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Voar é um desejo que começa em criança!

segunda-feira, 17 de julho de 2023

AEROVISÃO

Publicada nova edição da revista Aerovisão

Entre outros assuntos, a publicação destaca os 
150 anos de Santos Dumont

A nova edição da revista Aerovisão já está disponível online. Na publicação do trimestre, o destaque são os 150 anos de Nascimento do Pai da Aviação e Patrono da Aeronáutica Brasileira, Alberto Santos Dumont, um herói nacional que deixou um inegável legado. Esta edição traz, ainda, uma homenagem às Aviações de Caça, Patrulha, Transporte, Reconhecimento e Busca e Salvamento, em alusão às respectivas datas comemorativas que são celebradas no segundo semestre do ano. Ainda, nossa equipe acompanhou de perto a ação da Força Aérea Brasileira (FAB) na Operação Excelsior, no estado do Amazonas. Em um Hospital de Campanha (HCAMP), a população ribeirinha foi atendida em balsas utilizadas pela Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA). Já no sul do país, na Base Aérea de Florianópolis (BAFL), em Santa Catarina, foram captados os melhores momentos do Exercício Operacional de Busca e Salvamento (EXOP Carranca), adestramento de fundamental importância para o preparo dos militares e a evolução das missões de resgate da FAB. Para exibir ou baixar a versão online, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: FAB 

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domingo, 16 de julho de 2023

Especial de Domingo

Julho deu e tirou do mundo (20/7/1873 - 23/7/1932) o gênio Alberto Santos Dumont. Neste sétimo mês do ano, tradicionalmente, dedicamos os Especiais de Domingo à memória deste querido brasileiro.
Boa leitura.
Bom domingo!


O 14 bis

Foi apenas em 1905 que Santos Dumont passou a se preocupar com o mais pesado que o ar, após observar um voo realizado pelo francês Gabriel Voisin em seu novo planador, percebendo que dali em diante o futuro da aviação estaria ligado ao aeroplano.

Assim, em julho de 1906, Santos Dumont fez as primeiras experiências para verificar a estabilidade e o equilíbrio de um biplano formado por seis células de Lawrence Hargrave, com asas em forma de diedro.
 

Animado com os resultados, partiu para experiências com o biplano suspenso no Dirigível Nº14, daí o nome 14bis pelo qual passou a ser chamado. Dessa forma, a manutenção no ar passava a ser dada pelo balão e, a direção, pelo biplano.
 
Com o balão, portanto, queria reduzir o peso efetivo do aeroplano e facilitar a decolagem. O aeróstato, porém, gerava muito arrasto e não permitia ao avião desenvolver velocidade. Santos Dumont retirou o balão, atitude que o levaria a duplicar a potência do motor.

Prudente, resolveu simular um voo com o 14bis, suspendendo o aeroplano em cabo de aço e o fazendo deslizar com o auxílio de um jumento que puxava o aparelho. Seu objetivo era sentir o equilíbrio de sua máquina.

Aqui vemos mais um feito original do aeronauta; construiu aquilo que pode-se chamar de primeiro simulador de voo da história.
 

Depois, decidido a fazer os testes definitivos, recebeu autorização para usar os gramados do Campo de Bagatelle, em Paris.

O 14bis não necessitava de veículo auxiliar. Desta vez Santos Dumont estava disposto a se elevar do solo contando somente com o seu avião. Essa invenção, que o deixou famoso em todo mundo, possuía 11,20m de envergadura, 9,68m de comprimento, e 3,40m de altura. A superfície total era de 79,60m².

Os lemes de direção e profundidade foram colocados à frente da aeronave, numa concepção contrária a de hoje, isto é, as asas do 14bis ficam atrás, com o motor, enquanto a "cauda" situava-se a frente, ou seja, o conjunto em forma de "T",sendo que a cauda desse "T" constituía a parte da frente do aparelho.
 

Na conjunção dos braços encontrava-se o motor. Inicialmente, o 14bis apresentava trem de pouso com 3 rodas; posteriormente, Santos Dumont retirou a roda traseira. Essas eram simples rodas de bicicletas, distantes, entre elas, apenas 70cm.

O motor a gasolina do tipo "Antoinette", construído por Leon Levavasseur, era em "V" com 8 cilindros (4 de cada lado) e tinha inicialmente uma potência de 24 HP funcionando a um regime de 1000 rpm(rotações por minuto).
 
O leme dianteiro, todo em seda japonesa, movimentava-se em todas as direções, tendo 3m de largura por 2m de comprimento e 1,50m de altura.
 
Os franceses apelidaram aquele estranho aparelho de "Oiseau de Proie" (ave de rapina), ou "Canard", devido a semelhança com um pato. Os ingleses denominavam-no como "Bird of Prey".

Prêmios Archdeacon e Aeroclube da França

O famoso advogado francês Ernest Archdeacon, nascido em Paris, filho de pais irlandeses e membro do Aero Clube da França, decidiu premiar o primeiro aeronauta que conseguisse voar por mais de 25 metros em um voo nivelado.
 
Ofereceu, para tanto, uma taça e um prêmio de três mil francos para o piloto que alcançasse o feito elevando-se por seus próprios meios. Os experimentos eram marcados com antecedência, para evitar quaisquer benefícios deste ou daquele aeronauta. Os americanos irmãos Wright não se apresentaram para concorrer.
 
Nesta ocasião, Santos Dumont encontrava-se na última etapa das experiências com o 14bis. Era o momento para tentar a conquista do prêmio.
 
A 21 de agosto de 1906, Santos Dumont realizou a primeira tentativa de voo; mal-sucedida, dada a pouca potência do motor do 14bis.
 
No dia 13 de setembro, Santos Dumont realizou o primeiro voo, de 7 ou 13 metros (segundo diferentes versões), que culminou com um pouso violento, no qual a hélice e o trem de pouso foram danificados.
 
Com um motor de 50 HP, emprestado do futuro construtor de aviões Louis Bréguet, reequipou o 14bis. Assim, a hélice passou a girar em regime pleno, a 1500 rpm. Também para proporcionar melhor rendimento à aeronave, diminuiu-se o peso posterior em cerca de 40 kg.

Com esse avião, Santos Dumont conseguiu realizar, em 23 de Outubro de 1906, o primeiro "voo mecânico" do mundo, devidamente homologado, alcançando a distância de 60m, em voo nivelado a uma altura que variava entre 2m e 3m com duração de 7 segundos.Com esse feito, Santos Dumont arrebatou os 3.000 francos do prêmio Archdeacon.
 

Portanto, Santos Dumont havia resolvido o problema do voo num aparelho mais pesado que o ar: o 14bis realizou uma corrida sobre o Campo de Bagatelle, desprendeu do solo, voando em linha reta e pousando em seguida, sem qualquer avaria.

Somente não voara um percurso maior, por que a grande multidão, que afluíra ao Campo para assistir a este grande evento, correra em direção ao 14bis, como que extasiada por aquele verdadeiro milagre que acabava de acontecer. Além disso, Santos Dumont, descrevendo em 1918, chegou a declarar "Não mantive mais tempo no ar, não por culpa da máquina, mas exclusivamente minha, que perdi a direção".

A 12 de novembro de 1906 o 14bis surgiu exibindo uma novidade: os "ailerons", pequenas superfícies móveis colocadas nas asas e com o propósito de manter o equilíbrio horizontal do avião. Estava pronto para disputar outro prêmio, instituído pelo aeroclube francês, que concederia 1.500 francos para quem voasse 100 metros.
 

Santos Dumont melhorou ainda mais a performance do 14bis e a sua habilidade em pilotá-lo, ao realizar vários voos sempre aumentando a distância percorrida.

Como ficava com as duas mãos ocupadas nos diversos comandos do avião, Santos Dumont costurou um "T" de madeira em seu paletó de onde partiam argolas finas ligadas aos cabos de comando que atuavam nos "ailerons". Inclinando o ombro para a direita ele podia comandar o "aileron" esquerdo, e vice-versa, reagindo ambas as superfícies, de maneira coordenada, de acordo com a inclinação do corpo do aviador.
 
Neste dia, 12 de novembro de 1906, além de Dumont, estava competindo o francês Louis Bleriot.
 
A primeira tentativa foi de Bleriot, porém sua aeronave não conseguiu voar. Talvez tenha até esboçado algum salto, mas todos viram que a aeronave de Bleriot não voou. Deve-se registrar que Bleriot era um competidor tão talentoso quanto Santos Dumont.
 
Os dois eram amigos e existia o respeito e a competição sadia. Talvez se sua aeronave conseguise ultrapassar os 60 metros de distância e altura superior a 1 metro, Bleriot teria sido de fato o primeiro a voar.
 
Porém a História registra o feito de Santos Dumont: 2 tentativas iniciais não ultrapassaram a marca de 23 de outubro. Nota: a aeronave conseguiu livrar o solo, porém isto não bastava para a comissão julgadora. As experiências tinham que passar pelo crivo dos julgadores e regras. Não estava envolvido apenas livrar o solo, planar, movimento balístico ou coisas semelhantes. O equipamento deveria voar no sentido estrito da palavra.
 
Naquela segunda-feira, ao cair da tarde, ele conseguiu voar 220m, a 6m de altura do solo, em 21,2 segundos a uma velocidade média de 41 Km/h.

Conquistara, portanto, o outro prêmio, oferecido pelo Aeroclube de França, conferido "ao primeiro aeroplano que, levantando-se por si só, fizesse um percurso de 100m com desnivelamento máximo de 10%".Desta forma, em 12 de novembro de 1906, bateu seu recorde de 23 de Outubro.
 

A multidão envolveu o 14bis e Santos Dumont saiu carregado em triunfo pelo povo que acorrera ao Campo de Bagatelle. Toda a imprensa mundial noticiou os dois grandes feitos do nosso brasileiro.

Esse marcante acontecimento também repercutiu intensamente no continente americano, em especial no Brasil.
 
O destino reservara a um brasileiro o registro público e a honra de ter sido o primeiro a conseguir voar em um aparelho mais pesado que o ar: o avião.


Fontes: Cabangu e Wikipédia

Pesquise: Blog do Ninja em 02/07/23 e 09/07/23

Visite: www.santosdumontvida.blogspot.com  

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sábado, 15 de julho de 2023

Portões Abertos

DCTA promoverá “Domingo Aéreo” em São José dos Campos (SP)

Evento também faz parte da comemorações dos 150 anos do nascimento do Patrono da Aeronáutica Brasileira

O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) realizará, no dia 30 de julho de 2023, em São José dos Campos (SP), o tradicional Domingo Aéreo, com acesso ao público pela Avenida Astronautas/Faria Lima, próximo ao aeroporto da cidade. O evento, que faz parte do calendário oficial da Força Aérea Brasileira (FAB) e das comemorações dos 150 Anos de Nascimento de Alberto Santos Dumont, tem por objetivo abrir os portões do DCTA para que a sociedade conheça o trabalho realizado pelo Departamento e suas Organizações subordinadas, possibilitando maior integração e conhecimento das diversas atividades desenvolvidas em prol do país. Haverá programação com atividades aéreas e terrestres voltadas ao público, que poderá assistir a shows aéreos da Esquadrilha da Fumaça, Esquadrilha Ceu e Esquadrilha da Turma da Mônica, liderada por Mônica Edo, primeira mulher a pilotar um avião North American T-6 no Brasil. Além disso, haverá exposições de aeronaves militares e civis, salto livre de paraquedistas da equipe Falcões da FAB e a presença de um intérprete de Santos Dumont para interagir com os visitantes. Dentre as diversas aeronaves, o público vai conferir a aeronave multimissão KC-390, fabricado pela Embraer; as aeronaves de instrução militar dos cadetes da Academia da Força Aérea (AFA), T-27 Tucano e T-25 Universal; o Super Tucano A-29 usado pela Esquadrilha da Fumaça; entre outros. Para participar do evento, basta adquirir o ingresso gratuitamente pela plataforma Sympla, mediante a colaboração de um quilo de alimento não perecível. Toda arrecadação será doada para entidades da cidade de São José dos Campos e todos que contribuírem receberão uma senha que dará direito a um sorteio de um voo panorâmico durante o evento.

Fonte: DCTA, por Tenente Alessandra Borges

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sexta-feira, 14 de julho de 2023

FAB em Destaque

Revista eletrônica da FAB com as notícias de 07 a 13/7
O FAB em Destaque desta sexta-feira (14/07) traz as principais notícias da Força Aérea Brasileira (FAB), de 7 a 13 julho. Entre elas, o lançamento das instruções específicas para o exame de admissão ao curso de formação de sargentos da Aeronáutica, as solenidades alusivas à conclusão do curso de formação de 600 novos sargentos temporários em diversas Organizações Militares da FAB, a cerimônia de entrega de espadins a 207 novos cadetes integrantes da turma "Athos" e a Reunião da Aviação de Transporte, a RAT – 2023, que ocorreu na Base Aérea de Manaus. Esta edição traz também as atividades da Força Aérea alusivas às comemorações dos 150 anos de nascimento de Alberto Santos Dumont, entre elas o lançamento da edição especial da Turma do Fabinho!

Fonte: FAB

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quinta-feira, 13 de julho de 2023

Pioneiros

SALGADO FILHO

Joaquim Pedro Salgado Filho (Porto Alegre, 2 de julho de 1888 — São Francisco de Assis, 30 de julho de 1950 - Filho de Joaquim Pedro Salgado e de Maria Josefa Artayeta Palmeiro) foi um magistrado e político brasileiro. Apoiou Getúlio Vargas na Revolução de 1930, atuando na polícia do Distrito Federal (1930 — 1932), depois foi ministro do Trabalho (1932 — 1934), deputado federal (1935 — 1937), primeiro ministro da Aeronáutica (1941 — 1945) e senador (1947 — 1950). Foi também presidente do Partido Trabalhista Brasileiro de 1948 até sua morte. Candidato a governador do Rio Grande do Sul, faleceu em um acidente aéreo, quando o bimotor Lodestar que o levava rumo a um encontro com Getúlio Vargas, na fazenda do ex-presidente em São Borja, se chocou com uma colina em São Francisco de Assis. Foi um dos criadores do Correio Aéreo Nacional e da Escola de Aeronáutica, que resultou na separação da Força Aérea Brasileira do Exército. Estimulou a criação de aeroportos para aviação comercial no Brasil. O Aeroporto Internacional Salgado Filho SBPA em Porto Alegre e o Aeroporto Salgado Filho SDZC em São Carlos, foram assim denominados em sua homenagem. Além das homenagens supracitadas, são várias as manifestações de apreço ao político gaúcho espalhados pelo Brasil, como por exemplo: o município paranaense de Salgado Filho, o bairro Salgado Filho na cidade de Belo Horizonte e na cidade de Aracaju, a Escola Municipal Salgado Filho em Belo Horizonte, a Av. Sen. Salgado Filho existente na capital paranaense, entre diversas outras homenagens.

Fonte: Wikipédia

Saiba mais:
https://www2.fab.mil.br/incaer/images/eventgallery/instituto/Opusculos/Textos/opusculo_salgado.pdf

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quarta-feira, 12 de julho de 2023

Recreio

A coordenação do NINJA - Núcleo Infantojuvenil de Aviação - quer, também, colaborar para divulgar as ações do Escotismo, com ênfase na Modalidade do Ar, que tanta contribuição traz para o fortalecimento da cultura aeronáutica entre crianças e jovens no Brasil, desde 1938. Abaixo, reproduzimos novamente alguns interessantes Jogos Escoteiros para a Modalidade do Ar, divulgados em 1980 pelo Chefe Jayme Janeiro Rodrigues, da Região São Paulo da União dos Escoteiros do Brasil.
Voo de Reconhecimento
Material:
- Desenho Rústico feito a mão com pincel atômico em cartolina, representando um aeroporto com hangares, pistas, torres de controle, aviões pousados ou em voo, etc.
- Lápis, papel e folhas grandes para cada Escoteiro.

Jogo:
Toda a patrulha pode entrar nesse jogo, sendo que cada Escoteiro representará um piloto que levantará voo, um por um voando (isto é, correndo) três vezes em volta do desenho (colocado no chão), e, depois de completados os voos, cada patrulha voltará ao seu campo de pouso e cada piloto terá de reproduzir, de memória, um mapa do terreno que foi sobrevoado.
Naturalmente de costas para o desenho.
A patrulha vencedora será aquela que fizer o melhor mapa.

Jogo do Kim
Material:
- Fotografias de nuvens com as respectivas legendas.
- Fotografias de aviões.
- Papel para escrever e lápis.

Jogo:
- Olhar as fotografias durante 5 minutos, tendo dez minutos para escrever tudo o que viu (observação de memória).
- Identificar os tipos das nuvens dando sua altura média.
- Identificar também as fotografias de aviões dando nome de fabricação e suas características. 

Identificação de Aviões
Material:
- Lápis e papel para cada Escoteiro

Jogo:
- As patrulhas deverão ficar em forma e sentadas no chão. Ao ser dado o sinal à ordem do Chefe, cada Patrulha manda um membro falar com o Chefe, que estão a vinte metros de distância. Este então diz em voz baixa a cada representante das Patrulhas (de modo que ninguém mais possa ouvir) o nome de um avião.
– Exemplos: Boeing 707, Convair, Caravelle C-47, Douglas Comet, Cesna, etc
– Para cada representante das Patrulhas e SEM DIZER UMA PALAVRA, começa a desenhar o avião cujo nome lhe foi dito pelo Chefe.
– A Patrulha que for a primeira a identificar o avião que está sendo desenhado e anunciar o nome certo, gritando seu grito de Patrulha, será a vencedora.

Observador Aéreo
Material:
- Cartolina e algumas fotografias de bom tamanho de alguns tipos de aviões mais conhecidos;
- 1 vidro de cola.
– o Chefe deve preparar o material para este jogo com antecedência.
– Colar as fotos na cartolina e depois cortar, separadamente, as asas, a fuselagem e empenagem (superfícies de cauda).

Jogo:
- Misturar bem as peças cortadas e distribuí-las entre as patrulhas.
– As patrulhas deverão juntar as partes corretamente a fim de formar o avião e identificá-lo.
– Dar um ponto para cada fotografia rejuntada e não identificada.
– Dar dois pontos para a fotografia juntada e identificada corretamente.

Aterrissagem em voo cego
Material
 - Na sede campainhas dependuradas no teto ou outros objetos como bolas, balões de borracha, etc
 - Fora da sede usa-se 24 garrafas colocadas no chão em linha e com intervalos para passar uma patrulha.
-Na falta de garrafas usa-se tijolos, pedras, pedaços de madeira, etc.

Jogo:
- Colocar cada patrulha em fila indiana, todos com os olhos vendados com o lenço Escoteiro, colocando as mãos de cada um no ombro daquele que está na sua frente.
- O líder da patrulha fica fora sem venda nos olhos para poder dar as ordens necessárias à patrulha
- Cada patrulha representa um avião e o líder o “piloto”. Os objetos (obstáculos) colocados em frente a cada patrulha terão uma distância entre si que seja suficiente para dar passagem a patrulha.
- O Chefe então dá a ordem de “levantar voo” e o piloto começa a ser orientado pelo líder de sua patrulha na passagem entre os obstáculos usando rumos de bússola.
– Exemplo: tantos passos para o norte, sul, etc.
– devendo-se tomar o norte como sendo diretamente em frente à patrulha.
- Para os iniciantes, pode-se dizer tantos passos para a direita, esquerda, em frente, etc.
- Se um Escoteiro bater ou pisar num obstáculo significará que o seu “avião” caiu tendo se espatifado ficando fora do jogo. O avião que conseguir passar por todos os obstáculos vencerá o jogo na ordem de chegada.
- Uma variante deste jogo, que seria mais uma brincadeira são depois de colocados os obstáculos e vendados os olhos dos participantes, retirar os obstáculos do campo.
– O Piloto (líder) passará então a dar ordens de comando da mesma forma que se todos os obstáculos lá estivessem.
- As peripécias dos aviões tentando evitar os obstáculos que não existem provocarão boas gargalhadas, especialmente quando forem retirados os lenços dos seus olhos.

CHEFE JAYME JANEIRO RODRIGUES
Assistente Técnico do Ar São Paulo – Outubro de 1980

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terça-feira, 11 de julho de 2023

Teoria de Voo

Ângulo de ataque
O ângulo de ataque é aquele da asa em relação ao ar que se aproxima. Determina a espessura da fatia de ar que a asa está atravessando. Por determinar essa fatia, o ângulo de ataque também dita a sustentação que a asa gera, embora este não seja o único fator.

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segunda-feira, 10 de julho de 2023

150 anos de Santos Dumont

Na ABL, FAB lança livro comemorativo a Santos Dumont
Obra especial reúne reportagens e publicações da imprensa brasileira sobre Patrono da Aeronáutica Brasileira

“E o Brasil falava de Santos Dumont”, este é o título do livro que a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Documentação da Aeronáutica (CENDOC), lançou, na última quinta-feira (06/07), na sede da Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro (RJ). A obra comemorativa aos 150 anos do Pai da Aviação traz um compilado de reportagens e publicações da imprensa brasileira sobre Alberto Santos Dumont. Os artigos de jornais da época e correspondentes traduções foram guardadas e preservadas pelo próprio Patrono da Aeronáutica Brasileira e, posteriormente, por seus familiares. A solenidade contou com a presença do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno; do Presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL), Merval Pereira; do imortal da ABL e historiador Arno Wehling; além de Oficiais-Generais das Forças Armadas e demais autoridades civis e militares. A Academia Brasileira de Letras, em 4 de junho de 1931, elegeu o Pai da Aviação para ocupar a cadeira nº 38, vaga após o falecimento do romancista Graça Aranha. O Presidente da ABL, Merval Pereira, contextualizou e exaltou a escolha de Santos Dumont para a cadeira de imortal da Academia. “Queria lembrar que Santos Dumont é um exemplo muito vivo de uma discussão que é permanente, mas que veio lá da fundação da Academia, sobre o fato de ser uma academia de letras ou ser a exemplo da Academia Francesa, uma academia de notáveis. A tese dos notáveis prevaleceu e, por isso, Santos Dumont foi eleito. E há uma história muito interessante que, quando se debatendo a candidatura dele, alguém perguntou ‘por que ele vai ser imortal? Qual é o livro que ele escreveu?’ E outra pessoa disse: ‘ele escreveu nas estrelas’ e foi aplaudido e acabou a discussão”, contou. O Presidente da ABL fez, ainda, a leitura de uma homenagem enviada pelo Ex-Presidente do Brasil e atual ocupante da cadeira que foi de Santos Dumont na ABL, José Sarney de Araújo Costa. Por meio da crônica “O sonho de Ícaro”, ele descreveu detalhes da vida daquele que foi o segundo a ocupar a cadeira de nº 38. Em seu discurso, o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Damasceno destacou a importância da publicação especial. “Ao viajar nas páginas deste livro, os leitores encontrarão, em cada linha, uma rota segura, que os conduzirá a um passado distante, ratificado pelos vocábulos da época, o qual evidencia as conquistas desse visionário brasileiro, que, orgulhosamente, se fazem presentes, na terra e nos céus, até hoje. Que a história de Santos Dumont seja para nós uma inspiração capaz de estimular a união da nossa sociedade, cujo labor dedicado e pujante patriotismo são alicerces para a construção de um futuro melhor para todos os brasileiros”, expressou.
Para o imortal da ABL, Arno Wehling, o Patrono da Aeronáutica Brasileira se importava com a integração dos saberes e era um pacifista. “Santos Dumont foi um homem preocupado em valorizar e defender o emprego civil da aviação e em limitar o uso militar da aviação à observação e não ao bombardeio. Nós sabemos que isso, obviamente, fazia parte de outro mundo ao qual ele não pertencia. Mas era um homem também muito pragmático”, destacou. Os artigos e cartas que constam no livro foram fidedignamente transcritos dos originais datados do século XX e início do século XXI. A compilação tem informações de grande relevância histórica, como o depoimento de uma testemunha ocular do voo do 14-Bis, em 1906. Narra, ainda, fatos curiosos, como, por exemplo, a maneira como o inventor idealizou o relógio de pulso, em que momento uma cratera lunar foi batizada com o nome de Santos Dumont e onde o coração do Patrono da Aeronáutica Brasileira encontra-se preservado. O livro passa a formar uma série com o exemplar "E o mundo falava de Santos Dumont…", lançado em 2021, também pelo CENDOC. As obras tem acesso gratuito e virtual no site comemorativo do Sesquicentenário do Pai da Aviação.

Fonte: Agência Força Aérea

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domingo, 9 de julho de 2023

Especial de Domingo

Julho deu e tirou do mundo (20/7/1873 - 23/7/1932) o gênio Alberto Santos Dumont. Neste sétimo mês do ano, tradicionalmente, dedicamos os Especiais de Domingo à memória deste querido brasileiro.
Boa leitura.
Bom domingo!


OS DIRIGÍVEIS DE SANTOS DUMONT


Até o mês de julho de 1901, Santos Dumont era conhecido apenas nos círculos aeronáuticos de Paris. Nos dias 12 e 13 daquele mês, ele circundou a torre Eiffel na presença de uma multidão, pilotando o seu dirigível nº 5. A partir daí, Santos Dumont passou a ser reconhecido pela imprensa mundial.

A dirigibilidade dos balões
Quando Santos Dumont cogitou colocar um motor a explosão pendurado em um balão de hidrogênio, duas opiniões o levaram a tomar providências. Disseram que a trepidação do motor iria romper os cabos de sustentação. Ele, cuidadosamente, pendurou o seu triciclo em uma árvore para verificar como se comportava o conjunto e funcionou até melhor. Disseram que tudo iria explodir. Ele aumentou as cordas de sustentação, afastando o motor do invólucro, virou o cano de escapamento para baixo e colocou as válvulas de hidrogênio na extremidade bem atrás.

Na primeira tentativa de decolagem chocou-se contra as árvores, pois decolou a favor do vento, conforme foi convencido pelas pessoas que assistiam. Dois dias depois, a 20 de setembro de 1898, decolou contra o vento conforme sua concepção.


Para espanto da assistência, pela primeira vez na história da humanidade um balão evoluiu no espaço propulsionado por um motor a petróleo. Após este evento, aperfeiçoou sua criação nos dirigíveis 2 e 3.

O Nº2, de 25 metros de comprimento, era provido de um motor de 1,5 CV de potência, pesando 30 Kg, o qual girava uma hélice a 1200 rpm, deslocando-se de forma lenta mas controlada na direção em que o brasileiro lhe apontava!


Com o Nº3(foto acima), Dumont afastava-se da forma cilíndrica das aeronaves Nº1 e Nº2 e adotava uma forma mais esférica, tentando, pelo próprio desenho do aparelho, evitar a perda de forma do balão no ar, causa dos acidentes com seus dois primeiros dirigíveis. O Nº4 trazia algumas inovações, entre elas a disposição da hélice na proa da aeronave e a exclusão da barquinha pelo selim de uma bicicleta. Dotado de um motor de quatro cavalos, o Nº4 realizou diversos voos sem problemas.

Os sucessos das experiências daquele pequeno brasileiro, levaram o magnata do petróleo Henry Deutsch de La Meurthe, no dia 24 de março de 1900 a oferecer um prêmio de 50.000 francos a quem, entre 1º de maio de 1900 e 1º de outubro de 1903, partindo e retornando do campo de Saint Cloud, por seus próprios meios e sem tocar o solo ao longo do percurso, sem auxílio de terra contornasse a Torre Eiffel e regressasse ao ponto de partida em no máximo 30 minutos.


A distância de ida e volta equivalia a 30 quilômetros. A conquista desse prêmio seria avaliada por uma comissão formada por membros do Aero Clube da França. Fez experiências com o número 4; tentou por duas vezes vencer o prêmio com o N°5.

Em 27 de agosto de 1901, após a tentativa de vencer o prêmio, sofreu um grave acidente com seu dirigível N°5. Houve perda de gás, e o envólucro começou a murchar rapidamente. Ao perceber a gravidade da situação, Santos-Dumont se amarrou à "nacele"(cesto).A cauda desceu muito e se rasgou numa chaminé, provocando uma explosão no ar.


Por instantes ele permaneceu desacordado, e quando voltou a si estava pendurado no alto do Hotel Trocadero. Escalou rapidamente o cordame do dirigível, e auxiliado pelos bombeiros ainda conseguiu recuperar o motor do aparelho.Mais tarde foi intimado pela proprietária do Hotel Trocadero a pagar 150 francos pelos estragos causados por ocasião do acidente.

Em 19 de outubro de 1901, (menos de dois meses após seu quase fatal acidente com o N°5) às 14h42min, Santos Dumont partiu com seu dirigível Nº6, com 33 metros de comprimento e 622 metros cúbicos, para circundar a torre Eiffel; após 29min30s o Nº6 encontrava-se sobre o ponto de partida.



Finalmente vence o Prêmio Deutsch. Com esse feito Santos Dumont provou que o Homem podia controlar o seu deslocamento pelos ares.

Cabe ainda ressaltar que o aeronauta doou integralmente seu prêmio; metade (25.000 francos) aos pobres de Paris, auxiliando-os na quitação de suas dívidas em casas de penhores, e devolvendo-lhes suas ferramentas de trabalho e instrumentos musicais. A outra metade destinou aos seus mecânicos e colaboradores. No dia da prova em que conseguiu realizar o percurso e ganhar o prêmio, Paris estava sob mau tempo, o que retirou visibilidade para fotos de longa distância. Santos Dumont fez então com que os cartões postais do feito saíssem com a foto do Nº5.

Em 1902, Dumont iniciou a construção de um novo dirigível, o Nº 7. Projetado para enfrentar a questão da velocidade, o Nº 7 era movido por um motor Clément de 70 cavalos, que acionava duas hélices de cinco metros de diâmetro, uma à proa e uma à ré. O inventor acreditava alcançar 80 quilômetros por hora com o aparelho, o que, segundo ele, permitiria o uso cotidiano dos balões, uma vez que ele estimava uma velocidade dos ventos de no máximo 50 quilômetros por hora. O Nº7 contava com 1.257 metros cúbicos de hidrogênio e o motor era refrigerado a água.

Pulou o N°8 por superstição(quase morreu no mês de Agosto!).

O Nº9 era um pequeno dirigível com 270 metros cúbicos, acionado por um motor de apenas três cavalos, de formato oval, muito estável. Com o Nº9 Dumont realizava evoluções frequentes sobre Paris.

Descia em avenidas, fixava seu dirigível e sentava-se tranquilamente em algum café, buscando demonstrar a exequibilidade do dirigível como meio de transporte. Dumont sentia tanta confiança no aparelho Nº 9 que, em certa ocasião, levou como passageiro o menino Clarkson Potter, e ainda foi neste dirigível que permitiu que outra pessoa dirigisse seu veículo aéreo, a cubana Aida de Acosta, a primeira mulher a pilotar uma aeronave no mundo, que sem nenhuma experiência prévia voou sozinha com o engenho.

Dumont costumava chamar o aparelho Nº7 de “balão de corrida” e o Nº9 de “balão de passeio”(La Balladeuse-A Passeadeira). 

Outros dirigíveis também chamaram a atenção. O N°14 foi utilizado para testar o seu famoso 14Bis. 
O Nº10, conhecido como "ônibus", era um grande aparelho de 200 metros cúbicos de hidrogênio, que poderia levar quatro ou cinco passageiros em cada barquinha, num total de 20 pessoas.



Dumont acreditava poder levar passageiros no que seria o primeiro “ônibus aéreo do futuro”.

Em 1903, um grupo de oficiais convidou Dumont a participar da parada militar de 14 de julho, data nacional francesa em comemoração ao 114º aniversário da Queda da Bastilha. Santos Dumont realizou evoluções e parou com seu dirigível Nº9 em frente ao palanque das autoridades e saudou o Presidente da República da França com uma salva de 21 tiros dados com seu revólver. Este é considerado o primeiro desfile aéreo em uma parada militar da história. 

Logo depois, Dumont escreveu uma carta ao ministro da guerra francês, oferecendo sua colaboração e os seus dirigíveis para emprego pela França em caso de guerra,exceto aquelas que se realizassem contra países do continente americano. O ministro aceitou o oferecimento, e com a colaboração de Dumont, foi construído um dirigível militar, a aeronave Patrie. Foram realizadas experiências para determinar a possibilidade de emprego de dirigíveis em caso de conflito. O maior interesse do Ministério da Guerra francês residia no rompimento de cercos. Dessa forma, o inventor deveria sair de Paris de trem, com o balão desmontado, atingir um determinado ponto, montar o dirigível e romper um hipotético cerco inimigo sobre uma cidade especificada, em um tempo máximo dado.

Santos Dumont acreditava que, durante uma fase inicial, o emprego dos dirigíveis seria, fundamentalmente, de natureza militar. Em 1902, ele afirma que “ainda por algum tempo o dirigível terá seu melhor aproveitamento para operações bélicas, mas em seguida se desenvolverão aplicações mercantis”.

Durante a Primeira Guerra Mundial, os dirigíveis foram efetivamente utilizados, tendo sido abatidos trinta e dois desses aparelhos. Em 19 de outubro de 1917, uma esquadrilha composta de onze deles rumou para a Inglaterra com a missão de bombardear cidades. Cinco deles foram abatidos pelos ingleses, e os demais voltaram a seus hangares na Alemanha.

O pacto de rendição da Alemanha determinou a entrega de vários aparelhos à França, Inglaterra, Estados Unidos e Bélgica, e proibiu que a Alemanha fabricasse novos dirigíveis. A Primeira Guerra assinala a passagem de uma fase experimental e pioneira, para uma de uso militar sistemático de aeronaves. Depois da guerra, os dirigíveis vieram a ser utilizados em transporte de passageiros à longa distância.

Em 1903, Dumont regressou ao Brasil. Foi recebido com todas as honras.Era uma figura extremamente popular, mas sua estada no país foi breve e logo retornava à Europa, escrevendo então seu primeiro livro, DANS L'AIR, publicado na França e logo vertido para o inglês e publicado na Inglaterra.


Fontes: Cabangu e Vencendo o Azul

Pesquise: Blog do Ninja em 2/7/2023

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sábado, 8 de julho de 2023

Embraer

Embraer apresenta alto desempenho do E195-E2 no Uzbequistão

Os voos demonstraram a capacidade de operação do E195-E2 em condições geográficas e climáticas desafiadoras A Embraer está atenta a oportunidades no crescente mercado de aviação do Uzbequistão

O E195-E2 fez sua estreia no Uzbequistão com voos de demonstração durante dois dias. Os voos possibilitaram uma experiência com o design inovador e a eficiência operacional da família de aeronaves E2 para as autoridades governamentais, imprensa e representantes das companhias aéreas locais. A apresentação da família E2 no Uzbequistão evidenciou a necessidade de avançar na conectividade doméstica e regional no curto prazo, para apoiar o desenvolvimento do turismo e a expansão da infraestrutura. A demanda por uma aeronave versátil, confiável e eficiente se torna ainda mais evidente ao considerarmos o perfil geográfico do Uzbequistão, marcado por relevo montanhoso e verões intensos. O evento foi acompanhado por representantes do governo do Uzbequistão, pela Embaixada do Brasil, imprensa e companhias aéreas da região, além de integrantes da comunidade local de aviação. “Os voos de demonstração proporcionaram uma excelente oportunidade para apresentar a eficiência operacional, os baixos custos de manutenção e a versatilidade da família E2 em condições desafiadoras. Essas características demonstram a alta capacidade de operação da aeronave no mercado do Uzbequistão”, afirma Michal Nowak, Vice-Presidente de Vendas da Embraer Aviação Comercial na Europa e Ásia Central. “Estamos otimistas com as oportunidades que o mercado local nos apresenta”. O evento foi organizado em parceria com Uzbekistan Airports e Uzbekistan Airways. “Os jatos da Embraer tem comprovado seu sucesso no mercado global de aviação. Estamos satisfeitos com trabalho constante em melhorias para as aeronaves, focados em características importantes como eficiência de combustível e redução no nível de ruído. A aviação no Uzbequistão está em forte crescimento, com novas companhias aéreas e novas aeronaves entrando em operação. Isso tem dado um impulso para o turismo doméstico e internacional”, afirma Rano Jurayea, Presidente do Conselho do Uzbekistan Airports. “Nesse contexto, esse evento é muito importante para nós, pois possibilita um espaço para companhias aéreas conhecerem a aeronave, tirar dúvidas diretamente com a fabricante e participar do voo de demonstração”, completa. “Versatilidade, confiabilidade e eficiência para operar em meio a um ambiente geográfico singular são fatores-chave a serem considerados na composição da nossa frota. Estamos gratos pela oportunidade de testar as capacidades do E195-E2 no Uzbequistão. Isso possibilitará uma decisão mais informada, que nos auxiliará no aperfeiçoamento dos nossos serviços e no desenvolvimento da nossa malha aérea”, disse Shukhrat Khudaykulov, CEO da Uzbekistan Airways.

Fonte: Embraer

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sexta-feira, 7 de julho de 2023

FAB em Destaque

Revista eletrônica da FAB com as notícias de 30/06 a 06/07
O FAB em Destaque desta sexta-feira (07/07) traz as principais notícias da Força Aérea Brasileira (FAB), de 30 de junho a 06 de julho. Entre elas, a Substituição da Bandeira Nacional, que acorreu na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF), e foi marcada por homenagem ao Patrono da Aeronáutica Brasileira; A exposição no aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro (RJ): “150 anos em 150 imagens"; e o lançamento do selo comemorativo ao aniversário do Pai da Aviação. Nesta edição, também foram destaques o lançamento do livro “E o Brasil falava de Santos Dumont”, na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro (RJ); e a palestra institucional na Academia da Força Aérea (AFA), realizada pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno. Você também confere os posts que alcançaram maior visibilidade nas nossas mídias sociais no mês de junho e o vídeo em homenagem aos 150 anos de Santos Dumont.

Fonte: FAB

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quinta-feira, 6 de julho de 2023

Sábado Aéreo

Aviação do Exército 2023
Exposição de helicópteros, aviões, viaturas, materiais de emprego militar, salto de paraquedistas, cães de guerra, carros antigos e esquadrilhas em voo são apenas algumas das atrações agendadas para o Sábado Aéreo da Aviação do Exército, programado para 19 de agosto de 2023, das 8h às 17h. O evento contará também com praça de alimentação com Food Trucks e espaço kids com diversas atividades. 

Local: CAvEx - Comando de Aviação do Exército
Estrada Municipal dos Remédios, 2135 Itaim
CEP 12086-000
TAUBATÉ-SP

Saiba mais: CAvEx

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quarta-feira, 5 de julho de 2023

Sesquicentenário de Santos Dumont

FAB lança vídeo institucional em homenagem aos 150 anos do Pai da Aviação
Impossível? Em 20 de julho de 1873 nascia o homem que ignorava essa palavra. Sua força, obstinação, altruísmo, coragem, empreendedorismo e generosidade são motivos de eterna honra para os brasileiros. Para celebrar essa inestimável data, a Força Aérea Brasileira (FAB) lança um vídeo institucional em homenagem aos 150 anos de Alberto Santos Dumont, Pai da Aviação e Patrono da Aeronáutica Brasileira. O objetivo do vídeo comemorativo é lembrar da vida, das obras e dos valores desse notável brasileiro que se destacou pela inventividade. Muito mais do que uma peça institucional, o vídeo é uma oportunidade de resgatar a história desse brasileiro que nos orgulha de forma imensurável. Por isso, incentivamos que se emocione, vibre, comente e compartilhe a admiração por esse herói nacional, dono de um legado extraordinário para o desenvolvimento da aviação e para o incentivo às superações científicas.

Edição do vídeo: Sargento Neris / CECOMSAER

Fonte: FAB

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terça-feira, 4 de julho de 2023

Indústria Aeronáutica

SAAB conclui a primeira fuselagem traseira do caça Gripen produzida no Brasil
A SAAB concluiu a produção da primeira fuselagem traseira do caça Gripen produzida em território brasileiro. A peça, fabricada em São Bernardo do Campo, fará parte do 1º lote nacional de aeroestruturas a ser enviado para Gavião Peixoto, onde funciona a linha de produção dos caças Gripen no Brasil. A fuselagem traseira é a estrutura que comporta o motor do caça Gripen. A peça tem componentes em alumínio e titânio, com medidas de 1,90m de largura por 1,20m de altura e 2,50m de profundidade. Seu peso é de aproximadamente 220 quilos e conta com 750 partes para a sua montagem. Essa é a segunda aeroestrutura mais complexa em produção na fábrica da Saab Brasil, em São Bernardo do Campo, e será enviada diretamente para a fábrica da Embraer, em Gavião Peixoto, onde foi inaugurada a linha de produção do caça Gripen no Brasil. Junto com a primeira fuselagem traseira, a Saab Brasil também enviará a segunda fuselagem dianteira produzida no país. As duas estruturas deverão estar disponíveis na linha de produção nacional ainda neste mês de julho. “Esse é o início de um fluxo de fornecimento de aeroestruturas produzidas na fábrica da Saab em São Bernardo do Campo para a linha de produção do caça em Gavião Peixoto, fortalecendo a cadeia nacional formada pelo Programa Gripen Brasileiro”, comentou Alexandre Barbosa, gerente de engenharia da fábrica de aeroestruturas no Brasil. A fábrica brasileira é parte da cadeia global para peças do caça. Isso significa que as peças produzidas em São Bernardo do Campo pelos profissionais brasileiros podem ser enviadas tanto para Gavião Peixoto, quanto para Linköping, na Suécia. “Trata-se de mais um marco para a Saab. Nossa planta está 100% operacional, trabalhando em todos os pacotes definidos para o Brasil. Já atingimos um excelente grau de maturidade industrial na produção de peças menores, como os freios aerodinâmicos e cones de cauda. Agora, estamos evoluindo na produção das partes mais complexas, como as fuselagens dianteira e traseira. Assim, o Brasil já dispõe de conhecimento, ferramentais, processos e profissionais necessários à fabricação de componentes estruturais de uma aeronave supersônica”, ressalta Fabrício Saito, diretor da fábrica da Saab Brasil, em São Bernardo do Campo.

Fonte: Informações da SAAB / AEROIN

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segunda-feira, 3 de julho de 2023

150 ANOS DE SANTOS DUMONT

Balão dirigível sobrevoa céu de Brasília em homenagem a Santos Dumont
O evento faz parte das comemorações aos 150 anos de nascimento do Pai da Aviação

O céu de Brasília chamou a atenção daqueles que passaram pela região central da capital federal ontem, domingo (02/07): um balão dirigível realizou um sobrevoo pela Esplanada dos Ministérios. O evento foi realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB), em comemoração aos 150 anos do nascimento de Alberto Santos Dumont, Pai da Aviação e Patrono da Aeronáutica Brasileira. O balão, com 33 metros de comprimento, 6 metros de diâmetro e equipado com um motor de 16 HP, iniciou o percurso na Praça dos três Poderes, contornou a Torre de TV e em seguida pousou no mesmo local de partida. O ato realizado durante a solenidade de substituição da Bandeira Nacional fez alusão ao dia 19 de outubro de 1901, data em que o brasileiro Alberto Santos Dumont confirmou ao mundo a dirigibilidade dos balões. Naquele dia, ele ganhou o prêmio Deutsch de La Meurthe após realizar um percurso de 11 quilômetros em menos de 30 minutos. O Sargento Amilcar Messias Acrizio, que pertence ao efetivo da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB) e que representou Santos Dumont durante uma encenação promovida pela Oficina de Atores de Brasília, falou sobre o sentimento de retratar um dos maiores ícones da aviação mundial. “Ser escolhido para interpretar Santos Dumont em seu Sesquicentenário de nascimento tem sido um presente honroso e surpreendente, que trouxe com ele uma gama de desafios. Reviver uma figura tão icônica e detentora de uma história épica requer não só uma pesquisa profunda como também uma contextualização de indumentária, comportamento e linguagem adequada para a época“, destacou.
Para a diretora da Oficina de Atores de Brasília, Bárbara Zorzo, pesquisar e estudar sobre a história de Santos Dumont tem sido de grande valia. “Foi uma missão muito bem recebida pela equipe e por todo o elenco da Oficina de Atores Brasília. O fato de recriar com eles as vestimentas, os trejeitos e costumes da época tem um valor enorme e são de uma riqueza imensurável. Sou muito grata a FAB por confiar a mim essa missão de resgatar um pouco do século 19/20 recriando momentos históricos do pai da aviação. Um gênio que fez história no Brasil e no mundo com sua perseverança, admirável altruísmo e carregou pelos ares o nome do nosso país”, agradeceu. O empresário Júnior Ferreira Matias, acompanhado do filho Victor Matias Júnior, de apenas 5 anos, parabenizou a FAB pela cerimônia. "A inovação deste ano - o balão - foi fantástico. Esse evento, como sempre, engrandece toda a população aqui do Distrito Federal e do Brasil. É muito bom trazer as crianças e acompanhar o momento da troca da bandeira nacional", disse. O pequeno Victor, encantado com o que viu, também aproveitou para falar sobre o dirigível. “Gostei muito do balão. Achei legal ele fazendo um pouso aqui na praça", contou.

Prêmio Deutsch
O dirigível de nº 6 instituiu um marco para a história da navegação aérea. Em 1901, Santos Dumont ganhou o prêmio Deutsch de La Meurthe por realizar o percurso de Saint-Cloud, contornando a Torre Eiffel e retornando ao ponto de partida em menos de 30 minutos.

Exposição
Com apoio do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, a FAB realiza a exposição comemorativa “150 anos do Pai da Aviação”. Uma oportunidade única de viajar pela vida, obras e valores de Alberto Santos Dumont em 150 imagens. A exposição fica aberta até o dia 30/07, no Salão Negro do Congresso Nacional.

Fotos: Sargentos Müller Marin, Viegas e Mônica / CECOMSAER

Fonte: FAB

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domingo, 2 de julho de 2023

Especial de Domingo

Julho deu e tirou do mundo (20/7/1873 - 23/7/1932) o gênio Alberto Santos Dumont. No sétimo mês do ano, tradicionalmente, dedicamos os Especiais de Domingo à memória deste querido brasileiro.
Boa leitura.
Bom domingo!


Brasil - O primeiro balão de Santos-Dumont
Em 4 de julho de 1898 sobe um balão, no Jardim da Aclimatação, elevando aos céus de Paris as cores verde-amarelo em uma flâmula desfraldada.
Ela pendia do Balão BRASIL, o primeiro engenho concebido pelo brasileiro Alberto Santos-Dumont, o gênio que entregou a humanidade a terceira dimensão do espaço. Nessa época os balões variavam de 500 a 2000 metros cúbicos de capacidade, onde o menor até então era de 250 m³.
Por isso, grande foi o espanto dos construtores quando Santos-Dumont encomendou um de 100 m³, o que a princípio não foi aceito, alegando-se que não subiria. Ele informou que seria o balonista e seu peso não passava de 50 kg.


Para a confecção do invólucro, ao invés da seda chinesa usaria a japonesa, muito mais leve. Nas oficinas houve reação ao seu projeto. Supondo que o material não fosse resistente argumentaram que um balão de 100 metros cúbicos devia ser, além do mais, muito mais sensível aos movimentos do aeronauta na barquinha do que um grande balão de dimensões "normais".
Nada deteve o futuro inventor, que pressentia os fenômenos de aerostação com a sua aguda sensibilidade aeronáutica.E replicou aos construtores: "Pode-se aumentar o comprimento das cordas de suspensão da barquinha". E encerrou o assunto.
O argumento de que era fraca a seda do Japão foi posto abaixo com a prova científica. Diz ele:

"Ensaiamo-la (a seda) ao dinamômetro e o resultado foi surpreendente. Ao passo que a seda da China suporta uma tensão de 1.000 quilos por metro linear, a delgada seda japonesa suportou uma tensão de 700 quilos; quer dizer que provou ser 30 vezes mais resistente que o necessário em virtude da teoria das tensões. Caso extraordinário, se considerarmos que ela pesa somente 30 gramas por metro quadrado!"

As condições de peso de Santos-Dumont auxiliaram-no nas experiências e o BRASIL subiu aos ares, inaugurando uma novidade nas construções dos balões esféricos. As suas excelências foram expostas pelo seu próprio inventor:

"O BRASIL era muito manejável no ar e muito dócil. Era, além do mais, fácil de embalar após a descida: foi com razão que espalharam que eu o carregava numa maleta".

Características do Balão Brasil na 1ª ascensão:

Dimensões: 113 m³ com diâmetro de 6 m
(outros balões variavam de 500 a 2000 m³)

Rede feita de cordas musicais totalizando 1,8 kg
(outros balões: 50 Kg)

Barquinha de Vime com 6kg
(contra aproximadamente 30kg em outros balões)

Ascensões registradas:

1898 - 4 julho - A partir do Jardim da Aclimatação
1899 - 29 junho - Do Jardim das Tuilleries à Sevran

Foi dessa maneira que Santos-Dumont estreou na aeronáutica: revolucionando a construção dos aeróstatos, quebrando as praxes até então em vigor. A sua vida de aeronauta, daí por diante, será uma sucessão de vitórias contra os obstáculos de toda a sorte: contra a incredulidade, a indiferença, o comodismo e a inércia dos que duvidaram que o homem podia conquistar o espaço.

O BRASIL foi um símbolo; uma pequena representação das suas lutas futuras. Todas se enquadrariam dentro desse espírito que presidiu à construção do seu primeiro balão: audácia, convicção, perseverança, coragem e intuição especial dos problemas aeronáuticos.


O MEU PRIMEIRO BALÃO

O MENOR

O MAIS LINDO

O ÚNICO QUE TEVE UM NOME:

"BRASIL"

Santos-Dumont  1898

Fonte: Cabangu

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sábado, 1 de julho de 2023

Efemérides Aeronáuticas - Julho

O INCAER - Instituto Histórico Cultural da Aeronáutica lembra-nos de uma frase do Ten.-Brig.-do-Ar Joelmir Campos de Araripe Macedo, ex-Ministro da Aeronáutica e ex-Conselheiro do INCAER, falecido em 12 de abril de 1993: “A História não é um somatório de fatos, mas, antes, um legado de experiências. Conhecê-la é reunir dados que os números não contam, é entender os erros para não repeti-los, é, enfim, uma forma de preparar-se para o futuro”. Com este pensamento, mais uma vez, o Blog do Ninja reproduz as datas marcantes de JULHO, estimulando o estudo, a pesquisa.

Efemérides Aeronáuticas - Julho

1867
Foram realizadas as 2ª e 3ª ascensões do balão “Allen”, nas alturas máximas de 760 pés e 865 pés, de 50 minutos e 30 minutos, respectivamente. (08 de julho)

Foram realizadas as 4ª, 5ª, 6ª e 7ª ascensões do balão “Allen” em diversos pontos do “front”. (12 de julho)

Foram cumpridas as 8ª e 9ª ascensões do balão, tendo como observadores aéreos o Capitão Silva Amaral e o Tenente Cursino do Amarante. (13 de julho)

Foram realizadas as 10ª e 11ª ascensões do balão, com os observadores Capitão Francisco César da Silva Amaral, Capitão Conrado Jacob de Niemeyer e Capitão Antônio de Sena Madureira. (20 de julho) 

Foi empreendida a 12ª ascensão com os Capitães Silva Amaral e Conrado Niemeyer, como observadores aéreos, na véspera do início da chamada “Marcha de Flanco”. Nessa subida, puderam até traçar rápido esboço das posições inimigas em frente das que ocupava o Corpo do Exército Imperial do General Argolo. (21 de julho)

Foram realizadas as 13ª e 14ª ascensões, ambas executadas no final da jornada do primeiro dia da “Marcha de Flanco” na região da vanguarda. Como observador aéreo, subiu o Capitão Conrado Niemeyer. (22 de julho)

O balão de observação “Allen” foi esvaziado, em decorrência do risco de incêndio e explosão, devido às queimadas em áreas vizinhas, provocadas pelos paraguaios. (23 de julho)

1873
Nascimento de Alberto Santos Dumont em Cabangu, Estação de Rocha Dias, Distrito de João Aires, próximo à cidade de Palmira (hoje Santos Dumont), no Estado de Minas Gerais. (20 de julho)

1877
Nasceu em São Paulo, Eduardo Pacheco Chaves (que seria mais conhecido como Edu Chaves), considerado como o terceiro aviador brasileiro, precedido por Santos Dumont e Jorge Moller. (18 de julho)

1898
Santos Dumont fez a primeira ascensão com o seu balão livre “Brasil”, que ele mandou construir especialmente para o seu uso pessoal. A subida ocorreu no Jardim da Aclimatação, pousando perto de Pithiviers, após 05 horas de voo. (4 de julho) # O Balão “Brasil”, o menor já construído para a ascensão de uma pessoa a bordo, tinha o volume de apenas 113 metros cúbicos, com forma esférica e com diâmetro de 6 metros.

1901
Santos Dumont, realizando uma das primeiras experiências com o seu balão “Nº 5”, partiu de Saint Cloud e contornou a Torre Eiffel, dando uma demonstração de que tinha dominado o problema da dirigibilidade dos balões. (9 de julho)

O Secretário do Aeroclube da França, Emmanuel Aimé, escreveu a Santos Dumont, confirmando a inscrição do aeronauta brasileiro para concorrer ao prêmio de Aerostação instituído pela agremiação. (12 de julho)

Entusiasmado com os bons resultados colhidos no voo anterior, Santos Dumont voltou a subir com o “Nº 5”,ascendendo às 06h41min, para realizar uma nova tentativa com vistas a conquistar o “Prêmio Deutsch de La Meurthe”. (13 de julho)

Os deputados Augusto Severo e Carlos Cavalcanti apresentaram o projeto 112-1901, na Câmara dos Deputados do Brasil, que autorizava o governo a abrir um crédito de cem contos de réis ao Ministério da Viação a fim de premiar Santos Dumont pelo resultado de sua experiência com um balão dirigível. (17 de julho)

Referindo-se a Santos Dumont, o jornal “The New York Sun”, de Nova York, esclareceu que “o triunfo do homem sobre os caminhos do ar chegou afinal e foi um filho do Novo Mundo que conquistou a primeira vitória”. (14 de julho)

O “The New York Herald”, de Nova York, proclamou que “o herói do momento é, certamente, o Sr. Santos Dumont. Suas experiências em navegação aérea coroadas de êxito, sexta-feira e sábado passados, levaram o seu nome aos cantos mais remotos do mundo”. (18 de julho)

O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), com sede no Rio de Janeiro, aprovou por unanimidade, o seguinte voto de louvor: “Propomos que na ata da sessão de hoje se consigne um voto de admiração, louvor e aplauso, ao Sr. Santos Dumont, distinto brasileiro que inscrevendo o seu nome entre os dos benfeitores da humanidade, por felizes trabalhos a bem da navegação aérea dirigível, fornecem à história pátria uma das mais brilhantes páginas”. (26 de julho)

1903
Santos-Dumont, pilotando o seu balão dirigível nº 9 voou, em Paris, sobre a formatura militar em Longchamps e saudou o Presidente da República da França com uma salva de 21 tiros de revólver. (14 de julho)

O General André, Ministro da Guerra da França, encaminhou carta a Santos Dumont agradecendo o oferecimento de colocar à disposição do Governo Francês os seus balões dirigíveis, em caso de guerra. (18 de julho)

Santos-Dumont realizou a primeira ascensão noturna com o seu balão dirigível nº 9. (24 de julho)

1906
Santos Dumont realizou uma experiência com o seu avião “14-BIS”, suspenso pelo dirigível “Nº14”. (23 de julho)

1911
Foi brevetado na Escola Farman, em Étampes, França, o segundo aviador civil brasileiro, o paulista Eduardo Pacheco Chaves, mais conhecido como Edu Chaves, que recebeu o brevê Nº 559, da Federação Aeronáutica Internacional. (28 de julho)

1912
O Tenente de Infantaria do Exército Ricardo João Kirk, entusiasta da aviação e um dos primeiros sócios do Aeroclube Brasileiro, partiu para a Europa por ordem do Ministro da Guerra, General Vespasiano Gonçalves de Albuquerque Silva, a fim de receber instrução de voo e tratar ainda da filiação do Aeroclube Brasileiro à Federação Aeronáutica Internacional – FAI, com sede na França. (7 de Julho) 

1913
O jornal “O Imparcial” publicou a fotografia de um avião monomotor Blériot Sit, construído por Nicola Santo, com motor e componentes importados da França. Ele mantinha, por concessão do Aeroclube Brasileiro, uma oficina para construção e reparo de aviões no Campo dos Afonsos. (25 de julho)

1914
O aviador brasileiro Edu Chaves, pilotando um avião Bleriot de 80 cavalos vapor, conseguiu fazer o primeiro voo entre São Paulo e o Rio de Janeiro, aterrando no Campo dos Afonsos; o voo foi sem escalas. (5 de julho)

Foi divulgado o Aviso nº 3.423, do Ministério da Marinha, onde constou a decisão da criação de uma Escola de Aviação Naval, tendo em vista o fechamento da Escola Brasileira de Aviação. (15 de julho) 

1916
Chegaram ao Rio de Janeiro, pelo navio transporte “Sargento Albuquerque”, os três primeiros hidroaviões Curtiss, adquiridos nos Estados Unidos para a Escola de Aviação Naval. (5 de julho)

Segundo apontamentos de Nicola Santo (italiano de nascimento, tendo passado a residir no Brasil a partir de 1913, engenheiro e entusiasta de aviação), nessa data foi realizada a primeira aula prática de aviação, sendo instrutores: engenheiro Del Vecchi Filho, Ernesto Darioli e Ten Bento Ribeiro. (19 de julho)

1918
Foi aberto no Ministério da Guerra o crédito especial de dois contos de réis para organizar o serviço de aviação militar. (17 de julho)

1919
Foi inaugurada oficialmente, no Campo dos Afonsos, a Escola de Aviação Militar. (10 de julho)

Foi publicado, no Boletim da Escola de Aviação Militar, o primeiro programa de instrução aérea para o Curso de Pilotos Aviadores. (mês de julho)

1924
Foram deslocados, do Campo dos Afonsos para a cidade de Mogi das Cruzes/SP, a Esquadrilha de Aperfeiçoamento e a 1ª Cia de Parque de Aviação Militar para participarem das operações contra os revolucionários de São Paulo que se sublevaram no dia 05 de julho. (14 de julho)

1925
Foi aprovado o Regulamento para os Serviços Civis de Navegação Aérea, “que representou o verdadeiro marco inicial da legislação que disciplinou as atividades aeronáuticas civis no Brasil” (Decreto 16.983). Criou-se, assim, o registro de matrícula das aeronaves. (22 de julho)

1926
Passou a circular a revista “Aviação”, com um número comemorativo do aniversário da Escola de Aviação Militar. Com periodicidade mensal, a revista estava sob a direção do Cel Álvaro Octávio de Alencastro, com redação e administração na própria Escola no Campo dos Afonsos. (10 de julho)

1927
Procedente de Salvador, pousou na Baía da Guanabara o hidroavião “Jahu” sob o comando de João Ribeiro de Barros, sendo seus tripulantes recebidos com grande entusiasmo popular e recepcionados em diversas festas e cerimônias. (5 de julho)

1928
Foi iniciado o Primeiro Congresso Nacional de Aviação, cuja iniciativa se deveu aos aviadores militares Luiz Leal Netto dos Reys, Anor Teixeira dos Santos, Henrique Raymundo Dyott Fontenelle e ao engenheiro César da Silveira Grillo, por intermédio do Clube dos Bandeirantes do Brasil. (14 de julho)

1929
Aterrissou no Campo de Marte, em São Paulo, um monoplano biplace Klemm, pertencente à ETA - Empresa de Transportes Aéreos, primeira empresa aeroviária brasileira, a qual realizava assim seu primeiro voo, desde o Rio de Janeiro, ligando assim as duas principais cidades do país, à época. (29 de julho)

1930
Decolou do Campo dos Afonsos um avião Potez-33 para realizar um reconhecimento fotográfico na região Taubaté - Pindamonhangaba, em São Paulo, sendo tiradas 270 fotografias numa área de 375 km². Os tripulantes eram os seguintes: Ten Benjamim Quintela, Ten Clóvis Monteiro Travassos e Sgt Carlos França. O regresso ao Campo dos Afonsos ocorreu no dia seguinte. (18 de julho)

1931
Ocorreu a primeira apresentação do avião Muniz M-5, projeto do então Cap Eng Antônio Guedes Muniz, no Campo dos Afonsos, como parte dos festejos do 12° aniversário da Escola de Aviação Militar. (10 de julho)

1932
Falecimento do Marechal do Ar Alberto SANTOS-DUMONT, em Guarujá, na Cidade de Santos, Patrono da Força Aérea Brasileira. (23 de julho)

Pelo Decreto Estadual 10.447, o Presidente do Estado de Minas Gerais, Olegário Maciel, mudou a denominação da cidade de “Palmyra” para “Santos Dumont”, esclarecendo que a “irradiação de sua glória deve alcançar, de maneira especial, a terra que lhe deu berço”. (31 de julho)

1933
Foi ativado o Parque Central de Aviação, com sede no Campo dos Afonsos, sendo seu primeiro Diretor, o Maj Ivan Carpenter Ferreira (Aviso 10, do Ministro da Guerra). (8 de julho)

O Ministério de Viação e Obras Públicas foi autorizado a contratar o serviço de transportes aéreos entre Belém e Manaus. (8 de julho)

Foi divulgada a “Dotação de Material Aéreo” da Escola de Aviação Militar, distribuindo-se 152 aeronaves da seguinte forma:
- Escola de Aviação Militar (68 aviões):
Waco RNF(15), Morane Saulnier 147 (5), Waco CTO(7), Gipsy Moth (5), Fleet 10-D (%), Schreck FBA-17 (primeiros aviões anfíbios da Aviação Militar) (4), Bellanca CH-300 Pacemaker (6), Potez 33 (7), Nieuport 82 E-2 (3), Potez 25 TOE (7), Amiot 122 (2) e Lioré et Olivier 25(2);
- 1° Regimento de Aviação - Rio de Janeiro (36 aviões):
Boeing P-12 (14), Vought Corsair (7), Waco CTO (4), Fleet 10-D(3) e Waco CSO (8);
- 3º Regimento de Aviação - Porto Alegre (22 aviões):
Vought Corsair (7), Waco CTO (4) e Waco CSO (4);
- 5° Regimento de Aviação - Curitiba (26 aviões):
Vought Corsair (14), Waco CTO (4) e Waco CSO (8). (15 de julho)

Foi extinto o Grupo Misto de Aviação (criado em 21 de maio de 1931), surgindo em seu lugar, o 1° Regimento de Aviação, com sede no Campo dos Afonsos, com o objetivo de realizar, entre outros, as missões do Correio Aéreo Militar, sendo o seu primeiro Comandante o Cel Newton Braga, nomeado em 13 de julho (Decreto 22.970). (20 de julho)

1935
Foram aprovadas as plantas, especificações e orçamentos de diversas obras relativas ao aeroporto para dirigíveis em Santa Cruz/RJ (Decreto 244). (19 de julho)

1936
Foi instituído o “Dia do Aviador”, a ser comemorado todos os anos, no dia 23 de outubro, como exaltação da glória de Alberto Santos Dumont, ao realizar o seu primeiro voo oficial em aparelho mais pesado que o ar, o famoso “14 BIS” (Lei 218). (4 de julho)

A Escola de Aviação Militar comemorou o 17º aniversário de criação, com uma intensa programação. (10 de julho)

O Destacamento de Aviação de Fortaleza transformou-se no Núcleo do 6º Regimento de Aviação, sendo o seu primeiro comandante o Cap José Sampaio de Macedo. (29 de julho)

1937
Foram aprovadas as instruções para matrículas de aeronaves no Registro Aeronáutico Brasileiro – RAB (Portaria 97/DAC/MVOP). (3 de julho)

Foi efetivada a primeira viagem do Correio Aéreo Militar ligando Belém a Amapá, em avião Waco CSO, sendo tripulantes: Cap Ruy Presser Bello e Sgt Cid Sebastião Brugger. (22 de julho)

A sede do 3º Regimento de Aviação foi transferida da cidade de Santa Maria/RS para Canoas/RS (Aviso 467, do Ministro da Guerra). (23 de julho)

Entre julho e dezembro de 1937, chegaram ao Brasil, adquiridos para a Aviação Militar, 30 aviões de treinamento avançado Stearman, sendo 15 do modelo A-76C3 e 15 do modelo B-76C3.

1938
No dia do aniversário natalício de Santos Dumont, foi fundado em Natal, o Centro de Aviação Potiguar, “criado para desenvolver o gosto pelos assuntos da Aviação”. (20 de julho)

1939
Ocorreu o primeiro voo do avião IPT-O, projeto realizado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, pelo norte-americano Orton Willians Hoover e Frederico Brotero. (09 de julho)

Foi autorizada a emissão de selos postais para franquia de correspondência aérea. (27 de julho)

1940
Voou o primeiro avião bimotor de treinamento avançado Focke Wulf Fw-58 “Weihe” (“Falcão”), de uma série de 25 aviões construídos, sob licença, na Fábrica do Galeão, na Ilha do governador; os aviões Fw-58 eram equipados com motores “Argus” de 240 cavalos vapor, de fabricação alemã. (15 de julho) 

Foi apresentado ao público, pela primeira vez, o protótipo do HL-1, projeto do Grupo Henrique Lage; o avião voou da Ilha do Engenho, na Baía de Guanabara à cidade de São Paulo. (28 de julho)

Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, em ato presidido pelo Secretário Estadual da Justiça e Segurança, Dr. Eugênio Borges, foi fundado o Aeroclube do Rio de Janeiro e eleita a primeira diretoria da nova agremiação. (mês de julho)

1941
Foi criado o Quadro de Oficiais Auxiliares do Corpo de Oficiais da Aeronáutica (Decreto-Lei nº3.448). (23 de julho)

Foi criada a Base Aérea do Recife. (24 de julho)

A “Panair do Brasil”, subsidiária da Empresa Norte Americana “American Air Ways”, obteve autorização para aparelhar e melhorar os aeroportos de Belém, Amapá, São Luiz, Fortaleza, Natal, Recife, Maceió e Salvador, para a utilização de aeronaves de Grande Porte. (25 de julho)

1942
Foi fixada a organização da Força Aérea Brasileira.(Decreto nº4.478). (14 de julho)

Foi adotado na FAB o Regulamento Disciplinar do Exército, através do Aviso nº 94, enquanto não fora promulgado o da Aeronáutica. (11 de julho)

Foi reorganizada a carreira de Operário de Aviação do Ministério da Aeronáutica, por meio do Decreto-Lei nº 4.474. (14 de julho)

As Instruções reguladoras do recrutamento de médicos para o Quadro de Saúde da Aeronáutica foram aprovadas pelo Decreto-Lei nº 9.981. (14 de julho)

1943
Aviões da Força Aérea Brasileira afundaram o submarino alemão U-199, a 60 milhas ao sul da entrada da Baía de Guanabara. (31 de julho)

Por ocasião da visita oficial do Ministro Salgado Filho e sua comitiva aos Estados Unidos, que o então Tenente Coronel Aviador Casimiro Montenegro Filho, acompanhado de José Vicente de Faria Lima, oficial do Gabinete, e Guilherme Aloysio Telles Ribeiro, Diretor do Parque Central de Material Aeronáutico (Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro), encontrou-se em Cambridge com o seu colega Osvaldo do Nascimento Leal, que havia iniciado seus estudos em janeiro do mesmo ano, no Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT). Nessa ocasião, discutiu-se intensamente a ideia de se estabelecer uma escola de alto nível no Brasil. (mês de julho) * O Marechal do Ar Casimiro Montenegro Filho (Fortaleza, 29 de outubro de 1904 — Petrópolis, 26 de fevereiro de 2000), é patrono da Engenharia da FAB, da Academia Nacional de Engenharia e um dos patronos do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica- INCAER.

1944
Foi criado, no Serviço de Saúde da Aeronáutica, o Quadro de Enfermeiras da Reserva da Aeronáutica, por meio do Decreto-Lei nº 6.663. (07 de julho)

O Presidente Getúlio Vargas, o Ministro da Aeronáutica Salgado Filho e o Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, o Brig Trompowsky, durante uma visita à Base Aérea de Santa Cruz, realizaram um voo num dirigível norte-americano do tipo “Blimp”(08 de julho)

Foi criada a 1ª Esquadrilha de Observação e Ligação subordinada à 1ª Divisão de Infantaria da Força Expedicionária Brasileira (Aviso nº57). (20 de julho) # A 1º Esquadrilha de Ligação e Observação viajou para o Teatro de Operações da Itália a bordo do transporte de guerra “General Meigh” e desembarcou no porto de Nápoles a 06 de outubro de 1944.

1945
Chegada oficial do 1º Grupo de Aviação de Caça ao Rio de Janeiro. Os 19 aviões P-47 (modelo D-40) vieram da Cidade de San Antônio, no Texas (EUA), e pousaram no Campo dos Afonsos, pilotados por veteranos do Grupo e liderados pelo Ten. Cel. Nero Moura. (16 de julho)

1946
O Serviço de Saúde da Aeronáutica, em consequência da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, recebeu as instalações do Two Hundred Station Hospital (construído em terreno da União e utilizado pelas forças norte- americanas), que, após o término da guerra e a posterior evacuação dessas forças, passaram para o Ministério da Aeronáutica, resultando na adequação e inauguração do Hospital de Aeronáutica no Recife. (10 de julho)

Foi aprovado o Regulamento do Serviço de Assistência Religiosa, com a finalidade de desempenhar, em cooperação com todos os escalões de comando, os encargos relacionados com a assistência espiritual, moral e social dos militares e de suas famílias. (Decreto-Lei nº 21.495, de 23 de julho)

1948
O “Acordo sobre transportes Aéreos entre o Brasil e a França”, firmado em Paris no dia 27 de janeiro de 1947, foi aprovado. (06 de julho)

1950
O primeiro Ministro da Aeronáutica, o Dr. Joaquim Pedro Salgado Filho, faleceu em um acidente de avião no Rio Grande Sul. (30 de Julho)

1953
Foi aprovado o contrato entre o Governo Brasileiro e a Companhia Fokker Indústria Aeronáutica S.A., visando o estabelecimento de uma indústria de aviões no país. (31 de julho) Utilizando a Fábrica do Galeão, cedida pelo Ministério da Aeronáutica, a Companhia Fokker Indústria Aeronáutica S.A., construiu 100 aviões Fokker T-21, de instrução primária, e 20 aviões Fokker T-22, também de instrução primária, sendo estes triciclo. Depois de terminado o contrato, em 1958, ainda foram construídos, pela Fábrica do Galeão, mais 15 Fokker T-22.

1955
O livro “Quem deu asas ao Brasil” de autoria de Henrique Dumont-Villares, sobre a vida e obra de Santos Dumont foi traduzido para o inglês e o francês. (22 de julho)

1956
Foi criado, pelo governo de Minas Gerais, o Museu da Casa Natal de Santos Dumont, na fazenda Cabangu, local de seu nascimento. (18 de julho)

1957
Último dia de instrução com aeronave P-47 no 1º/4º GAv. (30 de julho)

1958
A Base Aérea dos Afonsos recebeu dos Estados Unidos da América o avião T-6G. (8 de julho)

1959
Foi realizado o primeiro voo da Ponte Aérea Rio de Janeiro-São Paulo. (6 de julho)

1967
A aeronave P-15 Netuno batia o seu segundo recorde sul-americano de permanência no ar, mantendo-se no ar por 25 h 15 min num voo sem escalas entre Porto Alegre (RS) e Santa Cruz (RJ). (22 e 23 de julho)

A Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA), foi criada no Ministério da Aeronáutica, pelo Decreto nº 61.108, tendo por missão precípua, “assessorar o Ministro na orientação e fiscalização da instrução de educação física e promover no âmbito das unidades, os desportos militares, fazendo-se representar junto à Comissão Desportiva das Forças Armadas e demais entidades desportivas, civis e militares”.(28 de julho)

1968
Foi criado o Serviço de Informações da Aeronáutica, através do Decreto n° 63.005, como órgão normativo de assessoramento do Ministro da Aeronáutica e órgão de ligação com o Serviço Nacional de Informações. A ele competiam as atividades de informação e contrainformação. O Decreto n° 63.006, da mesma data, criou o Núcleo de Serviço de Informações da Aeronáutica a quem competiam os estudos relacionados com a definição, o estabelecimento e a integração das normas relativas ao Sistema de Informações da Aeronáutica, em sua fase de implantação, bem como a elaboração e proposta de regulamento do Serviço de Informações da Aeronáutica. (17 de julho)

1971
O Ministro de Estado da Aeronáutica, Márcio de Souza e Mello, ativou a Base Aérea de Santa Maria. (14 de julho)

1973
Atendendo à Exposição de Motivos do Ministro da Aeronáutica, Ten-Brig-do-Ar Araripe Macedo, o Presidente Emílio Garrastazu Médici, criou o Núcleo do Museu Aeroespacial, por meio do Decreto nº 72.553. (31 de julho)

1977
Foi aprovado o Regulamento do Museu Aeroespacial - MUSAL, pelo Decreto nº 79.920, e, nessa mesma data, é desativado o Núcleo do Museu Aeroespacial. (08 de julho)

1993
Foi aprovado um novo Regulamento da Diretoria de Intendência, através da Portaria nº 567/GM3, que estabeleceu a Subdiretoria de Pagamento de Pessoal(SDPP), em substituição à extinta Subdiretoria de Orçamentação e Pagamento de Pessoal (SOPP) (07 de julho). *A Subdiretoria de Pagamento de Pessoal é o órgão remanescente do Serviço de Fazenda da Aeronáutica.

1997
Foi extinto o Grupo Executivo para Implantação do Campo de Provas de Cachimbo (GEICAMP), através da Portaria nº 510/GM3, e, pela Portaria nº 511/GM3, da mesma data, teve o Campo de Provas sua denominação alterada para: Campo de Provas Brigadeiro Velloso (CPBV) (30 de julho).

1998
A FAB, representada pelo 1º/16º GAv, comandado pelo Maj. Salvatore, participa pela 1ª vez do exercício Red Flag em Las Vegas/EUA, cumprindo missões ar-solo com 6 aeronaves A-1A. (mês de julho)

2006
O Instituto de Pesquisas e Ensaio em Voo (IPEV) tornou-se oficialmente uma organização militar e elegeu a data de seu aniversário em homenagem ao primeiro voo de ensaio da história da avaiação brasileira, realizado por Alberto Santos Dumont em um aeroplano Campo de Bagatelle, na França, em 1906. (19 de julho)

2008
A FAB, representada pelo 1º/14º GAv, comandado pelo Ten. Cel. Fleury, participa pela 2ª vez do exercício Red Flag em Las Vegas/EUA, cumprindo missões ar-ar com 6 aeronaves F-5EM (mês de julho)

2020
Foi efetivado o dia do Veterano da Força Aérea Brasileira, pela Diretriz do Comando da Aeronáutica (DCA) nº 11-127/2020, publicada em fevereiro do corrente ano, com o objetivo de reconhecer homens e mulheres que vestiram o azul-aeronáutico com honra e dedicação, de modo a valorizar os profissionais que labutaram em prol do engrandecimento da FAB ao longo de toda a sua história. (16 de julho)

Fonte: INCAER

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