem ser instaladas nos aeródromos e fazem parte da rede básica da Organização Meteorológica Mundial (OMM), quando equipadas apropriadamente.

2.Estação Meteorológica de Altitude(EMA)
As Estações Meteorológicas de Altitude têm por finalidade coletar, através de Radiossondagem, dados de pressão, temperatura, umidade, direção e velocidade do vento, nos diversos níveis da atmosfera.

3.Estação de Radar Meteorológico(ERM)
As Estações de Radares Meteorológicos têm por finalidade fazer vigilância constante na área de cobertura dos radares e divulgar as informações obtidas por meio rápido e confiável aos Centros Meteorológicos de Vigilância.

Fonte: www.redemet.aer.mil.br

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Aeródromos

PORTO VELHO-RO
Aeroporto Internacional de Porto Velho
Governador Jorge Teixeira

ICAO: SBPV, IATA: PVH
Av. Jorge Teixeira s/nº
Porto Velho-RO
CEP:78.900-000
PABX: (69) 3219-7450
FAX: (69) 3219-7427

O Aeroporto Internacional de Porto Velho, distante sete quilômetros do centro da cidade, tem como acesso principal as Avenidas Governador Jorge Teixeira de Oliveira e Lauro Sodré. Para a população local, o Aeroporto Internacional de Porto Velho é conhecido como Aeroporto Belmont, porque se encontra neste bairro. Passou a ser aeroporto internacional em fevereiro de 2002.
No Aeroporto de Porto Velho operam 68 voos regulares semanais para as cidades de Brasília/DF, Cuiabá/MT, São Paulo/SP, Manaus/AM, Rio Branco/AC, Cruzeiro do Sul/AC e conexões. O aeroporto opera com transporte aéreo regular doméstico pelas companhias aéreas AVIANCA, TAM, GOL e Rico. A TRIP Linhas Aéreas opera em Porto Velho servindo as cidades de Lábrea/AM e Ji-Paraná/RO.
As empresas de táxi aéreo baseadas no aeroporto são: Especial Táxi Aéreo, Assis Táxi Aéreo, Rima Táxi Aéreo e Aeronorte Táxi Aereo. Todas operam com aeronaves monomotores e multimotores de pequeno porte, que fazem voos de fretamento para toda a região. A presença da Base Aérea de Porto Velho garante uma considerável movimentação de aeronaves militares. Ônibus para o aeroporto partem do centro de uma em uma hora, e há uma cooperativa de táxi que presta serviços exclusivamente para o aeroporto.

Pátio das Aeronaves

Área:30.250,00 m²

Pista

Dimensões(m):2.400 x 45

Terminal de Passageiros

Área(m²):8.540

Estacionamento

Capacidade:211 vagas

Balcões de Check-in

Número:16

Estacionamento de Aeronaves

Nº de Posições:16

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Plastimodelismo

Zeppelin Staaken R.VI (Roden 1/72)

Parte 1


Parte 2


Um video preview em duas partes sobre aquele que foi considerado o primeiro bombardeiro estratégico da história: Zeppelin Staaken R.VI (Roden escala 1/72).

Fonte: www.plastimodelismo.org

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Conhecimentos Técnicos

Projetores a laser ficam mais próximos do uso doméstico
Se você quiser uma projeção verdadeiramente realística, muito além das imagens geradas nas melhores salas de cinema digital, é melhor apelar para um projetor a laser.
Esses equipamentos já demonstraram seu valor nos simuladores de voo profissionais e em grandes projeções - um simulador de uma montanha-russa demonstrado na Alemanha, que usa imagens projetadas a laser, chegou a fazer algumas pessoas passarem mal, como se estivessem no brinquedo de verdade.
"Com a projeção a laser, noventa por cento do espaço de cor do olho humano pode ser coberto. Assim, a qualidade da imagem é fascinante. As telas planas de hoje gerenciam apenas cerca de cinquenta por cento," explica Katrin Paschke, do Instituto Ferdinand Braun, na Alemanha.

Grão de arroz
No entanto, tudo tem seu preço, e a principal desvantagem dos projetores a laser é que eles são grandes - em um simulador de voo, por exemplo, o sistema de projeção a laser é do tamanho de uma geladeira.
É principalmente por isso que você ainda não encontra TVs a laser para comprar.
Mas a equipe da professora Katrin deu um passo importante nessa direção: eles desenvolveram uma fonte de laser brilhante e compacta o suficiente para viabilizar o uso da tecnologia em equipamentos muito menores e mais baratos.
A nova fonte de laser tem o tamanho de uma caixa de fósforos. A luz é gerada por lasers semicondutores do tamanho de grãos de arroz.

Como a projeção exige altas potências, o maior desafio foi evitar que o material do laser se fundisse, o que foi conseguido construindo o chip emissor de luz em uma forma trapezoidal que vai aumentando de dimensão em direção à abertura. Ainda assim foi necessário usar diamantes industriais para dissipar o excesso de calor.

Hologramas
Os pesquisadores estão otimistas com as possibilidades de uso de suas fontes laser miniaturizadas.
Além de equiparem projetores domésticos, Paschke já olha mais para o futuro: "Um dia, os hologramas vão simplesmente saltar no meio das nossas casas," diz ela.
O equipamento está sendo negociado com a empresa LDT GmbH, que pretende incorporar a tecnologia em produtos comerciais.

Encaminhado por Luiz Carlos Lima Pinto

Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Associações

ACRO–Associação Brasileira de Acrobacia AéreaA entidade que reúne os pilotos habilitados para acrobacia aérea no Brasil foi fundada no dia 09 de janeiro de 1988, está sediada em Itu, interior de São Paulo e dispõe de duas aeronaves do tipo Super Decathlon. Seus principais objetivos são:
Auxiliar a segurança de voo;
Formar, treinar e unir os pilotos de acrobacia de todo o Brasil;
Efetuar a regulamentação da Acrobacia Aérea no país;
Realizar o Campeonato Brasileiro de Acrobacia Aérea e, assim, criar um ranking nacional e oficial;
Realizar voos de cheques de acrobacia e emitir Carteiras (Certificado de Piloto Desportista - CPD ACRO) das diversas qualificações no universo e limitações da acrobacia aérea e dessa entidade;
Desmentir os mistérios existentes sobre a acrobacia aérea, mostrando que a prática do voo acrobático, muito além de um esporte, é um treinamento de grande importância para qualquer piloto;
Despertar nas pessoas a sua vocação para a aviação (tal qual faz o NINJA – Núcleo Infantojuvenil de Aviação, ao proporcionar informação e cultura aeronáutica para crianças e jovens).

Naquele 09 de janeiro de 1988, para fundação da ACRO – Associação Brasileira de Acrobacia Aérea estiveram reunidos na sede do então DAC – Departamento de Aviação Civil, no Rio de Janeiro, os representantes das seguintes entidades:
Associação Alberto Bertelli de Acrobacia Aérea (Brigadeiro João Eduardo Magalhães Motta e Coronel Antônio Arthur Braga);
Aeroclube do Rio Grande do Sul (Gustavo Henrique Albrecht);
Aeroclube de Blumenau (Rolf Ricardo Bauke);
Aeroclube do Paraná (João Carlos Stocco);
Aeroclube de Erechim (Paulo Renato Berto e Aldo Sperhacke);
Aeroclube de São Paulo (Roberto de Arruda Campos Rodrigues,
Marcus Vinícius Tabacnik, Christian Lima do Amaral e Rafael Iódice Júnior); Aeroclube de Itú (Alberto Bazaia e Alberto Bazaia Júnior);
Aeroclube do Espírito Santo (Lysias Augusto da Costa);
Aeroclube de Concórdia (Júlio César Rodrigues da Silva);
Aeroclube do Brasil (Cláudio Werneck de Carvalho Vianna);
Aeroclube de Nova Iguaçú (Rubem de Castro Moraes);
Aeroclube de Voo Acrobático de Ubatuba (Paulo Orlando Lafer de Jesus);
Aeroclube de Santos (Décio Corrêa).
Fizeram-se presentes ainda, na qualidade de observadores, o Major Aviador Sebastião das Neves Moraes, representante do DAC, e José Bonifácio e André Rosenthal, representantes da Secretaria da Federação Aeronáutica Internacional - FAI no Brasil.

Fizeram parte da primeira diretoria da ACRO:
Presidente: Antônio Arthur Braga;
Vice-presidente: Décio Corrêa;
Diretor Tesoureiro: João Carlos Stocco
Diretor Secretário: Rubem de Castro Moraes;
Diretor Administrativo: Rafael Iódice Júnior;
Diretor de Relações Públicas: Paulo Orlando Lafer de Jesus;
Conselho Fiscal: Alberto Bazaia, Coaracy Oliveira, Geraldo Galante, Geraldo José Lupianes Medeiros, Rolf Ricardo Bauke;
Conselho Consultivo: João Eduardo Magalhães Motta, Gustavo Henrique Albrecht, Roberto de Arruda Campos Rodrigues, Sérgio Fraga Machado, Alberto Bazaia Júnior; Conselho da Comissão Desportiva: Cláudio Werneck de Carvalho Vianna, Fernando Paes de Barros, Aymoré Santos Matos Júnior, Lysias Augusto da Costa (1º suplente), Paulo Renato Berto (2º suplente).

Visite: www.acrobrasil.com.br

domingo, 26 de dezembro de 2010

Especial de Domingo

Comando da Aeronáutica completa 70 anos em 2011Em 2011 a FAB - Força Aérea Brasileira completa 70 anos de história, no dia 20 de janeiro de 2011. Para registrar o evento, as organizações do Comando da Aeronáutica utilizarão em seus documentos oficiais o símbolo comemorativo do “70º aniversário de criação da FAB e 80º aniversário de criação do CAN”, de acordo com a portaria nº 830 – T/GC3, de 25 de novembro de 2010. Também será empregada uma logomarca em todas as peças publicitárias e eventos realizados ao longo do ano.Considerando as atribuições legais da Aeronáutica, sua amplitude, o seu caráter ambivalente e a visão institucional de como são realizadas, a definição da missão da Aeronáutica tem foco na sua atribuição principal e razão de ser como Força Armada, de forma que possa ser facilmente entendida por todos os seus componentes. A Aeronáutica defende o Brasil, impedindo o uso do espaço aéreo brasileiro e do espaço exterior para a prática de atos hostis ou contrários aos interesses nacionais. Para isto, a Aeronáutica deverá dispor de capacidade efetiva de vigilância, de controle e de defesa do espaço aéreo, sobre os pontos e áreas sensíveis do território nacional, com recursos de detecção, interceptação e destruição. A missão deverá nortear todas as atividades da Aeronáutica e estará sempre orientada pela destinação constitucional das Forças Armadas, por leis e por diretrizes do Comandante Supremo. Deste modo, fica assim definida a Missão da Aeronáutica: "MANTER A SOBERANIA NO ESPAÇO AÉREO NACIONAL COM VISTAS À DEFESA DA PÁTRIA".
São atribuições Constitucionais do Comando da Aeronáutica: DEFENDER A PÁTRIA; GARANTIR OS PODERES CONSTITUCIONAIS, A LEI E A ORDEM.

História da FAB e do COMAER
Em 1939, no início da Segunda Guerra Mundial, por necessidades operacionais, começou-se a pensar na criação de uma força exclusiva para os combates aéreos. Até então, havia uma estrutura nos moldes da I Guerra Mundial, com as existentes aviações do Exército e da Marinha. Era preciso mudar. A guerra na Europa reforçou essa tendência, consolidando a ideia de que era preciso centralizar os meios aéreos do país, gerando assim a Campanha Nacional da Aviação. Surgiam, então, os argumentos para a criação do Ministério do Ar.
Após amplo debate e campanhas na imprensa, Getúlio Vargas, em 20 de janeiro de 1941, assinou o Decreto 2961, criando o Ministério da Aeronáutica e estabelecendo a fusão das forças aéreas do Exército e da Marinha numa só corporação, denominada Forças Aéreas Nacionais. Pouco depois, em maio de 1941, um novo decreto mudou o nome da recém-nascida força aérea para Força Aérea Brasileira (FAB), nome que permanece até os dias de hoje.
A Força Aérea Brasileira obteve seu batismo de fogo durante a II Guerra Mundial participando da guerra anti-submarino no Atlântico Sul e, na Europa, como integrante da Força Expedicionária Brasileira que lutou ao lado dos Aliados na frente italiana.
Foram enviadas para a Itália duas unidades aéreas da FAB, o 1º Grupo de Aviação de Caça, o Senta a Pua!, e a Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação (1ª ELO).


Organização e estrutura
Com a criação do Ministério da Defesa, o Ministério da Aeronáutica foi transformado no Comando da Aeronáutica – COMAER, que tem a FAB como seu braço armado. Ao COMAER estão subordinados três Comandos-Gerais, três departamentos e diversos outros órgãos relacionadas com o funcionamento e administração da aviação brasileira, tanto civil como militar, e da pesquisa e desenvolvimento aeroespacial. Os três Comandos Gerais são: Comando-Geral de Operações Aéreas; Comando-Geral de Apoio; Comando-Geral de Pessoal. Os três Departamentos são: Departamento de Controle do Espaço Aéreo; Departamento de Ensino da Aeronáutica; Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial.
Ao Comando de Operações Aéreas (COMGAR) estão subordinadas as unidades aéreas, bases aéreas e órgãos afins. O COMGAR é o braço armado da Força Aérea Brasileira e suas unidades aéreas são agrupadas em quatro forças aéreas. A 1ª Força Aérea ou I FAe, com sede na cidade de Natal, engloba as unidades de preparação avançada de pilotos da FAB. A 2ª Força Aérea ou II FAe, com sede na cidade do Rio de Janeiro, coordena as unidades de asas rotativas (helicópteros) e as unidades de busca e salvamento, patrulha marítima e de apoio a Marinha em geral. A 3ª Força Aérea ou III FAe, com sede na cidade de Gama, no DF, coordena e gerencia o emprego das unidades aéreas de aplicação estratégica e tática, bem como as de defesa aérea. A 5ª Força Aérea ou V FAe, com sede na cidade do Rio de Janeiro é responsável pelas unidades de transporte, reabastecimento em voo (REVO), lançamento de paraquedistas e apoio às unidades do Exército.
As unidades aéreas do COMGAR são as organizações militares que reúnem os meios operacionais da FAB. Cada unidade possui uma função específica, além de aeronaves, pessoal e instalações que assegurem o seu funcionamento. As unidades aéreas do COMGAR se submetem a uma das quatro FAe e são divididas, geralmente, em Grupos de Aviação. Estes, por sua vez, são divididos em esquadrões. Assim, por exemplo, o 2º/10º GAV é o segundo esquadrão do décimo grupo de aviação.
As bases aéreas, por sua vez, estão organizadas dentro de uma divisão regional do território brasileiro, onde cada região (num total de sete) fica subordinada a um Comando Aéreo Regional (COMAR).
A divisão do território brasileiro em COMAR tem a seguinte configuração: I COMAR, com sede em Belém e jurisdição sobre os estados do Pará, Amapá e Maranhão; II COMAR, com sede em Recife e jurisdição sobre os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia; III COMAR, com sede no Rio de Janeiro e jurisdição sobre os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo; IV COMAR, com sede em São Paulo e jurisdição sobre os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul; V COMAR, com sede em Canoas e jurisdição sobre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná; VI COMAR, com sede em Brasília e jurisdição sobre o Distrito Federal e os estados de Goiás, Mato Grosso e Tocantins; VII COMAR, com sede em Manaus e jurisdição sobre os estados do Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia.
A Força Aérea Brasileira realiza operações aéreas com o objetivo principal de treinar suas tropas e testar seus equipamentos para mantê-los sempre capacitados a oferecer uma pronta-resposta em caso de possíveis acionamentos e necessidades. Os exercícios são de variadas naturezas, visando determinadas metas, e envolvem diversas Unidades. Dependendo da manobra, até mesmo Forças Aéreas de outros países: são as operações conjuntas, que trazem benefícios comuns às nações participantes, além de ajudas humanitárias no Brasil ou no exterior.

Escolas da FAB
A Força Aérea Brasileira mantém as seguintes instituições de ensino:

Academia da Força Aérea (AFA) - Sediada na cidade Pirassununga, Estado de São Paulo, é a Instituição de Ensino Superior que forma Oficiais de Carreira nos quadros de: aviação, intendência e de infantaria.

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAr) - Escola de ensino médio pronta para formar os futuros cadetes aviadores da AFA.

Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) - Instituição de Ensino Superior, sediado na cidade paulista de São José dos Campos, que forma Engenheiros militares e civis em diversas especialidades.

Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR) - Instituição especializada na formação de oficiais para a Força Aérea Brasileira, sediada em Belo Horizonte, estado de Minas Gerais. Prepara civis formados em diversas áreas de conhecimento, como pedagogia e direito, para integrar a FAB. Ministra ainda o curso de Oficiais Especialistas da Aeronáutica e o Estágio de Adaptação ao Oficialato, que preparam graduados da FAB para o oficialato.

Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) - Escola de preparação de Sargentos especialistas da Aeronáutica. Com sede na cidade de Guaratinguetá, estado de São Paulo. Forma especialistas em várias áreas, como Equipamentos de Voo, Controle de Tráfego Aéreo, Meteorologia, Mecânica de Aeronaves, Eletrônica, Enfermagem, Infantaria, dentre outras. Ao final do curso, que tem duração de dois anos, o aluno é promovido a Terceiro Sargento da Aeronáutica.

Fontes: Wikipédia, CECOMSAER e www.fab.mil.br

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Aeronaves

BE-200 Altair, um gigante russo para combater incêndios
O Beriev Be-200 Altair é um avião anfíbio especialmente concebido como aeronave multifunção projetado pela empresa russa Beriev Aircraft Company e fabricado pela Irkut. Comercializado como sendo projetado para pesquisa, combate a incêndio, salvamento, patrulha marítima, carga e transporte de passageiros, tem capacidade de até 12 toneladas (12.000 litros) de água, ou até 72 passageiros. Foi inspirado no layout do antigo A-40 Albatroz.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Pioneiros

Nero Moura, o Patrono da Aviação de Caça Brasileira
O Brig do Ar Nero Moura nasceu na Cidade de Cachoeira do Sul - Rio Grande do Sul - no dia 30 de janeiro de 1910. Filho de fazendeiros, fez o curso primário no próprio município indo depois cursar o Colégio Militar de Porto Alegre.
Em 1927 foi admitido como Cadete na Escola Militar do Realengo no Rio de Janeiro. Por ter escolhido a Arma de Aviação, foi então transferido no ano seguinte para Escola de Aviação Militar, localizada no Campo dos Afonsos, onde completou os estudos de Oficial Aviador do Exército.
Declarado Aspirante em 22 de novembro de 1930, foi promovido a Segundo Tenente em janeiro de 1931. Suas primeiras missões como piloto e oficial foram no Correio Aéreo Militar.
Com a explosão da Revolução de 1932, Nero Moura participou do lado das forças legais executando voos de reconhecimento, bombardeio e ataque ao solo na região do Vale do Paraíba, chegando a completar 100 horas de voos em missões reais.
Com o fim da Revolução foi designado instrutor de voo na Escola de Aviação Militar. Promovido a Primeiro Tenente em 1933, e em 1934 deixa a Escola de Aviação para fazer o Curso de Aperfeiçoamento na École d'Aplication de L'air em Verssalles - França.
Ao regressar da França, participou do combate a Intentona Comunista de 1937. No dia 28 de novembro realizou uma missão real de bombardeio ao Terceiro Regimento de Infantaria na Praia Vermelha no Rio de Janeiro.
Após ser promovido a capitão em 1937 é designado Subcomandante e Comandante substituto do Terceiro Regimento de Aviação em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Tinha ordens de, se necessário, combater um possível levante do governo estadual.
Com a criação do Ministério da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira, em 1941, Nero Moura participou de sua organização já como Major Aviador, tendo sido instrutor do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais.
Em 28 de dezembro de 1943 foi designado Comandante do Primeiro Grupo de Aviação de Caça com a missão de organizá-lo para combater na Segunda Guerra Mundial. Seu desempenho como comandante foi excepcional e, apesar de inúmeras dificuldades, conseguiu que o seu Grupo fosse um dos mais eficientes e destacados no teatro de operações do centro sul europeu.
Nero Moura cumpriu sessenta e duas missões de combate na Itália e várias outras de patrulha no Atlântico Sul. Pelos seus feitos na guerra recebeu as seguintes condecorações: Medalha da Campanha da Itália, Medalha da Campanha do Atlântico Sul, Cruz de Aviação fita "A" com três estrelas, Distiguished Fying Cross (E.U.A.), Air Medal With Two Stars (E.U.A.), Legion du Merit (França), Croix de Guerre Avec Palm (França), Order of the British Empire (Inglaterra).
Em setembro de 1945, como Tenente Coronel, foi designado Comandante do Primeiro Regimento de Aviação em Santa Cruz. Esta função, à época, era mais abrangente do que um comando de Base Aérea.
Nero Moura, então com trinta e cinco anos de vida, passou para a reserva, dedicando-se então à aviação civil, tendo sido fundador e organizador da Aerovias Brasil e do Loide Aéreo. Getulio Vargas ao ser eleito para Presidente da República, em 1951, o convidou para ser Ministro da Aeronáutica.
Nero Moura com sua personalidade congregadora e perfil profissional invejável, conseguiu fazer uma administração excelente, apesar do fato inusitado de ser o oficial general mais moderno e mais jovem da Força Aérea. Devido aos acontecimentos políticos de agosto de 1954, pediu demissão do Ministério da Aeronáutica e voltou a dedicar se às atividades civis.
Nero Moura sempre manteve estreita ligação de amizade com todos os seus subordinados da Campanha da Itália, sem qualquer distinção. Após a Revolução de 1964, em solidariedade a alguns desses subordinados que foram proibidos de entrar em unidades militares, Nero Moura não compareceu mais a nenhuma festividade cívico-militar até o ano de 1979.
Sua reprovação silenciosa teve grande influência na revogação deste ato. No dia 22 de abril de 1979, o então Tenente Brigadeiro Délio Jardim de Mattos, Ministro da Aeronáutica foi a sua casa e pessoalmente o convidou e o conduziu a Base Aérea de Santa Cruz, onde junto com todos os seus companheiros, foi reverenciado e assistiu as solenidades do Dia da Caça.
As tradicionais e concorridas reuniões mensais em sua residência no Bairro de Copacabana no Rio de Janeiro continuaram acontecendo até o fim de sua vida. Nero Moura faleceu aos 84 anos, no dia 17 de dezembro de 1994 e permanece, em espírito, junto a todos os pilotos de caça brasileiros.

"Cumpri as missões para que fui designado com satisfação, sem heroísmos, sem exageros. Se, por acaso, deixei transparecer alguma coisa além do normal, foi no entusiasmo com que me fizeram falar. Mas quero declarar que sou uma pessoa normal e nada fiz de excepcional. Só cumpri o meu dever e estou satisfeito com minha vida por ter permanecido como sou até os dias de hoje." Nero Moura

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Aeronaves

Brasil recebe os primeiros super helicópteros EC-725
As Forças Armadas do Brasil (Marinha, Exército e Aeronáutica) receberam, no dia 20 de dezembro de 2010, os três primeiros helicópteros do modelo Super Cougar EC-725, que fazem parte de um pacote de 50 aeronaves compradas da empresa francesa Eurocopter. Os três helicópteros vieram da França e os demais serão fabricados no Brasil até 2016, pela Helibras, subsidiária da Eurocopter, em Itajubá, MG, mediante um processo de transferência de tecnologia. O país investirá cerca de R$ 5,1 bilhões na aquisição e fabricação dos helicópteros, que serão utilizados pelo Exército, Marinha e Aeronáutica.

EC-725 na FAB
O EC-725 é um helicóptero biturbina de porte médio de 11 toneladas com capacidade para decolar com até 29 combatentes equipados. O projeto inclui tecnologias como monitores LCD na cabine e um sistema de controle automático de voo.
Os helicópteros EC-725 foram designados na Força Aérea Brasileira de H-36. O primeiro aparelho equipará o Esquadrão Falcão, da Base Aérea de Belém. Os H-36 vão substituir os Bell H-1, empregados na FAB desde 1964 em missões como transporte, resgate, ajuda humanitária e apoio a vários órgão do governo, como transporte de urnas eletrônicas e de vacinas.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Carreiras na Aviação

AFA formou 170 novos aviadores, intendentes e infantes
A Academia da Força Aérea (AFA) formou, em solenidade no dia 10 de dezembro de 2010, 170 novos oficiais para a Força Aérea Brasileira. São mais 115 aviadores, 40 intendentes e 15 infantes. Entre eles, estavam cadetes da Força Aérea de outros países. A Academia formou dois aspirantes da Bolívia, dois do Panamá, dois de Guiné-Bissau e um do Paraguai.
O comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, lembrou o papel dos pais na conquista dos novos aspirantes. “Esta vitória é dos jovens e simboliza o apoio recebido pelas famílias”, lembrou.
Durante a cerimônia houve o sobrevoo das aeronaves de instrução T-25 e T-27 Tucano e, no fim, a apresentação do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), a Esquadrilha da Fumaça.
Como divulgado no âmbito do NINJA – Núcleo Infantojuvenil de Aviação, a AFA, mediante concurso, é um dos portões de oportunidades para ingresso na Força Aérea Brasileira.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Aeronaves

Voa o Bandeirante modernizado
Voou no Rio de Janeiro, dia 14 de dezembro de 2010 o primeiro C-95 Bandeirante modernizado da Força Aérea Brasileira (FAB). Até 2013, 54 aeronaves do mesmo modelo – das 95 que o Brasil possui – terão o mesmo conceito de modernização.
O programa de atualização abrange os Bandeirantes cargueiros (C95) e os de patrulha marítima (P95) com a integração de aviônicos de última geração, tais como mapa digital, displays digitais, sistemas avançados de navegação e comunicação e sistemas adicionais que visam melhorar o desempenho e a segurança da aeronave.

História
Um dos maiores êxitos da aviação civil e militar brasileiras, o Bandeirante partiu de um ambicioso projeto, na década de 60, do Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento (IPD) do hoje denominado Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) ,tornando-se o ponto de partida para o sucesso da indústria aeronáutica do Brasil. O Bandeirante efetua missões de transporte de cargas e passageiros, além de lançar paraquedistas em missões de infiltração ou de salto livre. Sua versatilidade permite a participação tanto em operações de busca e salvamento, quanto para aferir equipamentos de auxílio à navegação, por intermédio do GEIV – Grupo Especial de Inspeção em Voo.

Fonte: CECOMSAER