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Voar é um desejo que começa em criança!

domingo, 7 de abril de 2024

Especial de Domingo

Em abril de 1943 saía da linha de montagem o primeiro avião Paulistinha, que tanto contribuiu para a formação de muitas gerações de pilotos. Mais uma vez, o Núcleo Infantojuvenil de Aviação-NINJA registra a síntese desta grande história.
Boa leitura.
Bom domingo!

O avião Paulistinha


O interesse do empresário paulista Francisco Pignatari pela aviação data do final da década de 1930, quando ajudou o projetista italiano L. Bresciani na construção de dois protótipos.

Em fins de 1940, a Laminação Nacional de Metais, uma das empresas do Grupo Pignatari, criou uma divisão de aviação e passou a produzir planadores. A boa recepção dos planadores no meio aeronáutico encorajou Pignatari a criar uma empresa de construção de aviões.

Assim, em agosto de 1942, surgiu a Companhia Aeronáutica Paulista - CAP. Além de toda a estrutura industrial herdada do Grupo Pignatari a CAP associou-se ao IPT de São Paulo e passou a trabalhar no projeto do avião IPT-4, renomeado CAP-1 "Planalto" e nos seus derivados, o CAP-2, o CAP-3 e o CAP-3A. Mas o projeto de maior sucesso comercial foi o CAP-4 "Paulistinha".

O projeto do Paulistinha baseou-se na aeronave EAY-201 Ypiranga (foto abaixo), cujos direitos de fabricação, pertencentes à Empresa Aeronáutica Ypiranga, foram adquiridos.


Novamente com a ajuda de técnicos do IPT, o projeto foi revisto e em 2 de abril de 1943 o primeiro exemplar deixou as linhas de montagem.

O Paulistinha foi produzido em três versões, sendo que o modelo CAP-4A era a versão de instrução com 777 unidades produzidas. As outras duas versões eram o CAP-4B, capaz de transportar uma maca (somente dois protótipos produzidos), e o CAP-4C "Paulistinha Rádio" para regulagem de tiro de artilharia (um protótipo construído).

Além das suas boas qualidades aeronáuticas, o sucesso comercial do Paulistinha deveu-se também à Campanha Nacional de Aviação, um movimento criado em 1941 para levantar recursos para a compra de aeronaves de instrução de fabricação nacional, visando sua distribuição aos diversos aeroclubes do Brasil.


O Paulistinha era robusto, de pilotagem simples e manutenção fácil. Por ser de construção simples, a CAP chegou a fabricar um Paulistinha por dia em 1943, no auge de sua fabricação, que encerrou em 1948. Com exceção dos motores, que vinham dos EUA, praticamente todos os demais itens eram de fabricação nacional.

Em 1955 a Sociedade Construtora Aeronáutica Neiva adquiriu os direitos de fabricação do Paulistinha, bem como alguns gabaritos e todas as plantas do modelo CAP-4. O projeto foi ligeiramente modificado e rebatizado de Paulistinha 56. Mais de 240 exemplares foram fabricados nessa "segunda vida".

A Marinha do Brasil adquiriu apenas uma única aeronave para emprego geral e instrução em 1962. Não se conhecem maiores detalhes da aeronave, mas acredita-se que a mesma tenha sido uma das fabricadas pela Neiva da década de 1950. Passou para a FAB em 1965, onde não recebeu matrícula.



O esquema de cores e indicativos visuais mostrado acima baseia-se no padrão adotado pela MB no início da década de 1960 para aeronaves de instrução.


A FAB usou 20 aeronaves Neiva 56C Paulistinha para reconhecimento e observação com a designação L-6 e O-6 e foram utilizadas no período de 1959 até 1974.

E s p e c i f i c a ç õ e s


Origem: Brasil (Companhia Aeronáutica Paulista)

Dimensões:
Comprimento: 6,71 m; Envergadura: 10,67 m; Altura: 2,10 m; Superfície Alar: 17,00 m².

Pesos:
Vazio: 320 kg; Máximo na decolagem: 535 kg.

Motores: um motor ContinentalA-65-8 de 4 cilindros em linha, desenvolvendo 65 HP, refrigerado a ar.

Desempenho:
Velocidade máxima: 160 km/h; Razão inicial de subida: 240 m/min; Teto de serviço: 3.800 m; Autonomia: 4 h.

Tripulação: dois tripulantes em tandem

Fonte: Café Modelismo

Saiba mais: Blog do Núcleo Infantojuvenil de Aviação-NINJA em 2/5/10, 3/5/10, 23/5/10, 4/7/10.

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sábado, 6 de abril de 2024

Navegação Aérea

Conceitos de Rota, Rumo e Proa

ROTA
Projeção sobre a superfície terrestre da trajetória de uma aeronave cuja direção, em qualquer ponto, é expressa geralmente em graus a partir do Norte (verdadeiro ou magnético).

RUMO
Direção da rota desejada, ou percorrida, no momento considerado e, normalmente,expressa em graus, de 000° a 360° a partir do Norte (verdadeiro ou magnético), no sentido do movimento dos ponteiros do relógio.

PROA
Direção segundo a qual é ou deve ser orientado o eixo longitudinal da aeronave.

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sexta-feira, 5 de abril de 2024

FAB em Destaque

Revista eletrônica da FAB com as notícias de 29/3 a 4/4
O FAB em Destaque desta sexta-feira (05/04) traz as principais notícias da Força Aérea Brasileira (FAB) de 29/3 a 4/4. Entre elas, as edições especiais do Notaer com a divulgação de Oficiais-Generais e Graduados promovidos; a publicação da revista trimestral Aerovisão e as inscrições para a segunda edição do Engineering education for the future, realizado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Nesta semana, destaca-se ainda a participação dos paratletas da FAB no primeiro campeonato militar de paratletismo; os primeiros voos solo dos Aspirantes à Oficiais Aviadores do curso de especialização operacional na aviação de caça; a localização e o resgate, com vida, do piloto de uma aeronave desaparecida na última quarta-feira e, por fim, a aula magna, ministrada pelo Comandante da Aeronáutica, Marcelo Kanitz Damasceno, na Universidade da Força Aérea (UNIFA).

Fonte: FAB

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quinta-feira, 4 de abril de 2024

Embraer

Embraer promove fórum sobre proteção da Amazônia e soberania de fronteiras na FIDAE 2024
O emprego de meios aéreos na proteção da Amazônia e soberania de fronteiras será o tema de um fórum organizado pela Embraer na FIDAE - Feira Internacional do Ar e Espaço, em Santiago, no Chile. O debate ocorrerá no dia 10 de abril, às 10h, no centro de conferências da exposição, que acontece no Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez. O fórum reunirá representantes de forças armadas e especialistas do setor que irão discutir os desafios e soluções tecnológicas que têm contribuído com o planejamento estratégico, tático e operacional na região. “A FIDAE é o maior evento da indústria aeroespacial e de defesa na América Latina e, portanto, uma excelente oportunidade para discutir temas de extrema relevância para a região, como a proteção da Amazônia e a soberania de fronteiras”, disse Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer. “Além disso, será uma grande satisfação apresentar os produtos e serviços de alta tecnologia da Embraer para potenciais clientes e parceiros da América Latina”. A FIDAE, principal exposição bienal aeroespacial, de defesa e segurança da América Latina, acontece entre os dias 9 e 14 de abril. A Embraer terá entre seus destaques a exibição das aeronaves A-29 Super Tucano e o KC-390 Millenium, da Força Aérea Brasileira (FAB), que tem exercido importantes missões, principalmente na região amazônica. O A-29 Super Tucano é líder mundial em sua categoria e na América do Sul compõe a frota das Forças Aéreas do Brasil, Chile, Equador e Colômbia. A FAB também opera uma frota de KC-390 que acumula mais de 11.500 horas de voo, demonstrando uma produtividade excepcional na categoria. A Embraer também irá expor o E195-E2, o jato comercial de corredor único mais econômico e silencioso do mundo, que mostrará pela primeira vez na FIDAE sua pintura Tech Eagle. A aeronave tem realizado aparições internacionais e a pintura impressionante reflete as características de alta tecnologia e o excelente desempenho. Como uma águia, o E2 voa de forma eficiente e silenciosa.

Fonte: Embraer

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quarta-feira, 3 de abril de 2024

Educação

Instituto Tecnológico de Aeronáutica realiza debate sobre as Engenharias no futuro

O evento será aberto ao público, com duração de três dias e as inscrições estão abertas

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Engineering Education for The Future (EEF), realizado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), localizado em São José dos Campos (SP), que acontecerá entre os dias 16 e 18/05. O evento visa discutir o papel da Engenharia para o avanço econômico nacional e como a educação, atualizada às novas necessidades da sociedade, contribui com o processo de inovação na Indústria Brasileira. Neste ano, o EEF vai apresentar discussões sobre temas ligados à tecnologia e ao desenvolvimento, como, por exemplo, rodadas de debates sobre processos de aprendizagem e sobre o papel do poder público no avanço do ensino de qualidade. Além disso, estudantes de universidades de todo país, previamente inscritos, participarão de três competições: o ITA Challenge, com objetivo de difundir a cultura do empreendedorismo e da inovação na comunidade acadêmica; o Grand Prix de Inovação, que visa desenvolver a capacidade de resposta a problemas de times multidisciplinares; e o Data Science Challenge, um Hackathon - competição de programadores que avaliará a melhor solução para um desafio sugerido. Haverá também a “Mostra ITA 2050”, uma exposição sobre a potencialidade dos projetos executados por alunos, professores e pesquisadores do ITA e de outros Institutos do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). Para o Reitor do ITA, Professor Doutor Antonio Guilherme de Arruda Lorenzi, o EEF-2024 é a possibilidade de debater as novas tecnologias e seus processos voltados para Engenharias. “Esta é a oportunidade de discutir em alto nível a importância do tríplice hélice, com a integração entre governo, academia e a indústria, peça-chave para o crescimento econômico e o desenvolvimento social baseados no conhecimento”, diz. O Coordenador-Geral do evento, Professor Doutor Mauri Aparecido de Oliveira, destaca que o EEF-2024 possibilita conectar alunos de Engenharia de todo país, assim como a indústria do futuro, com questões que desafiam as próximas gerações e com processos emergentes que afetam os profissionais dessa área. "Com a evolução dessas demandas, tanto do mercado quanto da sociedade, o EEF-2024 torna-se um ambiente ideal para a discussão de estratégias educacionais que atendam a essas necessidades dinâmicas”, completa. O evento é gratuito e aberto para estudantes, pesquisadores, empresários ou entusiastas do setor vindos de todo o país. As inscrições podem ser feitas no site: www.eef.ita.br.

Histórico
O Engineering Education for The Future tornou-se, logo após sua primeira edição, uma referência para discussões sobre o atual momento do ensino em Engenharia no Brasil e as estratégias que podem ser apresentadas diante dos impactos da tecnologia e do empreendedorismo. Considerando a busca do crescimento econômico nacional e a maior competitividade da indústria, torna-se necessária a alta qualidade da formação dos engenheiros que serão disponibilizados ao mercado de trabalho, com destaque para a capacidade inovadora desses profissionais. Em 2019, cerca de 1.300 visitantes participaram do evento, número que deve ser ultrapassado neste ano. A associação de ex-alunos do Instituto, a ITAEx, é a apoiadora da iniciativa. “Nossa expectativa é ter um público maior de estudantes, com o objetivo de enriquecer as discussões e contribuir para o progresso do ensino de Engenharia no ITA e no país”, afirmou o presidente da ITAEx, Aurélio Rossi.

Fonte: ITA

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terça-feira, 2 de abril de 2024

Efemérides Aeronáuticas - Abril



Efemérides - Abril

INCAER
Instituto Histórico Cultural da Aeronáutica 
1709
O Padre brasileiro Bartolomeu Lourenço de Gusmão dirigiu uma petição ao Rei D. João V, contendo uma extraordinária visão do futuro da navegação aérea. (20 de abril)

1911
Foi brevetado na pilotagem de aviões, na Escola Militar de Aviação de Étampes na França, o primeiro aviador militar brasileiro, o Primeiro-Tenente de Marinha Jorge Henrique Möller. (29 de abril)

1912
O aviador brasileiro Edu Chaves fez a primeira tentativa para realizar o reide aéreo São Paulo-Rio de Janeiro, utilizando um avião Blériot. Nesse dia, Edu Chaves decolou de São Paulo e pousou em Guaratinguetá para reabastecer o seu avião. Prosseguindo no voo, no mesmo dia, teve uma pane na altura de Mangaratiba e desceu no mar. (28 de abril)

1913
Pela primeira vez um presidente da República do Brasil voou. O Presidente Marechal Hermes da Fonseca realizou um voo sobre a Baía de Guanabara num pequeno hidroavião Curtiss pilotado pelo aviador norte-americano David H. Mc Cullogh. (15 de abril)

1917
O Presidente Wenceslau Brás visitou a Escola de Aviação Naval, na companhia de Alberto Santos-Dumont. O Presidente voou num hidroavião pilotado pelo Tenente Antonio Augusto Schorcht e Santos-Dumont num outro hidroavião pilotado pelo Tenente Virginius De Lamare. (2 de abril)

1919
Aprovado pelo Aviso nº 71 o primeiro Regulamento da Escola de Aviação Militar. Na ocasião, dois aviões da Escola realizaram o reide Rio de Janeiro (Campo dos Afonsos)-São Paulo, tendo descido no Campo de Guapira, no bairro de Sant’Ana. Um dos aviões, um Sopwith, era pilotado pelo aviador francês Étienne Lafay, e tinha como passageiro o Coronel Magnin; o outro, um Nieuport, era pilotado pelo aviador francês Edouard Verdier e levava como passageiro o Tenente Bento Ribeiro. (28 de abril)

1922
Brevetadas as primeiras aviadoras brasileiras: Thereza di Marzo e Anesia Pinheiro Machado. (8 de abril)

1931
Foi criado no Ministério de Viação e Obras Públicas, pelo Decreto nº 19.902, o Departamento de Aeronáutica Civil. (22 de abril)

1934
Pelo Decreto Estadual nº 6.375, foi criado, em São Paulo, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que realizou estudos sobre madeiras para a Aviação e construiu alguns protótipos de aviões e motores. (3 de abril) 

1936
Chegou ao Rio de Janeiro (Santa Cruz) o dirigível alemão “Hindenburg”, realizando sua primeira viagem à América do Sul. (4 de abril)

1939
O primeiro radiofarol para a Navegação Aérea começou a funcionar no Aeroporto Santos-Dumont.

1943
Saiu das linhas de montagem da Companhia Aeronáutica Paulista, em Utinga, São Paulo, pertencente ao “Grupo Pignatari”, o primeiro avião “Paulistinha” CAP-4. Entre agosto de 1942 e o encerramento das atividades da Companhia Aeronáutica Paulista, em 1949, 777 aviões “Paulistinha” foram construídos. (2 de abril)

1945
O Decreto-Lei nº 7.454 criou, na Força Aérea Brasileira, as Medalhas “Cruz de Bravura”, “Cruz de Aviação”, “Cruz de Sangue” e “Medalha da Campanha da Itália”. (10 de abril)

O 1º Grupo de Aviação de Caça Brasileiro, no auge de sua atividade na Campanha da Itália, cobriu-se de glórias e obteve o máximo de resultados. Todos os anos, nesse dia, a Força Aérea Brasileira comemora o "Dia da Aviação de Caça". (22 de abril)

1946
Decolou do Rio de Janeiro um avião quadrimotor Lockheed “Constelation” da Panair do Brasil, inaugurando a primeira Linha aérea transatlântica da Aviação Comercial brasileira para a Europa. Os pontos de escala eram: Recife, Dakar, Lisboa, Paris e Londres. (3 de abril)

1947
Foi formada, com sede em Montreal, Canadá, a Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), de que o Brasil é membro. (4 de abril)

1948
Pelo Decreto nº 24.749 foi aprovado o Regulamento para o “Serviço de Investigação de Acidentes Aeronáuticos”. (5 de abril)

1949
Foi aprovado o Regulamento para concessão da medalha de "Campanha no Atlântico Sul", por meio do Decreto nº 26.550. (04 de abril)

1951
Foram aprovadas as Instruções para a organização e o funcionamento do Curso de Tática Aérea, pela Portaria nº 165. (03 de abril)

1952
Duzentos e setenta e cinco aviões de turismo brasileiros, sob o patrocínio da “União Brasileira de Aviadores Civis”, realizaram a grande “Revoada Ministro Salgado Filho”, partindo de vários pontos do Brasil e voando até Uruguaiana e daí até ao Aeroporto de San Juan, na cidade de Buenos Aires. (13 a 15 de abril)

1954
Foi concedida à "Swissair" Sociét Anonyme Suisse pour La Navegation Aérenne, com sede em Zurique, Suíça, autorização para funcionar na República, por meio do Decreto nº 35.322, como também ficou entendido que o exercício efetivo de qualquer atividade relacionada com o serviço de transporte aéreo dependerá de concessão prévia do Ministério da Aeronáutica, de acordo com o que prescreve o Decreto-lei nº 2.961, de 20 de janeiro de 1941. (5 de abril)

Foi permitido o uso da medalha Marechal Thaumaturgo de Azevedo nos uniformes militares, por intermédio do Decreto nº 35.326.(05 de abril)

1956
O Ministro da Aeronáutica autoriza o funcionamento da Escola de Aperfeiçoamento e Preparação da Aviação Civil (EAPAC), pela Portaria nº 199. (12 de abril)

1958
Foi criada a Seção Coordenadora de Programa de Assistência e Defesa Mútua para a Aeronáutica (Sec PADM-Aer), pela Portaria nº 378 GM-2. (07 de abril)

1961
Foi ativado o Comando do 1º Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT), através do Aviso nº 23-GM3. (27 de abril)

1983
Criação do Grupo Executivo para Implantação do Campo de Provas de Cachimbo (GEICAMP), por meio da Portaria nº C-024/GM3, à época subordinado ao Centro Técnico Aeroespacial (CTA). (06 de abril)

1986
O presidente norte-americano Ronald Reagan homenageou o Primeiro Grupo de Aviação de Caça da FAB, conhecido como “Senta a Púa”, que participou da Segunda Guerra Mundial, com a mais alta condecoração dos Estados Unidos para atos de bravura, conhecida como: Citação Presidencial de Unidade (Presidential Unit Citation). (mês de abril)

1995
Foi implantado o Sistema de Educação Física e Desportos da Aeronáutica (SISEFIDA), criado pela Portaria Ministerial nº 413/GM-3, que estabeleceu a estruturação de um plano de condicionamento físico da Força Aérea Brasileira, culminando com a melhoria do bem estar do efetivo militar e da sua operacionalidade. (19 de abril)

Fonte: INCAER

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segunda-feira, 1 de abril de 2024

Aerovisão

Publicada nova edição da revista Aerovisão
A nova edição da revista Aerovisão já está disponível. Na publicação do primeiro trimestre de 2024, a capa destaca a Campanha Institucional da Força Aérea Brasileira (FAB): "A Nossa Força Onde o Brasil Precisar", que tem o objetivo ressaltar a prontidão da Força Aérea e a sua importância para a sociedade. Uma reportagem traz os detalhes dos treinamentos operacionais realizados no Exercício Conjunto Escudo-Tínia, onde foram reunidas mais de 30 aeronaves de diversos esquadrões do país. Esta edição traz uma reportagem especial sobre as diversas assistências humanitárias realizadas pela FAB nos últimos anos, como a Operação Voltando em Paz; a Repatriação de brasileiros da Turquia e da Ucrânia; e na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, em trabalho conjunto com a Marinha do Brasil e o Exército Brasileiro. Em entrevista, o Chefe da Secretaria de Economia, Finanças e Administração da Aeronáutica (SEFA), Tenente-Brigadeiro do Ar Ary Soares Mesquita, fala sobre a gestão de recursos da Força Aérea Brasileira. Ainda, nossa equipe acompanhou a chegada da sétima unidade do caça F-39 Gripen no Brasil, desembarcada de um navio no Porto de Navegantes, em Santa Catarina, de onde decolou rumo à Base Aérea de Anápolis (BAAN). Para exibir ou baixar a versão online, clique aqui.

Fonte: FAB

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domingo, 31 de março de 2024

Especial de Domingo

Selecionamos textos publicados na edição especial da Revista Aerovisão, em janeiro de 2011, retratando a admirável trajetória da aviação no Brasil após a criação do Ministério da Aeronáutica.
Boa leitura.
Bom domingo!

Aeronáutica: Anos 2000

A década do futuro e da solidariedade brasileira

Nos anos 2000, a Força Aérea Brasileira realizou as maiores operações de busca e de ajuda humanitária de sua história; a instituição prepara “salto” tecnológico.

A aeronave decola sem piloto, foguetes são lançados com regularidade, aviões estratégicos são produzidos e desenvolvidos pelo Brasil, mísseis de última geração estão em pesquisa e já se testa a possibilidade do avião hipersônico, aquele que voa seis vezes a velocidade do som, dentre outras novidades. Quem poderia imaginar, lá no início desta história, em 1941, que a Aeronáutica brasileira iria voar tão alto? Alguns cenários que edificam essa primeira década pareceriam, há alguns anos, filmes de ficção científica. Mas são em sua totalidade, sobretudo, emocionantes roteiros de ação. Uma nova família de foguetes - “Cruzeiro do Sul” -, movidos à combustível líquido está nascendo no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).
O Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, passou por profundas transformações para a retomada do projeto do Veículo Lançador de Satélites (VLS).
A Força Aérea Brasileira estuda e faz sair do papel com testes em túneis de vento uma aeronave hipersônica, projeto para que o equipamento voe com uma velocidade seis vezes maior que a do som. O nome da aeronave é 14X, numa referência imediata ao primeiro mais pesado que o ar que efetivamente decolou em 1906 pela genialidade e persistência de Alberto Santos Dumont.
Em 2007, o Instituto de Estudos Avançados (IEAv) deu início aos testes com um modelo experimental reduzido do 14X, com 80 cm de comprimento, construído em aço inoxidável, que é equipado com sensores de pressão, fluxo de calor e força. De fato, a primeira década deste século tem sido próspera em cenas que fascinam os apaixonados pelas coisas do espaço.
Outro estudo importante envolve o desenvolvimento do primeiro Veículo Aéreo Não-Tripulado (VANT) brasileiro, capaz de apoiar missões militares e civis, principalmente na área de segurança pública e de defesa civil. O projeto reúne as Forças Armadas e a indústria nacional e tem como objetivo domínio de tecnologias sensíveis utilizadas e que representariam para o país, na prática, um ganho imensurável.

Horizonte
O processo de reaparelhamento caminha com a aquisição de novos caças para a defesa do país (Projeto F-X2), de aeronaves A-29 Super Tucano, de aviões de patrulha (P-3AM), de transporte (C-99, C-105 Amazonas), de helicópteros (AH-2 Sabre, H-60 BlackHawk e H-36), além da modernização dos F-5 E e dos A-1. Uma importante parceria está em curso com a indústria brasileira (EMBRAER) para o desenvolvimento de uma aeronave de transporte de grande porte, o KC 390, projeto que já reúne diversos países como parceiros.
O Brasil integra o seleto grupo de nações que está à frente do sistema que irá revolucionar o controle de tráfego aéreo no mundo, com a criação do espaço aéreo contínuo (CNS-ATM) gerenciado com o apoio de satélites. Esse sistema, em inglês, reunirá Comunicação (C), Navegação (N), Vigilância (S) e Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM). Em auditoria da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), o serviço prestado pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (DECEA) foi avaliado como um dos cinco melhores do mundo.

Os anos 2000, de fato, sinalizam a alta tecnologia como essencial para o futuro. Nesse filme tão real, tão brasileiro, são as iniciativas das pessoas as grandes heroínas. O protagonista chama-se profissionalismo. A defesa do país exige cada vez mais tecnologia, como demonstrado pelas aeronaves R-99 durante as buscas dos destroços do voo AF-447: com sensores de última geração, a Força Aérea pôde prosseguir com as buscas, no meio do Atlântico, até mesmo durante a noite, auxiliando na operação de resgate. O avião em questão é brasileiro, criado em parceria com a indústria nacional.

Espaço
Nesse cenário futurista, tanto o Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, como o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) são tidos como referencias no mundo não só para propiciar o voo de foguetes, mas também para rastrear equipamentos do mundo inteiro que passam pelo espaço brasileiro. As organizações atuam em cooperação para o desenvolvimento da pesquisa aeroespacial. Rastrear, por exemplo, significa acompanhar com equipamentos extremamente modernos para que os voos aconteçam dentro do previsto.

Os lançamentos de foguetes brasileiros VSB-30 foram realizados em 2004 com o objetivo de realizar experimentos diversos em ambientes com menos força da gravidade. Chega a seis vezes a velocidade do som. A cada lançamento, militares e cientistas brasileiros são beneficiados com os conhecimentos adquiridos.

Futuro
Nos últimos anos, a instituição também concluiu seu Plano Estratégico Militar da Aeronáutica (PEMAER), de forma a traçar, metodicamente, como será a Força Aérea Brasileira até 2031 e o que a instituição terá de fazer pelos próximos 20 anos para chegar a esse objetivo.

“A FAB será reconhecida, nacional e internacionalmente, pela sua prontidão e capacidade operacional para defender os interesses brasileiros em qualquer cenário de emprego, em estreita cooperação com as demais forças”, afirma o documento.

Missão Centenário: O 1º brasileiro chega ao espaço
O ano de 2006 foi histórico. O então Tenente-Coronel-Aviador Marcos Cesar Pontes tornou-se o primeiro astronauta brasileiro a chegar ao espaço. A Missão Centenário, que recebeu o nome em homenagem aos 100 anos do voo do primeiro avião, o 14-Bis de Alberto Santos Dumont, começou em 29 de março daquele ano, no Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. A bordo da Soyuz russa, o militar brasileiro, o russo Pavel Vinogradov e o americano Jeffrey Williams, foram enviados para a Estação Espacial Internacional (ISS). Na bagagem do primeiro astronauta do Brasil, seguiram para o espaço experimentos selecionados pela Agência Espacial Brasileira. Quando voltou ao Brasil, foi recebido como herói. “Foi na FAB que aprendi a voar e a querer cooperar com esse tipo de trabalho. Ser astronauta foi uma consequência da minha trajetória”, disse.

Exercício Cruzeiro do Sul (CRUZEX) ajudou a revolucionar o emprego da FAB
“Em menos de dez anos a Força Aérea Brasileira modificou totalmente a sua forma de empregar o poder aeroespacial. Até então, operávamos de forma semelhante ao que foi empregado no Vietnã e em outros conflitos das décadas de 70 e 80”, afirma o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Gilberto Antonio Saboya Burnier, hoje à frente do Comando-geral de Operações Aéreas (COMGAR), ao falar da importância dos conhecimentos adquiridos com a realização das cinco edições do Exercício Cruzeiro do Sul (CRUZEX). A primeira edição do treinamento aconteceu em 2002.

Elas ganharam os céus...
Pouso autorizado. Chega o avião, que taxia até o hangar. Quem pilota tira as luvas, desembarca e retira o capacete. Cabelo preso e alegria por mais uma missão cumprida. Cenas como essa tornaram-se comuns desde que as primeiras cadetes aviadoras começaram a voar. A Força Aérea Brasileira já conta com 18 tenentes e 29 cadetes. As primeiras ingressaram na Academia da Força Aérea em 2003, fato inédito para a aviação militar do país. Eram 20 oportunidades, que foram preenchidas depois de concurso com uma relação candidato-vaga em torno de 150 candidatos para cada vaga. Na caminhada, passaram pelo salto de emergência com paraquedas, pelo exercício de campanha e pela instrução teórica e prática do voo, além da instrução acadêmica oferecida pela Academia da Força Aérea, em Pirassununga (SP).Da primeira turma, onze concluíram o curso. As aviadoras já chegaram à aviação de caça, de transporte, de reconhecimento e de asas rotativas.

Tempos da solidariedade e de grande mobilização
Nos anos 2000, a Força Aérea realizouas maiores operações de resgate e de ajuda humanitária de sua história; Missões aconteceram no Brasil, no Líbano, no Haiti, no Chile e em diversos países para os quais a nação enviou socorro e apoio. Para quem viveu, houve dias em que não parecia restar nada. Para quem viveu em perda, é como se a luz tivesse desaparecido. Solidariedade foi a luz que conduziu homens e mulheres para minimizar dores. Nessa época, ocorreram operações militares que entraram para a história e que permanecerão intocadas ainda que com o avançar do tempo. Quando a terra treme, um avião desaparece, uma cidade é alagada ou uma floresta se desfaz, só se pode contar com a ajuda dos outros. Foi assim que homens, mulheres e aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) quebraram recordes de mobilização e de dedicação, no Brasil e no exterior. Em 2009, uma aeronave da Air France, no voo AF 447, desapareceu no meio do Oceano Atlântico. A bordo do voo AF-447, 228 pessoas e nenhum sobrevivente encontrado. Na missão, mais de 1.500 horas de voo e a atuação direta de mais de mil profissionais da Aeronáutica e da Marinha. Ficou conhecida como a maior operação de busca e resgate da história do país, tendo em vista as imensas dificuldades de atuar numa área que seria praticamente a metade de distância até a África. A aeronave desapareceu no dia 31 de maio de 2009. Depois que os corpos foram encontrados, foi realizada também uma complexa operação de transporte, do mar para o navio, do navio até Fernando de Noronha, e do Arquipélago até o continente. Em 2006, quando eclodiu a guerra entre Líbano e Israel, aeronaves militares e civis, mobilizadas pelo Ministério da Defesa, estabeleceram uma verdadeira ponte-aérea entre o Brasil e a Turquia, destino final dos comboios terrestres organizados pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Mais de 1.800 brasileiros foram resgatados. No segundo dia do cessar-fogo, uma C-130 Hércules pousou em Beirute carregado com ajuda humanitária.

Enchentes
No Brasil, cheias em diversas regiões mobilizaram a FAB para o transporte de alimentos e remédios, resgate de vítimas e socorro aos doentes. A operação mais difícil foi em cidades de Santa Catarina, em 2008. Foram cumpridas mais de 500 missões com helicópteros e aviões, particularmente na região do Vale do Itajaí, uma das áreas mais afetadas pelas cheias. Além da atuação das unidades aéreas, a equipe do Hospital de Campanha da Aeronáutica atendeu mais de três mil pessoas. Em 2009 e 2010, a FAB voltou a atuar de forma decisiva para diminuir os impactos de enchentes, dessa vez, na Região Nordeste, no Maranhão, Piauí, Alagoas e Pernambuco. Na ocasião, os militares a bordo dos helicópteros voltaram a resgatar pessoas de telhados de casas ou de cima de árvores. O Hospital de Campanha foi instalado na cidade de Barreiros (PE) e superou seis mil atendimentos. Em 2007, a Força Aérea já havia atuado na Bolívia, em uma das maiores enchentes daquele país. Ao longo de mais de dois meses de operação, a FAB e o Exército transportaram mais de cem toneladas de alimentos e medicamentos. Duas mil pessoas foram resgatadas. “Nem o povo, nem o governo da Bolívia, nem eu, Evo Morales, vamos esquecer o que esses brasileiros fizeram por nós”, afirmou o presidente daquele país, em uma das muitas ocasiões em que elogiou publicamente o apoio do Brasil.

Terremotos
Em 2008, a FAB foi encarregada de transportar alimentos e remédios para a cidade de Pisco, no Peru, fato que fez a diferença em um local devastado com mais de 500 mortos. Outras cidades próximas também foram vítimas da catástrofe. Mas nenhum ano na história moderna sofreu tanto com tremores de terra como o de 2010. Particularmente por causa da tragédia no Haiti. Foram mais de 300 mil mortos. A solidariedade mundial se encontrou naquele país. O Brasil chegou lá pelas asas da FAB, que realizou uma ponte aérea de transporte de vários gêneros. O que pode ser contabilizado é que a Força Aérea Brasileira transportou mais de 1.300 toneladas de carga e 2.329 passageiros em apoio à Operação. O Hospital de Campanha (HCAMP) totalizou 9.718 atendimentos clínicos e 218 cirurgias em Porto Príncipe. No mesmo ano, a FAB partiu com dois helicópteros H-60 Black Hawk para o Chile. O país também foi vítima do terremoto e os militares atuaram no transporte de alimentos e no resgate de vítimas. Cada missão dessas trouxe um sem-número de necessidades, aprendizados e situações inesperadas. Ao longo da década, as aeronaves cortaram o mundo levando ajuda a países necessitados, como Zâmbia e Moçambique, na África, entre outros. Cada missão levou os militares a se defrontar com cenários tristes e inimagináveis. Cada missão fez também com que os militares recebessem abraços, sorrisos e agradecimentos. Isso jamais será esquecido.

Fonte: Revista Aerovisão – edição especial – janeiro de 2011

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sábado, 30 de março de 2024

ITA

Ceará firma parcerias para implementação de cursos preparatórios para o ITA
Nesta semana, o governador do Ceará, Elmano de Freitas, assinou parcerias com os grupos educacionais Ari de Sá e Farias Brito para a implementação de cursos preparatórios para o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (PreparaITA) na rede pública estadual. A senadora da República, Augusta Brito; as secretárias Eliana Estrela, da Educação, e Sandra Monteiro, da Ciência, Tecnologia e Educação Superior; e representantes das organizações de ensino privado participaram da assinatura dos Memorandos de Entendimento, além de outras autoridades. Para Elmano de Freitas, as parcerias são mais um avanço na concretização do campus avançado do ITA no Ceará. Historicamente, 40% dos jovens aprovados no ITA estão matriculados em escolas cearenses. “Muito orgulho e muito agradecimento ao presidente Lula e ao ministro Camilo, que trouxeram ao Ceará, para Fortaleza, o campus do ITA. Agora vamos poder preparar alunos nossos para disputar vagas nessa seleção tão concorrida no País. Só o fato de os alunos passarem por essa preparação já vai ajudar muito na sua formação, e certamente uns vão para o ITA, outros vão para a universidade, entre outras áreas que mais lhes interessem. O importante é que eles tenham uma formação de excelência na área”, ressaltou o governador. O projeto, que será desenvolvido pela Secretaria da Educação (Seduc), visa oferecer aulas de reforço, orientação vocacional e palestras. As turmas preparatórias serão realizadas na Escola de Médio em Tempo Integral (EEMTI) Jenny Gomes, em Fortaleza; nos quatro colégios da Polícia Militar do Ceará (Fortaleza, Maracanaú, Sobral e Juazeiro) e no Colégio do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará, na Capital. As parcerias, portanto, estabelecem o compartilhamento de conhecimento, sem ônus, incluindo material didático e serviços relacionados às experiências de ensino-aprendizagem focadas nos vestibulares do ITA. A titular da Seduc, Eliana Estrela, também comemorou: “É pioneirismo. Uma oportunidade para a nossa juventude, para que eles possam, de fato, ter as condições de se preparar melhor e avançar nos seus sonhos. Ari de Sá e Farias Brito são instituições cearenses de ensino com histórica expertise na preparação para o ITA”.

PreparaITA
A parceria com o Ari de Sá vai viabilizar PreparaITA na EEMTI Jenny Gomes. No total, serão ofertadas 80 vagas para as turmas presenciais, contemplando estudantes da rede estadual da Capital e da Região Metropolitana. Representando o Ari de Sá, o supervisor pedagógico Leonardo Bruno, que é ex-aluno do ITA, reforçou o apoio da instituição ao projeto. “Queremos fazer com que o projeto decole, crie asas. A nossa ideia é que fortifique essas asas para que voem cada vez mais alto. Queremos enviar cada vez mais cearenses para o ITA”.  Em nome do Farias Brito, a diretora controller Deyse de Sá Cavalcante Tavares falou sobre a iniciativa. “Esse gesto vai ajudar a população que mais precisa ter oportunidade. Estamos juntos para fazer isso pelo nosso povo”. Gabriel Cavalcante, de 14 anos, cursa o 9º ano no Colégio Militar do Corpo de Bombeiros Escritora Rachel de Queiroz (CMCB). Gabriel é um dos 60 estudantes selecionados para a primeira turma pré-ITA. “A gente foi a São Paulo para visitar a sede do ITA, e também a Aman [Academia Militar das Agulhas Negras]. Visitando esses lugares percebi que o ITA é muito maior do que eu pensava. Também entendi que Engenharia é a área que eu quero. O ITA entrou nos meus sonhos, é o que eu quero para o futuro”, disse o estudante.

Fonte: AEROIN / Juliano Gianotto

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sexta-feira, 29 de março de 2024

FAB em Destaque

Revista eletrônica da FAB com as notícias de 22 a 28 de março
O FAB em Destaque desta sexta-feira (29/03) traz as principais notícias da Força Aérea Brasileira (FAB) de 22 a 28 de março. Entre elas, a participação da FAB no Exercício Operacional Storm Flag, na cidade de Alexandria, estado de Louisiana, nos Estados Unidos, a comemoração do Dia do Especialista de Aeronáutica comemorado no dia 25/03 e a imposição da Medalha Bartolomeu de Gusmão. Nesta edição, você assiste também ao transporte da Banda Down Rítmica, de Campo Grande (MS) para Brasília (DF). O grupo composto por 21 músicos, sendo pessoas com Síndrome de Down e com Autismo, na faixa etária de 15 a 45 anos, veio a Capital Federal, para participar de uma homenagem com a apresentação da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), dedicada ao Dia do Especialista de Aeronáutica.

Fonte: FAB

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quinta-feira, 28 de março de 2024

Aero - Por Trás da Aviação

Como é feito um helicóptero?
Conheça a HELIBRAS, única fábrica do Hemisfério Sul
Em Itajubá (MG) fica localizada a fábrica da Helibras, a única fabricante de helicópteros grandes da América Latina. O Aero - Por Trás da Aviação foi convidado a ir lá conhecer toda a estrutura dessa indústria aeronáutica de asas rotativas. No vídeo, confira o processo de fabricação e montagem dos helicópteros: Airbus H-130, Esquilo e o H-225. Entenda a importância de uma fabricante de helicópteros como a Helibras para o Brasil.

O piloto Fernando De Borthole criou o Aero - Por Trás da Aviação onde apresenta os bastidores e curiosidades do tema, com uma linguagem bastante didática, leve e descontraída, o que tornou os nossos NINJAS fãs do Fernando, do portal e do canal. Visite!


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quarta-feira, 27 de março de 2024

Teoria de Voo

Densidade atmosférica
Densidade é um termo que significa peso por unidade de volume. Uma vez que o ar é uma mistura de gases, ele pode ser comprimido. Se o ar em um recipiente estiver sob metade da pressão do ar em outro recipiente idêntico, o ar sob a pressão mais elevada pesa duas vezes mais que aquele do recipiente sob menor pressão. O ar sob maior pressão, tem duas vezes a densidade daquele no outro recipiente. Para pesos iguais de ar, aquele sob maior pressão ocupa apenas metade do volume do outro, sob metade da pressão. A densidade dos gases é governada pelas seguintes regras:

1) A densidade varia em proporção direta com a pressão.

2) A densidade varia inversamente com a temperatura.

Assim, o ar em grandes altitudes é menos denso do que em pequenas altitudes, e a massa de ar quente é menos densa que a massa de ar frio. Mudanças na densidade afetam a performance aerodinâmica da aeronave. Com a mesma potência, uma aeronave pode voar mais rápido a grandes altitudes onde a densidade é menor, que a baixas altitudes onde a densidade é alta. Isso se deve ao fato de que o ar oferece menos resistência à aeronave, quando ele contém menor número de partículas por volume.

Umidade
Umidade é a quantidade de vapor d'água no ar. A quantidade máxima de vapor que o ar pode absorver varia com a temperatura. Quanto mais elevada a temperatura do ar, mais vapor d'água ele pode absorver. O vapor d'água pesa aproximadamente cinco oitavos a mais que a mesma quantidade de ar perfeitamente seco.
Dessa forma, quando o ar contém vapor d'água ele não é tão pesado quanto o ar que não contém umidade.
Considerando-se que a temperatura e a pressão permanecem as mesmas, a densidade do ar varia inversamente com a umidade. Nos dias úmidos a densidade do ar é menor que nos dias secos. Por essa razão, uma aeronave requer uma pista mais longa para decolagem nos dias úmidos que nos dias secos.

Fonte: www.mercadodaaviacao.com.br

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terça-feira, 26 de março de 2024

Videoteca Ninja

Os Cavaleiros do Ar
O bom filme francês Les Chevaliers du Ciel é uma prato cheio para os apreciadores de aviões caças. Um show de fotografia e paisagens exuberantes para contar o desaparecimento do Mirage 2000, avião caça que, misteriosamente, some durante uma exibição. Por trás deste incidente, existe um complexo jogo de intrigas e espionagens.

Realização: Gérard Pirès, França, 2005
Com: Benoît Magimel, Clovis Cornillac, Géraldine Pailhas, Philippe Torreton

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segunda-feira, 25 de março de 2024

Biblioteca Ninja

AERODINÂMICA E TEORIA DE VOO
Toda a Aerodinâmica e Teoria de Voo de Baixa Velocidade é apresentada neste clássico de forma clara e objetiva, seguindo rigorosamente o programa da ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil. Com desenhos feitos pelo próprio autor, a obra é concluída com um capítulo de aerodinâmica de alta velocidade. Uma bateria de questões fecha o aprendizado. É o livro mais usado nos melhores cursos de aeronáutica do Brasil e a maioria dos pilotos da ativa estudou nele.

Autor: Jorge M. Homa

Editora: ASA

Páginas: 120

Visite: Editora ASA

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domingo, 24 de março de 2024

Especial de Domingo

Selecionamos textos publicados na edição especial da Revista Aerovisão, em janeiro de 2011, retratando a admirável trajetória da aviação no Brasil após a criação do Ministério da Aeronáutica.
Boa leitura.
Bom domingo!

Aeronáutica: Década de 90

SIVAM – Os olhos avançados do Brasil sobre a Amazônia

Nos anos 90, governo brasileiro atua em bloco para ampliar o controle da Amazônia e cria um dos mais avançados sistemas de vigilância do mundo

Um oceano verde e desafiador. Até os Anos 90, voar sobre a Amazônia significava enfrentar variações meteorológicas, dificuldade para localizar pistas de pouso alternativas em situações de emergência e pilotar convencionalmente, sem o apoio de comunicação e radares, como acontece na travessia do Atlântico e de regiões desérticas do mundo. E esse era o contexto das rotas aéreas que cortavam cerca de 62% do território nacional. Por outro lado, o isolamento da floresta também representava um problema para diversas instituições brasileiras diante de um cenário perfeito para a atuação de atividades ilícitas, como desmatamento, queimadas, biopirataria e tráfico de drogas, dentre outras. A integração completa do território brasileiro parecia um sonho distante, caro e típico de filmes de ficção. Parecia. Até o surgimento do mais importante projeto governamental para a região: o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM), uma complexa rede de radares, satélites e equipamentos de vigilância, controle e comunicação espalhados por nove Estados – Roraima, Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins.
Na prática, pode-se dividir a Amazônia em antes e depois do SIVAM. “Houve uma mudança significativa não só no apoio ao transporte aéreo, mas também em se tratando de vigilância ambiental, territorial, telecomunicações e proteção ao voo. E a Aeronáutica, por conta dos ativos de vigilância e defesa que estão sob sua guarda, está à frente deste processo, contribuindo decisivamente e colaborando para ações coordenadas do governo federal na região”, explica o Coronel- Aviador Paullo Sergio Barbosa Esteves, que trabalhou no projeto SIVAM. O projeto exigiu investimentos da ordem de US$ 1,4 bilhões, necessários para a criação de uma rede de equipamentos e infraestrutura em uma região de 5,2 milhões de quilômetros quadrados. Basta imaginar que 32 países da Europa cabem dentro da Amazônia. “Na verdade, o investimento total acaba sendo baixo se levado em conta o custo por quilômetro quadrado: US$ 270”, destaca o assessor. Os recursos aplicados representaram ainda incentivos para a indústria nacional e a reconquista daquele território pelo Estado Brasileiro. O Projeto SIVAM foi apresentado pela primeira vez, sem muito alarde, na ECO-92, no Rio de Janeiro. A iniciativa coube à Secretaria de Assuntos Estratégicos, que apresentou uma exposição de motivos em parceria com os Ministérios da Justiça e da Aeronáutica – três personagens da administração pública bastante influenciados em sua missão pelo estado precário de vigilância e de presença oficial na Amazônia. No caso da Aeronáutica, em razão da falta de estradas e da irregularidade dos rios ao longo do ano, controlar e vigiar o tráfego aéreo na região era consolidar as ações iniciadas nos anos 70, com a implantação dos Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTAs). O Ministério da Aeronáutica ficou responsável pelo programa de implantação do SIVAM, que incluía as obras e equipamentos que compunham a infraestrutura do sistema. Para isso, em 1992, foi criada a Comissão para Coordenação de Implantação do Projeto do Sistema de Vigilância da Amazônia (CCSIVAM). Dois anos mais tarde, cerca de 60 empresas se candidataram ao projeto e tiveram as propostas técnicas, comerciais e financeiras analisadas. O Senado aprovou o financiamento externo no mesmo ano. O SIVAM começou a sair do papel em 1997. O consórcio concluiu a fase dos projetos de edificação e de levantamentos de campo em 1998, quando o software de integração do sistema, o X-4000, desenvolvido pela indústria nacional entrou em funcionamento. Todos os equipamentos importados, como radares, aparelhos de telecomunicações e aeronaves de sensoriamento remoto chegaram ao Brasil até 1999. A implantação e o funcionamento do SIVAM tiveram início em 2002, com a inauguração do Centro Regional de Vigilância de Manaus, depois de quatro anos de obra de infraestrutura e implantação dos radares.
Em 2005, quando o projeto ficou pronto, o patrimônio público construído na Amazônia ao longo de quase dez anos foi distribuído entre o Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM) e o Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), da Aeronáutica. Dentro do projeto SIVAM, a EMBRAER e a Força Aérea desenvolveram uma aeronave-radar (E-99) e uma de sensoriamento remoto (R-99), com capacidade de gerar imagens, por exemplo, úteis para o controle de desmatamentos e de carvoarias clandestinas, dentre outras missões, independentemente de interferências meteorológicas.

Com a criação do CINDACTA IV, todo o país recebeu cobertura radar
Antes do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM), o transporte aéreo na região Norte acontecia com recursos limitados de comunicação, com o suporte da carta de navegação e identificação visual, ou seja, de modo convencional, com a possibilidade de enfrentar mudanças repentinas de meteorologia e de não encontrar dificuldade para chegar a pistas alternativas caso tivesse alguma emergência. No caso de acidentes aeronáuticos, a floresta se transformava em um “inferno verde” em operações de busca e salvamento. A localização de aeronaves, em uma região de baixa visibilidade e com vegetação composta por árvores de até 50 metros de altura, tornava a operação extremamente difícil. Um dos casos mais famosos é o da aeronave C-47 da Força Aérea, ocorrido em 1967. O avião foi encontrado no meio da floresta, perto da cidade de Tefé (AM), após o piloto ter feito um pouso de emergência. Foram 33 aeronaves, 347 pessoas e mais de 1054 horas de voo em uma operação que, entre a busca e o salvamento, durou quase 20 dias. As aeronaves não tinham o equipamento de localização via satélite. Se ela não chegasse, por exemplo, a Manaus no horário estipulado e, quando se esgotasse o horário de autonomia de voo, era iniciada a busca visual de acordo com o plano de voo da aeronave. O esquadrão de busca fazia a mesma rota da aeronave desaparecida. "Se ela não fosse encontrada, a rota era refeita e aumentado o perímetro”, explica o comandante do Primeiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (1º/8º GAV), Tenente-Coronel-Aviador Eduardo Rodrigues da Silva.

Rede de equipamentos alimenta banco de dados para ações governamentais
Os equipamentos do SIVAM coletam, processam e difundem dados e informações para outros órgãos governamentais da Amazônia Legal – como a Polícia Federal, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e a Aeronáutica. O responsável por administrar esse imenso banco de dados é o Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM). As informações processadas ajudam a União, os Estados e os Municípios em ações de preservação ambiental, de planejamento (planos diretores) e de fiscalização, dentre outras.

Aeronaves-radar e de sensoriamento apóiam o SIVAM
Em 1997, a EMBRAER assinou acordo para a produção de aviões que pudessem fazer a vigilância do espaço aéreo com radares transportáveis para a Força Aérea: os modelos EMB-145-AS, os E-99, para vigilância aérea, e os EMB-145-RS, os R-99, para o sensoriamento remoto.
As aeronaves são equipadas com modernos equipamentos, como o radar PS-890 Erieye, capaz de detectar aviões voando à baixa altura, e sensores de última geração, como radar de abertura sintética SAR, que fornece imagens em tempo real.

Texto: Carla Dieppe – Tenente jornalista da FAB

Fonte: Revista Aerovisão – edição especial – janeiro de 2011

Confira: Aeronáutica - Década de 40 - Década de 50 - Década de 60 - Década de 70 - Década de 80

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sábado, 23 de março de 2024

Meteorologia

O boletim METAR
METARÉ um boletim meteorológico de aeródromo codificado contendo as observações meteorológicas e utilizado para fornecer informações sobre condições do tempo em um aeródromo específico.

Na maioria dos aeródromos tem sua confecção de hora em hora, nas horas cheias. Pode haver, porém, relatórios em outros horários, caso o tempo esteja instável e seja necessária uma atualização antes da próxima observação de rotina. No Brasil emprega-se a regulamentação do DECEA –Departamento de Controle do Espaço Aéreo.

Exemplo:

METAR SBCG 171200Z 12008KT 2000 +TSRA SCT010 FEW020CB OVC100 26/24 Q1012

Decodificação:

* METAR SBCG - Metar do aeroporto de Campo Grande (SBCG)

* 171200Z - do dia 17 do mês corrente confeccionado às 12 horas UTC

* 12008KT - com ventos vindos da direção 120 graus verdadeiros com 8 nós (KT) de velocidade (12008KT)

* 2000 +TSRA - com visibilidade horizontal de 2.000 metros devido a trovoadas com chuvas fortes (+TSRA)

* SCT010 FEW020CB OVC100 – Nuvens esparsas na altura de 1.000 pés (SCT010), poucas nuvens e uma nuvem tipo cumulonimbus (CB) a 2.000 pés (FEW020CB) e céu encoberto a 10.000 pés (OVC100)

* 26/24 Q1012 - temperatura do ar 26 graus Celsius e temperatura do ponto de orvalho 24 graus Celsius. Pressão atmosférica (QNH) 1.012 hectoPascais (hPa)

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sexta-feira, 22 de março de 2024

FAB em Destaque

Revista eletrônica da FAB com as notícias de 14 a 21 de março
O FAB em Destaque desta sexta-feira (22/03) traz as principais notícias da Força Aérea Brasileira (FAB) de 14 a 21 de março. Entre elas, a conquista do Primeiro Esquadrão do Décimo Quarto Grupo de Aviação (1º/14º GAV) - Esquadrão Pampa ao atingir 100 mil horas de voo em aeronaves F-5 da FAB, os 2 mil órgãos transportados pela Força Aérea para transplantes e os 40 mil procedimentos realizados no Hospital de Campanha (HCAMP) em Combate à Dengue no Distrito Federal. Nesta edição você assiste também a entrevista sobre a preparação e a rotina dos alunos da Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), contadas pelos alunos e pelo Comandante do Corpo de Alunos, Tenente-Coronel Marcelo José da Paz Junior.

Fonte: FAB

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quinta-feira, 21 de março de 2024

EPCAR

Perdeu a transmissão sobre a EPCAR? Assista aqui!

As inscrições para a EPCAR estão abertas até o dia 25/03

Você sabe onde começa a trajetória daqueles que sonham em ser pilotos da Força Aérea Brasileira? É na Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), localizada em Barbacena (MG), uma instituição militar de Ensino Médio que tem a missão de preparar os Alunos para ingresso no Curso de Oficiais Aviadores, por meio do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR). Para saber mais sobre a EPCAR, assista a entrevista no portal da FAB no YouTube. Você vai saber mais sobre a preparação e a rotina dos Alunos, contadas por eles mesmos e pelo Comandante do Corpo de Alunos, Tenente-Coronel Marcelo José da Paz Junior. As inscrições para a EPCAR estão abertas até o dia 25/03.

Saiba mais: Blog do NINJA 20/3/24

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quarta-feira, 20 de março de 2024

Processo Seletivo

Última semana de inscrições para o Curso Preparatório de Cadetes do Ar

As inscrições terminam no dia 25/03/2024

As inscrições para o Exame de Admissão ao Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) do ano de 2025 terminam no dia 25/03/2024. Para se inscrever basta acessar o site: https://www.fab.mil.br/ingresso/, realizar a sua inscrição e pagar a taxa de R$ 80,00. As 130 vagas são destinadas a candidatos de ambos os sexos, sendo 26 reservadas aos candidatos negros. Para ser matriculado no curso, o candidato precisa cumprir todas as exigências previstas nas Instruções Específicas do Exame, não possuir menos de 14, nem completar 19 anos de idade até 31 de dezembro de 2025 e ter concluído, na data da Concentração Final do Exame, o Ensino Fundamental do Sistema Nacional de Ensino. O processo seletivo é composto de provas escritas (língua portuguesa, matemática, língua inglesa e redação), inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico, procedimento de heteroidentificação complementar (para candidatos que optarem por concorrer às vagas reservadas aos negros) e validação documental.
As provas escritas ocorrerão no dia 26/06/2024. Os aprovados em todas as etapas do processo seletivo e selecionados pela Junta Especial de Avaliação (JEA) deverão se apresentar na Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), em Barbacena (MG), no dia 11/01/2025, para habilitação à matrícula no curso. Após a conclusão do curso com aproveitamento, previsto para 3 anos, o aluno fará jus aos certificados de conclusão do Ensino Médio e do próprio CPCAR e poderá concorrer ao número de vagas previsto à matrícula no primeiro ano do Curso de Formação de Oficiais Aviadores da Academia da Força Aérea (AFA). Para obter mais informações, consulte o edital aqui.

Transmissão Ao Vivo
Para saber mais sobre a EPCAR, acompanhe a transmissão ao vivo no YouTube nesta quarta-feira (20/03) a partir das 20h. Durante a live, você vai saber mais sobre a preparação e a rotina dos Alunos, contadas por eles mesmos e pelo Comandante do Corpo de Alunos, Tenente-Coronel Marcelo José da Paz Junior.

Nascente do Poder Aéreo
A Escola Preparatória de Cadetes do Ar é uma instituição militar de ensino médio que tem a missão de preparar os Alunos para ingresso no Curso de Oficiais Aviadores, por meio do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR). É o início da trajetória daqueles que desejam seguir a carreira de Aviadores na Força Aérea Brasileira.

Fonte: FAB

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terça-feira, 19 de março de 2024

Esquadrão Pampa

Esquadrão Pampa alcança marca de 100 mil horas de voo em aeronaves de caça F-5
O Primeiro Esquadrão do Décimo Quarto Grupo de Aviação (1º/14º GAV), Esquadrão Pampa, atingiu, na manhã desta segunda-feira (18/03), um feito excepcional na Aviação Militar: 100 mil horas de voo em aeronaves F-5 da Força Aérea Brasileira (FAB). Este marco é uma evidência do compromisso e da dedicação do efetivo do Esquadrão Pampa a serviço do Brasil. O Esquadrão Pampa é uma Unidade de Caça que contribui com a manutenção da soberania do Espaço Aéreo brasileiro. Localizado na Base Aérea de Canoas (BACO), no estado do Rio Grande do Sul, o Esquadrão operou diversas aeronaves de caça ao longo de sua história, incluindo o atual F-5M, uma versão modernizada do caça F-5 Tiger II.
O voo histórico ocorreu com cinco aeronaves e contou com a presença do Comandante do Quinto Comando Aéreo Regional (V COMAR), Major-Brigadeiro do Ar Vincent Dang. No exato momento em que se completaram, em voo, as 100 mil horas de F-5 do Esquadrão Pampa, o Comandante do 1º/14º GAV, Tenente-Coronel Aviador André Navarro de Lima Guimarães, comunicou via rádio. “Neste momento, o Esquadrão Pampa atinge a notável marca de 100 mil horas voadas em aeronaves F-5. Este feito ímpar foi possível graças ao esforço e dedicação de todos, pilotos, mantenedores, controladores e apoio administrativo, de ontem e de hoje, que, com seu trabalho, muitas vezes silencioso, fizeram e fazem deste Esquadrão o que ele é. E que venham muitas mais horas voadas pelo 1º/14º GAV. À Caça! Pampa!", declarou.
Após o pouso, os pilotos foram recebidos pelo Comandante da BACO, Tenente-Coronel Aviador Thiago Romanelli Rodrigues; pelo efetivo do Esquadrão Pampa; por familiares; pela Banda de Música da BACO e por admiradores da aviação. Durante a recepção, o Major-Brigadeiro do Ar Dang expressou sua alegria. “Gostaria, primeiramente, de agradecer ao Tenente-Coronel Aviador Navarro por ter me concedido a oportunidade ímpar de, após vinte cinco anos do meu último voo de F-5, retornar ao cockpit deste caça fantástico. Isto me trouxe uma oxigenação e um rejuvenescimento que, para mim, não tem preço. Ainda mais considerando essa situação especial, um feito histórico para o 1°/14° Grupo de Aviação, quando atingiu a marca expressiva de 100 mil horas de F-5, que deve ser dedicada a todos os integrantes desta Unidade Aérea, de ontem e de hoje, Oficiais, Graduados e Praças, os quais contribuíram para a consecução deste momento”, destacou. Dando continuidade à programação comemorativa, o monumento das 100 mil horas de F-5 do Esquadrão Pampa foi inaugurado pelos Comandantes do V COMAR, da BACO e do 1º/14º GAV, marcando o momento na história da FAB.

Saiba mais
O F-5 tem uma trajetória rica no Esquadrão Pampa, desde sua chegada em 1976, demonstrando sua versatilidade e confiabilidade. Assim, tornou-se uma peça fundamental do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA). Com a modernização do projeto, o F-5M possui aviônicos, sistemas aero embarcados e armamentos que o capacitam a operar em cenários complexos.

Fonte: FAB

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