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Voar é um desejo que começa em criança!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Solidariedade

Aluno do ITA revela talentos
Talentos são como as flores: nascem, desabrocham e deixam um legado de beleza à posteridade. Da mesma forma, perdem a exuberância quando esquecidos. Assim como as plantas precisam de água, sol e terra fértil, os talentos prosperam quando descobertos e incentivados. Não caem do céu feito a chuva e podem se perder ao longo do caminho.
Aluno de Engenharia Elétrica do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), em São José dos Campos-SP, Marco Antonio Lopes Pedroso, 18 anos, é um exemplo de talento bem desperto e produtivo. Só entrou na rigorosa e cobiçada escola de engenharia, entre as melhores do país, por saber aproveitar as oportunidades. Aprendeu desde cedo que, com esforço e dedicação, é capaz de ir longe. Muito além do jardim de casa.
Essa é a história do aluno de escola pública da pequena Santa Isabel que está alcançando as estrelas e ajudando a mudar a educação em sua cidade plantando solidariedade.
Choque
Talentos precisam de atrito para projetar luz. Filho de um professor e de uma arquiteta, o jovem estudante de Santa Isabel ganhou uma bolsa na escola particular na qual o pai lecionava. Mas o colégio fechou as portas e ele foi obrigado a mudar para uma escola estadual. O choque foi grande. "Alunos demais em sala de aula, professores que faltavam e muita bagunça", conta Pedroso. "Percebi que tinha que tomar uma postura para não ficar para trás."
O estímulo surgiu em casa. Ele e o irmão mais novo, Álvaro Lopes Pedroso, 16 anos, mergulharam nos livros para enfrentar olimpíadas do conhecimento e almejar bolsas de estudo em colégios particulares de ponta. Em dois anos, de 2005 a 2007, ganharam 69 medalhas e menções honrosas em competições de matemática, física e informática.
São Paulo
A performance levou os irmãos ao colégio Etapa, de São Paulo, com bolsa integral para o ensino médio. A mensalidade é de R$ 2.000. Eles não pagam. "Lá, encontrei mais pessoas como eu, que gostavam de estudar", diz Marco Antonio Pedroso. "Mas tive que estudar muito mesmo."
Solidariedade
Ele também conseguiu uma bolsa no programa Ismart (Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos), ONG do Rio de Janeiro que possui parceria com São Paulo e São José. O programa já ajudou 852 alunos brilhantes de baixa renda.
Tanta "sorte" fez com que Pedroso quisesse devolver à sociedade um pouco de suas conquistas. Junto com o irmão, em 2008, ele fundou o OSI (Olímpicos de Santa Isabel), curso preparatório para olimpíadas do conhecimento que está mudando a rotina educacional na cidade.
Mais de 300 alunos passaram pelo curso, que funciona sábados e domingos na escola estadual Gabriela Lobo. O grupo já conseguiu 157 prêmios no Brasil e exterior. Para orgulho da diretora Dalva Akl: "Os torneios incentivam o estudo."
Orgulho
A mãe dos irmãos, a arquiteta Teresinha Pedroso, 45, mostra com orgulho a medalha de bronze que Marco ganhou na Alemanha, em 2009, na Olimpíada Internacional de Matemática. "Os torneios levaram meus filhos a amar os estudos e a desafiarem-se cada vez mais. Não tem segredo. Tudo depende do esforço", ensina.

*Fonte: Texto de Xandu Alves/Jornal O Vale

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Campinas-Lisboa

TAP cria nova rota
Desde o primeiro sábado de julho de 2010 a companhia aérea portuguesa TAP passa a voar numa nova rota para o Brasil: Campinas - Lisboa. Serão três voos semanais no aeroporto Viracopos, em Campinas-SP. Assim, a Transportes Aéreos Portugueses completa 17 conexões por semana para o Estado de São Paulo, considerando as linhas que operam no aeroporto de Guarulhos. É uma ação da empresa para aumentar o fluxo de passageiros entre São Paulo e Lisboa, que no ano de 2009 chegou a 201 mil visitantes. A TAP é a líder europeia em operações com o Brasil e tem voos diretos para Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Natal e Fortaleza. É dirigida pelo brasileiro Fernando Pinto.

domingo, 4 de julho de 2010

Especial de Domingo

A Sociedade Aeronáutica Neiva

No período imediatamente posterior a Segunda Guerra Mundial, verificou-se a migração para o Brasil de técnicos alemães e austríacos, especialistas das mais variadas áreas, inclusive no setor aeronáutico. Foi o caso de Willibald Weber, engenheiro aeronáutico austríaco, que trabalhou na Cássio Muniz, empresa que realizava a manutenção dos aviões Cessna no Brasil.

Weber realizou no país o projeto de um bimotor metálico de cinco lugares, inspirado num modelo tcheco-eslovaco. Em 1952, a Cássio Muniz resolvia participar da construção da aeronave projetada por Weber, dessa forma batizada Cassmuniz.

O aparelho contava com dois motores Continental de 195 cavalos cada. Até fins de 1954, o protótipo realizou testes sendo então homologado pelo ITA. Nesse momento, a Cássio Muniz propôs à Cessna uma joint-venture para a fabricação no país de monomotores da empresa norte-americana e do bimotor Cassmuniz. A Cessna recusou, e a empresa brasileira desistiu do projeto, vendendo o protótipo a Weber.

A aeronave acumulou milhares de horas de voo até 1968, quando se acidentou em função de uma pane no motor, demonstrando mais uma vez a exequibilidade da fabricação no país de aeronaves de maior complexidade técnica mediante a importação de cérebros. Poucos anos depois, o Bandeirante, primeiro bimotor fabricado em série no país, foi projetado por uma equipe que tinha um especialista estrangeiro como coordenador.
Willibald Weber deixou a Cássio Muniz e fundou uma oficina de manutenção de aviões em Botucatu, no interior de São Paulo, associando-se mais tarde com José Carlos Neiva para fundar a Sociedade Aeronáutica Neiva.

Em 1945, José Carlos Neiva projetou um planador de instrução, de dois lugares e estrutura de madeira. Era o início de suas atividades industriais aeronáuticas. Denominado Neiva B Monitor, o aparelho foi construído numa garagem alugada no Rio de Janeiro.

Entre 1950 e 1955, três desses modelos foram fabricados, sob encomenda do Ministério da Aeronáutica. O Neiva B Monitor fez sucesso nos clubes de voo a vela, e outros 18 aparelhos foram fabricados pela Sociedade Aeronáutica Neiva, a partir de 1955, totalizando uma série de 20 aeronaves. Em 1953, Neiva lançava um planador de alta performance, denominado BN1. Quatro aparelhos foram fabricados, sob encomenda. A fabricação de planadores guardava características ainda artesanais. Mas, em 1952, o Ministério da Aeronáutica importava 80 aviões leves de marca Piper modelos PA 18.

O mercado dos aeroclubes continuava a demandar aviões leves e Neiva vislumbrava nessa demanda a oportunidade de retomar a fabricação de aviões no país. Com esse propósito, em 1955 ele obteve de Francisco Pignatari a licença do Paulistinha. Pelo acordo, Neiva obtinha gabaritos, plantas e a licença e pagava 6% sobre o valor de cada avião para um fundo destinado a oferecer bolsas de estudo aos alunos do ITA.

O Paulistinha continuava a ser um avião adaptado às condições brasileiras: preço unitário relativamente baixo, robusto, manutenção extremamente simples e barata. Neiva fabricou e vendeu 260 aparelhos, realizando pequenas modificações no projeto, sendo a principal delas a opção por motores mais potentes. Relançado em 1956, o Paulistinha 56 B era dotado de um motor Lycoming de 100 cavalos de força. Vinte aparelhos foram fabricados com essa configuração, os demais, designados 56 C, eram equipados com motores Continental de 90 cavalos.

A dependência da indústria aeronáutica brasileira das encomendas governamentais evidencia-se no exame da trajetória de Neiva. Dos 260 Paulistinhas fabricados, 250 responderam a encomendas do Ministério da Aeronáutica e apenas 10 aviões foram vendidos a particulares.

Em 1959, Neiva apresentava ao Ministério da Aeronáutica a concepção de um novo avião, desta vez inteiramente metálico. O avião foi batizado Regente. Ao mesmo tempo, desenvolvia uma versão mais moderna do Paulistinha. Era o Campeiro, dotado de um motor de 150 cavalos, ampla visibilidade e rádio.

O Ministério da Aeronáutica interessou-se pela aeronave metálica encomendando 120 aviões. O Regente foi homologado em 1963.

Era um avião de asa alta, dois lugares, dotado de um motor Continental de 210 cavalos, que na FAB cumpriria o papel de aeronave de ligação. Foram fabricados 40 modelos Regente Elo, que apresentavam maior visibilidade, sendo mais aptos para o desempenho de funções militares.

No inicio dos anos 60, Neiva lançou-se no projeto de um avião de treinamento avançado que substituísse os antigos aparelhos North American T6. A aeronave foi projetada por Jeseph Kovacs e denominada Universal. Em 1966, o protótipo voou. Era um avião metálico de asa baixa, de dois lugares, trem de pouso retrátil e que podia carregar armamentos, metralhadora e mísseis ar-terra. O Ministério da Aeronáutica encomendou 150 aeronaves à empresa, o maior contrato de vendas realizado pela empresas até então.

Ao longo de sua existência como empresa privada, a Neiva dependeu inteiramente do mercado público. Apenas a partir de sua compra pela Embraer, a empresa voltou-se para o mercado privado.

Atualmente denominada Indústria Aeronáutica Neiva, fabrica o avião agrícola Ipanema, além de componentes e subconjuntos para os Jatos Regionais Embraer da família 145 e 170, assim como para a linha de aviões militares.

O avião agrícola IPANEMA é o campeão brasileiro de vendas em seu segmento, e pode ser equipado com uma série de opcionais; como o pulverizador eletrostático, o difusor de sólidos e o sistema de posicionamento global DGPS. É fabricado nas versões a gasolina (AV_GAS) ou a álcool (AV_ALC).

A Indústria Aeronáutica Neiva recebeu a certificação do Centro Técnico Aeroespacial para o Ipanema movido 100% a álcool hidratado no dia 19 de outubro de 2004. O Ipanema é o primeiro avião de série no mundo a sair de fábrica certificado para voar com este tipo de combustível.

Fontes:
www.museutec.org.br / Vencendo o Azul
www.aeronveiva.com.br

sábado, 3 de julho de 2010

Nova Empresa Aérea

Laguna Linhas Aéreas atenderá 90 cidades
Foi autorizado o funcionamento jurídico da Laguna Linhas Aéreas com a edição da portaria ANAC/SER 536-12/4/10, da Agência Nacional de Aviação Civil.
A nova empresa nasce com a proposta de ser grande, ser um diferencial no setor aéreo e atender cidades de baixa e média demanda de passageiros que hoje não contam com transporte aéreo regular. Como exemplos têm-se os casos de Ubatuba, Taubaté e Guaratinguetá, no estado de São Paulo; Angra dos Reis e Volta Redonda, no estado do Rio de Janeiro.
Segundo as propostas da empresa, a frota será integrada por 48 aeronaves, sendo oito Fokker-50 e quarenta Fokker-100. O primeiro modelo é um turboélice para 50 passageiros e o segundo é um jato para até 118 ocupantes. O ousado projeto prevê atendimento de 96 cidades, em 14 estados e quatro regiões geográficas do Brasil, tendo São José dos Campos, SP, como sede e mais 23 outras bases operacionais. O número de aeroportos atendidos será um recorde na aviação comercial brasileira. Estima-se que poderão ser transportados três milhões de passageiros por mês.
A estratégia da Laguna Linhas Aéreas é oferecer baixos preços de tarifa em voos curtos e longos dentro de uma mesma linha, com possibilidades para os passageiros como nunca se viu antes. Desta forma serão atendidos mais de mil e duzentos trechos diferentes entre as 96 cidades, sem necessidade de troca de aeronave.
Fokker 50 da Laguna: Pouso em aeroportos de pequeno porte

Destinos anunciados pela Laguna:
- No Estado de São Paulo: Andradina, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Botucatu, Campinas, Franca, Guaratinguetá, Guarujá, Itanhaém, Limeira, Lins, Marília, Mogi-Mirim, Ourinhos, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté e Ubatuba.

- No Estado de Minas Gerais: Almenara, Araxá, Belo Horizonte, Conselheiro Lafaiete, Curvelo, Diamantina, Divinópolis, Governador Valadares, Ipatinga, Ituiutaba, Januária, Juiz de Fora, Montes Claros, Paracatu, Passos, Patos de Minas, Pirapora, Poços de Caldas, Pouso Alegre, São Lourenço, Teófilo. Otoni, Ubá, Uberaba, Uberlândia e Varginha.

- No Estado do Rio de Janeiro: Angra dos Reis, Cabo Frio, Campos, Macaé, Rio de Janeiro e Volta Redonda.

- No Estado do Espírito Santo: Cachoeiro do Itapemirim, Colatina, Linhares e Vitória.

- No Estado da Bahia: Feira de Santana, Ilhéus, Jequié, Paulo Afonso, Salvador, Senhor do Bonfim, Teixeira de Freitas, Valença e Vitória da Conquista.

- No Estado de Sergipe: Aracajú.

- No Estado de Alagoas: Maceió.

- No Estado de Pernambuco: Caruaru, Garanhuns, Recife e Petrolina.

- No Estado de Mato Grosso do Sul: Campo Grande e Dourados.

- No Estado de Goiás: Goiânia e Rio Verde.

- No Distrito Federal: Brasília.

- No Estado do Paraná: Curitiba, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Londrina, Maringá, Ponta Grossa e União da Vitória.

- No Estado de Santa Catarina: Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Joinvile e Lages.

- No Estado do Rio Grande do Sul: Caxias do Sul, Pelotas e Porto Alegre.

Fokker 100 nas cores da Laguna Linhas Aéreas

Empregos
Os canditados a trabalhar na empresa devem enviar currículo, via email, para curriculo@voelaguna.com.br. A Laguna Linhas Aéreas estima para o final deste mês o início das contratações, conforme as necessidades.

Visite: www.voelaguna.com.br

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Recreio

URUBU VOA? HOMEM VOA?
Nas tardes quentes da fazenda do engenheiro Dumont, em Ribeirão Preto, São Paulo, os meninos brincam. Estamos no princípio dos anos oitenta do século XIX. Na Rússia, o czar Alexandre II foi assassinado, sucedendo-lhe Alexandre III, e Dostoievski escreve Os Irmãos Karamazov. O reino da Sérvia é proclamado e a Itália junta-se à Alemanha e à Áustria na Tríplice Aliança. Wagner compõe o Parsifal, morrendo dois anos depois. Marx morre também. A linotipia é inventada. No Brasil, reina o imperador Pedro II, há ainda feridas e soam os ecos da vitória sobre o Paraguai na última das guerras platinas, os maçons e os republicanos conspiram, a abolição da escravatura divide a sociedade brasileira. Já em 1871 a Lei do Ventre Livre viera libertar os filhos de escravos nascidos a partir desse ano. O caminho-de-ferro vai abrindo novas comunicações, as indústrias surgem pelo país, há conflitos entre o Estado e a Igreja. Tudo isto são coisas que interessam muito ao engenheiro Dumont e aos amigos que aos serões se reúnem na fazenda e discutem estes temas com ar grave, cofiando bigodes, alisando barbas, bebendo um cordial e fumando olorosos charutos. Os jornais de São Paulo todos os dias renovam ou reacendem os assuntos.
Porém, nenhum destes importantes acontecimentos preocupa os meninos que brincam na varanda da fazenda. Estão a jogar ao jogo das prendas. Um deles pergunta: – Voa o gato? Todos gritam: – Não! – Voa o urubu? Levantam os braços: Voa! Voa o carcará? – Voa! – Voa o homem? Todos menos um gritam: – Não! Alberto, um dos filhos do engenheiro, levanta os braços e grita: Voa! Risadas dos irmãos e dos outros meninos. Alberto tem de pagar uma prenda. Ri-se com os outros, mas teima: – Um dia, o homem há-de voar!
O seu mestre Júlio Verne diz-lhe que sim, que o homem voa. Sua irmã Virgínia ensinou-o a ler. Frequenta agora o Colégio, mas todos os tempos livres são passados a devorar as páginas de Cinco Semanas em um Balão, Da Terra à Lua, Vinte Mil Léguas Submarinas ou da Volta ao Mundo em Oitenta Dias. Phileas Fogg ou o Capitão Nemo são personagens com quem convive no seu dia-a-dia. Nas páginas de Verne, o homem voa, até mesmo para fora do planeta. Alberto sabe que não faltará muito para que nos céus da realidade o homem voe também.Na fazenda, Alberto observa as máquinas. As lavadeiras, o descascador, o separador, o ensacador onde o café faz o seu percurso desde a plantação até aos sacos em que seguirá nos vagões do caminho-de-ferro. Vendo as pesadas locomotivas a vapor, conclui que nunca será com máquinas assim que o homem poderá voar. À mente do jovem sonhador acorrem as lendas de Dédalo, Ícaro e Ariel, a história de Olivier de Malmesbury, o monge inglês que, no século XI, construiu um par de asas e com elas se lançou do alto de uma torre, quebrando as pernas, os desenhos de Leonardo da Vinci sobre as estrutura das asas dos pássaros, os músculos que as movem, a função das penas, a tentativa de Bartolomeu de Gusmão que, em 1709, se eleva a 200 pés de altura nos céus de Lisboa, perante a pasmada corte de D. João V, na sua Passarola, ou a «máquina de andar pelos ares», como também lhe chamava, as experiências dos irmãos Montgolfier, a morte de Pilâtre de Rozier ao tentar atravessar a Mancha em balão… Uma das suas brincadeiras favoritas é a de lançar papagaios e de correr, segurando a corda, fazendo-os voar. Nas noites de São João, ele e outros meninos constroem balões de papel. Quando os soltam, fica a vê-los perder-se no céu escuro, uma pequena e luminosa mancha colorida, que o ar quente da mecha faz subir. Em 1888, ano em que a escravatura é abolida no Brasil, visita com a família São Paulo. Numa feira vê, deslumbrado, pela primeira vez um homem voar: um acrobata estrangeiro sobe num balão e lança-se depois em pára-quedas.

"Inventar é imaginar o que ninguém pensou; é acreditar no que ninguém jurou; é arriscar o que ninguém ousou; é realizar o que ninguém tentou. Inventar é transcender." Santos-Dumont

*Fonte: Gênios da Humanidade

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Videoteca Ninja

SENTA A PUA!
Sinopse:
No dia 6 de outubro de 1944, os integrantes do 1º Grupo de Aviação de Caça do Brasil desembarcaram no porto de Livorno, na Itália, para participar da 2ª Guerra Mundial, integrando o 350º Fighter Squadron. Faziam parte do grupo 466 pessoas: 49 pilotos e 417 homens de apoio. A saga do 1º Grupo contada por seus próprios pilotos, veteranos do mais importante conflito bélico do século XX, cujas ações foram de fundamental relevância para a garantia da vitória aliada na Europa.

Gênero:Documentário
Duração:01 hs 52 min
Ano de lançamento:2000
Estúdio:BSB Cinema Produções Ltda.
Distribuidora:Riofilmes
Direção: Erik de Castro
Roteiro:Márcio Bokel, Erik de Castro e Carlos Lorch
Produção:Christian de Castro e Erik de Castro
Música:Eugênio Matos
Fotografia:César Moraes
Direção de arte:
Figurino:
Edição:Márcio Bokel, Erik de Castro e Heber Moura

Elenco:
Brigadeiro Newton Neiva de Figueiredo
Brigadeiro Rui Moreira Lima
Comandante Alberto Martins Torres
Major da Reserva USAF John William Buyers
Brigadeiro Joel Miranda
Coronel Renato Goulart Pereira
Brigadeiro José Carlos de Miranda Corrêa
Brigadeiro Fortunato Câmara de Oliveira
Comandante Fernando Corrêia Rocha
Brigadeiro José Rabelo Meira de Vasconcelos
Comandante Hélio Castro Cox
Major Waldemar Braga
Brigadeiro Othon Corrêa Netto
Coronel Oscar de Souza Spínola Jr.
Tenente José Varela
Tenente Eronildes João da Cruz
Coronel Hugh D. Dow
Major Wenceslau Bálsamo
Comandante Frederick Charles Tate
Tenente Médico da Reserva Adolfo da Rocha Furtado
Brigadeiro João Eduardo Magalhães Motta
Dona Julinha Moreira Lima

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Gigante dos Céus

Cargueiro C17 em São José dos Campos-SPUm Cargueiro C17, Globemaster III, operou no último final de semana de junho/2010 no aeroporto de São José dos Campos, SP, transportando carga para o LIT - Laboratório de Integração e Testes do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, conforme divulgou o jornal O Vale.
O C17, construído pela Boeing, é operado pelas Forças Aéreas dos Estados Unidos (que possui 171 aparelhos), do Reino Unido, da Austrália, do Qatar e do Canadá. É um jato de quatro turbinas lançado em 1991. Mede 53 metros de comprimento, 16,8 m de altura (considerando a parte mais alta da empenagem em T) e 51,75 m de envergadura, que é a medida entre as extremidades das duas asas. Tem capacidade para transportar até 77,5 toneladas de carga e voa a uma velocidade de até 830 Km/h. Custa 180 milhões de dólares. É capaz de lançar até 102 paraquedistas e pode manobrar a baixa velocidade, pousar e decolar em pequenas distâncias.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Astronomia

IAE adquire novo telescópio para divulgar Astronomia
O Observatório Astronômico do Núcleo de Atividades Espaciais Educativas (NAEE), integrado ao Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), recebeu um potente telescópio para a Astronomia amadora.
O novo equipamento, um Telescópio Refletor Newtoniano, de 12 polegadas e portátil, é constituído de um sistema conhecido como “lightbridge” que permite com que a estrutura de tubos do equipamento se movimente, aumentando seu comprimento focal. O telescópio da marca Skywatcher oferece maior nitidez para a visualização de planetas, nebulosas, aglomerados estrelares e globulares, e estrelas.
Segundo os organizadores do Observatório, o novo telescópio, que dispensa ações sofisticadas e é simples de utilizar, foi adquirido com o objetivo de estimular as pessoas a praticar a Astronomia de maneira autônoma.
Diferentemente da Astronomia profissional, que trabalha com a publicação de artigos científicos e utiliza equipamentos como espectrógrafos para a medida de propriedades de um objeto celeste (como composição química e velocidade), a Astronomia amadora pode ser educativa e muito divertida.
Foi o caso da visita programada dos alunos da Escola Áurea Cantinho Rodrigues, de São José dos Campos-SP, cidade sede do IAE. Os 32 estudantes estiveram acompanhados da Coordenadora do Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA), Iracema Vieira Pinto Seixas, além de professores de geografia, ciências e matemática.
“Esse é um programa de enriquecimento curricular que existe há cinco anos na escola e que oferece uma nova oportunidade para aqueles que, por dificuldades diversas, não puderam retornar ao estudo”, explica Iracema. As aulas são diferenciadas, oferecendo uma maior dinâmica das atividades para tornar mais interessante o aprendizado.
Na sala de aula o grupo pôde discutir o que assimilaram no Observatório. Os alunos debateram o tema, de forma interdisciplinar, e assistiram ao vídeo sobre Sistema Solar, completando o aprendizado de maneira integrada.
A família do servidor do IAE, Ricardo Amâncio dos Anjos, integrou-se ao grupo para também conhecer o Observatório Astronômico e o novo equipamento. Ricardo levou a esposa e os três filhos, que se maravilharam com o que viram, comprovando o que Henri Poincaré, que muito contribuiu para a Astronomia, dizia desde tempos remotos.Poincaré, nascido no século XIX, considerado o matemático mais brilhante que a França produziu naquele século, enfatizava: “A Astronomia é útil porque nos eleva acima de nós mesmos; é útil porque é grande; é útil porque é bela; é isso que se precisa dizer. É ela que nos mostra o quanto o homem é pequeno no corpo e o quanto é grande no espírito.

O Observatório Astronômico
O Observatório que proporcionou a formação da primeira geração de Astrônomos no Brasil, conta ainda com mais dois equipamentos para a visualização astronômica: o telescópio do tipo Newtoniano/Cassegraniano e outro refletor.
O primeiro, fixo dentro da cúpula de observação e considerado o principal, é capaz de proporcionar a observação contínua de um objeto em seu percurso, próprio para a obtenção de fotografias astronômicas de longa exposição.Esse telescópio possui um sistema de acompanhamento que compensa o movimento de Rotação da Terra e permite que o objeto em observação mantenha-se sempre dentro do campo visual.
O segundo telescópio, um Celestron de 8 polegadas, é portátil e também constituído de motor para acompanhamento. Como diferencial, é constituído de um banco de dados com informações sobre objetos celestes, e permite o deslocamento automático do instrumento na direção do elemento que se deseja visualizar. Este sistema é conhecido por “go-to”.

*Fonte: NAEE/IAE

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Operação Sabre & TAC

FAB promove Operação Sabre em RoraimaEntre os dias 28 de junho e 04 de julho, unidades da Força Aérea Brasileira (FAB) estarão reunidas na Base Aérea de Boa Vista (RR) para realizar o Exercício Operacional Sabre, com a finalidade de adestrar e avaliar a atuação da aviação de caça em tarefas de superioridade aérea, interdição e sustentação em combate.
Além da aviação de caça da FAB, participarão dos exercícios aeronaves de apoio pertencentes à aviação de transporte, de vigilância aérea e de busca e salvamento.
Hoje chegam à Base Aérea de Boa Vista caças F-5EM Tiger II, F-2000 (Mirage 2000), A-1 (AMX) e A-29 Super Tucano.Entre outras aeronaves, as unidades de apoio levarão para a Operação Sabre aviões de vigilância aérea AEW&C E-99, cargueiros C-130 Hercules, reabastecedores KC-137 e helicópteros Sikorsky H-60 Black Hawk.

Torneio da Aviação de Caça
Após a realização da Operação Sabre, pilotos de todas as Unidades de Caça da FAB ficarão em Boa Vista até 9 de julho, para uma das mais tradicionais competições operacionais da aviação militar: o Torneio da Aviação de Caça (TAC), em sua 29ª edição.Visitantes podem conhecer as aeronaves e conversar com os pilotos

O torneio é uma atividade operacional que tem por objetivo consolidar e aprimorar a doutrina de emprego e permitir o intercâmbio de experiências e conhecimentos entre os Esquadrões participantes, avaliando a eficiência operacional e a capacidade esportiva das Unidades Aéreas de Caça.Durante 6 dias de TAC, os 11 esquadrões de caça da FAB realizarão provas de ataque ao solo e navegação à baixa altura, além de provas esportivas, como corrida de orientação, cabo de guerra, vôlei e tiro de armas portáteis.

*Fonte: www.fab.mil.br

domingo, 27 de junho de 2010

Especial de Domingo

A CRIAÇÃO DO ITA

Ao longo da década de 30 a aviação brasileira apresentou um crescimento expressivo. A aviação militar era impulsionada pela atmosfera de guerra que tomava o mundo e que evidenciava a necessidade da arma da aviação. Por outro lado, a criação do Correio Aéreo Militar, mais tarde Correio Aéreo Nacional, exprimia a preocupação da jovem oficialidade de ocupar as fronteiras reais, conectando o maior número possível de cidades do interior aos polos administrativos e econômicos situados no litoral. Casimiro Montenegro Filho, um dos fundadores do Correio Aéreo Militar, integrava o contingente dos que identificavam na aviação um instrumento privilegiado de integração do país.
Casimiro Montenegro Filho - Marechal do Ar, Engenheiro Militar,
Patrono da Engenharia Aeronáutica Brasileira
A aviação civil, de seu lado, crescia alimentada pela expansão do transporte aéreo e dos aeroclubes. No entanto, até 1940 nenhum engenheiro aeronáutico havia sido formado no país. Essa carência de recursos humanos começava a ser enfrentada em 1938 com a iniciativa da Escola Técnica do Exército de criar o primeiro curso de especialização em engenharia aeronáutica. Dois anos mais tarde, formava-se a primeira turma da escola, com oito engenheiros, entre eles Casimiro Montenegro.
Com a criação do Ministério da Aeronáutica, fora instituída a Diretoria Técnica, e Montenegro foi seu primeiro titular. Nessa época, ele viajou aos Estados Unidos para buscar aviões comprados pelo Brasil, visitando o centro de pesquisa aeronáutico Wright Field. De volta ao país, ele passou a defender a tese de que o país deveria contar com um centro de pesquisa e de formação de pessoal qualificado que pudesse constituir-se na base sobre a qual se desenvolveria a aviação e a indústria aeronáutica no país.
A Escola Técnica do Exército oferecia um curso de especialização, de dois anos de duração.
Somente com a criação do ITA-Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o país passou a contar com um curso superior pleno de formação de recursos humanos em aeronáutica.

Um dos assistentes de Montenegro era o engenheiro Artur Amorim formado no Massachussets Institute of Technology, o famoso MIT. Por essa razão, em nova viagem aos EUA, Montenegro procurou o instituto pensando em obter auxílio para a instalação de um centro de pesquisa aeronáutica no Brasil. Richard Smith, o chefe do departamento de engenharia aeronáutica, estava ausente e Montenegro deixou uma carta e o esboço do centro que imaginava. Pouco depois, ainda nos EUA, em Washington, Montenegro recebeu de Oswaldo Nascimento Leal, outro brasileiro que estudava no MIT, a notícia de que Smith havia lido seu documento e declarava estar disposto a vir ao Brasil ajudá-lo a constituir o centro de pesquisa. Começava a nascer o CTA - Centro Técnico da Aeronáutica que, anos mais tarde, passou a se chamar Centro Técnico Aeroespacial tendo, atualmente, a designação de Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial.
Richard H. Smith
1º Reitor do Inst. Tecnológico de Aeronáutica

Com a aceitação de Smith, Montenegro elaborou o Plano de Criação do Centro Técnico da Aeronáutica, documento entregue em agosto de 1945 ao então Ministro Salgado Filho pelo Chefe do Estado Maior da Aeronáutica, Armando Trompowsky, um entusiasta da idéia. Em novembro do mesmo ano, com a queda de Getúlio Vargas, Trompowsky tornava-se ministro e em 16 daquele mês o presidente José Linhares aprovava o Plano. Em janeiro de 1946 era criada a Comissão de Criação do CTA, com recursos do Fundo da Aeronáutica.
Em março de 1947 tinham início as aulas da primeira turma do ITA, ainda na Escola Técnica do Exército, em instalações do Ministério da Aeronáutica, junto ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Estes alunos diplomaram-se no final de 1950, já em São José dos Campos-SP, após a transição iniciada em 21 de maio daquele ano. Nesta época, começavam a chegar professores dos Estados Unidos como Theodorsen e Fayette Taylor, ambos do MIT. Richard Smith tornava-se o primeiro reitor.

Vale citar que Santos-Dumont, em 1918, em seu livro "O que eu vi. O que nós veremos." registrou a idéia da criação de uma escola técnica no Brasil, voltada para a aviação, antevendo um centro de tecnologia que só se efetivaria cerca de 30 anos mais tarde:
"Eu, que tenho algo de sonhador, nunca imaginei o que tive ocasião de observar, quando visitei uma enorme fábrica nos EUA. Vi milhares de hábeis mecânicos ocupados na construção de aeroplanos, produzindo diariamente de 12 a 18. Quando o Congresso Americano acaba de ordenar a construção de 22.000 dessas máquinas, nós, aqui, não encaramos ainda esse problema com a atenção que merece.A principal dificuldade para a navegação aérea está no progresso dos motores... Já o aço tem sido melhorado...É tempo, talvez, de se instalar uma escola de verdade em um campo adequado... Margeando a linha da Central do Brasil, especialmente nas imediações de Mogi das Cruzes, avistam-se campos que me parecem bons.Os alunos precisam dormir junto à Escola, ainda que para isso seja necessário fazer instalações adequadas... Penso que, sob todos os pontos de vista, é preferível trazer professores da Europa e dos EUA, em vez de para lá enviar alunos. Meu mais intenso desejo é ver verdadeiras Escolas de Aviação no Brasil. Ver o aeroplano, hoje poderosa arma de guerra, amanhã meio ótimo de transporte, percorrendo as nossas imensas regiões, povoando nosso céu, para onde, primeiro, levantou os olhos o Pe. Bartolomeu Lourenço de Gusmão"

Confirmando a visão do Pai da Aviação, o ITA inovou no ensino superior brasileiro. Os alunos dispunham de moradia no campus e bolsa oferecida pela escola. O curso era gratuito e os professores trabalhavam em regime de dedicação integral ao ensino e à pesquisa, sistema até então adotado somente pela Universidade de São Paulo. A estrutura da escola era departamental e os cursos, semestrais, conforme o modelo norte-americano.

O ambiente cultural do ITA estava mais próximo de uma universidade do que de um centro de pesquisa militar. O inglês era a língua mais utilizadas nos cursos, que envolviam professores de mais de 20 nacionalidades, alguns deles pesquisadores com projeção em suas áreas, como o matemático irlandês Francis Dominic Thurnaghan. Também eram intensas as relações da escola com o mundo acadêmico brasileiro. O primeiro titular do Departamento de Física, Paulus Aulus Pompéia, vinha da USP, onde era colaborador de Gleb Wataghin. Ele se aproximara de oficiais da aeronáutica pela necessidade de valer-se de aviões capazes de voar a uma altitude de sete mil metros, para a realização de experimentos sobre raios cósmicos.
O ITA foi pioneiro sobretudo em sua primeira década de existência. Em 1951 instituiu o primeiro curso de engenharia eletrônica. Dez anos depois criou a primeira pós-graduação em engenharia e em 1963 instalou um laboratório de processamento de dados.
Em sessenta anos (1950-2010) o ITA formou mais de cinco mil engenheiros.
Vídeo institucional ITA produzido em 2001

Esses recursos humanos fizeram-se presentes no desenvolvimento de diversas tecnologias no Brasil. O uso do álcool em motores a combustão foi estudado pioneiramente no CTA pelo professor Urbano Stumpf, da turma de 50. Um grupo de alunos realizou o projeto do computador Zezinho, o primeiro construído no país. Os principais dirigentes da Embraer formaram-se na Escola, como Ozires Silva, da turma de 62. A trajetória do ITA revela o alto retorno dos investimentos realizados pelo país no ensino superior.

O ITA trouxe para o Brasil o projetista alemão Henrich Focke, que desejava desenvolver o projeto de um aparelho convertiplano, capaz de decolar na vertical e voar como um avião. A vinda de Focke em 1951 ampliava as atividades de pesquisa no ITA. O projeto envolveu cerca de 20 especialistas e uma equipe de 40 pessoas. Embora sem resultados práticos, o projeto contribuía para a formação de pessoal. Em fins de 1953 foi interrompido e, em 1955, Focke deixou o país, mesmo ano em que foi criado o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento(IPD) do CTA. Diversos projetos de pesquisa foram realizados no IPD. Hans Swoboda, um auxiliar de Focke que se radicara no Brasil, projetou um helicóptero experimental de dois lugares em 1955, denominado “Beija-Flor”.

Um protótipo foi construído, voando até 1965, quando o aparelho sofreu um acidente. O projeto não teve continuidade.
Também no IPD foi projetado o avião Bandeirante, que deu origem à Embraer.

No dia 26 de outubro de 1968, em cerimônia oficial, no CTA, com a presença do Ministro da Aeronáutica, vários Ministros de Estado, de autoridades civis e militares e cerca de 15 mil pessoas, que afluíram ao Aeroporto de São José dos Campos, foi realizado o voo oficial da aeronave Bandeirante. Uma exclamação geral elevou-se aos ares, ao serem abertas as portas do hangar X-10 para a saída e apresentação oficial da aeronave. O Maj. Mariotto e o Eng. Michel partem da cabeceira da pista para a realização da primeira decolagem e do primeiro voo oficial do Bandeirante, numa inesquecível demonstração ao país da existência de condições, capacidade e competência na consolidação e progresso da indústria aeronáutica brasileira.

Fontes:
www.museutec.org.br /Vencendo o Azul 
Youtube

sábado, 26 de junho de 2010

Dia da Aviação de Busca e Resgate

Para que outros possam viver!
Este é o lema que reflete altruísmo e idealismo, características que representam o fato de certas pessoas arriscarem suas próprias vidas, para que outras possam viver. Este verdadeiro heroísmo é encontrado em todos que participam das missões de busca e salvamento no meio aeronáutico, atuando em catástrofes, acidentes aéreos ou remoção de feridos.
O vinte e seis de junho é a data que a Força Aérea Brasileira reserva para comemorar o Dia da Aviação de Busca e Resgate. Lembra junho de 1967, época do acidente com o C-47 FAB 2068 que voava de Jacareacanga para Cachimbo, no interior do Pará. Por uma falha no sistema de navegação e devido ao período noturno, a aeronave voou inadvertidamente para o rumo oeste e caiu nas cercanias de Tefé, Amazonas. As ações do SAR – Serviço de Busca e Resgate (Search And Rescue) foram vitais para o encontro da aeronave(26/junho) e o resgate dos sobreviventes. Foram envolvidas nas operações mais de trinta aeronaves, que voaram mais de mil horas. No momento do resgate um sobrevivente disse: “Eu sabia que vocês viriam!” Bandeirante SC95B: especial para missões SAR

O Serviço SAR Aeronáutico foi implantado no Brasil em 1947, com as ações do então tenente Sena,especialista em controle de tráfego aéreo. Ele assessorou as autoridades da época para que uma aeronave anfíbia Catalina fosse configurada para atuar exclusivamente em missões de busca e salvamento. Desta forma o CA-10 de matrícula FAB 6510 passou a exibir as cores branco e laranja, iniciando a trajetória do serviço SAR no país. Ao longo dos anos vieram outras aeronaves para essa finalidade, como os SA-16 Albatroz e o primeiro helicóptero da FAB, o H19, carinhosamente apelidado de “A Vaca”, devido a sua típica aparência.O pioneiro H-19D: eficiência em Busca e Salvamento

Esta foi uma das aeronaves pilotadas pelo professor Lemar Gonçalves, grande colaborador e coordenador do Núcleo Infantojuvenil de Aviação – NINJA.
Primeiro aluno da turma de 1952 da Escola de Aeronáutica, antecessora da AFA – Academia da Força Aérea, Lemar integrou o Esquadrão Pelicano - Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação, unidade aérea exclusivamente dedicada ao SAR, criada em 6 de dezembro de 1957.Em fevereiro de 1958 os tenentes Lemar Gonçalves e José Mariotto Ferreira dirigiram a equipe responsável pelos trabalhos de montagem e testes das primeiras aeronaves entregues ao 2º/10ºGAV, justamente os helicópteros H-19D.
Nos anos seguintes foram mobilizados para o serviço SAR os helicópteros SH1D e Puma H34, Bandeirante S95, C130 e mais recentemente, o C105 Amazonas, o R99 e o helicóptero H60 Black Hawk.C-105 Amazonas do Esquadrão Pelicano

O Núcleo Infantojuvenil de Aviação - NINJA - homenageia os profissionais da Aviação de Busca e Resgate, reproduzindo trecho da Ordem do Dia do Comandante-Geral de Operações Aéreas, Ten Brig Ar Gilberto Antonio Saboya Burnier:
"Relembro-vos o memorável 26 de junho de 1967, quando ao chegar ao local do acidente do FAB 2068, os militares do PARA-SAR foram recebidos pelos sobreviventes com aquela célebre frase: “EU SABIA QUE VOCÊS VIRIAM”. Nos dias de hoje, nossas tripulações ratificam diária, silenciosa e anonimamente as palavras emocionadas daqueles homens, garantindo que, “onde quer que haja uma vida em perigo, a ajuda virá nas asas e rotores da Força Aérea Brasileira”. Essa certeza é alicerçada por uma determinação calma, silenciosa e implacável de se realizar a missão a qualquer custo, a qualquer hora e em qualquer lugar. Uma longa tradição de altruísmo, a matéria-prima única e especial da qual são forjados os homens e mulheres que labutam na aviação de busca e resgate. A todos, com admiração eu lhes dou os parabéns pelo seu glorioso dia! PARA QUE OUTROS POSSAM VIVER!"

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Aviação do Exército

Helicópteros do Exército atendem vítimas no Nordeste
Uma Esquadrilha de sete aeronaves do Comando de Aviação do Exército, Cavex, sediado em Taubaté, SP, deslocou-se para o Nordeste com o objetivo de atender vítimas da catástrofe causada por intensas chuvas nos estados de Pernambuco e Alagoas. A missão começou dia 22 de junho de 2010 e continua por tempo indeterminado. Envolve 41 aeronavegantes - 21 pilotos, 12 homens de resgate e 8 mecânicos - e providenciará resgate de vítimas e transporte de remédios e alimentos.
O trabalho da aviação do Exército Brasileiro nesta ação no Nordeste repete os engajamentos em outras calamidades, como as ocorridas em Blumenau-SC e São Luís do Paraitinga-SP.
O Comando de Aviação do Exército está localizado em Taubaté-SP, onde se instalou após ser recriada a aviação militar da força terrestre com aeronaves de asas rotativas, em 3 de setembro de 1986. Após a primeira operação em 21 de abril de 1989, a frota hoje é composta por 79 aparelhos, sendo 35 Esquilos, 32 Panteras, 8 Cougar e 4 Blackhawks. Além das unidades operacionais de Taubaté, a Aviação do Exército mantém o 4º Batalhão de Aviação do Exército (Bavex) em Manaus-AM e está transferindo o 3º Bavex para Campo Grande-MS.

Associações

ABRAFAL
A Associação Brasileira dos Fabricantes de Aeronaves Leves foi fundada em 6 de março de 1987. São mais de 20 anos de existência, e sua história começa com a popularização dos ultraleves no Brasil. As empresas fundadoras eram: AEROBATTI, ASTRAL, BRASIL AEROESPAÇO, EMBRAULLE, FIBROM, HATSUTA, HR, IMA, IMAER, M.M., PLANASA, NETUNO, PLANATEC, RAIMBOW, SOAR E ULTRALEVE. A maioria dessas empresas não existem mais. Dentre as empresas fundadoras, ainda estão em atividade: MICROLEVE, FLYER E VECTOR (STARFLIGHT). São, portanto, os mais antigos fabricantes de ultraleve no Brasil, ainda em operação.
Na década de 80 e começo da década de 90, o crescimento da frota de aeronaves ultraleves foi vertiginoso. Os primeiros ultraleves eram (e ainda são) conhecidos como "cano e pano", uma expressão originada do inglês "tube and rag". Eram aeronaves de construção bastante simples, que usavam basicamente tubos de alumínio para sua estrutura, e tecido (ou lona) para o revestimento das asas e superfícies de estabilização e comando.
Com o passar dos anos, acompanhando o desenvolvimento dos materiais aeronáuticos, dos equipamentos e acessórios de aviação, e da computação, os projetos dessas aeronaves foram avançando em qualidade, especialmente nas atividades de engenharia (advento dos programas de computador do tipo CAD - Computer Aided Design), nas atividades de construção e fabricação (com os movimentos de Qualidade Total e das certificações ISO) e no produto final (a aeronave), com desempenho e qualidade de voo que nada ficavam a dever às aeronaves homologadas.A indústria brasileira, acompanhando essas tendências, além dos projetos nacionais de aeronaves que aqui já eram fabricadas, passou também a oferecer aos usuários brasileiros, diversas opções de ultraleves importados. No final da década de 90, com uma paridade cambial bastante favorável, diversos modelos dessas aeronaves foram importados. Os fabricantes brasileiros passaram a cuidar de todo o processo de importação e montagem dessas aeronaves, importadas na forma de "kit". Além disso, passou a oferecer assistência técnica desses produtos em todo o território nacional.
Para o público brasileiro, cresceu o leque de opções para o sonho de "comprar e pilotar uma aeronave". Hoje, o ultraleve é não somente o primeiro passo para se entrar no mundo da aviação, como também uma opção cada vez mais razoável para pilotos privados que, voando apenas por lazer e recreação, sentem-se cada vez mais incomodados pelo nível de exigências e custo para se manter e operar uma aeronave homologada.

*Fonte: www.abrafal.com.br/historico

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Ações Sociais FAB

1º Esquadrão do 11º Grupo de Aviação (Natal-RN) participa da ajuda humanitária às vítimas das enchentes em Alagoas, desde sábado, 19/06

A Força Aérea Brasileira não se limita apenas a cumprir suas atribuições relacionadas à manutenção da soberania do espaço aéreo brasileiro. Utilizando suas aeronaves e seus militares, a FAB também promove ações sociais em benefício da população brasileira.
Esse atendimento pode acontecer de variadas formas: nas missões de Ação Cívico-Social (ACISO), parte do efetivo é deslocado para atender comunidades, muitas vezes, de difícil acesso, principalmente nas áreas de saúde e cidadania; nas Missões de Misericórdia (MMI), é providenciado o transporte de enfermos e de pessoas com outras carências; nas missões de busca e salvamento, a FAB dá apoio aéreo para ajudar na localização e no resgate de acidentados.
A Força Aérea também presta auxílio operacional a órgãos governamentais, como ocorre no caso de transporte de vacinas, em campanhas de vacinação; de urnas eleitorais, em épocas de eleição; e apoio a calamidades, tais como enchentes e secas.
O próprio Correio Aéreo Nacional (CAN) é um exemplo de ação social realizado pela FAB que obteve grande notoriedade devido ao alcance de seu serviço. Suas linhas regulares levam cidadania, saúde e esperança às mais longínquas áreas do Brasil.
Além de todas essas ações, a FAB se preocupa com o bem-estar e a qualidade de vida de seu efetivo. Por isso, existem outras iniciativas, desenvolvidas em diversas Unidades, que visam trazer benefícios, sejam culturais, sociais ou referentes à saúde, para os seus militares.

*Fonte: www.fab.mil.br

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Plastimodelismo

EMB-202 Ipanema(Elaga 1/48)
Modelo plástico fabricado no Brasil pela Elaga, empresa que estreou no mercado com um avião de pulverização agrícola nacional: o EMB-202 Ipanema. Acompanhe o vídeo preview apresentado por Alexandre Zart e encontre mais detalhes em www.plastimodelismo.org

terça-feira, 22 de junho de 2010

Conhecimentos Técnicos

O Laboratório de Ensaios de Trens de Pouso e Componentes (LTP) do Instituto de Aeronáutica e Espaço(IAE) tem como finalidade principal ensaiar trens de pouso, rodas, sistemas de freios e pneus para a indústria aeronáutica brasileira. A versatilidade dos equipamentos permite suas aplicações em uma grande variedade de outros produtos da indústria nacional, como por exemplo os da área automobilística.
Os tipos de ensaio executados neste laboratório e suas principais características são:

Ensaio de rolagem em roda
Simula os esforços dinâmicos (fadiga) em cubos de roda durante sua utilização como, por exemplo, no taxiamento de uma aeronave, ou no deslocamento de um veículo. O equipamento utilizado é composto de um volante que gira a uma velocidade constante e o conjunto a ser ensaiado (roda e pneu) é montado num cabeçote ajustável e pressionado ao volante com uma carga previamente definida.

Ensaio estático em rodasSimula os esforços estáticos agentes na roda durante o estacionamento e curvas no solo de uma aeronave.
O equipamento utilizado é basicamente uma prensa constituída de uma base rígida com um suporte para a fixação do conjunto roda e pneu, e um carro móvel que se desloca entre duas colunas e é capaz de aplicar carga no sentido vertical (radial) e horizontal (lateral) sobre o conjunto ensaiado.

Ensaio de torque dinâmico em freios e rodasSimula os esforços agentes no freio e na roda durante as frenagens de uma aeronave.
O equipamento utilizado é composto de um conjunto de aplicação de carga constituído de um carro ajustável com um atuador hidráulico que aciona um cabeçote basculante, onde é acoplada uma ponta de eixo em balanço para se montar o conjunto a ser ensaiado.
Possui também, um conjunto rotativo constituído por um eixo, volante e discos de inércia, acionados por um motor de corrente contínua, que permite variar a velocidade do ensaio.

Ensaio de queda livre de trens de pousoTem por finalidade simular os esforços agentes em trens de pouso e em suas fixações durante operações de aterrissagem.
O equipamento de queda livre é composto de duas colunas verticais com guias, pelas quais corre um carro, onde é fixado o conjunto trem de pouso.
A queda livre pode ser feita com as seguintes configurações:
- Queda sobre volante rotativo, com medição de esforços nas fixações do trem de pouso
- Queda sobre mesa dinamométrica, com pré rotação da roda e medições simultâneas de esforços nas fixações do trem de pouso e nos transdutores da mesa
- Queda sobre superfície rígida (solo), com medições de esforços nas fixações e a pressão nas câmaras do trem de pouso

Na execução de um ensaio de queda livre são adquiridos os seguintes dados:
- Cargas no solo (vertical, horizontal e lateral)
- Cargas na fixação do trem (vertical, horizontal e lateral)
- Deslocamento do carro
- Velocidade de rotação da roda e do volante
- Força de sustentação
- Velocidade de queda
- Pressão do amortecedor e do pneu
- Deslocamento do amortecedor
- Deflexão do pneu
- Tensões no corpo de prova

Ensaio de estouro de pneus e de rodas
Simula os esforços agentes em rodas quando estas são submetidas a um aumento de pressão no pneu. O ensaio é executado em um fosso, para garantir a segurança de todos os envolvidos no ensaio, quando do estouro do pneu ou da roda.
O equipamento utilizado neste ensaio é composto de uma bomba hidráulica com capacidade de 690 x 109 Pa (690 bar) de pressão, vazão de 2,78 x 10-5 m3/s (100 l/h) e utiliza água para amenizar o impacto de um eventual estouro do pneu ou da roda.

*Fonte: www.iae.cta.br

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Aeroporto-Indústria

O Comando da Aeronáutica entrega em um mês ao DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), de São José dos Campos-SP, estudo sobre a viabilidade de se construir uma segunda pista no aeroporto da cidade, além de complexo que poderá abrigar novo terminal de passageiros e cargas.
A intenção é que a nova pista seja construída paralelamente à existente hoje, que tem 2,6 quilômetros de comprimento e 45 metros de largura, que funcionaria apenas para receber voos com passageiros civis, além de transporte de cargas.
Desta forma, a primeira área utilizada para pousos e decolagens receberia apenas a aviação militar e as aeronaves da Embraer.
De acordo como chefe do Estado-Maior de Defesa, tenente-brigadeiro-do-ar Cleonilson Nicácio Silva, a análise do projeto seria o primeiro passo para definir a construção de um novo aeroporto às margens da rodovia dos Tamoios, que contaria ainda com um terminal de cargas.
O complexo integraria o projeto de um aeroporto-indústria, em discussão na cidade há mais de uma década, sem nunca ter obtido avanços.
“Já existe essa negociação com a Prefeitura de São José e a Aeronáutica para a liberação da área entre a pista de pouso atual e a Tamoios. A discussão foi feita em Brasília e em meados de julho virá para São José dos Campos. Há planos também para que no mesmo espaço sejam realizadas feiras e eventos”, afirmou o brigadeiro Nicácio.
Segundo o prefeito de São José, Eduardo Cury (PSDB), a prefeitura apresentou à Aeronáutica a intenção de construir o aeroporto-indústria, que ainda não tem prazo para sair do papel.
“O estudo atende à necessidade do município, que é a disponibilização de uma área próxima de uma malha rodoviária boa, que inclui a Tamoios e a Carvalho Pinto”, disse Cury.
Segundo Antônio Bergmann Barcellos, superintendente regional de São Paulo da Infraero, um novo terminal e pista estão inclusos no plano-diretor do aeroporto, que ainda está em discussão.
“Em outubro de 2011 vence o contrato de administração da Infraero. Não podemos definir planos para o terminal se não for firmado um contrato sério e a longo prazo”, disse Barcellos.

*Fonte: www.ovale.com.br

domingo, 20 de junho de 2010

Especial de Domingo

ACREDITAR

Caros NINJAs:
O Especial de Domingo de hoje abre espaço para os vídeos sobre o Núcleo Infantojuvenil de Aviação na Expo Aero Brasil-2010.
Confiram o material produzido pela ICOMUNIC, parceira do projeto.
Os depoimentos gravados revelam que o NINJA já conta com importantes aliados, mostrando que ACREDITAR é o primeiro passo para transformar um sonho em realidade.
Ajudem na divulgação!







sábado, 19 de junho de 2010

IAE

Estande do IAE recebe visita de autoridades do setor aeronáutico e civis da região
As autoridades militares da Aeronáutica e civis da região conheceram o espaço do IAE - Instituto de Aeronáutica e Espaço na Expo Aero Brasil 2010, evento que hoje é o maior e mais importante do setor aeroespacial no país.
O IAE representou em seu estande, alocado próximo ao espaço Ozires Silva, alguns dos seus principais projetos - o Projeto Titânio, MARIMBA e Carbono-Carbono (AMR); o Projeto L15 (APE); o Projeto VANT (ASA); e também os foguetes VLS, VLS-ALFA, VSB30 e 14-X (Projeto IEAV-IAE). No pátio do aeroporto, em meio às aeronaves, o público também tem acesso ao VSB-30 em seu tamanho original.
MFPL - L15 - Motor Foguete a Propelente Líquido - DCTA - IAE

Em relação às atividades desenvolvidas pelo IAE, as autoridades também conheceram o importante trabalho realizado pela Equipe de Salvamento e Resgate em Operações e Ensaios Aeroespaciais (SAR-IAE): recuperação de cargas úteis; operações de controle e defesa em missões de lançamento e no desenvolvimento de projetos aeroespaciais do Instituto, entre outros.
A visita aconteceu após a abertura do evento, ocorrido na manhã da última quinta feira,17 de junho. O grupo de autoridades presenciou também as aeronaves civis e militares, dispostas ao público no pátio próximo à pista.
Da aviação civil, com vistas ao mercado nacional e internacional, estiveram expostos aviões da Aviação executiva, Aviação Leve, Helicópteros, dentre outros; e, da Força Aérea Brasileira, o T-27 (utilizado para o treinamento de cadetes), o T-25 Universal, o C-130 Hércules (apoio tático), dentre outros.
A Feira Internacional de Aeronáutica serve hoje de um importante canal de negócios entre empresas e empresários brasileiros e estrangeiros. Além do mercado estratégico para o setor civil, a FAB destaca-se no evento exibindo alguns dos seus mais importantes projetos, representando com maestria o setor Aeroespacial brasileiro.

*Fonte: www.iae.cta.br

sexta-feira, 18 de junho de 2010

União de Forças


Reportagem da TV BandVale retrata a Ação Decola Escola, do Projeto De Mãos Dadas Com o Futuro, na Expo Aero Brasil. A coordenadora Luciana Corrêa reuniu-se com a equipe do NINJA, num primeiro passo para consolidar a troca de experiências e ajuda recíproca. Uma grande conquista para crianças e jovens da região.