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Voar é um desejo que começa em criança!

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Exercício Tápio 2020

FAB conclui Operação Tápio com 1200 horas de voo
Com cerca de 1.200 horas voadas, a Força Aérea Brasileira (FAB) finalizou, na sexta-feira (04/09), a segunda fase do Exercício Operacional Tápio 2020, realizado na Ala 5 – Base Aérea de Campo Grande. O treinamento, focado nas missões de guerra não convencional, reuniu cerca de 40 aeronaves de mais de 20 Esquadrões, além das Unidades de Infantaria da FAB, militares da Marinha e do Exército, comprovando a alta capacidade de interoperabilidade entre as forças.

19 dias de manobra
Um total de 16 ações de Força Aérea foram treinadas durante os 19 dias de Exercício. Entre elas, os lançamentos de carga e paraquedista, a partir das aeronaves de transporte da FAB. Foram 790 saltos operacionais e cerca de 60 missões de lançamento de carga. Destaque para as missões aéreas compostas, do inglês Composite Air Operation (COMAO), quando aeronaves distintas partem em um curto espaço de tempo para realizar missões com um objetivo comum. Durante o Exercício Operacional Tápio, foram realizados oito COMAO, que contaram com a participação das aeronaves das aviações de Caça, Asas Rotativas, Transporte, Reconhecimento e Busca e Salvamento.

Diferentes segmentos de aviação
Os Grupos de Defesa Antiaérea da FAB também participaram do Exercício, realizando 125 disparos simulados do míssil IGLA-S e as Unidades de Asas Rotativas, além da aeronave SC-105, cumpriram diversas missões de Resgate em Combate (CSAR). Segundo o Comandante de Preparo, Tenente-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar, a avaliação do Exercício é positiva pela possibilidade de reunir diferentes Aviações e Unidades operacionais para cumprir objetivos comuns ou complementares. “Estamos muito satisfeitos porque todos os objetivos traçados foram atingidos na plenitude", destacou.

Fonte: FAB

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Transporte Aéreo

Aumenta demanda de passageiros na Gol
Afetada pela interrupção de serviços por conta das medidas restritivas relacionadas à pandemia da Covid-19, a Gol Linhas Aéreas teve aumento de 19,8% na demanda e de 17,8% na oferta de lugares, durante o mês de agosto de 2020, em comparação com julho. Foram realizados 190 voos domésticos por dia. A empresa não fez voos internacionais. Em relação ao mesmo mês de 2019, o indicador de demanda apresentou retração de 67,3% no mercado doméstico.

terça-feira, 8 de setembro de 2020

FAB / Embraer

FAB apoia Super Tucanos da Embraer na travessia do Atlântico
Uma aeronave SC-105 Amazonas, operada pelo Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (2°/10°) - Esquadrão Pelicano, sediado na ALA 5 - Base Aérea de Campo Grande (MS), prestou apoio aéreo a seis aeronaves A-29 da Embraer, no dia 4 de setembro de 2020. A aeronave de Busca e Salvamento acompanhou os A-29 durante a travessia do Oceano Atlântico até a Ilha do Sal, em Cabo Verde.

Brasil - Cabo Verde
O FAB 6551 decolou do Recife (PE) às 3h20 (horário de Brasília) para Fernando de Noronha, de onde prosseguiu junto com as aeronaves de caça até a Ilha do Sal, em Cabo Verde. As aeronaves A-29 seguiram em viagem para as Filipinas. Durante o voo, foi prestado apoio de informações meteorológicas, ponte de comunicação, plote de embarcações próximas à rota, além de apoio SAR. A aeronave possui capacidade de lançamento de botes e paraquedistas caso algum incidente ocorresse em alto mar. O pouso, no retorno ao Brasil, ocorreu às 23 horas.

Primeira vez
Segundo a Comandante da aeronave, Major Aviadora Débora Ferreira Monnerat, essa é a primeira vez que o Esquadrão Pelicano presta este tipo de apoio. "É uma grande honra comandar o SC-105 nesta missão de tanta responsabilidade, a qual possui extrema relevância nacional e internacional", disse.

Fonte: FAB

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Aeroportos

Congonhas já opera com novo pavimento
Foram concluídos os trabalhos de recuperação total da pista de pouso do aeroporto Congonhas, na capital de São Paulo. As melhorias incluíram um novo pavimento com atributos de atrito e porosidade, os quais proporcionarão mais segurança nas chegadas das aeronaves e drenagem eficiente em caso de chuva. A obra foi inaugurada, no dia 05 de setembro de 2020, pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, acompanhado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Obras em 32 dias
Os serviços foram concluídos no curto tempo de 32 dias, em função do método de atuação empregado: tarefas executadas em três turnos de trabalho. Estima-se que os resultados das ações desenvolvidas perdurem por até 10 anos.

domingo, 6 de setembro de 2020

Especial de Domingo

Destaque para o 34° aniversário da reativação, em 1986, da atividade aérea no âmbito do Exército Brasileiro, sob a denominação de Aviação do Exército, antes denominada de Aviação Militar, entre 1919 e 1941.
Boa leitura.
Bom domingo!

Aviação do Exército completa 34 anos de reativação
As experiências nos conflitos após a 2ª Guerra Mundial, destacando a crescente utilização das aeronaves de asas rotativas, evidenciaram a necessidade das forças terrestres operarem na terceira dimensão do campo de batalha, para o provimento da aeromobilidade tática e o aumento do poder de combate.

Nesse contexto, em 3 de setembro de 1986, por meio do Decreto n° 93.206, é criada a Aviação do Exército Brasileiro, um verdadeiro renascimento da “Aviação Militar”. No mesmo ano é criado o 1º Batalhão de Aviação do Exército e a Diretoria de Material de Aviação do Exército.

Primeiro helicóptero

Na data de 21 de abril de 1989, é realizada a entrega do primeiro helicóptero da Aviação do Exército, de uma frota de 16 (dezesseis) aeronaves, modelo HB.350L1 Esquilo, de matrícula EB 1001, e designado HA-1. Em novembro do mesmo ano, é criada a Brigada de Aviação de Taubaté e a Base de Aviação de Taubaté. Em 1990, chegam os primeiros helicópteros de manobra, de uma frota de 36 (trinta e seis) aeronaves, modelo AS.365K Pantera, com a designação HM-1.

No mesmo ano, a Operação Ajuricaba, verdadeiro desafio nos ares, apresenta a Aviação do Exército para diversas unidades da Força Terrestre nas regiões Centro-Oeste e Norte.

Operação Traíra
Diante das necessidades de formação dos técnicos especialistas, é criado, em 1991, o Núcleo do Centro de Instrução de Aviação do Exército, que se transformaria no atual Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx). No mesmo ano, a Patrulha Cruzeiro, verdadeiro batismo de fogo da Aviação do Exército, presta apoio inédito, com quatro aeronaves, para a Operação Traíra, fronteira do Brasil com a Colômbia. A partir de então, o Destacamento ficou de maneira permanente em Manaus, vindo a se transformar no 4º Esquadrão de Aviação do Exército, atual 4º Batalhão de Aviação do Exército. Também em 1991, é criado o Batalhão Logístico de Aviação do Exército, que se transformaria, dois anos depois, no Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército. Em 1992, face à grande demanda de horas de voo, foram adquiridas 20 (vinte) aeronaves AS.550A2 Fennec, também designadas HA-1, com a finalidade de realizar missões de reconhecimento e ataque.

CAvEx
Em 1993, é criado o Comando de Aviação do Exército, substituindo a Brigada de Aviação do Exército. Dentro desse Grande Comando, no mesmo ano, nascem o 2º Esquadrão de Aviação do Exército e o 3º Esquadrão de Aviação do Exército, atualmente com as designações de 2º Batalhão de Aviação do Exército e 3º Batalhão de Aviação do Exército. Em 1997, a Aviação do Exército recebe quatro aeronaves Sikorsky UH-60L Black Hawk para participarem da Missão de Observadores Militares Equador-Peru. A missão teve várias fases e perdurou até 1999. Designado HM-2, o Black Hawk introduziu a doutrina de emprego com Óculos de Visão Noturna. Em 2002, a Aviação do Exército passa a receber um novo modelo de aeronave com maior capacidade.

Designados como HM-3, foram recebidos oito modelos Eurocopter AS532UE Cougar. Em 2009, o 3º Batalhão de Aviação do Exército iniciou a sua transferência para Campo Grande - Mato Grosso do Sul. No ano seguinte, tem início o recebimento das aeronaves Airbus Helicopters H225M Jaguar. Atualmente é o maior helicóptero em serviço nas Asas da Força Terrestre. Na última década, a Aviação do Exército iniciou o processo de modernização das suas aeronaves, começando pelo HM-1 Pantera e depois expandindo para o HA-1 Fennec. Outros projetos como a compra de novos helicópteros de manobra, de ataque, novos sensores, sistemas de armas e aviões também foram incluídos. Sempre presente em todo o território nacional, a Aviação do Exército destaca-se no cumprimento de missões com voos de resgates, missões de misericórdia, apoios a calamidades públicas em missões de transporte de pessoas, de feridos, de cargas, mantimentos, águas, roupas e itens básicos para a sobrevivência humana.

Eventos internacionais
Como exemplos, no período de 2011 a 2016, os rotores da Aviação do Exército atuaram em vários eventos de envergadura mundial como os Jogos Militares Mundiais, RIO+20, Copa das Confederações, visita do Papa Francisco, Jornada Mundial da Juventude, Copa do Mundo e Jogos Olímpicos. Em todos atuou como ferramenta importante na segurança de instalações estratégicas, na obtenção de dados de inteligência e ações antiterror. Em 2014 é criada e ativada a Companhia de Comunicações do Comando de Aviação do Exército. A partir de 2017, a Aviação do Exército é incluída no Programa Estratégico do Exército Brasileiro, com sete projetos. Hoje, ao se observar o setor sul do Forte Ricardo Kirk, verifica-se a evolução da Aviação com o novo Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército, o novo hangar do Centro de Instrução de Aviação do Exército, a Divisão de Simulação da Aviação do Exército e o Pavilhão do Curso de Formação e Graduação de Sargentos.

Há 34 anos
Por fim, no descortinar deste ano de 2020, trinta e quatro anos somam-se e constituem-se num marco relevante na história da Aviação do Exército.

Aviação!

Asas da Força Terrestre!

Fonte: Comando de Aviação do Exército

Taubaté (SP), 03 de setembro de 2020

sábado, 5 de setembro de 2020

Gripen F-39

Caça Gripen F-39 é transportado em navio para o Brasil
O primeiro caça F-39 Gripen E da Força Aérea Brasileira já está a caminho do Brasil, embarcado em um navio. A informação foi divulgada pelo Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior, Comandante-Geral de Apoio (Logística) da FAB, em seu perfil do Twitter.

Chega em Navegantes
O navio Elke, com o caça F-39, chegará no Porto de Navegantes (SC) ainda em setembro. Será levado de caminhão para o aeroporto da cidade, onde será montado e decolará para Gavião Peixoto (SP), dando prosseguimento à campanha de ensaios em voo, já iniciada na Suécia. Em Gavião Peixoto, além da unidade da Embraer, está localizado o Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen da Saab (em inglês, Gripen Design and Development Network – GDDN), um hub de transferência de tecnologia. O novo caça supersônico da FAB realizará voos na área de ensaios próxima a Gavião Peixoto e poderá voar em Brasília, no dia 23 de outubro de 2020, nas comemorações do Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira.

Saiba mais: Blog do NINJA de 06/08/2020 - Clique aqui  

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Indústria Aeronáutica

Embraer ajusta efetivo devido à Covid-19 e fim da parceria com a Boeing
A Embraer anunciou, dia 03 de setembro de 2020, um ajuste de 4,5% do seu efetivo total, o que corresponde a cerca de 900 colaboradores no Brasil. A medida decorre dos impactos causados pela Covid-19 na economia global e pelo cancelamento da parceria com a Boeing. O objetivo é assegurar a sustentabilidade da empresa e sua capacidade de engenharia.

Pandemia
A pandemia afetou particularmente a aviação comercial da Embraer, que no primeiro semestre de 2020 apresentou redução de 75% das entregas de aeronaves, em comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, a situação se agravou com a duplicação de estruturas para atender a separação da aviação comercial, em preparação à parceria não concretizada por iniciativa da Boeing, e pela falta de expectativa de recuperação do setor de transporte aéreo no curto e médio prazo. Desde o início da pandemia, a Embraer adotou uma série de medidas para preservar empregos como férias coletivas, redução de jornada, lay-off, licença remunerada e três planos de demissão voluntária (PDV). Também reduziu o trabalho presencial nas plantas industriais com o objetivo de zelar pela saúde dos colaboradores e garantir a continuidade dos negócios. Os três PDVs registraram adesão voluntária de cerca de 1,6 mil colaboradores no Brasil. A companhia reconhece e agradece o empenho sempre demonstrado pelos profissionais que deixam a organização neste momento. E conta com o engajamento de todos para atravessar a grave crise atual e manter a empresa competitiva no mercado global.

Fonte: Embraer

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Aviação Agrícola

Aeronaves agrícolas contribuem no combate a incêndios
A aviação agrícola foi decisiva no combate a um incêndio em vegetação no dia 26 de agosto de 2020, em Orlândia (SP). A empresa Tangará Aeroagrícola, situada na cidade, atendeu ao chamado de uma fazenda de cana-de-açúcar, atuando junto com o Corpo de Bombeiros de São Paulo e brigadistas de fazendas e de uma usina de cana-de-açúcar da região. A empresa utilizou um avião turboélice Air Tractor AT-502B, que fez 26 lançamentos contra as chamas, totalizando 47 mil litros de água.

Incêndios em fazendas
Conforme o empresário Thiago Magalhães Silva, nas últimas semanas a empresa tem atuado bastante em combate a incêndios em fazendas, evitando principalmente que as chamas atinjam áreas de preservação ambiental e apoiando e protegendo as equipes em solo. Magalhães também é presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) e lembra que essa tem sido a rotina de diversas empresas aeroagrícolas de São Paulo, Goiás e outros Estados. Com o tempo quente e seco da temporada de incêndios (que normalmente vai de julho a setembro), os aviões agrícolas participam do combate a incêndios inclusive no incêndio no Pantanal mato-grossense e, até a última semana, estiveram atuando na Serra da Canastra, em Minas Gerais.

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Tecnologia

Carro voador japonês fez teste levando passageiro
A empresa SkyDrive, do Japão, anunciou, no dia 28 de agosto de 2020, ter realizado testes bem-sucedidos com um de seus modelos tripulados. O veículo ficou no ar entre cinco e dez minutos.

100 projetos
Tomohiro Fukuzawa, responsável pelo projeto na SkyDrive, informou que o veículo tem uma autonomia de 30 minutos no ar. “Dos mais de 100 projetos de carros voadores que existem, apenas alguns tiveram sucesso em seus testes com uma pessoa a bordo”, acrescentou. A expectativa da SkyDrive é colocar o veículo, que ainda não tem nome definido, no mercado em 2023.

Fonte: www.renovamidia.com.br em 01/08/2020

terça-feira, 1 de setembro de 2020

O Brasil na Antártica

FAB lança toneladas de suprimentos à base brasileira na Antártica
Uma aeronave C-130 Hércules, operada pelo Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1°/1° GT) - Esquadrão Gordo, sediado no Rio de Janeiro (RJ), transportou, entre os dias 26 e 28 de agosto de 2020, pela primeira vez após a reinauguração da Estação Antártica Comandante Ferraz, que fica na ilha Rei George, na Baía do Almirantado, cerca de duas toneladas de materiais. A carga transportada era composta por alimentos, medicamentos e equipamentos que serão usados pelos integrantes da Estação que há cinco meses não recebia apoio logístico, devido ao cumprimento dos protocolos e métodos de biossegurança para enfrentamento ao novo Coronavírus.

Lançamento por paraquedas
Para tanto, o Esquadrão Gordo foi engajado na Ação de Força Aérea de Transporte Aéreo Logístico com Ressuprimento Aéreo pelo método CDS (Container Delivery System), modelo de apoio prestado em épocas de inverno, quando a única forma de ressuprimento da Estação Brasileira é via lançamento de carga, devido ao congelamento da Baía do Almirantado. Segundo o Comandante da aeronave, Major Aviador André Nicolazzi da Rocha, apesar das intempéries do local a missão foi cumprida conforme o previsto. "Realizamos o lançamento da carga em nove passagens e todo material foi entregue na Estação com precisão", explica o oficial.

Tratado Antártico
O Brasil faz parte do grupo de países signatários do Tratado Antártico, um acordo que possibilita as pesquisas científicas na região. Ao longo desses 37 anos, por meio do apoio aéreo, a FAB tem contribuído para viabilizar a presença do Brasil, uma vez que as características geográficas e o clima extremo dificultam o acesso ao continente.

Fonte: FAB

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Tráfego Aéreo

Militares da FAB trabalham abaixo de 0ºC em Urubici (SC)
Em Urubici, na serra catarinense, militares do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo do Morro da Igreja, trabalham com temperaturas abaixo de zero grau

Os termômetros marcaram -8.6°C e nevou na madrugada do dia 21 de agosto de 2020, em Urubici, na serra catarinense, onde está localizado o Destacamento de Controle do Espaço Aéreo do Morro da Igreja (DTCEA-MDI), organização subordinada ao Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II). Cerca de 40 militares têm a missão de prover os meios necessários para o controle, a segurança e a defesa do espaço aéreo no sul do Brasil.

A unidade conta com radares de vigilância e de meteorologia e também sistemas de telecomunicações. “Foi a menor temperatura registrada neste ano [2020]. A sensação térmica foi de -11°C. Apesar de todos os invernos que já passei tirando serviço no Destacamento, enfrentar as baixas temperaturas nunca é fácil”, relatou o Sargento Paulo Jefferson da Silva Inácio, que serve no Destacamento.

Funcionamento contínuo
A equipe técnica trabalha em sistema de plantão 24 horas para garantir o funcionamento dos equipamentos. "O serviço técnico permanente no Destacamento é de suma importância, pois, uma parcela significativa da malha aérea da região sul do Brasil é abrangida pelo radar do DTCEA-MDI, sendo assim, o técnico de serviço garante através de manutenções preventivas, e por vezes corretivas, o funcionamento permanente dos equipamentos”, afirmou o Sargento Inácio. No inverno, as condições climáticas severas e adversas tornam o trabalho desses militares um grande desafio. "Nesta época do ano, é necessário ainda utilizar roupas especiais sobre a farda.

Os militares usam o abrigo polar que resiste até uma temperatura de -25°C e botas canadenses para suportar o frio extremo”, explicou o Suboficial Joelson Oliveira Rocha Melo, encarregado da Seção Técnica.

Importância estratégica
A complexidade da estrutura se justifica pela importância estratégica da região: além de ser rota do tráfego aéreo de voos internacionais da América do Sul, no trecho entre as cidades de Buenos Aires, na Argentina, e São Paulo, no Brasil, atende a um grande fluxo de aeronaves menores, como táxis aéreos entre outros.

Fonte: FAB

Saiba mais: Blog do NINJA de 26/07/2013 

domingo, 30 de agosto de 2020

Especial de Domingo

Confira hoje o conteúdo sobre as asas rotativas da Força Aérea Brasileira no Exercício Operacional Tápio 2020.
Boa leitura.
Bom domingo!

O empenho dos helicópteros Sabre, Black Hawk e Caracal na manobra Tápio 2020
As decolagens diárias dos helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB) AH-2 Sabre, H-60L Black Hawk e H-36 Caracal para realizar missões conjuntas já são rotina no Exercício Operacional Tápio 2020, que teve início no dia 17 de agosto e acontece até 04 de setembro de 2020 na Ala 5 - Base Aérea de Campo Grande. São cerca de 10 surtidas por dia para missões que incluem Busca e Resgate em Combate (CSAR), Infiltração e Exfiltração. Todos os esquadrões operacionais de Asas Rotativas da Força Aérea Brasileira (FAB) participam do Exercício Operacional Tápio 2020, que é um dos principais treinamentos realizados pelo Comando de Preparo (COMPREP). O objetivo é alinhar a doutrina e aperfeiçoar procedimentos das Ações de Força Aérea nos cenários similares aos encontrados nas missões de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU), em que as tropas inimigas são países insurgentes, guerrilheiros ou paramilitares. Nesse contexto, os helicópteros são empregados de forma furtiva, em conjunto com militares de Operações Especiais.

Navegar entre obstáculos
“As aeronaves de asas rotativas possuem a característica de poder voar o mais próximo do solo, utilizando a técnica de navegação entre obstáculos. Nesse caso, o terreno e os obstáculos são utilizados literalmente para se esconder do inimigo”, explica o Comandante do Esquadrão Harpia (7°/8° GAV), Tenente-Coronel Aviador Leonardo Ell Pereira. No Exercício Operacional Tápio 2020, em voos de formatura, uma aeronave H-60L Black Hawk e uma aeronave H-36 Caracal decolam para realizar as missões de resgate, em conjunto com dois AH-2 Sabre, os quais possuem alta capacidade bélica, para realizar a missão de escolta. As quatro aeronaves se complementam para concluir uma tarefa comum.

AH-2 Sabre
O AH-2 Sabre possui características essencialmente ofensivas, com elevado poder de fogo e blindagem. De acordo com o Oficial de Operações do Esquadrão Poti (2°/8° GAV), Major Aviador Carlos Vítor Palhão Machado, quando a aeronave atua em conjunto com outras que possuem características mais relacionadas ao resgate em combate, a importância reside em alinhar procedimentos doutrinários e buscar a sinergia das equipagens no cumprimento da missão. As preparações, os briefings e os voos realizados na Tápio permitem que os Esquadrões avancem juntos no desenvolvimento doutrinário da FAB nas Ações de CSAR e Escolta com os AH-2. "No caso do AH-2 Sabre, as tripulações treinam a proteção das aeronaves do pacote CSAR durante toda a rota e aplicam as TTP (Táticas, Técnicas e Procedimentos) treinadas em sede, consolidando a doutrina ou registrando os fatos observados para propor estudos e mudanças se necessário", ressaltou o Major Vítor.

H-60L Black Hawk
Já o H-60L Black Hawk é uma aeronave com a concepção voltada para realizar CSAR, infiltração e exfiltração. “O H-60 possui características de voo e robustez bastante alinhadas com o tipo de missão encontrado na Tápio, o que dá uma segurança operacional bastante elevada para as tripulações”, explica o Tenente-Coronel Ell.

H-36 Caracal
O H-36 Caracal possui emprego similar aos do H-60, pois, ambos são empregados primariamente como veículos de resgate pela FAB. “O treinamento conjunto é importante para que os elementos possam operar de forma coordenada e eficiente, aproveitando as vantagens e cobrindo as desvantagens que cada um possa ter”, explica o Comandante do Esquadrão Falcão (1º/8º GAV), Tenente-Coronel Aviador Délcio Claudio Santarém Junior. Ele explica que participar do Exercício Operacional Tápio é determinante para a manutenção da capacitação operacional dos tripulantes, “Os treinamentos fazem parte de uma das etapas da progressão operacional dos pilotos. Os pilotos adquirem habilidades como saber operar coordenadamente com os diversos elementos que podem cumprir uma missão de CSAR, como identificar, autenticar, prover suporte e resgatar os evasores em meio a possíveis ameaças”, complementa o Tenente-Coronel Santarém.

Fonte: FAB

sábado, 29 de agosto de 2020

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Aeroportos

Governo busca crédito para obras em aeroportos
O presidente da república, Jair Bolsonaro, enviou, dia 25 de agosto de 2020, dois projetos de lei ao Congresso Nacional. Os textos solicitam a abertura de crédito especial de R$ 575 milhões para os setores aéreo e naval. A primeira medida pede um aporte suplementar de R$ 500 milhões neste ano para a Infraero e para as Companhias Docas do Ceará, Espírito Santo, Bahia, Pará e Rio Grande do Norte. A segunda medida solicita a abertura de crédito de R$ 75 milhões para conclusão de obras de infraestrutura, como o Porto de Maceió, e reparos para a concessão dos aeroportos de Confins (foto) e Galeão.

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Empregos na aviação

Nella Linhas Aéreas oferece vagas para gerentes

A Nella Linhas Aéreas publicou ofertas de vagas de trabalho para funções de lideranças administrativa e operacional. As vagas são para Gerente Geral de Tripulação, Gerente Geral de CCO e Gerente Geral de Manutenção e estão divulgadas no Linkedin e Facebook. Todas as posições exigem experiência prévia no cargo. A Nella operará aeronaves ATR no segmento de aviação regional.

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Meio Ambiente

FAB apoia combate a queimadas no Pantanal
Uma aeronave H-60L Black Hawk da Força Aérea Brasileira (FAB) cumpre missões de Transporte Aéreo Logístico em apoio ao combate às chamas que atingem a região do Pantanal, no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul. O helicóptero operado pelo Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAV) – Esquadrão Pantera, transporta homens que atuam na defesa daquela área. Na manhã de sexta-feira, 21 de agosto de 2020, o helicóptero levou brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para combater queimadas na região de Porto Jofre, uma localidade no município de Poconé (MT). Na parte da tarde e no sábado pela manhã, a aeronave transportou bombeiros militares do Mato Grosso até a região de Barão de Melgaço, no sul do estado. No local, foi feita a fiscalização e autuação de pontos suspeitos de propagação de incêndios. Um dos tripulantes do H-60L Black Hawk, o Sargento Drumon dos Santos, falou da experiência de colaborar para o combate às queimadas. “Fico muito satisfeito em poder ajudar o Brasil nesse momento, principalmente nas áreas mais isoladas. O apoio da FAB nessas ações é uma grande realização para minha carreira e para minha vida pessoal”, acrescentou.

Operação Pantanal
A Operação Pantanal, deflagrada pelo Ministério da Defesa, conta com a atuação das Forças Armadas, empregando aeronaves no combate a incêndios e atuando em parceria com agências federais e estaduais, por conta das queimadas na região. O Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), Organização da FAB responsável pelo emprego das aeronaves, realiza a coordenação junto ao Ministério da Defesa (MD), que atendeu à solicitação dos governos estaduais. Para cumprir a demanda, o MD estabeleceu um Centro de Coordenação no Comando do 6º Distrito Naval, na cidade de Ladário (MS). Também participam das ações helicópteros da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro.

Fonte: FAB

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Aviação Naval

Marinha inaugura monumento com a aeronave A4 Skyhawk
No dia 23 de agosto de 2020, em que se comemorou o 104º aniversário da Aviação Naval, o Comando da Força Aeronaval inaugura o monumento expondo uma aeronave Mc Donnel-Douglas A-4 Skyhawk, na orla da praia do centro da cidade de São Pedro da Aldeia (RJ). A iniciativa reforça os vínculos históricos com a cidade, considerada a morada da Aviação Naval, despertando e reforçando o orgulho da população aldeense por abrigar a única Base Aérea Naval do Brasil, desde 1961. A aeronave exposta, denominada AF-1 na Marinha e operada pelo 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1), já teve importante papel para a segurança do país, atuando em áreas oceânicas, nos 5,7 km² da nossa Amazônia Azul, com a missão de interceptar alvos aéreos, localizar, acompanhar e, se necessário, atacar eventuais alvos de superfície, reconhecimento, defesa de área marítima restrita, além de defesa de plataformas de exploração e explotação de petróleo.

Fonte: Marinha do Brasil

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Aviação Naval

Marinha qualifica operação com Óculos de Visão Noturna no porta-helicópteros Atlântico
O Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico (A 140) encontra-se, desde 18 de agosto de 2020, no mar realizando Vistoria de Segurança de Aviação (VSA) e qualificação de pilotos para operação com Óculos de Visão Noturna (OVN). Diversos exercícios são conduzidos pela Comissão de Vistoria do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (SIPAAerM), em conjunto com o Comando da Força Aeronaval, a fim de certificar a segurança das operações aéreas diurnas e noturnas. Expansão da capacidade A campanha, que conta com aeronaves as SH-16 Seahawk, do 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarinos (HS-1), e UH-15 Super Cougar, do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral ( HU-2), representa um marco operativo para Marinha, permitindo, com o uso do OVN, a expansão da capacidade de operações aéreas noturnas no mar e sobre terra.

Fonte: Marinha do Brasil

domingo, 23 de agosto de 2020

Especial de Domingo

Hoje, relembramos conteúdo de 2010, sobre a despedida do Xavante.
Boa leitura.
Bom domingo!

A despedida do guerreiro alado AT26 Xavante


Chuva fininha no céu de Natal (RN). “Não choveu nenhum dia desses.Deve ser por causa da despedida”, dizia um mecânico do avião. Chovia também um pouco dos olhos dos pilotos. A chuva, a dos céus, parou. Abriu o sol definitivo e os homens vestidos de macacão, de alegria e de saudade andaram em direção ao guerreiro alado com olhares fixos. Dez aeronaves AT-26 Xavante da FAB – Força Aérea Brasileira - foram pouco a pouco sendo acionadas, decolaram e tomaram os céus da capital potiguar. O dia 2 de dezembro de 2010 ficará na mente dos dez pilotos do Primeiro Esquadrão do Quarto Grupo de Aviação, e de outros militares da ativa e da reserva, que voaram na posição de segundo piloto. Era o voo de despedida do caça, depois de 39 anos a serviço ao Brasil. Trinta minutos depois pousaram. Os pilotos desciam e tocavam na aeronave. Sorriam e celebravam a nostalgia. Era uma profusão de sentimentos díspares, mas compreensíveis para quem entende o que significa dizer adeus a um amigo.


Depois do pouso de nove aeronaves, começou a solenidade presidida pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito. Ele foi acompanhado por membros do Alto-Comando da instituição, por antigos comandantes do esquadrão, de um dos heróis brasileiros na Segunda Guerra, Major-Brigadeiro José Meira de Vasconcelos, além de representantes da sociedade civil do Rio Grande do Norte. Todos puderam assistir à chegada da última aeronave que ainda estava nos céus, pilotada pelo comandante do esquadrão, Tenente-Coronel Fernando Mauro Medardoni, na qual voou também o Comandante da Terceira Força Aérea, Major-Brigadeiro Antonio Carlos Moretti Bermudez. A tropa, em posição de sentido, contemplava o momento histórico. “Missão cumprida, guerreiro alado”, disse o oficial-general depois do pouso.


Um monumento alusivo à data da desativação dos AT-26 foi inaugurado pelo Comandante da Aeronáutica. Na homenagem, estão duas placas com as ordens do dia relativas ao evento e o símbolo do Esquadrão Pacau. O Comandante Geral de Operações Aéreas, Tenente-Brigadeiro Gilberto Antonio Saboya Burnier disse: “Hoje é um dia para olhar para os céus, para a história, para nossas próprias razões e emoções de piloto”, e enfatizou ser o Xavante o “glorioso Treinador de várias gerações de caçadores”. Nas palavras do Comandante da Terceira Força Aérea, o Xavante também foi homenageado. “A história deste guerreiro que se despede hoje da sua vida operacional ficará registrada em nossas mentes, no contumaz e inesquecível barulho, no som que atravessou o tempo, deixando imagens vivas em todos aqueles que voaram com ele”. As palavras definiam o estado de espírito.


Um dos primeiros pilotos de AT-26, o Tenente-Brigadeiro Ivan Frota, aos 80 anos, também participou do último voo da aeronave que entra para a história. “É um dos momentos mais importantes da minha vida”. Ele foi a Itália no início da década de 70 para fazer o relatório que indicava o avião para ser montado sob licença no Brasil pela Embraer e assim propiciar mais um grande passo para a indústria aeronáutica no Brasil. O Major-Brigadeiro Lauro Ney Menezes, antigo comandante do Pacau, também enfatizou o valor do momento. “As pessoas e as aeronaves passam. Ficam as atitudes, a experiência e o estado de espírito”, disse.

Nova geração
A solenidade contou ainda com a formatura de novos pilotos de caça do 2º/5º GAV e de helicópteros do 1º/11º GAV e após um ano de especialização com o avião Super Tucano A-29 e da aeronave H-50. “Foi uma solenidade muito especial mesmo porque tivemos tanto a despedida do Xavante como a formatura desses novos pilotos”, disse o Comandante da Aeronáutica em entrevista ao site da FAB. O Comandante ainda acrescentou a importância da transferência do 1º/4º GAV para Manaus.


Ao fim da solenidade, os AT-26 foram sendo retirados, um a um, do estacionamento de aeronaves. Permaneceram os A-29 Super Tucano. Como num encontro de épocas, de histórias fortes e vívidas. A despedida do Xavante em alto estilo teve a companhia do sol, que acabou por secar as lembranças da chuva do início da manhã. O céu se abriu e a alegria tomou conta da saudade. Alguns AT26 Xavante remanescentes voarão somente no GEEV - Grupo Especial de Ensaios em Voo, unidade do DCTA – Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, sediado em São José dos Campos, SP, servindo ao curso de capacitação de pilotos de prova e de engenheiros de prova.

Fonte: Agência Força Aérea

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sábado, 22 de agosto de 2020

Transporte Aéreo

ITA Transportes Aéreos iniciará atividades em 2021 com Airbus 320
A ITA Transportes Aéreos, do mesmo grupo societário da Itapemirim, confirmou, dia 19 de agosto de 2020, que utilizará o Airbus A320 para seus voos no Brasil, e começa, em breve, a seleção de funcionários. Segundo o executivo Tiago Sena, em entrevista ao canal ASA Aviation, a empresa já teria assinado a Carta de Intenção para o leasing das aeronaves, que seriam 10, com início dos serviços em 2021. Dentre as aeronaves, “temos alguns aviões na Europa e um par de aviões na Índia. A Índia está fechada, está em lockdown, então estes estão complicados de buscar”, afirmou o CEO. Ele completou que os aviões na Europa estão disponíveis, mas só serão trazidos após concluídas as definições de configuração de interior e pintados e prontos.

Seleção de funcionários
Informações mais detalhadas sobre a abertura do processo seletivo serão divulgadas oficialmente pela empresa, para que os candidatos não sejam prejudicados por terceiros que se passem pela empresa para se aproveitar do momento. As rotas não foram reveladas ainda, mas Sena afirmou que não terá primeira-classe ou executiva nos voos domésticos, ao contrário do divulgado anteriormente por alguns portais de notícias. As principais bases de operação serão nos Aeroportos de Guarulhos, Galeão e Brasília, voando em rotas densas. O mercado regional foi descartado pela empresa, que focará em voos entre as capitais. O serviço de bordo não será algo premium ou fora da curva, mas dentro dos padrões atuais e condizente com a empresa, com oferecimento de lanches. Não foi comentada a questão do perfil de tarifa a ser praticada pela empresa, mas Sena enfatizou que o Presidente da companhia faz questão de ter o conforto do passageiro como prioridade. Outro ponto falado por Tiago Sena e bastante questionado pelo público, é a questão da seleção de funcionários, e de qual maneira seria feita.

Requisitos
Segundo o CEO, o inglês será obrigatório para todas as vagas, sem exceção. Inicialmente serão contratados 600 funcionários, sendo em torno de 170 pilotos e 300 comissários. Os mínimos para pilotos são 200 horas para copilotos, 5.000 para comandante (sendo 1 mil em comando), além de Certificado Médico Aeronáutico (CMA) válido. Foi citada a questão da habilitação (CHT) válida para o A320, mas o CEO não confirmou se será mínimo obrigatório. Já para comissários de voo, será necessário apenas o Certificado de Capacidade Técnica (banca da ANAC) e CMA válido. Também não foi citado o mínimo sobre a habilitação válida do Airbus A320. A seleção será feita por um sistema a parte (estilo do portal VAGAS), e será divulgada nas redes sociais da empresa e enviada para a imprensa na próxima semana, e nós divulgaremos aqui. “Perfil de pessoa que acreditem na empresa e no projeto da empresa, com colaboradores que realmente vistam a camisa da empresa”, afirmou o CEO, que diz que a ITA será uma “empresa aérea feita pela família do setor aéreo”

Fonte: www.aeroin.net em 19/08/2020