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Voar é um desejo que começa em criança!

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Vagas de emprego

Embraer abre mil vagas de emprego
A Embraer anunciou, dia 12 de maio de 2022, a abertura de mil vagas de emprego no Brasil, com foco na retomada da produção, crescimento da área de Serviços e suporte, Desenvolvimento de produtos e Geração de novos negócios. As inscrições e detalhes sobre as diversas oportunidades de carreira nos setores de operação, engenharia, administração, entre outros estão disponíveis no site https://embraer.gupy.io/ .

Crescimento
Pela estimativas de mercado, o volume de entregas para 2022 deve aumentar entre 15% e 25%, em comparação com o anterior. O crescimento do potencial da companhia é esperado para um movimento continuado pelos próximos anos, de acordo com estudos apresentados pela Associação do Transporte Aéreo Internacional (IATA).

Contratações
"Estas contratações materializam o plano estratégico que inclui a retomada do crescimento e o investimento em tecnologia, inovação e novos negócios da Embraer. Estamos muito entusiasmados com as perspectivas de mercado que possibilitam oportunidades de carreira em diversas áreas da companhia”, disse Carlos Alberto Griner, Vice-Presidente de Pessoas.

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quinta-feira, 12 de maio de 2022

Transporte Aéreo

Anvisa mantém obrigatoriedade de máscaras em voos
A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a flexibilização das medidas sanitárias em aeroportos e aeronaves. De acordo com o órgão, as atualizações foram feitas após a decretação do fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) em decorrência da covid-19. De acordo com as novas normas, está permitida a volta do serviço de bordo, a retirada da máscara para alimentação e o retorno da capacidade máxima de passageiros no transporte para embarque e desembarque pela área remota. A obrigatoriedade do uso de máscaras dentro do avião e nas áreas restritas dos aeroportos continua mantida, além do desembarque realizado por fileiras e os procedimentos de limpeza e desinfecção de ambientes e superfícies. O distanciamento físico continua recomendado sempre que possível.

Europa
No dia 11 de maio de 2022, a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (Easa) e o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças informaram que, a partir do dia 16, deixam de recomendar máscaras obrigatórias em aeroportos e voos.

Fonte: Agência Brasil

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quarta-feira, 11 de maio de 2022

Indústria Aeronáutica

Embraer e NAC converterão jatos E190 e E195 em cargueiros
A Embraer anunciou, dia 9 de maio de 2022, que a Nordic Aviation Capital (NAC), empresa de leasing de aeronaves regionais, fará o lançamento das conversões de E-Jets da Embraer das versões de passageiros para cargueiro (P2F, passenger to freight, em inglês) . A NAC fechou um acordo para ter até 10 posições de conversão, para E190F/E195F, com as primeiras entregas começando em 2024. As aeronaves para conversão virão da frota já existente de E190/E195 da NAC.

Conversões
Norman C.T. Liu, Presidente e CEO da Nordic Aviation Capital, disse que “estamos entusiasmados em trabalhar com a Embraer no desenvolvimento de uma base de operadores para os cargueiros da família de E-Jets, pois as conversões são um elemento-chave de nossa estratégia para o portfólio no futuro, tendo em vista o ciclo completo de vida da aeronave.” Para Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, “é ótimo fazer negócios com a NAC, que sempre foi uma forte apoiadora da Embraer e da aviação regional. Tendo lançado o E190F e o E195F muito recentemente, o anúncio com a NAC é um forte indicador da demanda que estamos vendo para as conversões de E-Jets.”

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terça-feira, 10 de maio de 2022

Busca e Salvamento

Exercício Carranca treinou militares da FAB para missões SAR
Entre os dias 17 de abril e 7 de maio de 2022, a Base Aérea de Florianópolis (BAFL) sediou o Exercício Operacional (EXOP) Carranca, focado no planejamento e na realização de missões de Busca e Salvamento (SAR, sigla reconhecida internacionalmente e que vem do inglês, Search And Rescue). O treinamento envolveu a participação de várias Organizações da Força Aérea Brasileira (FAB) ligadas ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e ao Comando de Preparo (COMPREP), com o emprego de uma estrutura especialmente montada para a operação e a utilização de diversos meios aéreos da FAB. O Serviço de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil (SALVAMAR) também integrou a operação na capital catarinense, que reuniu cerca de 350 militares. O nome do exercício é uma homenagem ao Major Médico Carlos Alberto Santos, conhecido entre seus pares pela alcunha de “Carranca”, militar que serviu no Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (2º/10º GAv) e no Esquadrão de Salvamento Aeroterrestre (PARA-SAR) em Campo Grande/MS, cuja vida foi marcada pela dedicação e obstinação em salvar vidas. O Brasil é reconhecido internacionalmente por possuir um dos melhores e mais eficientes sistemas de Busca e Salvamento do mundo.

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segunda-feira, 9 de maio de 2022

Espaço

Satélite geoestacionário brasileiro completa cinco anos no espaço
Em 4 de maio de 2017, o Brasil lançava seu primeiro satélite de telecomunicações de emprego dual, a partir do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, a bordo de um veículo Ariane 5: o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), iniciando uma nova era para a comunicação militar e civil.
A partir dessa data, o País passou a contar com um sistema capaz de fornecer conexão de Internet banda larga de alta velocidade em 100% do território nacional, beneficiando a comunicação no setor de Defesa e a sociedade de modo geral.

Operação pela FAB
Desenvolvido pela empresa francesa Thales Alenia Space, que assinou um contrato com a Visiona (uma joint venture formada pela Embraer e pela estatal Telebrás), o SGDC tem uso dual, ou seja, civil e militar. De um lado, utilizando a banda Ka, o satélite possibilita acesso à conexão de banda larga em todos os locais do país. De outro, a partir da banda X, é possível tramitar informações afetas às áreas de defesa e governamental. Segundo a Estratégia Nacional de Defesa, a Força Aérea Brasileira (FAB) é a responsável pelo desenvolvimento do setor espacial na área de defesa do país. É da FAB, em parceria com a Telebrás, a incumbência pela operação e pelo monitoramento do satélite.

Antenas
No Centro de Operações Espaciais (COPE), organização subordinada ao Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), localizado em Brasília (DF), foi instalada uma das antenas utilizadas nas atividades; ela tem 18 metros de altura, 13,5 metros de diâmetro e pesa 42 toneladas. Após cinco anos, o SGDC provê comunicações seguras em todo o território nacional, alcançando, por exemplo, navios da Marinha nos Oceanos Atlântico e Pacífico, tropas do Exército dos Pelotões de Fronteira e nos mais inóspitos locais do Brasil. Essa capacidade permite o enlace de comunicação por voz ou dados (internet ou intranet) de alto desempenho, possibilitando o Comando e Controle de unidades isoladas ou deslocadas.

Segundo satélite
O Chefe do COPE, Brigadeiro do Ar Rodrigo Alvim de Oliveira salientou a importância da data e do trabalho realizado pela FAB. “É com muito orgulho que completamos hoje 5 anos de operação segura e eficiente do SGDC, em parceria com a TELEBRAS. A Força Aérea está em constante aperfeiçoamento, para cada vez mais contribuir para o progresso do nosso país na área espacial”, relata. Para 2022, ainda está previsto o lançamento do segundo satélite a ser controlado pelo COPE , este com foco em captura de imagens radar. Assim, o País caminha rumo ao progresso e ao desenvolvimento tecnológico.

Fonte: FAB, em 04/05/2022

Saiba mais: Blog do NINJA de 05/05/2017. Clique aqui 

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domingo, 8 de maio de 2022

Especial de Domingo

Neste Dia das Mães, publicamos novamente este texto especial.
Boa leitura e bom domingo!
Abraços para todas as mamães!

Mãe de piloto
Juro que não queria ter um filho piloto.
 
Tantas profissões legais, onde as pessoas vivem com o pé na terra, voltam para casa quando termina o expediente lá pelo entardecer, até conseguem pegar um cineminha depois do jantar, descansam nos fins de semana – ou ficam exaustos quando têm filhos pequenos – vão a todos os jantares de aniversário da família...
 
E meu filho cismou de ser piloto! 
 
Acho até que está no DNA do moço. Afinal, nunca tivemos contato com profissionais da aviação que pudessem influenciá-lo para esta carreira ‘tão perigosa e cheia de riscos’.
 
É.
 
Está no sangue.
 
E estava no sangue quando ele, já aos 12 anos, colecionava tudo sobre aviões, desde guardanapos, saleiros e tickets com os logos das diversas companhias que desembarcavam por aqui e até miniaturas de aviões que ele dependurava no teto.
 
Fora os quadros e posters que enchiam as paredes do seu quarto.
 
Na época, não me preocupei com aquela ideia fixa.
 
Vai que ele se imaginava com um quepe na cabeça e com aqueles uniformes cheios de galões dourados (cujo nome certo é divisas, hoje eu sei) enfrentando tempestades e turbulências. 
 
Que herói!
 
Crianças são mesmo fantasiosas e, quando crescem, aposentam os sonhos e entram na real.
 
Meu filho, certamente, estudaria para ser engenheiro ou advogado ou médico, ideais de toda mãe naqueles anos.
 
Teria uma profissão com o pé na terra.
 
Doce engano.
 
Depois de uma curtíssima fase ligado em cavalos e equitação (ai meu Deus, de piloto para jockey... sei lá), meu filho voltou a dizer – e agora com mais determinação – que gostava mesmo era da aviação.
 
E se estava no sangue, o remédio era apoiá-lo.
 
Nada de ver perigo em cada voo, nada de considerar cada aeronave uma arma mortífera e cada ventinho um inimigo cruel.
 
Até que me tornei aquela mãe legal.
 
Como ele não tinha idade para dirigir, eu levava meu filho ao Campo de Marte para as aulas teóricas e práticas e sempre que podia dava um dinheiro para uma hora de voo; um passo a mais em direção ao seu sonho.
 
Enfrentei com galhardia as saudades quando ele foi estudar na EVAER em Porto Alegre, sabendo que era mais um filho saindo de casa para a vida.
 
Ficava feliz cada vez que ele passava de um estágio para outro em seu trabalho.
 
Copiloto, piloto, comandante, ponte aérea, voos para todo o Brasil, voos para a Europa...
 
Quando a Varig começou a entrar em colapso, fiquei angustiada vendo a preocupação e ansiedade em seu olhar, em seu dia a dia.
 
Não é que me angustiei a toa?
 
Meu piloto seguiu em frente, partiu para uma nova companhia e continuou voando.
 
Estava no sangue.
 
Hoje, sou uma orgulhosa mãe de um piloto e, como minha nora é comissária de bordo e também vive no ar, tenho até uma escala para ajudar com os netos: fico de plantão, de sobreaviso e passo noites fora da minha casa.
 
Tenho o privilégio de um convívio muito próximo com os netos, a possibilidade de viagens com meu filho e tenho o sentimento raro de saber que ele faz – e faz bem – o que ele sempre quis fazer na vida: 
 
Voar.

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Dia das Mães

A Força Aérea faz vídeo em homenagem às Mães
Um vídeo especial foi produzido pela Força Aérea Brasileira (FAB) em homenagem ao Dia das Mães, comemorado neste domingo 08 de maio de 2022. O videoclipe apresenta uma composição inédita da Orquestra Sinfônica da FAB, produzida especialmente para a data.

Ficha técnica
Edição: Lucas Nunes / CECOMSAER
Roteiro: Tenente Flávia Rocha / CECOMSAER
Composição da música: Sargento Gustavo Damas / OSFAB
Arranjo: Tenente Paulo Rezende / OSFAB
Música: Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira

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sábado, 7 de maio de 2022

FAB em Destaque

Revista eletrônica traz as últimas notícias da Força Aérea
A edição da revista eletrônica FAB EM DESTAQUE, do dia 06 de maio de 2022, traz as principais notícias da Força Aérea Brasileira (FAB), de 29/04 a 05/05/22. Entre elas, a interceptação da embarcação que transportava drogas, o Simpósio das Aviações e da Infantaria e o Dia das Comunicações. A produção é do Cecomsaer - Centro de Comunicação Social da Aeronáutica.

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sexta-feira, 6 de maio de 2022

Aeronaves

Foto de camuflagem de supersônicos da FAB faz sucesso na web
Uma fotografia com caças F-5 Tiger II da Força Aérea Brasileira (FAB) está sendo muito replicada nas redes sociais. O motivo: os caças supersônicos estão “camuflados”! Uma das publicações com a foto passou das 60 mil curtidas na plataforma Twitter A imagem mostra oito caças F-5EM e um caça F-5FM, de dois assentos, sobre a zona norte da capital gaúcha, Porto Alegre, no dia 23 de abril de 2022. As aeronaves sobrevoavam o rio Gravataí, ao lado do estádio Arena e o centro de treinamento do time Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. Também é possível identificar o Aeroporto Internacional Salgado Filho. A dificuldade em ver todos os caças na imagem registrada, desde outro F-5FM, a torna única. 

Oportunidade da imagem
A fotografia mostra o retorno das aeronaves do Esquadrão Pampa (1º/14º GAv) da FAB para a sua sede na Base Aérea de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre. Dias antes a unidade partiu para a Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, onde acontecia a Reunião da Aviação de Caça (RAC) 2022. Nesta ocasião, o “14”, como o Esquadrão também é chamado, reuniu 10 caças para o translado até o Rio. A RAC acontece durante a chamada “semana da caça”, que engloba os dias que antecedem o Dia da Aviação de Caça, celebrado em 22 de abril. Além da troca de conhecimentos, os aviadores da FAB relembram os feitos daqueles que os antecederam e lutaram na Segunda Guerra Mundial. Ao retornarem do evento no RJ, os pilotos do Pampa sobrevoaram, com os 10 caças, a orla do Rio Guaíba que banha Porto Alegre. Ainda antes de passarem pelo estádio do Grêmio, os aviões também sobrevoaram o Gigante da Beira-Rio, como é chamado o estádio do Sport Club Internacional. 

Camuflagem
A camuflagem em tons de cinza e verde surgiu por volta de 2001, sendo inicialmente testada num jato de ataque AMX A-1 (FAB 5654) do Esquadrão Centauro. Posteriormente, o esquema definitivo foi aplicado em todas as aeronaves de emprego tático da Força Aérea. Os F-5 da FAB foram modernizados no início dos anos 2000. Possuem sistemas e armamentos similares aos encontrados em caças de 4ª geração, como os F-15 e F-16 norte-americanos. Quando forem desativados, os veteranos F-5 terão como substitutos o F-39 Gripen, fabricado pela Saab e Embraer. A FAB encomendou um lote que passou de 36 para 40 aparelhos. Estuda-se nova aquisição de aproximadamente 30 unidades.

Fonte: FAB, em 04/05/2022, com informações do portal Aeroflap

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quinta-feira, 5 de maio de 2022

Paraquedismo

Soldados fazem primeiro salto de habilitação para missões aeroterrestres
Recrutas recém-incorporados ao Batalhão de Dobragem, Manutenção de Paraquedas e Suprimento pelo Ar (B DOMPSA), da Brigada Paraquedista do Exército realizaram o seu primeiro salto de aeronave militar. Eles saltaram das das aeronaves C-105 Amazonas e C-130 Hércules na Zona de Lançamento da Base Aérea dos Afonsos, no período de 22 a 26 de abril de 2022. Para a realização da atividade, os soldados do B DOMPSA passaram pelas instruções e concluíram o Estágio Básico Paraquedista, com duração de duas semanas, no Centro de Instrução Paraquedista General Penha Brasil, tornando-se aptos a cumprirem missões aeroterrestres. O Comandante do B DOMPSA, Coronel Bezerril, desempenhando a função de mestre de salto, lançou uma equipe de soldados do batalhão, materializando a conquista de mais uma etapa em prol do sonho dos recrutas de se tornarem paraquedistas militares.

Mulheres paraquedistas pioneiras são homenageadas em Espaço Histórico
O Centro de Instrução Paraquedista General Penha Brasil, inaugurou, em 25 de abril de 2022, a Ala Mulheres Paraquedistas, no Espaço Histórico General Penha Brasil. A Ala Mulheres Paraquedistas tem como objetivo homenagear as mulheres pioneiras dos cursos e estágios de especialização aeroterrestre. A solenidade contou com a presença do antigo Ministro de Defesa do Brasil e eterno Comandante da Brigada de Infantaria Paraquedista, General de Exército Fernando Azevedo e Silva, entre outras autoridades.

Pioneiras no curso básico
Primeiro-Tenente da reserva não remunerada (R2) Ivi Costa dos Santos, primeira oficial; Primeiro-Tenente R2 Paula Raquel da Silva Bittencourt, segunda oficial; Aspirantes-a-Oficial Ana Luiza Santana, Cíntia Silva Vidigal, Giovana Abrão Santos, Fabiana Muzzi Leite, Renata Alves de Lima Capri, Kimberly Galdino Afonso Ferreira, Isabella Silva de Oliveira e Valquíria Letícia Gomes de Mesquita, primeiras da linha bélica da Academia Militar das Agulhas Negras; Segundo-Sargento Lane Carla Alves de Matos, primeira militar de carreira; Terceiro-Sargento Vanessa Martins Félix, primeira militar da Força Área Brasileira no curso, hoje agente da Polícia Rodoviária Federal.

Pioneiras do Curso de Mestre de Salto
Terceiro-Sargento Carolina de Sá Martins Ribeiro, hoje Capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro, primeira praça de carreira; e Coronel Yamar Eiras Baptista, primeira oficial de carreira.

Pioneiras de Salto Livre
Segundo-Sargento Esther Varjão Pinheiro, primeira militar de carreira; e Segundo-Sargento Juliana Rodrigues de Souza, segunda militar de carreira.

Pioneiras do estágio de Mestre de Salto Livre
Segundo-Sargento Juliana Rodrigues de Souza, primeira militar de carreira. Segundo-Sargento Cristina Lopes, primeira integrante do segmento feminino a compor a Formação Básica Paraquedista, como instrutora.

Pioneiras do curso de Dobragem, Manutenção de Pára-quedas e Suprimentos pelo Ar (DoMPSA)
Terceiro-Sargento do Exército Brasileiro Gabriela Melo da Silva (DoMPSA de nº 711); e Terceiro-Sargento da Força Área Brasileira Raniele Raica Finatto (DoMPSA de nº 709), pioneiras militares do segmento feminino no Brasil.

Fonte: Comunicação Social do Exército Brasileiro

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quarta-feira, 4 de maio de 2022

Tecnologia

DCTA e Parque Tecnológico de São José dos Campos alinham agendas de pesquisa
O Diretor-Geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Tenente-Brigadeiro do Ar Maurício Augusto Silveira de Medeiros, recebeu o Diretor do Parque Tecnológico São José dos Campos (SP), Jeferson Cheriegate. Na ocasião, também, se fizeram presentes o Vice-Diretor do DCTA, Major-Brigadeiro do Ar Mauro Bellintani, o Diretor de Desenvolvimento de Negócios, Marcelo Nunes e o Diretor de Operações, Sérgio Buani.

Cooperação
Durante a reunião foi apresentado ao Diretor-Geral do DCTA a história do Parque Tecnológico, suas principais atividades e o papel relevante desempenhado junto às empresas e instituições vinculadas a ele. Além disso, foram discutidas as oportunidades de negócios, no que concerne as possíveis parcerias e acordos de cooperação entre os setores público e privado. “Temos muito para progredir e crescer, e a cidade de São José dos Campos (SP) abre uma janela de oportunidades para isso. Trata-se de um momento relevante para a construção de modelos de negócios, que possibilitem conectar empresas capazes de transformar pesquisa em produtos e serviços para a nação”, ressaltou o Tenente-Brigadeiro Medeiros.

Parque Tecnológico
O Parque Tecnológico São José dos Campos nasceu, em 2005, a partir da história e evolução tecnológica da cidade, que teve seu desenvolvimento e industrialização ligado à criação do Centro Técnico de Aeronáutica (CTA), em 1946, bem como do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), que mais tarde culminou na criação da Embraer, em 1969. Com esse viés totalmente voltado para a inovação, o Parque Tecnológico tornou o principal representante da frente tecnológica da cidade e o DCTA têm buscado a participação da indústria para o desenvolvimento de suas capacidades. 

Alinhamento de agendas
Para o Diretor do Parque Tecnológico, Jeferson Cheriegate, a reunião é uma oportunidade de realizar alinhamento estratégico entre ambas as organizações. “Temos um momento histórico para conectar todo o desenvolvimento tecnológico que é feito dentro do DCTA com tudo o que o Parque Tecnológico consegue fazer e alinhar essas duas agendas para que o Parque possa contribuir com a missão da Força Aérea Brasileira”, finalizou.

Fotos: Soldado J. Alves (do DCTA)

Fonte: FAB, em 28/04/2022

terça-feira, 3 de maio de 2022

História

Escola que homenageia primeiro piloto de provas do Brasil completa 65 anos
A Escola Estadual Major Aviador José Mariotto Ferreira, localizada em São José dos Campos (SP), dentro do campus do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) completou 65 anos de existência, no dia 11 de abril de 2022. Para comemorar tantos anos de histórias e recordações, foi realizado um evento que contou com a presença de autoridades, além dos alunos, que realizaram trabalhos e murais sobre a história do Patrono, além da apresentação de um vídeo com retrospectiva dos eventos já realizados. Estiveram no evento o Diretor-Geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Tenente-Brigadeiro do Ar Maurício Augusto Silveira de Medeiros; o Vice-Diretor do DCTA, Major-Brigadeiro do Ar Mauro Bellintani; o Chefe do Subdepartamento de Administração do DCTA, Brigadeiro Engenheiro Eliezer de Freitas Cabral; a Diretora da Escola, Kátia Alves Rabello de Araújo Santos; além de alunos e professores, entre outros. A instituição conta com 101 profissionais e atende 1.080 alunos nos níveis Fundamental e Médio.

Grupo escolar
Fundada em 11 de abril de 1957, com quatro classes, atendendo a uma clientela de 11 alunos, sob a denominação de Grupo Escolar do antigo Centro Técnico de Aeronáutica (CTA). Sua instalação deu-se graças a uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação de São José dos Campos e a Força Aérea Brasileira (FAB). O constante crescimento dos alunos levou a entidade atingir, em 1968, o total de 15 classes de 1ª a 4ª série do ensino fundamental.

José Mariotto Ferreira
Em 1970, passou a ter nova denominação: Grupo Escolar “Major Aviador José Mariotto”, em homenagem ao Major Aviador José Mariotto Ferreira, piloto formado na antiga Escola de Aeronáutica dos Afonsos e, após alguns anos, formou-se Engenheiro no ITA onde fez parte do Projeto da Aeronave Bandeirante. O Major Mariotto foi o primeiro piloto de provas do Brasil, isto é, habilitado para ensaios e testes em aeronaves. Faleceu, em trabalho, no dia 1º de novembro de 1968. Em 1971, dada a necessidade ao atendimento do número de alunos, sempre crescente, foi instalado o Grupo Ginásio, com três classes de 5ª série, depois foi sendo expandida até completar a 8ª série. Movidos pela mesma necessidade de atender o contingente estudantil, foi instalado, em 1975, o funcionamento do Ensino Médio.

Fonte: FAB, em 01/05/2022, com informações do DCTA.

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segunda-feira, 2 de maio de 2022

Centenário do Primeiro Pouso de Avião em Ubatuba

02 de maio de 2022:
50 anos do passamento de Diego Aracena, primeiro piloto a pousar em Ubatuba (SP)
Em 2022 se completa o Centenário do Primeiro Pouso de Avião em Ubatuba (SP), ocorrido no dia 14 de setembro de 1922, pelo capitão do Exército Chileno Diego Aracena Aguilar, acompanhado do mecânico Arturo Seabrook. A dupla, a bordo do avião De Havilland Airco DH-9, matrícula 92, denominado El Ferroviario, fez o reide Santiago do Chile – Rio de Janeiro. Entre as várias escalas da longa travessia, passando por cidades do Chile, Argentina, Uruguai e Brasil, protagonizou o que foi a primeira aterrissagem de uma aeronave em Ubatuba. O município celebra esse feito centenário, como parte da Semana de Aviação de Ubatuba, no programa oficial de festividades, conforme projeto de lei do vereador Eugenio Zwibelberg aprovado, por unanimidade, na Câmara Municipal, e lei número 4488, de 04 de abril de 2022, sancionada pela prefeita Flávia Pascoal.

Força Aérea Chilena
O piloto Diego Aracena Aguilar faleceu, há 50 anos, o dia 02 de maio de 1972, em Santiago do Chile. Ele, nascido a 12 de novembro de 1891, foi do Exército Chileno e, com a criação da Força Aérea Chilena (FACh), passou a integrar aquela força, da qual foi Comandante em Chefe, entre 1932 e 1938. Aracena ingressou na Escola Militar em 1906, ano em que o brasileiro Alberto Santos Dumont, fez, em Paris, o primeiro voo público com uma aeronave mais pesada que o ar, o 14 Bis. Em 1914, Aracena foi designado para a Escola Militar Aeronáutica, obtendo, um ano depois, o brevê de piloto aviador. Foi promovido, em 1916, a capitão e, em 1921, obteve o título de piloto militar. No ano seguinte, quando o Brasil comemorava o centenário de sua independência, Diego Aracena foi selecionado para um recorde de voo, navegando entre Santiago e o Rio de Janeiro, com o objetivo de levar ao presidente brasileiro, Epitácio Pessoa, uma mensagem de saudação do presidente chileno, Arturo Alessandri, em deferência à comemoração do centenário de nascimento da Pátria Brasileira. A missão foi iniciada com dois aviões DH-9, no dia 29 de agosto. Aracena tinha como ala o aparelho pilotado por Federico Baraona Walton. No entanto, Baraona interrompeu a viagem numa escala em Castellanos, na Argentina, devido a um incidente que danificou completamente o trem de pouso e pontos da fuselagem. Aracena continuou a jornada, ingressando no espaço brasileiro, com escalas em Pelotas, Porto Alegre, Torres, Florianópolis, Santos e Ubatuba.

A aterrissagem em Ubatuba
Nessa localidade efetuou o primeiro pouso, usando como pista, uma área de vegetação rasteira na orla, onde, devido a uma fenda no terreno, teve danos no sistema de aterrissagem. Aracena seguiu no navio contratorpedeiro “Amazonas” (CT-1) da Marinha do Brasil para o Rio. Dias depois, em 25 de setembro de 1922, retornou até a vertical de Ubatuba no hidroavião Curtiss HS2L número 11 da Aviação Naval brasileira, conduzido pelo primeiro tenente aviador naval Victor de Carvalho e Silva e tendo como mecânico o sargento Laudelino Pedro Barbosa.
Depois de ter lançado, às 12 horas, uma mensagem para as autoridades e o povo ubatubense, nessa posição, o capitão Diego Aracena assumiu o comando da aeronave e prosseguiu até o Rio, terminando em voo, como planejado, o reide Santiago - Rio.

General del Aire
Aracena Aguilar deixou o Exército em 7 de junho de 1930 e passou para a Força Aérea Chilena (FACh) recém-criada, em 21 de março de 1930, com a fusão dos Serviços de Aviação do Exército e da Marinha. Em 1932, foi nomeado Comandante em Chefe da FACh, sendo o último oficial com o posto de Comodoro del Aire e o primeiro a ter a nova denominação hierárquica General Del Aire. Passou para a reserva em 6 de janeiro de 1939.
Faleceu, devido a um derrame cerebral, em 02 de maio de 1972, aos 80 anos. No Exército foi de cadete (1906) a tenente coronel (1929). Na Força Aérea foi Comandante de Esquadrilha (equivalente a tenente coronel), em 1930; Comandante de Grupo (equivalente a coronel), em 1932; Comodoro do Ar (equivalente a general de brigada e, atualmente, a general de brigada aérea), em 1934; e, General do Ar, em 1935.
Pelo governo brasileiro foi condecorado com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, no grau de Grande Oficial, outorgada a personalidades estrangeiras.

Semana da Aviação de Ubatuba: 7 a 14 de setembro
A celebração do primeiro pouso de um avião na cidade, com um preito à memória do aviador chileno Aracena, é um dos temas da Semana de Aviação de Ubatuba, que ocorrerá de 07 a 14 de setembro de 2022. Integrando a Rede Voa (gestora do aeroporto local Gastão Madeira), Prefeitura e secretarias, aeroclubes, operadores de aeronaves, organizações de aeronáutica militar e civil, entusiastas de aviação e um time de voluntários, o escopo do evento deverá promover atividades aéreas, exposições estáticas, palestras, entretenimento e difusão de cultura aeronáutica para todas as idades. Desta forma pretende-se oferecer atrativos com motivação aeronáutica para a população local e turistas, como parte da Semana de Aviação no calendário de eventos da cidade.

Lei
A Lei 4488, de 4 de abril de 2022, instituindo a Semana de Aviação de Ubatuba, estabelece que a mesma ocorrerá anualmente de 7 a 14 de setembro, composta por atividades educacionais, culturais, esportivas e artísticas. Define, ainda, que as atividades da Semana poderão ser desenvolvidas por Organizações Governamentais em parceria com a Iniciativa Privada e Entidades Representativas. De acordo com o disposto legal, a Semana de Aviação de Ubatuba será desenvolvida com os seguintes objetivos: valorização da história e das pesquisas aeronáuticas de Gastão Madeira; divulgação dos eventos históricos aeronáuticos ocorridos em Ubatuba; desenvolvimento de atividades como palestras, workshops, exposições e atividades lúdicas diversas; promover ações de intercâmbio com o Chile, para comemorar a primeira aterrissagem feita em Ubatuba, em 14 de setembro de 1922, pelo capitão chileno Diego Aracena; e, promover ações de parceria entre a aviação civil e militar, para que ocorram eventos e montagem de estandes nas comemorações. A lei, no artigo 4º, torna as atividades da Semana como parte do Calendário Oficial de Eventos da Municipalidade e, no artigo 5º, informa que o Executivo Municipal poderá regulamentá-la por meio de Decreto.

Saiba mais: 06/10/2021. Clique aqui 

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domingo, 1 de maio de 2022

Especial de Domingo

Confira o interessante texto de Rostand Medeiros, da Fundação Rampa, que voltamos a publicar.
Boa leitura.
Bom domingo!

O ás da aviação alemã na Segunda Guerra Mundial que trabalhou em Natal

Texto: Rostand Medeiros - Pesquisador Fundação Rampa

Um dos modelos de aviões pilotados por Modrow sendo posicionado no Rio Potengi. 
Ao fundo a Praia da Redinha.

A história da aviação em Natal-RN, no período anterior a II Guerra Mundial, é emocionante e inigualável. Entretanto, pouco destes fatos históricos são conhecidos do público em geral. Poucos são os livros que contam as aventuras dos aviadores durante as décadas de 1920 e 1930, cruzando os céus em suas precárias máquinas aéreas, viajando quase sem equipamentos através do Atlântico Sul e chegando a nossa provinciana capital. Ao realizar uma pesquisa no Arquivo Público do Rio Grande do Norte, acabei me deparando com um extenso arquivo contendo fichas de pedido de vistos, para passaportes de vários pilotos estrangeiros que vinham trabalhar em Natal. Pesquisando em outros centros de informações, descobri que um destes pilotos viria a se tornar um dos principais ases da aviação de caça noturna alemã na II Guerra, superaria a derrota da Alemanha e terminaria sua carreira como general da nova Força Aérea Alemã, na então Alemanha Ocidental.

Os alemães chegam a Natal
Esta história tem início com a chegada da aviação comercial alemã no Brasil, em 1926, quando foram iniciados estudos técnicos para implantação de linhas aéreas na região. Neste mesmo ano, um hidroavião Dornier Wall, chegava ao Rio de Janeiro, realizando o primeiro voo comercial no país. Diferentemente dos franceses, os alemães, pouco deram atenção à região Nordeste, tanto que a empresa Sindikat Condor, estabeleceu em 1927 linhas aéreas entre Porto Alegre e o Rio de Janeiro e outras linhas para o interior do estado gaúcho, com serviços de transportes de passageiros e cargas. Apenas em 1930, conduzido pelo diretor Fritz Hammer, o hidroavião “Guanabara” chegava a Natal e este alemão vinha com a missão de instalar uma base de hidroaviões na cidade. O então governador Juvenal Lamartine apoiou incondicionalmente o projeto, isentou de taxas a empresa e apoiou a instalação de uma base próxima à foz do rio Potengi, na conhecida Praia da Limpa (Montagem). Em fevereiro de 1930 é inaugurada a linha entre Natal e Porto Alegre; em março deste mesmo ano tem início os planejamentos para uma ligação entre a América do Sul e a Europa. Em 3 de fevereiro de 1934, a Deutsche Lufthansa implanta o primeiro serviço aéreo transoceânico do mundo, onde em dois dias e meio, um passageiro viajava entre Berlin e o Rio de Janeiro, um avanço espantoso para a época. O defeito deste sistema estava no fato dos aviões necessitarem amerissar no meio do Oceano Atlântico, ser o hidroavião içado por um navio-catapulta, abastecerem e serem catapultados em direção a Natal. Algum tempo depois este sistema foi desativado com a entrada de novos aviões. A atuação dos alemães crescia fortemente na região, chegando a ponto de, em 1936, estarem transportando quase 16.000 pessoas. Sobre este dado é importante lembrar que a capacidade de transportes de muitos aviões neste período, não era superior a 20 passageiros.

Material de propaganda do Sindicato Condor, publicado nos jornais potiguares da década de 1930

Condor tinha voos semanais para Rio e Buenos Aires
Em Natal os voos da Condor eram semanais, com o fechamento da mala postal às dezoito horas da quarta-feira e a partida na quinta, sempre às cinco da manhã. A empresa prometia que o passageiro estaria no Rio de Janeiro em um dia e em Buenos Aires em dois dias. Já o serviço transatlântico era uma operação conjunta Condor-Lufthansa, com saídas ás dezoito horas da quinta-feira e chegada em quatro dias a Europa, com escalas em Bathust (na atual Gâmbia), Las Palmas (Ilhas Canárias), Sevilha, Barcelona (Espanha) e Frankfurt (Alemanha). Muitas vezes os horários e dias de partida mudavam, onde a propaganda nos jornais locais sempre solicitava aos interessados, entrar em contato com o agente das empresas na cidade, que em 1935, tinha esta função exercida pela firma Filgueira & Cia. Em 1939, os alemães implantaram no serviço de transporte transatlântico o avião que provou ser o mais confortável, o mais silencioso e o mais caro do mundo na sua época, o quadrimotor Focker Wulf 200. Transportava 4 tripulantes, 28 passageiros e era considerado um fantástico salto de qualidade em termos de viagens aéreas. Para efeito de comparação seria como Natal, nos dias de hoje, fosse rota normal para o novo super-avião Airbus 380.

Foto da ficha de entrada de Modrow em território brasileiro

Alemães se mantinham à distância
Em 2 de janeiro de 1939, o piloto Ernst Wilhelm Modrow, de 30 anos, natural de Stettin (atualmente Szczecin, na Polônia), recebia a sua autorização de viagem para Natal. Provavelmente este não era o primeiro pedido de ingresso de Modrow em Natal pois, desde 1930, ele já trabalhava na América do Sul, primeiramente na empresa aérea colombiana SCADTA, uma empresa de aviação com controle alemão e a partir de 1937, como responsável pelas rotas turísticas da Lufthansa. Seu trabalho na América do Sul durou até agosto de 1939. Neste período, a aviação se profissionalizava cada vez mais. Em Natal o movimento de aviões seguindo para o sul do país, ou em direção a Europa, fazia parte do dia a dia, bem como a presença de pilotos e equipes de apoio na cidade. Muitos deles aproveitavam as benesses da cidade, principalmente às praias de águas quentes. Lendo os jornais da época, percebe-se que os aviadores alemães, talvez pela sua própria natureza mais comedida, não interagiam tão fortemente com a população. Diferentemente dos franceses e italianos, os germânicos ficavam alojados na sua base na Praia da Limpa, mais distantes da convivência direta com a cidade. Em relação a Modrow, poucas foram às informações sobre a estada deste piloto em Natal. Era apenas mais um, dos muitos pilotos estrangeiros de passagem pela cidade. A partir de setembro de 1939, com a eclosão da guerra, Modrow é convocado para a Força Aérea Alemã (Luftwaffe). Segue para a Noruega, servindo em um esquadrão de transporte, o KGr. Z.B.V. 108, que utilizava o hidroavião Dornier DO 26. Primeiramente efetuou missões de reconhecimento e de abastecimento de tropas na região de Narvik. Em maio de 1940, seu avião havia amerissado para descarregar equipamentos no fiorde Rombakken, quando foi atacado por caças Spitfire, da Força Aérea Britânica (RAF), e destruído. Mesmo ferido, Modrow foi o único sobrevivente da tripulação. Após sua recuperação, passa um período como instrutor de voo, seguindo ao encontro de sua unidade, que em 1942 se encontrava sediada na Itália. A ele é destinado o grande hidroavião de seis motores Blohm & Voss Bv 222, um dos maiores aviões de transporte da Segunda Guerra Mundial. Tinha a missão de realizar voos para a África do Norte, no abastecimento das tropas alemãs do Afrika Korps e retirada de feridos. Modrow realiza mais de 100 missões de transporte, sendo esta quantidade de missões considerada um verdadeiro prodígio, pois devido a suas dimensões e baixa velocidade, o BV 222 era considerado um alvo fácil para os caças aliados. Devido as suas habilidades, em 1943 é transferido para um grupo de caça noturna, que tinha a função de destruir bombardeiros ingleses que atacavam diretamente o coração da Alemanha. É designado para o II Grupo do esquadrão NJG 1, baseado em bases na França ocupada. Em uma noite de março de 1944, Modrow faria sua primeira vítima sobre a localidade de Venlo, Holanda, provavelmente um caça noturno bimotor do tipo “Mosquito”. Sua segunda vitima é um bombardeiro quadrimotor britânico “Halifax”, seguido por outro bombardeiro quadrimotor do tipo “Lancaster”, também britânico.

O caçador e sua arma. O respeitado oficial da Luftwaffe e seu Heinkel HE-219

Um caçador de aviões aliados, nos céus noturnos da Europa
O caça de Modrow era um Heinkel HE 219, uma das melhores aeronaves na categoria de caças noturnos já fabricado. No chão, a sua aparência não era das melhores, pois a aeronave fora construída com um grande e desajeitado trem de pouso, um conjunto de antenas na parte dianteira e a cabine para piloto e operador de radar bem à frente da aeronave. Mas esta aparência era enganadora, no ar este avião era quase imbatível. Possuía um moderno sistema de radar frontal FuG 212C-1 “Lichtenstein”, que servia para a localização dos lentos bombardeiros noturnos aliados. Para derrubá-los, o HE 219 utilizava um revolucionário e inovador modelo de canhões duplos conhecido como “Schräge Musik”, tradução para “Jazz Music”, numa alusão ao ritmo acelerado das bandas de swing norte-americanas. Era uma arma impressionante, cujo diferencial estava no fato dela disparar para o alto. Tratava-se de dois canhões de calibre 30 milímetros, instalados na parte traseira da fuselagem, possuindo uma inclinação de 65 graus e disparavam contra a parte baixa e desprotegida dos bombardeiros ingleses. A ação normalmente ocorria da seguinte maneira: um piloto de caça noturno alemão voava sozinho na noite, sempre apoiado por radares em terra que tinham a função de localizar um bombardeiro. Após marcarem o alvo, transmitiam para o operador de radar do avião atacante a posição da vitima, o piloto do avião caçador seguia para área de ataque, localizava visualmente o alvo, posicionava-se atrás e abaixo de sua presa, passava exatamente sob a “barriga” da desprotegida aeronave, abria fogo e o alvo era destruído. Modrow vai desenvolvendo sua capacidade de caçador de forma notável, tanto que em junho de 1944, em duas noites distintas, derruba sete bombardeiros quadrimotores, sendo condecorado com a Ritterkreuz (Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro). Os combates prosseguiram nos meses seguintes e ele novamente obteria grande sucesso na noite de 23 para 24 de setembro de 1944, derrubando quatro quadrimotores ingleses próximo a Düsseldorf, Alemanha. De suas 34 vitórias confirmadas, 33 foram durante o ano de 1944. Em janeiro de 1945 ele seria condecorado com a Deutsches Kreuz (Cruz Germânica), uma das mais elevadas condecorações da Força Aérea Alemã na Segunda Guerra. Na noite de 1 de fevereiro de 1945, seu avião HE-219 teve problemas, Modrow e o seu auxiliar, Alfred Staffa, utilizaram o novo sistema de assento ejetável, sendo uma das primeiras tripulações a usar esta nova invenção. Modrow abateria sua última vítima na noite de 05 para 06 de janeiro de 1945, vindo a se render para os aliados ocidentais quando da assinatura do Armistício, em maio daquele ano. Ao ás Modrow foi creditado 34 vitórias, em 259 missões, incluindo 109 missões como piloto de caça noturno. Na década de 1950, com a reconstrução das Forças Armadas Alemãs, Modrow juntou-se à Bundesluftwaffe, a nova Força Aérea Alemã, onde permaneceu até sua aposentadoria em 1964, quando passou para a reserva no posto de tenente-coronel. Com relação a sua aeronave de caça, atualmente existe apenas um exemplar do HE 219 sobrevivente em todo o mundo passou por processo de restauração no famoso Museu Smithsonian, em Washington, capital dos Estados Unidos. Ernst-Wilhelm Modrow faleceu de causas naturais na cidade portuária de Kiel (Alemanha) aos 82 anos de idade, em 10 de setembro de 1990.


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sábado, 30 de abril de 2022

Acrobacia Aérea

CBA promove curso para juízes e treinamento de pilotos acrobatas
O Comitê Brasileiro de Acrobacia Aérea (CBA) promoverá, simultaneamente, um curso para formação de juízes e treinamento para pilotos. Os eventos ocorrerão nos dias 25 e 26 de junho de 2022, no aeroporto de São João da Boa Vista (SP), em parceria com o Aeroclube local.

Informações: acrobaciaCBA@gmail.com ; +55(19)9-8114-9767


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sexta-feira, 29 de abril de 2022

KC-390 Millennium

KC-390 da FAB faz primeiro lançamento de carga pesada por extração
Um avião cargueiro KC-390 Millennium da Força Aérea Brasileira (FAB) efetuou, no dia 20 de abril de 2022, o primeiro lançamento de carga pesada por extração (Heavy). A tripulação foi composta por instrutores da Embraer, militares do Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT) - Esquadrão Zeus e pelo Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT) - Esquadrão Gordo.
A aeronave com matrícula FAB 2857 decolou da Base Aérea de Campo Grande (MS) e se deslocou para a Zona de Lançamento (ZL) Metelo, onde a carga que pesava aproximadamente 1,5 tonelada foi arremessada.

Lançamento automatizado
O KC-390 possui um sistema de manuseio e lançamento de carga em voo totalmente automatizado, o que proporciona a um único mestre de carga gerenciar todas as atividades, reduzindo, assim, o trabalho e aumentando a segurança e a consciência situacional. Para os pilotos, um sistema chamado Ponto de Queda Calculado Continuamente (CCDP, do inglês, Continuously Computed Drop Point) calcula automaticamente o ponto ideal de lançamento, resultando em melhor precisão no cumprimento da missão. Dessa forma, a aeronave apresentou desempenho dentro dos aspectos qualitativos esperados e com excelente precisão, a 40 metros do alvo. Após o voo, o Chefe da Seção de Operações do 1º GTT, Major Aviador Daniel Souza, descreveu a importância deste momento para a Força. “A incorporação deste método de lançamento de cargas no KC-390 representa mais uma capacidade para cumprir a Ação de Ressuprimento Aéreo da FAB, ampliando nossos horizontes para atuar nos mais diversos cenários”, concluiu.

Fotos: 1° GTT

NR: Em oportunidade anterior, o modelo KC-390 já havia feito um lançamento semelhante, com carga pesada, por extração, porém, no processo de certificação. Também já fez um lançamento por gravidade. 

Saiba mais: Blog do NINJA de 30/12/2019 (Clique aqui)  e de 07/03/2022 (Acesse aqui

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quinta-feira, 28 de abril de 2022

Datas Especiais

28 de Abril
Dia da Travessia do Atlântico pelo "JAHÚ"
28 de abril de 1927, 4:30 hs da manhã. O JAHÚ se prepara para o salto de 2.400 km sobre o Oceano Atlântico. Isso por si só já seria um grande feito pra época, já que o JAHÚ, sendo um hidroavião todo feito em madeira,  sem nenhum tipo de aparelho para comunicação e possuindo apenas sistemas básicos de orientação e navegação, mas ainda enfrentariam muitas dificuldades e sabotagens para concluírem a façanha. O hidroavião JAHÚ, um Savoia Marchetti modelo S-55 de fabricação italiana foi adquirido pelo piloto civil João Ribeiro de Barros, para realizar a travessia do Atlântico sem que fosse necessário dispor de outros meios e apoios que não fosse a própria aeronave. Alguns já  tinham realizado a travessia, mas sempre com apoio de navios dispostos ao longo do trajeto e se utilizando de várias aeronaves. Barros batizou a aeronave com o nome de sua cidade natal e resolveu realizar a travessia contando com uma tripulação exclusivamente brasileira. Para isto, chamou seu amigo e mecânico civil Vasco Cinquini, o navegador Newton Braga e o copiloto Athur Cunha, ambos do Exército Brasileiro sendo que Cunha foi posteriormente substituído por João Negrão, piloto da Força Pública Paulista. Superando todas as dificuldades técnicas, sabotagens e falta de apoio governamental, o JAHÚ cumpriu seu objetivo pousando em águas brasileiras e sendo recebido sempre por uma grande multidão  nas cidades por onde passou, até finalmente silenciar seus motores na Represa de Santo Amaro, em agosto de 1927. Após muito tempo abandonado e tendo grande parte da estrutura  consumida por cupins o JAHÚ foi inteiramente restaurado para a preservação da memória da Aviação Brasileira, sendo o único exemplar existente no mundo todo. Lembrando que os brasileiros foram os primeiros das 3 Américas a realizar a Travessia do Atlântico e que Charles Augustus Lindbergh fez a travessia do Atlântico Norte, 23 dias após os brasileiros! O Governo Estadual Paulista, através da Lei Estadual nº 9.933/98, instituiu a data de 28 de abril, como comemorativa da Travessia do Atlântico pelo JAHÚ.

Para saber mais:
Contato: colecionadorjahu@gmail.com

Publicação da Fundação Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro - 2010: 

Exposição ocorrida em Junho/Julho de 2012, no Museu TAM:
Foi vista por cerca de 20.200 pessoas, neste período:

Entrevista, sobre o Hidroavião JAHÚ:
Programa “INFORME-SE” da “TV UNISA” da Universidade de Santo Amaro - 2012.
Entrevista dividida em 2 blocos:

Exposição no Colégio Dominique em Ubatuba – SP - 2014:

Especial de Domingo: NINJA: Especial de Domingo (ninja-brasil.blogspot.com) 

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Indústria Aeronáutica

Embraer promove seus produtos em evento nas Filipinas
Em Manila, capital das Filipinas, a Embraer promove seu portfólio de produtos e soluções para os mercados de defesa e segurança no Asian Defense & Security (ADAS), que ocorre de 27 e 29 de abril de 2022. O segmento de Defesa e Segurança da Embraer possui o portfólio mais moderno em produtos e soluções do setor, incluindo a aeronave de transporte multimissão C-390 Millennium e a aeronave de ataque leve e treinamento A-29 Super Tucano, além de amplas soluções para os segmentos aéreo, terrestre, marítimo, espacial e cibernético.

KC-390
Desde a primeira entrega à Força Aérea Brasileira (FAB), em 2019, a aeronave multimissão KC-390 Millennium comprovou sua capacidade, confiabilidade e excelente desempenho em missões domésticas e no exterior. A FAB opera atualmente com uma frota de cinco KC-390. Essas aeronaves já ultrapassaram 5 mil horas de voo em operação, o que significa mais de 600 horas de voo por ano por cada aeronave, com uma taxa de cumprimento de missão de 97%, demonstrando uma produtividade excepcional na categoria. A aeronave já foi selecionada por duas nações da OTAN, em Portugal e na Hungria.

Fonte: Embraer

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quarta-feira, 27 de abril de 2022

Carreiras na Aviação

FAB tem primeira instrutora de voo no helicóptero H-50 Esquilo
A Tenente Aviadora Maria Luisa Michelon Silveira tornou-se a primeira mulher a ser qualificada como instrutora de voo na aeronave H-50 Esquilo. O helicóptero é utilizado para forjar os futuros pilotos de combate da Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Curso de Especialização Operacional em Asas Rotativas (CEOAR), ministrado no Primeiro Esquadrão do Décimo Primeiro Grupo de Aviação (1º/11º GAV) – Esquadrão Gavião, sediado em Parnamirim (RN). A instrutora é natural de Santa Maria (RS) e ingressou na FAB em janeiro de 2012, perfazendo quatro anos de formação na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP). Em 2016, a então Aspirante a Oficial Maria Luisa concluiu o CEOAR e foi classificada para o Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAV) – Esquadrão Pantera, servindo de 2017 a 2021. Além da aeronave H-50, foi homologada à Instrutora de Voo nas aeronaves H-60 Black Hawk e C-98 Caravan. Nesse período, realizou diversas missões operacionais, bem como contribuiu para a elevação operacional de outros pilotos.

Missão
Para ela, retornar ao ninho dos Gaviões e poder passar toda experiência adquirida ao longo desses anos tem um significado distinto. “Sou muito grata de ter voltado para o Esquadrão Gavião e ter a oportunidade de contribuir com a formação da nova geração de pilotos de Asas Rotativas. Hoje tenho um pouco mais de experiência e posso retribuir à Força Aérea todo o esforço que, um dia, meus instrutores dedicaram à minha formação como piloto de H-50”, conta. A missão do Instrutor de Voo apresenta-se como uma das atividades mais nobres da Instituição, e desde a criação do Ministério da Aeronáutica, os conhecimentos adquiridos são aprimorados e retransmitidos por mais de oito décadas de história. “Sentimento de muito orgulho em ser a pioneira e espero que isso possa abrir caminhos e incentivar outras mulheres a lutarem por seus espaços e alcançarem seus objetivos, independe da área de atuação”, finaliza a Oficial.

Fotos: Sargento Carlos Eduardo (do 1º/11º GAV)

Fonte: FAB, em 26/04/2022

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terça-feira, 26 de abril de 2022

Gripen F-39

FAB terá mais quatro caças supersônicos Gripen
Durante a cerimônia de comemoração do Dia da Aviação de Caça, em 22 de abril de 2022, na Base Aérea de Santa Cruz (RJ), o Comandante da Aeronáutica anunciou que a FAB recebeu autorização para ampliar em mais quatro o número de aquisição de caças supersônicos Gripen F-39. A encomenda passa de 36 para 40 aeronaves. Isso possibilitará início de estudos para que mais uma base, além de Anápolis (GO), opere o avião. Além disso será avaliada a compra, em momento oportuno, de mais um lote de F-39, para substituição de jatos F-5 mais antigos.

Batismo operacional
Durante a cerimônia, com a presença do Presidente da República Jair Bolsonaro, os F-39 Gripen FAB 4101 e FAB 4102 receberam o batismo operacional, marcando a incorporação das aeronaves à Aviação de Caça brasileira. Os dois aviões multimissão de produção em série chegaram ao Brasil no dia 1º de abril. O ponto alto da celebração foi o anúncio feito pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior da aquisição de mais unidades do F-39 Gripen para a FAB. "Agradeço ao Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, pela autorização para que o contrato de aquisição das aeronaves F-39 Gripen seja alterado no sentido de serem acrescidas mais quatro aeronaves que nos possibilitará iniciar estudos para implantação desses vetores em mais uma base aérea. Em paralelo iniciamos estudos preliminares para aquisição de um segundo lote dessas aeronaves a fim de garantir que a desativação das aeronaves de Caça mais antigas não acarrete perda da capacidade de cumprirmos nossa missão de defesa da pátria”, discursou.

Nova era na FAB
Para o Comandante de Preparo, Tenente-Brigadeiro do Ar Sergio Roberto de Almeida a incorporação dos F-39 Gripen marca o início de uma nova era para a Força Aérea Brasileira. “Desde a sua criação a Aviação de Caça brasileira esteve em um patamar muito elevado e em função de dificuldades a gente não conseguia mais manter o mesmo nível das outras forças aéreas. Com a incorporação dos Gripen na sua configuração de combate, isso nos coloca novamente no mesmo patamar das melhores forças aéreas do mundo voltando à modernidade”, destacou.

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